Ep. 33: Andreas Schumann, Vorsitzender des BdKEP - Elektromobilität, Regulierung und die Zukunft der letzten Meile
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Bem-vindo ao podcast Smart Charge by RiDERgy. Sou Claudio Geyken, Fundador e CEO da RiDERgy. Este é o teu programa para aprender tudo sobre gestão de energia e inovação em carregamento inteligente para veículos elétricos e frotas.
24 empresas geram cerca de 80% da receita, mas a entrega é feita principalmente por subcontratos. Esta é uma citação de Andreas Schumann, presidente da BdKEP, nosso convidado hoje. A nossa conversa aborda a última milha, por exemplo a nova lei postal com registo de fornecedores e rigorosas obrigações de fiscalização para contratantes, o planeado EU Delivery Act para maior resiliência e o que isso significa para PME e subcontratados, a comparação de custos de leasing de veículos elétricos com diesel – 300 a 700€ por mês – até ao planeamento de carregamento em depósito. Relevância para todos os que gerem frotas. Estratégias que no
negócio do dia a dia melhoram o TCO e a disponibilidade, sem esperar pelo comboio seguinte. Vamos começar. Tudo bem, Andreas. Fico feliz de teres vindo hoje. Como estás? Estou bem. Está um pouco cinzento lá fora, mas os temas trazem muito calor e muita diversão. Por isso fica bem. Obrigado pelo convite, Claudio. Com prazer. Fico feliz de teres vindo. Então, antes de entrarmos mesmo no essencial, apresenta-te brevemente, por favor. Sim, Andreas Schumann. Sou o presidente da Associação Federal de Serviços de Correio, Entrega Expressa e Postais. A associação
representa mais de 5.500 empresas de médio porte que realmente operam na primeira e última milha com veículos e fazem entregas ou também recolhem envios. Os envios têm normalmente até 31,5 kg e os veículos têm uma carga útil máxima de 3,5 toneladas. Mas há também milhares de entregadores a pé e milhares de entregadores de bicicleta. Temos aproximadamente uma frota de veículos comerciais de 50.000 a 60.000 veículos na associação. E os nossos focos temáticos na associação são, por um lado, o trabalho de lobby clássico, inovação e o mundo de vantagens. Tudo bem. Sim, antes de aprofundarmos, eu gosto sempre quando o convidado fala um pouco mais sobre si próprio. Como é que chegaste a este cargo? Qual era um pouco o teu historial? O historial foi na verdade numa sauna. Eu estava à procura de uma nova ideia para o que fazer na minha vida, o anterior já não era tão sustentável. E então alguém me deu um artigo de jornal da Zeit, onde em 1998 um dos primeiros serviços postais que existia ao lado da Deutsche Post foi de certa forma apresentado. Na Zeit. Qual era esse
serviço?
Era em Itzehoe. Não sei – tenho sempre dificuldades com o nome. Não me lembro como se chamava. Acho que era o Daniel Giersch. Era conhecido, também com esse endereço de Gmail, penso eu. De qualquer forma, recebi este anúncio. E assim entrei na indústria de correios, mensageiros, encomendas e pacotes. Depois fundei um dos primeiros serviços de correio e fui ver pessoalmente com o Daniel Giersch em Itzehoe. Foi tudo bastante
interessante. E assim entrei neste sector. Isso foi em que ano? Foi em 1998. Foi a liberalização, não foi? Exatamente. Portanto, aí começou a liberalização. Havia ainda licenças especiais para os serviços de correio, era tudo muito novo, e isso era muito novo também para o mercado. Depois fundei um serviço de correio em Leipzig. Na altura chamava-se Jonas Post. E o Excel foi, infelizmente, um bocado mais otimista do que a realidade naquela época. Portanto, foi muito
muito difícil convencer ou adquirir clientes que na verdade só conheciam os CTT como fornecedor. E o caminho foi correspondentemente mais árduo do que o previsto, especialmente em termos de aquisição, de modo que não conseguimos manter isto como uma startup movida a engajamento. Qual era então a vantagem ou o valor acrescentado que vendiam, em comparação com os CTT? Bem, éramos um serviço de correio regional. Então as nossas encomendas eram levantadas na região e entregues na região. Assim era também mais rápido. E no sentido do
direito da licença, tínhamos uma entrega garantida. Ou seja, se não cumpríssemos os prazos, haveria reembolsos. Era um critério naquela altura. E depois aconteceu que o mercado foi simplesmente liberalizado e as pessoas experimentaram. E naturalmente, já naquela época se conseguia brilhar ao lado dos CTT com mais serviço. Estava-se lá como interlocutor. Não havia call center, estava-se lá diretamente. Sim, era tudo – havia muito da febre do ouro e do espírito pioneiro
por aí. E essa era então a tua empresa. E depois, com base nisso, acho que foste para a TNT. Era assim? Sim, houve ainda uma estação intermediária. Depois vendi a empresa à Fiege, ao grupo Fiege. Ou seja, isso foi já relativamente bem-sucedido, se conseguiste vendê-la. Tinham uma divisão de distribuição de media, ou seja, entrega de media. E como era isso em Dresden? Em Dresden havia também um dos primeiros serviços de correio – a Postmodern. Continua a existir até hoje. E depois isso passou a integrar a Postmodern
e eu dirigi a Postmodern. Isso foi por volta de 2000. E de lá saltei para a TNT – digamos, a grande holandesa. Sim, naquela altura chamava-se EP Europost. A EP Europost era uma joint venture entre os CTT holandeses e a Hermes. E a ideia na altura era que os catálogos Otto pesados, os blocos – não sei se conheces. Eram realmente coisas bem gordas. Nunca vi. Mas consigo imaginar. Bem, eram, sei lá, pesavam um quilo e meio ou assim.
E devíamos, ou a ideia era que nós fizéssemos a entrega. Sim, mas depois a Hermes não nos deu. Naquela altura, não conseguimos. E então tivemos de nos preocupar onde arranjávamos envios. E depois também montámos uma distribuição de correspondência. Depois chegámos a receber cartas de operadoras de telemóvel ou cartas do estrangeiro dos Correios holandeses. E depois isso também tomou uma direcção diferente da que pensávamos, não foi a distribuição de catálogos, mas a distribuição de correspondência. Para mim, isso foi então
sobre sistemas de medição de qualidade. Montámos sistemas de cartas de teste com dezenas de milhares de cartas de teste e receptores de cartas de teste, porque é uma rede nacional com mais de 90 serviços de correio. Éramos exclusivamente um centro de distribuição. Coordenávamos os 90 serviços de correio. E depois eram fornecidos com os envios que um operador de telemóvel enviava e faziam a entrega. E os não entregáveis voltavam. E depois era EP Europost. Depois foi TNT Post. Depois a TNT foi vendida como serviço de encomendas, de modo que já não podíamos chamar-nos TNT Post. Depois
chamava-se Postcon. E hoje chama-se DVS. Portanto, a empresa existe até hoje. E tu acabaste por ficar bem com os nomes. Sim, é impressionante como isso se transforma constantemente. Sim, e naquela altura a digitalização começou a aparecer mais, nos anos 2000.
Depois promovi na empresa, por assim dizer, na nossa pequena unidade alemã: Tínhamos de fazer algo com digitalização. Cartas e digitalização – tínhamos de pensar nisso. E depois houve um projecto. Pude fazer um projecto naquela altura. Portanto, a direcção do grupo disse: Sim, então começamos com um projecto, como é costume na empresa. E depois elaborámos como tudo funcionaria. Isso foi em 2009. E depois apresentámos o projecto com orgulho. E depois
demorou mais meio ano. E a conclusão foi um pouco: Sim, já tentámos isso há seis anos. Não funcionou. Portanto, agora também não fazemos nada. E isso foi muito insatisfatório. A – foi muito insatisfatório. B – eu andava de um lado para o outro entre Berlim e Hanóver e por todo o país. E aí decidi demitir-me e fundar a minha própria empresa. Foi a Internetpost. E na altura apareceu uma E-Postbrief – como é que se chamava,
o E-Postbrief dos Correios Alemães – e De-Mail. Era a ideia de uma entrega digital de correspondência a receptores identificados, de modo que também se pudesse comprovar a entrega. E trabalhámos num sistema – interessante. O que seria possível como alternativa aos Correios Alemães para o mercado de correio alternativo fazer com estes envios? E isso era um projecto ambicioso. Costumo dizer de forma um pouco descontraída: Aí foram investidos aproximadamente 1,5 mil milhões de euros pela Telekom, Correios Alemães e Estado. E
sabemos bem o que saiu disso de E-Mail e E-Postbrief – nomeadamente nada. E para mim era impensável naquela altura que se pudesse fazer tão pouco com tanto dinheiro. Basicamente, o dinheiro foi deitado fora – naturalmente, do ponto de vista dos Correios Alemães, só parcialmente deitado fora, porque assim há cartas de papel durante mais tempo para entregar. E o E-Postbrief dos Correios Alemães tornou-se basicamente um serviço de impressão, ou seja, envias cartas digitalmente como remetente, mas
as cartas são de qualquer forma impressas e entregues. Existe em Alemanha – agora também por pura curiosidade pessoal – existe realmente a possibilidade... Podes fazer com que a correspondência seja digitalizada? Existe esse serviço. Era isso que vós queríamos construir. Não, não, era mais a questão: Quando envias um e-mail, em geral não sabes quem é realmente o proprietário do endereço de e-mail no outro lado. Quer dizer, chama-se então f96@gmail.com. Mas não sabes que
é o Claudio que está por trás. Sim, e a ideia era – ou ainda é em vários contextos – que a identidade estivesse ligada a este e-mail e que fizesses uma espécie de verificação de identidade. O mais simples: naquela altura enviávamos códigos para o teu endereço. E depois digitavas. E assim confirmavas a tua identidade. Mas depois surgiram também tópicos como: Videoident, que hoje conhecemos bem – se de alguma forma me registo para car-sharing, também tenho de fazer um videoident
. Ou quando abro uma conta bancária. Sim. E para diferentes tipos de envios precisas de diferentes níveis de identidade. Às vezes o e-mail é suficiente – talvez para correio comercial. Para facturas etc., faz sentido confirmares a tua identidade com um código PIN que foi enviado pelo correio. E videoident depois para envios de valor elevado ou para contratos e similares. Está bem. E esta gestão de identidade era um tópico naquela altura. E no mundo digital não é como no mundo físico, que cartas ou e-mails simplesmente
podem ser enviados sem permissão. Ou seja, correspondência como cartas comerciais podes receber sem permissão – chama-se list brokering. Mas não podes enviar publicidade por e-mail sem ter o double-opt-in. E tinha-se também uma solução para que pudesses basicamente dar opt-in para quem te pudesse enviar as cartas – digitalmente. E isso estava de alguma forma ligado ao regulamento geral sobre protecção de dados. Mas hoje existe um serviço em que se pode receber correspondência entregue digitalmente. Sim, mas
é na verdade apenas isso. Portanto, as tuas cartas são enviadas para um ponto de digitalização. A carta é aberta, é digitalizada e depois é-te entregue. É ainda uma entrega física, não digital. Vocês tinham na altura digital. E tratava-se de processamento digital, totalmente digital. Conhece-se também de notários, advogados. Acho que se chama beA, que os tribunais comunicam com advogados através de caminhos digitais deste tipo. Em Itália existe este sistema. Acho que é muito mais comum do que na Alemanha. Okay. Sim, algo assim seria
naturalmente também mais simples, se existissem estes números. Os números de identificação – na Dinamarca também temos isso, que cada pessoa possui a sua caixa de correio eletrónica. Portanto, na Alemanha somos sempre um bocado mais lentos na digitalização. E isso afetou-nos também. Okay, interessante. Sim, e eu tinha – tu não tinhas 1,5 mil milhões. Como é que te financiaste aí? Na segunda. Sim, isso foi – éramos uma sociedade anónima. Que fundei eu próprio. Com 50.000 €. Uma SA. Uau, tu
mas porque não uma Lda e logo uma SA? Sim, pensámos nisso durante mais tempo. Mas uma SA tem simplesmente uma reputação diferente. E aí dissemos, então fazemos uma SA. Tinha-se de considerar – já se tinha o dinheiro necessário. Exatamente, precisa-se de 50.000 € para a SA, para a Lda 25. Exatamente. E com a SA também há a vantagem de se poderem integrar acionistas mais rapidamente, portanto no tema de aumento de capital ou capital fresco. Para isso a SA é simples e mais rápida
do que uma Lda. Sim. E depois havia um acionista. E depois tratava-se de financiamento, avaliação da empresa, diluição. Portanto, toda a gama do direito dos acionistas passou por nós. Mas precisamente por causa do programa De-Mail e E-Postbrief mal-sucedido, tive de reorientar-me. Portanto, havia uma dependência do lado deles em relação a vós. Ou seja, teríamos estado dependentes de De-Mail e E-Postbrief trazerem o mercado realmente em movimento.
Os mil e meio milhões que não tínhamos, para então, digamos, acompanhar esta dinâmica. Mas isso simplesmente não funcionou. Sim. E depois – agora desviámo-nos um bocado, mas é assim que chegamos à associação. A minha primeira empresa naquela altura, a Jonas Post – quando a vendi, o comprador foi-me apresentado pelo presidente da Associação Federal de Correios, Transportadoras e Serviços Postais. Portanto, eu tinha a associação logo no muito início. Desde aí conheço a associação, e fui membro. E depois liguei e disse: Ó, estou à procura de alguém
que compre a minha empresa. Tens alguma ideia? E naquela altura havia muita movimentação no mercado, e ele apresentou o comprador, de forma que estivemos sempre em contacto durante todo este tempo, porque eu continuei na indústria. Por vezes também já estava na direção da associação ou em grupos de trabalho relacionados com o conteúdo. E depois o presidente de então perguntou-me se eu não gostaria de assumir a associação. Bem, é interessante. E para apanhar os ouvintes, podes-me talvez complementar a estrutura do mercado, porque talvez
a maioria, que apenas recebe encomendas, não saiba que estas encomendas não envolvem apenas, digamos, Hermes e os grandes logótipos da Amazon, DHL, DPD etc., mas sim, como já mencionaste no início, um grande número de empresas – como as chamaríamos, subcontratadas, ou como as chamarias? – que praticamente têm um papel. E talvez possas explicar de novo as conexões aí. Portanto, o mercado de correios, transportadoras, encomendas e serviços postais: aí existem aproximadamente 12.000 empresas, portanto um número gigantesco, muito maior do que se pensa realmente.
No entanto, 24 destas empresas têm 80 % do volume de negócios. Isso significa que temos um oligopólio muito forte, e isto no sentido de: a maioria dos volumes de negócios neste mercado são as encomendas. E nas encomendas existem os grandes serviços de encomendas: Amazon, DHL, Hermes, DPD, GLS – os maiores. Quem é que me esqueci? UPS ainda, FedEx – FedEx, DHL já tinha mencionado. Sim. E aqui é assim: Estes são os muito grandes, que se conhecem. E depois existem no total 24
digamos, que são menos conhecidas. Existem ainda Knax e talvez a Stadtboten, ou? Portanto, existem duas dúzias destas empresas, que têm 80 % do mercado. O maior player na Alemanha é a Deutsche Post em várias áreas, tanto no mercado de correspondência como no mercado de encomendas. No mercado de correspondência, a Deutsche Post tem, dependendo da interpretação, entre 85 e 90 % do mercado, no mercado de encomendas é mais ou menos 35, 40 %.
e a.
Portanto, agora existe a estrutura de que muitos dos serviços de encomendas não fazem a recolha e entrega dos envios eles próprios, mas trabalham com empresas subcontratadas – por vezes também chamadas subcontratadas. Prefiro falar de empresas subcontratadas. Empresas subcontratadas – okay, é digamos o termo politicamente mais correto. E estas empresas subcontratadas trabalham para Hermes, GLS, DPD, por exemplo Amazon, e fazem aí praticamente 100 % de todas as recolhas e entregas.
Com a UPS é assim, que fazem aproximadamente metade eles próprios com pessoal próprio e a outra metade através de empresas subcontratadas. E a DHL na entrega de encomendas, mas também de correspondência, trabalha a 95 % mais ou menos com colaboradores próprios e não com empresas subcontratadas. É digamos esta estrutura de encomendas. A própria DHL, a Deutsche Post, é um grupo empresarial completo e também trabalha frequentemente com empresas subcontratadas. Mas isso é mais na recolha de envios de caixas de correio, na recolha de encomendas, no abastecimento e eliminação de
Trabalhos em pacotes – ou seja, tudo fora da entrega é frequentemente feito também com subcontratados, mesmo que à noite se faça triagem e ainda um carro tenha que ir de Frankfurt para Hamburgo. Depois também usam subcontratados lá. As chamadas rotas principais também são todas através de subcontratados. Nesse aspecto, eles também estão entre os maiores clientes. E sim, então pode-se assumir que, dependendo da interpretação, entre 3.000 e 4.000 empresas trabalham para estes serviços de pacotes. E depois há ainda – 12.000 menos 4.000 são 8.000 – outros. Aí
há mensageiros de móveis. Conhecem-nos das lojas de móveis, quando lá há entregas. A Ikea, por exemplo, tem um parceiro. Há mensageiros de medicamentos. Há mensageiros de peças de reposição. Há mensageiros de amostras. Há mensageiros urbanos. Há empresas de entrega de correspondência. Há mensageiros diretos. E se ainda pensássemos um bocado, havia ainda mais nichos onde há mensageiros em todo o lado. E muitos atuam em várias áreas. Há também mensageiros especializados – a pergunta: onde é que o mensageiro de dinheiro se encaixa? Ou seja, os transportes de valores são na verdade um
setor diferente. Mas agora começa o tema do abastecimento de numerário no retalho. Aí a pergunta é se é sempre necessário enviar um carro blindado ou se não seria possível usar também um mensageiro de bicicleta. Ou seja, as fronteiras também são fluidas. Interessante. E a indústria está em transição. Há mobilidade elétrica, digitalização, outras mudanças regulatórias e mudanças tecnológicas. Quais são os temas que mais percebes? Sim, neste momento temos principalmente os temas regulatórios. Temos no penúltimo ano finalmente uma nova
Lei Postal, depois de supostamente 25 anos. E a antiga Lei Postal tinha praticamente o estado de 1995. Muitos dos temas de digitalização ainda não existiam, e a globalização também ainda não era tão avançada. E esta nova Lei Postal tem várias obrigações novas. Uma delas é que agora há um chamado diretório de fornecedores. Todos estas 12.000 empresas têm que se registar lá, e para o registo têm que comprovar determinada documentação. Até agosto do próximo ano todos têm que estar registados uma vez. E temos também nesta lei obrigações de controlo muito fortes
quando se utilizam subcontratados. Temos sim situações de vez em quando em que subcontratados trabalham desonestamente – isso é bem conhecido pelo rádio e imprensa. E quer-se reduzir isso através de o cliente também assumir responsabilidade pelo seu subcontratado e dizer: Sou responsável por garantir que lá trabalha alguém que respeita as condições de trabalho. E este é um grande tema que nos chegou pelo lado regulatório. Portanto, é interessante do ponto de vista regulatório. O contexto maior é então a EU. Na EU
começou-se a estabelecer um EU Delivery Act. Portanto, há para este mercado postal – mercado de correios-express-encomendas até 31,5 kg – também um regulamento europeu. Esse também já tem 25 anos, e quer-se agora revê-lo. E aí há temas interessantes. Vêm muitos envios da Ásia, especialmente da China – com esses temas em grande quantidade com produtos correspondentes. E como se regula esse tema, essas são perguntas muito atuais para a EU. E até agora esta regulação postal
referia-se sempre ao chamado serviço universal. Essa é na verdade uma designação muito antiga. Aí está quanto caixas de correio é que deve haver e a que distância da população. Aí está quais são os prazos de entrega das cartas, onde é que se pode reclamar, quantas vezes por semana se deve entregar. E mas essas são todas perguntas que hoje já não têm papel no segmento de pacotes. Aqui a pergunta é mais: como é que lido com o facto de que de fora entram cada vez mais envios com
também rendimentos muito baixos? O que é que isso faz com a capacidade de refinanciamento dos sistemas de entrega na Europa? E temos neste momento um exemplo interessante nos Países Baixos, onde o fabricante de chips – quer dizer, foi nacionalizado – Experia. Exato. Exato, depois a China reduziu ou interrompeu a entrega de chips. Não tenho a certeza, mas percebemos aqui que uma estrutura que já não é controlável europeiamente, se a nacionalizarmos ou se exercermos pressão lá, de repente permite a outros países exercer pressão
sobre a EU – e não negligenciável. Imaginem agora que com as enormes quantidades de envios que vêm da China, redes de entrega são construídas, através das quais a entrega funciona. E depois há uma guerra comercial e a importação de produtos chineses deixa de ser praticamente possível. Então os sistemas de entrega na Europa desabam, e não conseguimos transportar nenhum envio na última milha porque empresas com domínio asiático ou também americano servem a última milha. E então eles dizem – ou não conseguem
mais entregar. E então já não temos redes de entrega controladas europeiamente e temos de ver como organizamos a última milha. E precisamente este transporte na última milha é – digamos – se há problemas, catástrofes, conflitos armados, o que quer que seja, precisamente então é importante o abastecimento da população, tanto com informações como com bens. A Covid também mostrou como são importantes os mensageiros aí. E é disso que se trata no EU Delivery Act: como se mapeiam tais desenvolvimentos. Interessante. Isso
portanto, é o quadro regulatório mais abrangente, que agora não afecta o serviço da CAP, o serviço de correio urbano de Berlim de imediato, mas naturalmente afectará no futuro. E como é na vossa realidade do dia a dia? Como é possível imaginar isso? Também o teu papel – tens de interagir com as mais variadas partes interessadas, sejam responsáveis governamentais ou os vossos membros ou fornecedores de tecnologia. Como é possível imaginar isso? Como é que isto te afecta? Sim, portanto, com a política, no fim de contas, continua a ser um negócio de pessoas. É preciso estar presente e ir lá ou também
estar presente digitalmente. Aí é importante manter o contacto. Com as autoridades, há a Agência Federal de Redes, o Ministério da Economia, o Ministério das Finanças, parcialmente também o Ministério do Ambiente – para manter o contacto lá, para estar nas listas de distribuição quando surgem novas leis ou outros regulamentos, ordenações legais, para que se receba depois também para comentários, para estar nas listas de distribuição. Agora, por exemplo, com a Lei de Entregas da UE, há a possibilidade de dar impulsos directamente à UE e de contribuir com as nossas ideias. Há um portal onde se pode
depositar isso. E lá iremos também. E quando tivermos depositado isso na UE, é importante passar também exactamente aos contactos na Alemanha e dizer: somos da opinião que agora não se trata principalmente de acesso a reclamações, mas sim de como conseguimos redes resilientes, controladas europicamente. E depois transmite-se também esses documentos de posicionamento aos contactos. Depois há sempre webinares – e é importante participar e dizer algo. Há eventos que são presenciais, onde se pode
participar, conversar com os contactos ou até mesmo contribuir com intervenções, sejam comentários de discussão ou até mesmo no palco. E assim é importante estar presente na política. Para nós, como associação pequena – ou seja, somos uma associação muito pequena em termos de pessoal – é bastante oneroso. A digitalização ajuda-nos aí, porque muitas reuniões também decorrem digitalmente. Isso economiza custos e claro também tempo. Sim, com os membros
estamos principalmente em contacto digitalmente através de boletins informativos. E oferecemos aí vários serviços, webinares. Temos aproximadamente um evento físico por ano, às vezes também dois, e lá os convidamos. E depois forma-se a partir desses membros um grupo de talvez 30, 40 membros que é mais activo e diz: onde é que podemos apoiar? Gostaria de impulsionar um tema. Aí – desde a Covid, estabelecemos um centro de situação. Quando veio a Covid, pensamos: o que é que fazemos agora pelos membros? E
Então temos um centro de situação CAP digital todas as terças-feiras. Todos os que quiserem podem participar, e lá discutimos os desenvolvimentos mais recentes. Claro que não conseguimos atingir todos os 5.500, mas atingimos os multiplicadores, que depois transmitem isto adiante. E depois do lado tecnológico: Temos uma certa visibilidade. Isto significa que os fornecedores de tecnologia nos encontram, ou quando estou em eventos, encontro fornecedores de tecnologia. O que é interessante para nós é: ou eu entro em contacto ou eles vêm
ter comigo. E depois conseguimos processar isso muito bem, na verdade. Ótimo. E agora vamos aprofundar mais o tema da mobilidade elétrica. Quais foram, na tua opinião, os marcos até agora na indústria CAP, no que diz respeito à mobilidade elétrica? E onde está a indústria CAP? Quais são os desafios nesta transição? Bem, marcos verdadeiramente significativos – agora especificamente para a indústria, eu não diria que existem. Tudo é um pouco fluido, e não se pode simplesmente
avançar como se fosse uma escada. Naturalmente, os regulamentos da UE são marcos importantes, que também se aplicam a nós, mas não são específicos do sector de correio, encomendas e logística. Fit for 55, naturalmente a proibição dos motores de combustão em 2035, os limites de emissões de frotas que vão aumentando até lá. Temos agora todo o sistema de CO2 do ETS2. São todas etapas. Eu não as chamaria tão fortemente de marcos. Porquê isto? A mobilidade elétrica tem realmente dificuldades em muitos participantes do mercado, nem em todos. A Deutsche Post tem, devido ao seu tamanho excecional, custos unitários mais reduzidos e, em comparação com o resto do mercado, situações de lucro fantásticas ou situações de margem de contribuição – possibilidades completamente diferentes do que um empresário de média dimensão individual. E assim a Deutsche Post, há cerca de dez anos, avançou com o StreetScooter, exercendo-se também como fabricante de automóveis, por assim dizer – durante algum tempo – e é assim o principal player nos assuntos. Isto está naturalmente relacionado com o tamanho, e foi também um pouco o caso de que em alguns anos uma grande parte do incentivo para automóveis elétricos foi para a Deutsche Post, porque adquiriram os seus veículos comerciais desta forma
e simplesmente exploraram o mercado de forma inteligente e absorveram-no, porque têm os recursos e impulsionaram isso. Portanto, é uma coisa boa, uma coisa ótima, o que fizeram. Ganharam assim uma vantagem competitiva? Quando vejo as nossas PMEs – pequenas e médias empresas com 20, 30, 40, 60 veículos – e especialmente no início quando os veículos elétricos eram cerca de duas vezes mais caros do que os veículos de combustão ou até três vezes mais caros, os bancos não conseguem sequer conceder o crédito ou nenhuma aprovação para ofertas de leasing acima do triplo
do valor do veículo, acima do triplo do valor do veículo. E isto era no início – ou continua a ser – um grande problema: os subempreiteiros são remunerados basicamente a custos marginais. Não fica nada. Quando os contratantes no serviço de encomendas dão encomendas, não é como se alguém ficasse rico com isso. A margem é 1%, 2% – mínima, se é que existe. E agora financiar novos veículos a partir daí é difícil.
Portanto, as subempreitadas são remuneradas basicamente a custos marginais. Não sobra nada. Quando os contratantes no serviço de encomendas dão contratos, não é como se alguém ficasse rico com isso. A margem é 1%, 2% – minúscula, se é que existe. E agora financiar veículos novos a partir disso é difícil.
Temos muitos estafetas de entrega directa que percorrem grandes distâncias por dia. Portanto, 500 quilómetros não é nada de extraordinário. Eles também têm períodos de inactividade, por isso tivemos um início bastante hesitante fora dos Correios Alemães. Há uma grande empresa de entrega de encomendas que opera globalmente e que também tem participações em fabricantes de automóveis. Inicialmente, também se dirigiram com força à Alemanha, porque a Alemanha é realmente um mercado de referência. Mas temos o desafio de que a Alemanha segue um curso muito – digamos – em ziguezague, ou um passo para a frente
um passo para trás. A Alemanha segue, portanto, um curso muito – digamos – ambivalente em relação à mobilidade eléctrica, enquanto outros países adoptam uma abordagem muito mais rigorosa. E é por isso que as empresas de entrega de encomendas que operam globalmente também dizem: então, vamos primeiro implementar a mobilidade eléctrica em Espanha, por exemplo. Aí é muito mais apreciado e exigido do que na Alemanha. Na Alemanha, podemos continuar a circular com diesel, porque o governo não exerce pressão real ou antes espalha incerteza. E depois, uma vez que – sim, talvez eu deva – uma onda, depois a retirada, certo?
Digamos que a paralisação entrou em vigor com a suspensão do subsídio aos automóveis eléctricos. Basicamente, perdeu-se o momentum. E temos também a situação em que aqueles participantes do mercado que disseram: "Ah, não me importo, não faço nada a respeito", agora podem dizer: "Já o disse, não precisavas de fazer nada. E é muito mais simples se não faço nada." E isso é, por um lado, uma situação que, porém, constamos com satisfação
que temos um mundo de vantagens, onde disponibilizamos condições de veículos. E ali a quota de veículos comerciais com motor de combustão vendidos cresce continuamente. E agora está também entre 20 e 25 por cento dos novos veículos que, digamos, passam pelas nossas condições associativas, na área eléctrica. Isto significa que notamos que o sector agora está a ganhar velocidade. Isto é, claro, impulsionado pelo empenho de empresários individuais que dizem: "Quero isto agora, quero dar a minha contribuição." Ou então as empresas de entrega de encomendas acordam com os seus subcontratantes ou os incentivam a utilizar veículos eléctricos. Temos a
grande iniciativa da Hermes, que, acredito, quer electrificar mais de 70 cidades. E naturalmente precisam de subcontratantes que façam isso. E vão gradualmente entrando em novos territórios e fazem-no electricamente. E por isso há agora já um movimento para a frente. Portanto, não há este único marco, mas há muitos pequenos movimentos que, após a queda com o fim do subsídio, se estão agora a condensar novamente numa certa dinâmica. O que é especial em nós é que o
automóvel eléctrico não é apenas uma ferramenta, como por exemplo para um desimpedidor de chaminés ou para um artesão. Este precisa do automóvel eléctrico para chegar ao local de trabalho ou à chaminé, mas o dinheiro é ganho com a instalação de um fogão ou com a construção de uma chaminé. Connosco, o dinheiro é ganho com o veículo. E se o veículo não está em funcionamento, a principal fonte de receita desaparece, por isso durante muito tempo também tivemos o problema da fiabilidade dos veículos, da autonomia. Mas isso basicamente está tudo resolvido. Sim, palavra-chave: mencionaste alguns pontos importantes agora
Talvez possamos começar pelo tema da compra de um veículo eléctrico. Como é a situação agora? No início, os preços eram significativamente mais altos. Como é agora? Por exemplo, no estado actual – tens alguma informação sobre quanto mais caro é uma carrinha eléctrica em comparação com uma? Bem, pode-se partir do princípio de que é cerca de um terço mais cara. Isso já diminuiu consideravelmente. É um sistema relativamente complexo, não se pode simplesmente dizer se é mais caro ou mais barato. Portanto, temos
para veículos equivalentes entretanto, se considerarmos 48 meses, 30.000 quilómetros por ano – se compararmos as taxas de leasing, variam entre 300 e 700 € para a mesma classe de veículo. E agora, no meio está algo como 500 €, o que significa uma taxa de leasing média de 500 €. Mas porque os intervalos, ou seja, mínimo e máximo, estão tão afastados, isso não ajuda muito. Isto é, encontramos hoje transportes eléctricos até três toneladas e meia com taxas de leasing em torno de 300 €. Essas são, claro, taxas de leasing onde os
os veículos querem entrar no mercado – depois entram os limites de emissões da frota – e isso é definitivamente comparável. É por vezes mais barato do que a taxa de leasing para um veículo com motor de combustão, quando comparo um veículo eléctrico económico com uma oferta mais premium de transportes com motor de combustão. Isto é, tenho que olhar com muito cuidado: que veículo quero? O que sou? Sou fiel a uma marca? Estou disposto a passar da marca A para a marca B e talvez reduzir a taxa de leasing de 600 € para 300 €? E temos aí muita
muita dinâmica e muito movimento. O que novamente não nos ajuda particularmente é a incerteza do governo. Aí está sempre a questão: mantém-se o fim dos motores de combustão? O que acontece? Isso torna mais difícil calcular os valores residuais dos veículos. Por isso as taxas de leasing são altas. Isto é um veneno extremo para toda esta transformação. Os veículos são na sua maioria alugados em leasing, não em subscrição ou comprados. Na maioria das vezes temos leasing. Mas também aqui é preciso considerar: se os valores residuais não são claros e portanto
as taxas de aluguel são altas, claro que a compra volta a ser uma opção. E então pode ser mais barato comprar ou financiar o veículo do que alugá-lo, porque após o financiamento pertence-me. Mas aí tenho o risco de ter um veículo usado. Exatamente. E isso não é apenas um tema na área de veículos comerciais, mas também na área automóvel. O que acontece ao usado, ao valor residual? E como é em relação ao carregamento? Há vários depósitos onde os pacotes
são classificados nas cidades na última milha. E há várias abordagens diferentes. Talvez possas dar-me o teu ponto de vista sobre onde é que se carrega. Há alguns problemas e desafios que também conheço: o tema de os condutores poderem usar a carrinha tanto para entregar pacotes como para regressar a casa, que esse processo seria disruptivo com a mobilidade elétrica ao carregar, e principalmente, se há espaços de estacionamento suficientes
para que os veículos possam estar sempre a carregar no depósito. Que outros temas te ocorrem? E como pensas que se resolverá? Bem, a situação é extraordinariamente variada. Os depósitos onde os pacotes são entregues aos subcontratantes normalmente não ficam dentro da cidade, mas fora dela ou nos limites da cidade. Aí, há sempre a grande questão: Há eletricidade suficiente? Embora a questão de haver eletricidade suficiente deva ser vista de forma diferenciada. Posso
considerá-la como um argumento de defesa: "Aqui não consigo uma linha grande" ou posso olhar: consigo tanta eletricidade quanto preciso para carregamento inteligente? Se não estabeleço carregamento inteligente, então acabo por carregar veículos em alturas em que não é necessário. E preciso de eletricidade em alturas em que não preciso dela, em que não é necessário. E preciso sobretudo de potências no local que na verdade não preciso se carregar de forma mais inteligente. E agora
a questão é, se existe um empresário
que procura antes uma razão para não fazer mobilidade elétrica. Pode-se considerar o tema de carregamento como um argumento de defesa? Ou então verificamos: O que posso implementar com a infraestrutura existente? Deixo de fora agora aqueles que têm realmente apenas uma ligação muito fraca. Mas nem sempre é necessário construir logo um transformador próprio, mas pode-se – ou seja, o que constatamos é: Onde há vontade, há frequentemente um caminho, e pode-se também com potências menores
e conceitos de carregamento inteligentes – carregamento dependente do horário, carregamento dependente da rota – trabalhar. Que veículo é atribuído a qual rota? Quanto devo carregar? Com estas duas coisas pode-se fazer muito. E portanto a problemática deve ser avaliada para cada local individualmente. Já não há um ponto geral que nos não ajude em geral. Claro, o ponto que afeta todos, é o tema do financiamento. A infraestrutura de carregamento tenho que financiar. Ou seja, não só o veículo como também essa infraestrutura. E aí surge a questão se a
compro eu próprio, se a faço através do proprietário ou arrendatário da área. E entretanto há também primeiros fornecedores que dizem: Eu coloco-te aí a infraestrutura de carregamento e tu pagas-me então por kWh. E isso é claro mais um passo de complexidade. Portanto não apenas os veículos, mas também a infraestrutura de carregamento. Mas há muitos empresários engenhosos que também já o fazem bem. É também assim que os grandes que representas – as mais pequenas, digamos as empresas PME – têm
poucas opções de financiamento, mas os maiores financiam na maioria das vezes a infraestrutura de carregamento nos depósitos. São também aqueles que alugam esses depósitos, certo? Sim, é – então agora falamos dos depósitos onde os subcontratantes depois levantam os pacotes. Normalmente aí não estacionam todos os veículos dos subcontratantes. Depende do prestador de serviços. Há prestadores de serviços que dizem que todos os veículos dos subcontratantes têm que estar no depósito à noite. Então todos têm que ainda ir ao depósito, estacionar o veículo e depois
regressar a casa. Outros prestadores de serviços talvez tenham os veículos no seu próprio local, se tiverem ainda um tipo de oficina. Outros ainda levam os colaboradores para casa. Isso é também muito, muito individual, não se pode fazer um ponto geral. Mas frequentemente acontece que os depósitos não foram todos construídos novamente. E quando foram construídos há 15, 10 ou 20 anos, na altura não havia ainda a exigência de deixar estacionar lá 500 veículos. Espaços de estacionamento
e assim, então faltam aí os espaços de estacionamento. Portanto isso é também de novo muito individual por local. Quanto está ocupado o local? Conseguem crescer? E quanto mais atrativas forem as áreas no local, mais caras seriam. E então surge a questão se é viável utilizar uma área como parque de estacionamento para carregamento. Ou coloco lá ainda um armazém logístico, que tem uma outra margem de contribuição? Isso também se junta. Então surgem temas assim: Construo um parque de estacionamento? Ou seja, preciso aí de uma
área de base menor e tenho então cinco andares, onde há colunas de carregamento por todo o lado, o que por sua vez tem naturalmente impacto nos custos. Portanto aí trabalha-se com muita criatividade, e frequentemente há então uma solução se se quiser – e se for viável. Quanto tempo é que um depósito é operado? Não sei qual é a vida útil de um depósito – são 25 anos, 30 anos? Sim, isso também é de novo muito individual. Estes parques de operação, quanto tempo é que os contratos de aluguel duram e se os proprietários então estão interessados
é uma questão de permitir uma infraestrutura de carregamento elétrico lá ou oferecê-la até eles próprios. Alguns proprietários dizem: Bem, depois, quando o contrato de arrendamento – sei lá – tem dez anos, depois posso vender o edifício melhor porque tenho uma infraestrutura elétrica lá. Ou depois não consigo comercializar bem o edifício porque tenho sempre de encontrar alguém que necessite de uma infraestrutura elétrica. Portanto, isso também depende da estratégia do proprietário. Os contratos de arrendamento para esses depósitos ou oficinas – os serviços de encomendas estão claro que lá a longo prazo.
Um depósito assim pode ser operado durante 10, 20, 30 anos, dependendo do tipo de contratos de arrendamento, se é talvez propriedade. Portanto, os depósitos maiores com instalações de triagem são mais fixos, pertencem às empresas. E depois há leaseback e assim – ou seja, cenários diferentes. Mas quando os serviços de encomendas têm lá uma instalação de triagem, isso fica mais a longo prazo. Fica também 20, 30 anos. Quando o serviço de encomendas localmente arrenda uma oficina, há exemplos que simplesmente entram em
utilização residual. Ali é claro: Num espaço de cinco anos esta nave vai ser demolida e depois vem algo diferente. E então o arrendatário aluga-se durante cinco anos e toma de arrendamento. Há outros que fazem isto ainda mais curto. Se agora trabalham para um fornecedor e não sabem se no próximo ano ainda têm o seu contrato, naturalmente são mais cautelosos. Outros arrendam durante 10 ou 15 anos. Os serviços de correio tradicionais sabem: Ficamos sempre aqui. Ficam também 20 anos num
local desses. Portanto, é difícil fazer uma afirmação geral para todos. E então há um grande problema ou um desafio em instalar infraestrutura de carregamento, porque talvez os proprietários não queiram? Ou é isso também completamente individual? Alguns proprietários estão abertos: Sim, com prazer, podem fazer isso. Alguns rejeitam. Com alguns – se se pensa talvez em painéis solares, o que é mais nas transportadoras, menos nos serviços de encomendas – alguns proprietários dizem: Sim, podem pôr painéis solares no telhado
fazer. Alguns telhados não aguentam, não pode estar lá em cima. E assim é preciso verificar cada vez individualmente como é a situação no local. E como é que vês realisticamente a questão de carregamento público, de os motoristas talvez irem a um carregador rápido ou utilizarem um carregador AC em casa numa zona próxima? A maioria são antes inquilinos em prédios maiores, onde há menos pontos de carregamento, não têm uma casa grande, onde então possam ter um
Postos de carregamento. Portanto: em primeiro lugar, trata-se da utilização de infraestrutura de carregamento pública, como em supermercados ou colunas na rua, no contexto do funcionamento normal da empresa. Ou seja, não é com a lógica de que conduzo para casa, mas sim a questão é: posso carregar no parque de estacionamento do supermercado quando o meu carro está à noite na oficina? Esses tipos de questões. Isto é visto de forma bastante crítica – também não o vejo em muitos sítios – porque naturalmente a fiabilidade de que a infraestrutura de carregamento pública esteja disponível quando eu preciso dela é difícil.
está disponível. Portanto, alguns parques de estacionamento de supermercados não são acessíveis à noite. Então não posso carregar lá à noite. Como faço para que o veículo saia do parque de estacionamento a tempo antes do início da atividade comercial? O que sei eu, se tenho de sair do parque de estacionamento às seis e o funcionário só chega às oito. Como é que é então? Portanto, a preferência é realmente investir em infraestrutura de carregamento própria. Quanto mais pequenas são as empresas e se são geridas pelo proprietário ou têm cinco carros, dos quais dois são veículos elétricos, também carregam ocasionalmente
no carregador público. Mas as estruturas grandes investem essencialmente em infraestrutura autogerida. Há aqui uma direção oposta: não posso tornar a infraestrutura pública em tempos em que não a preciso e deixar que outros carreguem? Tem de ser garantido – infraestrutura de carregamento partilhada, ou seja, partilhada temporalmente. Naturalmente, a questão importante é que os terceiros que carregam lá mudem naquele momento em que eu volto e preciso de carregar, para que a coluna fica livre. Mas isto ainda não se faz na Alemanha.
Sim, ouço isto agora: como posso abrir a minha infraestrutura de carregamento? Conheço as considerações e a discussão sobre isto. Na medida em que existem exemplos, não posso dizer. E depois há o tema do carregamento em casa, quando os funcionários levam o carro para casa. Aqui também é muito individual, de acordo com a situação habitacional do funcionário. Então depende – digamos – será principalmente um carregamento lento. Com quantos kW? 11, na maioria das vezes no máximo 11. Talvez também menos. Ah, tu referes-te agora completamente
em casa, com um carregador embarcado sem wallbox, ligado diretamente à tomada Schuko. Sim, isso pode ser 2,4 kW. Isso não traz muito. O de onze já traz um bocado. E depois surgem as questões de faturação. Portanto, aí preciso de infraestrutura que fature o carregamento operacional, o carregamento do veículo operacional, adequadamente com contadores calibrados. E aí preciso de software correspondente. A questão é: o software é controlado pelo funcionário ou pelo gestor da frota? Mas também experiencio que surgem mais ofertas no mercado. Há soluções para isso.
mais ofertas surgem no mercado. Há soluções para conseguir isso. E existe inclusive para a tomada Schuko. A questão é apenas: um transporte elétrico precisa de um pouco mais do que um automóvel de passageiros. E se isso fica oito, dez horas ligado à tomada – oito vezes 2,5 kW – fico com 20 kWh que consigo carregar. Não tenho eletricidade suficiente para o dia seguinte. Exatamente, também te queria perguntar sobre isto, porque em média
portanto, mais ou menos 100 quilómetros por dia. Isso é, acho eu – sim, na região, no trânsito regional, é um bom número. Depois falamos de 25 kWh, ou seja, quilowatts-hora de consumo por dia, que depois teríamos de repor. Exatamente, como dizias agora. Mas isso também é uma questão de como as coisas se encaixam. E claro, se os condutores vivem no quinto andar num prédio de habitação coletiva, é uma situação diferente do que se vivem numa casa isolada numa zona rural, seja uma casa própria ou não.
E quanto ao tema da autonomia – mencionaste no início que há alguns que têm 500 quilómetros de uma vez ou tours de 500 quilómetros. Aí é imaginável que se faça, como noutros exemplos da mobilidade elétrica, seja o cidadão privado que tem uma viagem mais longa pela frente, parar 20 minutos pelo caminho. Sim, aí coloca-se a questão de saber se os que fazem 500
600 quilómetros por dia – isto agora não é a massa, é uma pequena parte do mercado. A massa faz mais ou menos 100 quilómetros. E aí o importante é – ou seja, a energia vai para quem faz 100 quilómetros, e não para quem faz 500 quilómetros. Com 500 quilómetros: Se o empresário quer, encontra-se uma solução, temos também isso. Mas digamos, o potencial está mais nos veículos que operam regionalmente, e precisamente no contexto de 100 a 200 quilómetros. É o tema
da autonomia resolvido? Aí não precisamos de dizer mais: Isso não é suficiente. Ou seja, há veículos que não conseguem 200 quilómetros. Mas também têm uma bateria mais pequena. E talvez eu não precise de 200 quilómetros. Porque é que tenho de colocar uma bateria cara e pesada num veículo, que consegue 400 quilómetros, se depois viajo só 150 quilómetros por dia? Então também posso levar uma bateria mais pequena. Mas claro que com este veículo não consigo fazer tours de 500, 600 quilómetros ou tenho de carregar mais vezes.
Tenho de pensar nisso. Quais são as autonomias máximas que já viste no mercado? Bem, isso não consigo dizer-te. Mas acho que, que eu saiba, já há baterias de mais de 100 kWh ou até 100 kWh. Sim, aí estou mais ou menos nos 400 quilómetros. Eu também teria dito isso. Embora claro que a pergunta é sempre: Quanto preciso para 100 quilómetros? E onde estamos na taxa de eletrificação? Mais ou menos hoje – para ser honesto, não temos
dados válidos sobre isso. Mas é mais um intervalo de percentagem de um dígito, fora a Deutsche Post. E agora falámos muito sobre mobilidade elétrica. Nesta transição da mobilidade elétrica há também muita transição energética. Só uma pergunta sobre isso: Em que medida vês o tema inteiro do carregamento inteligente e carregamento bidirecional, como a mobilidade elétrica pode apoiar isso, carregando quando o preço da eletricidade em bolsa está baixo, quando há muito vento por exemplo ou sol, e depois vendo os armazenadores de bateria nestes veículos também como
uma oportunidade de receita extra? Acho que é um pensamento extremamente importante e interessante. Imaginemos 50.000 veículos com bateria de 100 kWh. São então 5 milhões de kWh. Quantos gigawatts-hora são? Exatamente – 5 milhões de kWh seria. São – depois dividimos por mil, para termos os gigawatts-hora – são 5.000 GWh? Seriam – espera – 5.000 MWh, 5 GWh, acho eu. E isso já é
alguma coisa. A mim, como funcionário de associação, é mais fácil pensar nisso do que claro a alguém que tem 20 veículos. Mas temos uma bateria gigante. Quando se fala em smart grid, pensa-se sempre em armazenadores de bateria que estão fixos algures. Temos uma bateria gigante em movimento. E claro que é interessante, se não há conceitos que integrem estes veículos num sistema de gestão de energia. E isso é uma mistura de carregamento, quando a eletricidade é barata, de smart grid e carregamento bidirecional – mas extremamente
complexo do ponto de vista técnico. E também aqui estamos obviamente um pouco atrasados na Alemanha com todos os medidores inteligentes e tal. Outros países já estão mais adiantados. Mas considero esta bateria virtual gigante, que também é móvel, um ramo económico do futuro, em que se pode dizer que se coloca em funcionamento. E se formularmos isso em novos modelos de negócio: É então um armazenador de bateria com o qual também podem ser entregues encomendas. Como os mapas das cidades não existem para alimentar apenas bases de dados
e algoritmos de pesquisa nos fornecedores de mapas digitais, a entrega de encomendas é uma serviço complementar do armazenamento de energia. Se pensarmos nessa lógica, surgem ideias completamente novas. Claro que depois vem-nos sempre à mente: Os veículos estão parados à noite, aí é possível carregar, a energia é também eventualmente mais barata – mas não há sol, depois fica mais cara. Portanto, realmente temos flexibilidade nesses tempos para o fazer? Eu também não consigo tirar a energia quando estou na minha rota de entregas. Tudo isso
são ainda temas. Mas considero esta frota gigante com armazenador de energia, que se desloca de forma relativamente previsível, um grande ativo que temos como indústria. Sim, ótimo. E antes de nos despedirmos, tens ainda uma mensagem ou uma forma como as pessoas te podem contactar, que queres deixar aos ouvintes? Sim. Dediquem-se à digitalização. Dediquem-se à mobilidade elétrica, também aos temas de regulamentação. E o importante são os pequenos passos. Comecem a andar. Têm de converter o primeiro veículo, não precisam
um ponto de carregamento. A suposição de que se consegue depois saltar para um comboio em movimento daqui a cinco anos ou dez anos, na minha opinião, é errada. Se o comboio já estiver a andar demasiado depressa, não se consegue entrar e tem de se começar do zero novamente. Portanto: os pequenos passos são a solução para as pequenas e médias empresas, e tem de se planear isso passo a passo – e de bom grado em conjunto com a associação. Na internet, os nossos dados de contacto estão lá, claro. E na comunidade da associação temos condições de compra vantajosas. E
na comunidade fica também mais fácil. Portanto: vocês não estão sozinhos. Muitos têm esse tema e juntamo-nos. Juntem-se a nós e tirem partido da comunidade. Soa bem. Obrigado pela conversa, Andreas. De nada. Aqui estão as minhas principais conclusões da conversa. 24 empresas fazem cerca de 80 % do volume de negócios. A Deutsche Post DHL detém cerca de 85 a 90 % no mercado de correspondência e 35 a 40 % no mercado de encomendas. A entrega é muitas vezes feita através de empresas subcontratadas, e isso varia consoante o tipo de empresa. Nos veículos novos, a percentagem de
veículos elétricos na associação é de 20 a 25 %, e a Hermes está a eletrificar rapidamente em 70 cidades. Rotas típicas de aproximadamente 100 quilómetros por dia são facilmente alcançáveis com baterias de até 100 kWh, e até 400 quilómetros de autonomia são até cobertos. A fiabilidade de funcionamento e a autonomia dos veículos eram há muito tempo um obstáculo, mas entretanto foram amplamente resolvidos. Muitos depósitos ficam na periferia da cidade e não dispõem de capacidades de energia suficientes. Contudo, um planeamento inteligente de carga pode mitigar os estrangulamentos. Quando há vontade, há um caminho – Andreas está convencido disso. Numa perspetiva futura, as frotas elétricas oferecem vários gigawatts de flexibilidade através de carregamento inteligente
bidirecional. O próximo passo para todos os que têm um veículo elétrico e um ponto de carregamento: simplesmente começar. Obrigado por nos ouvirem e até à próxima – não percam o comboio.
Welcome to the Smart Charge by RiDERgy Podcast. This is Claudio Geyken, Founder and CEO of RiDERgy. This is your show to learn about all things energy management and smart charging innovation for electric vehicles and fleets.
24 Unternehmen machen rund 80 % des Umsatzes, zustellen tun aber überwiegend Nachunternehmen. Das ist ein Zitat von Andreas Schumann, Vorsitzender des BdKEP, unser Gast heute. Es geht in unserem Gespräch um die letzte Meile, beispielsweise um das neue Postgesetz mit Anbieterverzeichnis und strengen Kontrollpflichten für Auftraggeber, den geplanten EU Delivery Act für mehr Resilienz und was das für KMU und Nachunternehmen bedeutet, den Vergleich von Leasingkosten von E-Fahrzeugen mit Diesel – 300 bis 700 € im Monat – bis zur Depot-Ladeplanung. Relevanz für alle, die KP steuern. Strategien, die im
Tagesgeschäft TCO und Verfügbarkeit verbessern, ohne auf den späteren Zug zu warten. Los geht's. Alles klar, Andreas. Schön, dass du heute da bist. Wie geht's dir heute? Gut geht's. Es ist ein bisschen trübe draußen, aber die Themen machen ja viel Wärme und viel Spaß. Insofern geht es gut. Danke für die Einladung, Claudio. Sehr gerne. Schön, dass du gekommen bist. Also, bevor wir ins wirklich Eingemachte einsteigen, stell dich doch bitte kurz vor. Ja, Andreas Schumann. Ich bin der Vorsitzende des Bundesverbandes Kurier Express und Postdienste. Der Verband
vertritt über 5.500 mittelständische Unternehmen, die tatsächlich auf der ersten und letzten Meile mit Fahrzeugen fahren und zustellen oder auch Sendungen abholen. Die Sendungen sind in der Regel bis 31,5 kg und die Fahrzeuge sind maximal bis 3,5 Tonnen Nutzlast. Es gibt aber auch Tausende Fußzusteller und auch Tausende Fahrrad-Zusteller. Wir haben ungefähr im Verband eine Nutzfahrzeugflotte von 50.000 bis 60.000 Fahrzeugen. Und unsere Themenschwerpunkte im Verband sind einmal die klassische Lobbyarbeit, Innovation und die Vorteilswelt. Okay. Ja, bevor wir da vertieft einsteigen, ich mag
es immer gerne, wenn der Gast auch ein bisschen mehr von sich erzählt. Wie kamst du eigentlich zu dieser Rolle? Was war so ein bisschen dein Hintergrund? Der Hintergrund war eigentlich in der Sauna. Ich habe nach einer neuen Idee gesucht, was ich in meinem Leben mache, das Alte war nicht mehr so tragfähig. Und dann hat mir jemand einen Zeitungsartikel aus der Zeit gegeben, wo 1998 einer der ersten Briefdienste, der neben der Deutschen Post bestanden hat, quasi vorgestellt wurde. In der Zeit. Welche war das
Der war in Itzehoe. Ich weiß nicht – ich habe immer Schwierigkeiten mit dem Namen. Wie der hieß, weiß ich nicht mehr. Ich glaube, das war der Daniel Giersch. Der war dann mal bekannt, auch mit dieser Gmail-Adresse, meine ich. Auf jeden Fall hatte ich diese Annonce bekommen. Und so bin ich eigentlich in diese Kurier-Express-Paket-Postbranche reingekommen. Ich habe dann einen der ersten Briefdienste gegründet und mir das auch vor Ort mal angeguckt bei dem Daniel Giersch in Itzehoe. Das war alles recht
spannend. Und so hat es mich in die Branche verschlagen. Das war in welchem Jahr? Das war 1998. Das war die Liberalisierung, nicht wahr? Genau. Also da fing die Liberalisierung quasi an. Es gab noch besondere Lizenzen für die Briefdienste, war alles ganz frisch, und das war auch für den Markt ganz frisch. Ich habe dann einen Briefdienst gegründet in Leipzig. Jonas Post hieß das damals. Und Excel war leider etwas optimistischer als die Realität damals. Also es war schon sehr
sehr schwierig, die Kunden, die eigentlich nur die Deutsche Post als Lieferant kannten, zu überzeugen oder zu akquirieren. Und der Weg war gerade von der Akquise her dann entsprechend steiniger als gedacht, so dass wir das als engagementbetriebenes Startup so nicht mehr stemmen konnten. Was war damals der Vorteil oder der Mehrwert, den ihr verkauft habt, im Vergleich zur Post? Ja, wir waren ein regionaler Briefdienst. Also unsere Sendungen wurden in der Region abgeholt und in der Region zugestellt. Es ging dadurch auch schneller. Und im Sinne des
Rechts der Lizenz hatten wir eine garantierte Zustellung. Das heißt, wenn wir die Laufzeiten nicht eingehalten haben, wäre es dann auch zu Rückvergütungen gekommen. Das war damals ein Kriterium. Und dann war es so, dass einfach der Markt liberalisiert wurde und man sich da ausprobiert hat. Und natürlich konnte man schon damals neben der Deutschen Post mit mehr Service glänzen. Man war als Ansprechpartner da. Es gab kein Call Center, sondern man war direkt da. Ja, war alles – ein bisschen Goldgräberstimmung und Pioniergeist war da
viel drin. Und das war dann dein Unternehmen. Und dann bist du darauf basierend, glaube ich, zu TNT gekommen. War das dann? Ja, da war noch eine Zwischenstation. Ich habe dann das Unternehmen verkauft, an Fiege, den Fiege-Konzern. Das heißt, das war dann schon relativ erfolgreich, wenn du es verkaufen konntest. Das hatte einen Medien-Distributionsbereich, also Medienzustellung. Und wie war das damals in Dresden? In Dresden gab es auch einen der ersten Briefdienste – Postmodern. Den gibt es bis heute. Und dann gehörte das quasi zu Postmodern
und ich habe Postmodern geleitet. Das war so 2000. Und von dort aus bin ich dann zu TNT gesprungen – sozusagen dem großen niederländischen. Ja, das hieß damals EP Europost. EP Europost war ein Joint Venture zwischen der niederländischen Post und Hermes. Und die Idee war damals, dass die schweren Otto-Kataloge, die Klopper – ich weiß nicht, ob du die kennst. Das waren ja richtig fette Dinger. Nie gesehen. Aber ich kann mir das vorstellen. Also, das waren, was weiß ich, wog einer zwei Kilo oder so.
Und die sollten wir, oder da war die Idee, dass wir die zustellen. Ja, aber dann hat uns Hermes die nicht gegeben. Damals, wir haben sie nicht gekriegt. Und dann mussten wir uns halt kümmern, wo wir Sendungen herkriegen. Und dann haben wir auch dort eine Briefzustellung aufgebaut. Wurden dann Briefe von Mobilfunkunternehmen oder Briefe aus dem Ausland von der holländischen Post. Und dann ging das auch in eine andere Richtung als gedacht, nicht in die Katalogzustellung, sondern in die Briefzustellung. Da ging es für mich dann
um Qualitätsmesssysteme. Wir haben dann Testbriefssysteme mit Zehntausenden von Testbriefen und Testbriefempfängern aufgebaut, weil das ist ja ein bundesweites Netz über 90 Briefdienste. Wir waren also ausschließlich eine Verteilzentrale. Wir haben die 90 Briefdienste koordiniert. Und die wurden dann mit den Sendungen versorgt, die ein Mobilfunkanbieter verschickt hat, und haben die zugestellt. Und die Unzustellbaren kamen dann zurück. Und das war dann EP Europost. Dann war es TNT Post. Dann wurde TNT als Paketdienst damals verkauft, so dass wir nicht mehr TNT Post heißen durften. Dann
hieß es Postcon. Und heute heißt es DVS. Also das Unternehmen gibt es bis heute. Und du bist dann doch ganz gut mit Namen. Ja, das ist krass, wie sich das immer wieder umwandelt. Ja, und damals kam dann die Digitalisierung halt mehr auf, in den Nullerjahren.
Ich habe dann im Unternehmen angestoßen, sozusagen in unserer kleinen deutschen Einheit: Wir müssten mal was mit Digitalisierung machen. Briefe und Digitalisierung – da müssen wir uns Gedanken machen. Und dann gab es ein Projekt. Ich durfte damals ein Projekt machen. Also die Konzernleitung hat dann gesagt: Ja, dann machen wir erst mal ein Projekt, wie es immer so gerne im Konzern ist. Und dann haben wir das Ganze ausgearbeitet, wie es alles geht. Das war 2009. Und dann haben wir das Projekt auch stolz vorgestellt. Und dann hat
es wieder ein halbes Jahr gedauert. Und dann war so ein bisschen die Quintessenz: Ja, das haben wir vor sechs Jahren schon mal probiert. Das hat nicht geklappt. Insofern machen wir jetzt auch nichts. Und das war ziemlich unbefriedigend. Das war A sehr unbefriedigend. B bin ich gependelt zwischen Berlin und Hannover und bundesweit. Und da habe ich mich dann entschlossen zu kündigen und ein eigenes Unternehmen zu gründen. Das ist die Internetpost gewesen. Und zwar kam damals ein E-Postbrief – wie hieß er, der
E-Postbrief von der Deutschen Post – und De-Mail auf. Das war ja die Idee für eine digitale Zustellung von Briefsendungen an identifizierte Empfänger, sodass man auch den Zustellungen nachweisen konnte. Und da haben wir an einem System gearbeitet – spannend. Was hätte alternativ zur Deutschen Post für den alternativen Briefmarkt möglich gemacht, diese Sendungen zu befördern? Und das war ein dickes Brett. Ich sage es immer so ein bisschen salopp: Da sind ungefähr 1,5 Milliarden Euro reingeflossen von Telekom, Deutscher Post und Staat. Und
wir wissen ja, was daraus geworden ist aus E-Mail und E-Postbrief – nämlich gar nichts. Und für mich war es damals unvorstellbar, dass man aus so viel Geld so wenig machen kann. Im Prinzip wurde das Geld in den Sand gesetzt – natürlich aus Sicht der Deutschen Post nur teilweise in den Sand gesetzt, weil dadurch gibt es länger Papierbriefe zum Zustellen. Und der E-Postbrief der Deutschen Post ist eigentlich heute ein Ausdruck-Service geworden, also dass man Briefe digital verschickt als Versender, aber
die Briefe dann trotzdem gedruckt werden und zugestellt werden. Gibt es in Deutschland – jetzt auch rein aus persönlicher Neugierde – gibt es eigentlich die Möglichkeit... Man kann sich doch Briefe digitalisieren lassen? Da gibt es ja diese Dienstleistung. Das ist das, was ihr aufbauen wolltet. Nein, nein, es ging eher darum: Wenn du eine E-Mail schickst, weißt du ja in der Regel nicht, wer am anderen Ende der tatsächliche Inhaber der E-Mail-Adresse ist. Das heißt, die heißt dann f96@gmail.com. Aber du weißt nicht, dass da
der Claudio dahinter sitzt. Ja, und da ist halt die Idee gewesen – oder ist ja auch in verschiedenen Kontexten immer noch –, dass die Identität mit dieser E-Mail verknüpft ist und dass man dort eine Art Ident macht. Das einfachste: Wir haben damals Codes verschickt an deine Adresse. Und dann hast du das eingegeben. Und damit hattest du deine Identität bestätigt. Aber dann kamen auch solche Themen: Videoident kennen wir ja heute – wenn ich mich irgendwie für ein Carsharing registriere, muss ich ja auch so ein Videoident
machen. Oder wenn ich ein Bankkonto eröffne. Ja. Und für unterschiedliche Arten von Sendungen brauchst du unterschiedliche Identitätslevel. Manchmal reicht halt die E-Mail – für Werbepost vielleicht. Für Rechnungen et cetera macht es Sinn, deine Identität per PIN-Code zu bestätigen, den man per Briefpost zugeschickt hat. Und Videoident dann für hochwertige Sendungen oder für Verträge oder dergleichen. Okay. Und dieses Identitätsmanagement hatten wir damals als Thema. Und in der digitalen Welt ist es nicht so wie in der physischen Welt, dass Briefe beziehungsweise Mails einfach
ungefragt zugeschickt werden dürfen. Also Briefsendungen als Werbebriefsendungen kannst du ungefragt bekommen – das nennt sich Listbroking. Werbesendungen als E-Mails darfst du aber nicht verschicken, ohne das Double-Opt-in zu haben. Und dafür hat man auch eine Lösung, dass du quasi ein Opt-in geben konntest für den, der dir die Briefe schicken konnte – digital. Und das hing dann sozusagen noch mit der Datenschutzgrundverordnung zusammen. Aber heute gibt es doch eine Dienstleistung, wo man sich Post digital zustellen lassen kann. Ja, aber das
ist eigentlich nur das. Also da werden deine Briefe an einen Scanpunkt geschickt. Der Brief wird geöffnet, er wird gescannt und dann wird er dir zugestellt. Das ist nach wie vor eine physische Zustellung, keine digitale. Ihr hattet damals digitale. Und da ging es um digitale Untersuchung, das voll Digitale. Man kennt das auch von Notaren, Rechtsanwälten. Ich glaube, beA heißt das, dass Gerichte mit Rechtsanwälten über solche digitalen Wege kommunizieren. In Italien gibt es das System. Ich glaube, das ist viel üblicher als in Deutschland. Okay. Ja, sowas wäre
natürlich auch einfacher, wenn es solche Nummern gäbe. Die Identnummern – in Dänemark haben wir das ja auch, dass jeder über sein elektronisches Postfach verfügt. Also da sind wir in Deutschland immer ein bisschen langsamer in der Digitalisierung. Und das ist uns dann auch auf die Füße gefallen. Okay, spannend. Ja, und ich hatte – du hattest keine 1,5 Milliarden. Wie hast du dich da finanziert? Bei dem zweiten. Ja, das war – wir waren eine Aktiengesellschaft. Habe ich selber gegründet. Mit 50.000 €. Eine AG. Wow, du hast
aber wieso keine GmbH und direkt eine AG? Ja, wir haben da länger darüber nachgedacht. Aber eine AG hat einfach einen anderen Ruf. Und da haben wir gesagt, dann machen wir eine AG. Da muss man vorstellen – man hatte dann schon das nötige Kleingeld. Genau, 50.000 € braucht man für die AG, für die GmbH 25. Genau. Und bei der AG ist auch der Vorteil, dass man schneller Aktionäre an Bord nehmen kann, also zum Thema Kapitalerhöhung oder frisches Kapital. Dafür ist die AG einfach gemacht und schneller
gemacht als eine GmbH. Ja. Und dann gab es einen Aktionär. Und dann ging es um Finanzierung, um Unternehmensbewertung, um Verwässerung. Also die ganze Klaviatur mit dem Aktienrecht haben wir dann durchgehabt. Aber aufgrund eben des erfolglosen De-Mail- und E-Postbrief-Programms musste ich mich neu orientieren. Also es gab eine Abhängigkeit von deren Seite auf euch. Also, wir wären darauf angewiesen gewesen, dass De-Mail und E-Postbrief den Markt richtig in Bewegung bringt.
Die anderthalb Milliarden hatten wir nicht, um dann sozusagen in dieser Dynamik mitzugehen. Aber das ist eben nicht aufgegangen. Ja. Und dann – jetzt sind wir ein bisschen abgeschweift, aber das ist der Bogen zum Verband. Mein erstes Unternehmen damals, die Jonas Post – als ich das verkauft habe, wurde mir der Käufer vom Bundesverband Kurier Express Post vom Vorsitzenden vermittelt. Also ich hatte damals ganz am Anfang den Verband. Seitdem kenne ich den Verband, war auch Mitglied. Und dann habe ich da angerufen und habe gesagt: Hey, ich suche jemanden,
der mein Unternehmen kauft. Hast du eine Idee? Und damals war viel Bewegung im Markt, und er hat den Käufer vermittelt, so dass wir über die ganze Zeit immer Kontakt hatten, weil ich ja auch in der Branche geblieben bin. Teilweise war ich auch schon im Vorstand vom Verband oder in inhaltlich verbundenen Arbeitsgruppen. Und dann hat mich der damalige Vorsitzende gefragt, ob ich nicht den Verband übernehmen möchte. Na ja, spannend. Und um die Hörer abzuholen, kannst du mir vielleicht die Struktur des Marktes ergänzen, weil vielleicht
die meisten, die nur Pakete empfangen, es ja nicht wissen, dass diese Pakete nicht nur sozusagen Hermes und die großen Logos von Amazon, DHL, DPD etc. eine Rolle spielen, sondern eben, wie du schon eingangs erwähnt hast, eine große Zahl an Unternehmen – wie würde man sie nennen, Subunternehmer, oder wie würdest du sie nennen? – quasi da eine Rolle spielen. Und vielleicht kannst du noch mal die Zusammenhänge da erklären. Also der Kurier-, Express-, Paket- und Postmarkt: dort gibt es ungefähr 12.000 Unternehmen, also eine riesige Anzahl, viel größer als man
eigentlich denkt. Allerdings haben 24 von diesen Unternehmen 80 % des Umsatzes. Das heißt, wir haben ein sehr starkes Oligopol, und zwar dahingehend: Die meisten Umsätze in diesem Markt sind halt die Pakete. Und bei den Paketen gibt es eben die großen Paketdienste: Amazon, DHL, Hermes, DPD, GLS – so die größten. Wen habe ich vergessen? UPS noch, FedEx – FedEx, DHL hatte ich schon. Ja. Und hier ist es so: Das sind die ganz großen, die man so kennt. Und dann gibt es da insgesamt 24
quasi, die man weniger kennt. Es gibt noch Knax und vielleicht den Stadtboten, oder? Also es gibt zwei Dutzend dieser Unternehmen, die den Markt mit 80 % bei sich haben. Der größte Player in Deutschland ist die Deutsche Post auf verschiedenen Bereichen, sowohl im Brief- als auch im Paketmarkt. Im Briefmarkt hat die Post je nach Lesart zwischen 85 und 90 % des Marktes, im Paketmarkt ist es eher so bei 35, 40 %.
und die.
Also jetzt gibt es die Struktur, dass viele der Paketdienste die Abholung und Zustellung der Sendungen nicht selber machen, sondern mit Nachunternehmen – manchmal auch Subunternehmen genannt. Ich spreche lieber von Nachunternehmen. Nachunternehmen – okay, das ist sozusagen der politisch korrektere Begriff. Und diese Nachunternehmen arbeiten eben bei Hermes, GLS, DPD, zum Beispiel Amazon, und machen dort nahezu 100 % aller Abholungen und Zustellungen.
Bei UPS ist es so, dass die ungefähr die Hälfte selber machen mit eigenem Personal und die andere Hälfte über Nachunternehmen. Und die DHL in der Zustellung von Paketen, aber auch Briefen, arbeitet zu 95 % plusminus mit eigenen Angestellten und nicht mit Nachunternehmen. Das ist sozusagen diese Paketstruktur. Die DHL selbst, die Deutsche Post, ist ja eine ganze Unternehmensgruppe und arbeitet auch oft mit Nachunternehmen. Das ist aber eher bei der Abholung von Sendungen aus Briefkästen, bei der Abholung von Paketen, bei der Versorgung und Entsorgung von
Paketjobs – also alles außerhalb der Zustellung wird häufig auch mit Nachunternehmen gemacht, auch wenn nachts sortiert wird und noch ein Auto von Frankfurt nach Hamburg fahren muss. Dann nehmen sie dort auch Nachunternehmen. Die sogenannten Hauptläufe gehen auch alle über Nachunternehmen. Da gehören sie auch zu den größten Nachfragern. Und ja, dann kann man davon ausgehen, dass je nach Lesart zwischen 3.000 und 4.000 Unternehmen für diese Paketdienste arbeiten. Und dann gibt es aber noch – 12.000 minus 4.000 sind 8.000 – andere. Da
gibt es dann Möbelkuriere. Man kennt die von Möbelhäusern, wenn dort ausgeliefert wird. Ikea zum Beispiel hat dann einen Partner. Es gibt Arzneimittelkuriere. Es gibt Ersatzteilkuriere. Es gibt Probenkuriere. Es gibt Stadtkuriere. Es gibt Briefzustellunternehmen. Es gibt Direktkuriere. Und wenn man noch ein bisschen nachdenken würde, dann gibt es noch mehr Nischen, wo es überall Kuriere gibt. Und so kommt diese hohe Anzahl zustande. Und viele sind dann auf verschiedenen Bereichen unterwegs. Es gibt dann auch Spezialkuriere – die Frage: Wo gehört der Geldkurier hin? Also die Werttransporte sind eigentlich eine
andere Branche. Aber jetzt geht das Thema Bargeldversorgung im Einzelhandel los. Da ist die Frage, ob man immer ein gepanzertes Auto hinschickt oder ob man nicht doch auch einen Fahrradkurier nehmen könnte. Also so sind die Grenzen dann auch fließend. Interessant. Und die Branche befindet sich im Umbruch. Es gibt E-Mobilität, Digitalisierung, weitere regulatorische Änderungen und technologische Änderungen. Was sind so die Themen, die du am meisten wahrnimmst? Ja, im Moment haben wir natürlich am meisten die regulatorischen Themen. Wir haben im vorletzten Jahr endlich ein neues
Postgesetz bekommen, nach gefühlt 25 Jahren. Und das alte Postgesetz hatte quasi noch den Stand von 1995. Da gab es viele der Digitalisierungsthemen noch nicht, und auch die Globalisierung war noch nicht so weit. Und dieses neue Postgesetz hat verschiedene neue Pflichten. Das eine ist, dass es jetzt ein sogenanntes Anbieterverzeichnis gibt. Dort müssen sich alle diese 12.000 Unternehmen eintragen lassen, und zur Eintragung müssen sie bestimmte Unterlagen nachweisen. Bis August nächsten Jahres müssen alle einmal eingetragen sein. Und wir haben in diesem Gesetz auch sehr starke
Kontrollpflichten, wenn man Nachunternehmen einsetzt. Wir haben ja immer wieder Situationen, dass Nachunternehmer unredlich arbeiten – das ist ja hinlänglich aus Funk und Presse bekannt. Und das will man darüber eindämmen, dass der Auftraggeber auch Verantwortung für seinen Nachunternehmer übernimmt und sagt: Ich bin dafür verantwortlich, dass dort jemand arbeitet, der auch die Arbeitsbedingungen einhält. Und das ist ein großes Thema, das uns von der regulatorischen Seite ereilt hat. Das ist also regulatorisch spannend. Der größere Rahmen darüber ist dann die EU. In der EU
hat man begonnen, einen EU Delivery Act aufzusetzen. Es gibt also für diesen Postmarkt – Kurier-Express-Post-Markt bis 31,5 kg – auch ein EU-Regelwerk. Das ist auch schon 25 Jahre alt, und das möchte man jetzt überarbeiten. Und da sind dann solche Themen spannend. Es kommen ja sehr viele Sendungen aus Asien, speziell aus China – solche Themen in einer hohen Menge mit entsprechenden Produkten darin. Und wie man dieses Thema regelt, das sind für die EU ganz aktuelle Fragen. Und bisher bezog sich diese Postregulierung
immer auf den sogenannten Universaldienst. Das ist eigentlich eine ganz alte Bezeichnung. Da steht dann drin, wie viele Briefkästen es geben muss und in welchem Abstand zur Bevölkerung. Da steht drin, welche Laufzeiten Briefe haben, wo man sich beschweren kann, wie oft man pro Woche zustellen muss. Und das sind aber alles Fragen, die heute im Paketsegment keine Rolle mehr spielen. Hier ist eher die Frage: Wie gehe ich damit um, dass von außen immer mehr Sendungen reinkommen zu
auch sehr niedrigen Erlösen? Was macht das mit der Refinanzierbarkeit der Zustellsysteme in Europa? Und wir haben ja gerade ein spannendes Beispiel in den Niederlanden, wo der Chiphersteller – ich meine, der ist verstaatlicht worden – Experia. Genau. Genau, daraufhin hat China erst mal die Chip-Lieferung gedrosselt oder eingestellt. Ich weiß es nicht genau, aber wir haben hier gemerkt, dass eine Struktur, die europäisch nicht mehr kontrollierbar ist, wenn man die dann verstaatlicht oder wenn man dort Druck ausübt, plötzlich anderen Ländern ermöglicht, Druck
auf die EU auszuüben – und nicht unerheblich. Man stelle sich jetzt vor, dass mit den riesigen Sendungsmengen, die aus China kommen, Zustellnetze aufgebaut werden, worüber dann die Zustellung funktioniert. Und dann gibt es einen Handelskrieg und der Import chinesischer Waren ist quasi nicht mehr möglich. Dann brechen in Europa die Zustellsysteme zusammen, und wir können gar keine Sendung mehr auf der letzten Meile transportieren, weil asiatisch dominierte oder auch amerikanisch dominierte Unternehmen die letzte Meile bedienen. Und dann sagen die halt – oder können nicht
mehr zustellen. Und dann haben wir keine europäisch gesteuerten Zustellnetzwerke mehr und müssen gucken, wie wir die letzte Meile organisieren. Und gerade dieser Transport auf der letzten Meile ist – sagen wir mal – wenn es Probleme gibt, Katastrophen, kriegerische Auseinandersetzungen, was auch immer, gerade dann ist die Versorgung der Bevölkerung wichtig, sowohl mit Informationen als auch mit Waren. Da hat Corona auch gezeigt, wie wichtig die Kuriere da sind. Und darum geht es im EU Delivery Act: wie man solche Entwicklungen abbildet. Interessant. Das
ist also der größere regulatorische Rahmen, der jetzt nicht den CAP-Dienst, den Stadtkurierdienst aus Berlin erst mal betrifft, aber natürlich in Zukunft betreffen wird. Und wie ist es bei euch im Alltag? Wie kann man sich das vorstellen? Auch deine Rolle – du musst ja mit verschiedensten Stakeholdern interagieren, sei es Regierungsverantwortliche oder eure Mitglieder oder Technologieprovider. Wie kann man sich das vorstellen? Wie geht dir das an? Ja, also mit der Politik ist es letztendlich nach wie vor People Business. Man muss da präsent sein und hingehen oder auch
digital präsent sein. Dort ist es wichtig, dass man einfach Kontakt hält. Zu den Behörden gibt es die Bundesnetzagentur, das Wirtschaftsministerium, das Finanzministerium, teilweise auch das Umweltministerium – dass man dort Kontakt hält, dass man auf den Verteilern ist, wenn neue Gesetze kommen oder andere Regelwerke, Rechtsverordnungen, dass man die dann auch zur Kommentierung bekommt, dass man auf den Verteilern ist. Jetzt zum EU Delivery Act zum Beispiel gibt es die Möglichkeit, bei der EU direkt Impulse zu geben und seine Ideen einzusteuern. Es gibt ein Portal, wo man das
dann hinterlegt. Und da werden wir dann auch hingehen. Und wenn wir das bei der EU hinterlegt haben, das auch genau den Ansprechpartnern in Deutschland zu geben und zu sagen: Wir sind der Meinung, dass es jetzt nicht um Beschwerdezugang in erster Linie geht, sondern darum, wie wir resiliente, europäisch gesteuerte Netze kriegen. Und dann übermittelt man halt solche Positionspapiere auch an die Kontaktpersonen. Dann gibt es immer wieder Webinare – da ist es auch wichtig, teilzunehmen und was zu sagen. Es gibt Veranstaltungen, die in persona sind, wo man halt
teilnimmt, mit den Ansprechpartnern sprechen kann oder auch sogar Redebeiträge einsteuern kann, entweder Diskussionsbeiträge oder sogar auf der Bühne. Und so ist es halt in der Politik wichtig, präsent zu sein. Das ist für uns als kleiner – also wir sind personalmäßig ein sehr kleiner Verband – recht aufwendig. Da hilft uns die Digitalisierung, weil doch viele Sitzungen auch digital gehen. Das spart Kosten und natürlich auch Zeit. Ja, mit den Mitgliedern
sind wir hauptsächlich digital im Kontakt über Newsletter. Und wir machen dort verschiedene Angebote, Webinare. Wir haben pro Jahr auch in etwa eine physische Veranstaltung, manchmal auch zwei, und da laden wir sie ein. Und dann bildet sich aus diesen Mitgliedern so eine Gruppe von vielleicht 30, 40 Mitgliedern, die auch aktiver ist und sagt: Wo können wir unterstützen? Ich würde gerne ein Thema voranbringen. Da gibt es – seit Corona haben wir ein Lagezentrum eingerichtet. Als Corona kam, dachten wir: Was machen wir denn jetzt für die Mitglieder? Und
dann haben wir jeden Dienstag ein CAP-Lagezentrum digital. Da können sich alle dazuschalten, die möchten, und dort diskutieren wir die neuesten Entwicklungen. Man erreicht eben nicht alle 5.500, aber man erreicht die Multiplikatoren, die das dann auch weitertragen. Und dann von der Technologieseite: Wir haben ja eine gewisse Sichtbarkeit. Das heißt, Technologieanbieter finden uns, oder wenn ich auf Veranstaltungen bin, finde ich Technologieanbieter. Was für uns dann spannend ist: Entweder komme ich in Kontakt oder die kommen
auf mich zu. Und dann kann man das sehr schön eigentlich abwickeln. Super. Und lass uns jetzt zum Thema E-Mobilität mehr einsteigen. Was sind denn in deinen Augen die Meilensteine gewesen bis jetzt in der CAP-Branche, was die E-Mobilität anging? Und wo steht die CAP-Branche? Was sind so die Herausforderungen in dieser Umstellung? Ja, so richtige Meilensteine – jetzt branchenspezifisch würde ich gar nicht sehen. Das ist alles so ein bisschen fluide, und man kann jetzt nicht so
wie Treppenstufen entlanggehen. Natürlich sind die EU-Regelwerke wichtige Meilensteine, die für uns auch gelten, aber eben nicht Kurier-Express-Post-spezifisch sind. Fit for 55, natürlich der Verbrennerausstieg 2035, die Flottengrenzwerte, die bis dahin anziehen. Wir haben jetzt das ganze CO2-System des ETS2. Das sind alles so Etappen. Ich würde sie gar nicht so stark als Meilensteine bezeichnen. Warum ist das so? Die Elektromobilität hat es durchaus schwer bei vielen Marktteilnehmern, nicht bei allen. Die Deutsche Post hat aufgrund ihrer überragenden Größe geringere
Stückkosten und im Vergleich zum Restmarkt fantastische Gewinnsituationen oder Deckungsbeitragssituationen – ganz andere Möglichkeiten als der einzelne Mittelständler. Und so ist ja die Deutsche Post vor zehn Jahren ungefähr mit dem StreetScooter vorgeprescht, hat sich da dann ja auch als Autohersteller sozusagen betätigt – eine Zeit lang – und ist da letztendlich der Platzhirsch in den Themen. Das hängt natürlich mit der Größe zusammen, und es war ja zum Teil auch so, dass in einigen Jahren ein hoher Anteil der Elektroautoförderung an die Deutsche Post ging, weil die damit ihre Nutzfahrzeuge angeschafft haben
und die haben einfach den Markt geschickt bespielt und abgeschöpft, weil sie die Ressourcen haben und das vorangetrieben haben. Also ist eine gute Sache, tolle Sache, was sie da gemacht haben. Haben sie dadurch jetzt auch einen Wettbewerbsvorteil? Wenn ich in unsere KMUs gehe – kleine mittelständische Unternehmen mit 20, 30, 40, 60 Fahrzeugen – und gerade am Anfang die Elektrofahrzeuge eher doppelt so teuer waren als die Verbrennerfahrzeuge oder sogar dreifach so teuer, kriegen die von den Banken gar nicht den Kredit oder gar keine Zusage für Leasingangebote über die dreifache
Fahrzeugwert über den dreifachen Fahrzeugwert. Und das war am Anfang ein – oder ist nach wie vor – ein großes Problem: die Nachunternehmen werden quasi zu Grenzkosten entlohnt. Da bleibt nichts übrig. Wenn Auftraggeber im Paketdienst Aufträge geben, ist es nicht so, dass man davon reich wird. Die Marge ist 1 %, 2 % – geringst, wenn überhaupt. Und darüber dann jetzt neue Fahrzeuge zu finanzieren, ist schwierig.
Wir haben viele Direktkuriere, die große Strecken pro Tag fahren. Also so 500 Kilometer ist dann keine Seltenheit. Die fallen auch erst mal aus, so dass wir da außerhalb der Deutschen Post einen sehr zögerlichen Einstieg hatten. Es gibt einen großen Paketdienst, der global aktiv ist und der sich selbst auch an Autoherstellern beteiligt hat. Die sind zunächst auch stark nach Deutschland gegangen, weil Deutschland schon auch so ein Leitmarkt ist. Aber wir haben ja die Herausforderung, dass Deutschland sehr – sagen wir mal – im Zickzackkurs, oder einen Schritt vor
einen Schritt zurück. Deutschland also einen sehr, sagen wir mal, ambivalenten Kurs zum Thema Elektromobilität fährt und andere Länder das viel stringenter machen. Und deshalb sagen auch global agierende Paketdienste: dann machen wir doch erst mal in Spanien zum Beispiel Elektromobilität. Da wird das ganz anders goutiert und gefordert als in Deutschland. In Deutschland können wir eigentlich weiter mit Diesel fahren, weil die Politik da nicht wirklich Druck macht oder eher Unsicherheit streut. Und nachdem sozusagen nach der ersten – ja, ich will vielleicht doch – Welle dann der Rückzug, oder?
Sagen wir mal, der Stillstand eingetreten ist zu dem Thema mit dem Stopp der Elektroautoförderung. Ist eigentlich die Luft so ein bisschen raus. Und wir haben schon auch die Situation, dass diejenigen Marktteilnehmer, die gesagt haben: "Ach, ich kümmere mich gar nicht drum, ich mach da gar nichts", die jetzt sagen können: "Da habe ich doch gesagt, du hättest gar nichts machen müssen. Und ich habe es doch viel einfacher, wenn ich nichts mache." Und das ist halt schon auf der einen Seite eine Situation, was wir aber durchaus
erfreut feststellen. Wir haben ja eine Vorteilswelt, wo wir Fahrzeugkonditionen vermitteln. Und dort wächst der Anteil an verkauften Verbrennernutzfahrzeugen stetig. Und der ist jetzt auch durchaus bei 20 bis 25 Prozent der Neufahrzeuge, die quasi über unsere Verbandskonditionen gehen, im Elektrobereich. Das heißt, wir merken, dass die Branche jetzt inzwischen losläuft. Das wird natürlich getrieben durch das Engagement einzelner Unternehmer, die sagen: "Ich will das jetzt, ich möchte meinen Teil dazugeben." Oder aber, dass die Paketdienste mit ihren Nachunternehmern vereinbaren oder dort diese animieren, Elektrofahrzeuge einzusetzen. Wir haben die
große Initiative von Hermes, die sagen, sie wollen, glaube ich, über 70 Städte elektrifizieren. Und dann brauchen die natürlich Nachunternehmer, die das machen. Und die gehen nach und nach immer in neue Gebiete rein und machen das elektrisch. Und dadurch gibt es jetzt schon eine Bewegung nach vorn. Insofern gibt es nicht diesen einen Meilenstein, sondern es gibt viele kleine Bewegungen, die sich aber nach der Delle nach dem Ende der Förderung nun doch wieder zu einer gewissen Dynamik verdichten. Die Besonderheit bei uns ist, dass das
Elektroauto nicht nur ein Hilfsmittel ist, wie zum Beispiel beim Schornsteinfeger oder beim Handwerker. Der braucht das Elektroauto, um zur Baustelle oder zum Schornstein zu kommen, und das Geld wird aber mit dem Einbau eines Ofens oder dem Schornsteinbau verdient. Bei uns wird das Geld mit dem Fahrzeug verdient. Und wenn das Fahrzeug nicht läuft, ist die Haupteinnahmequelle weg, so dass wir lange Zeit auch das Thema der Ausfallsicherheit der Fahrzeuge hatten, der Reichweiten. Das ist aber eigentlich alles gelöst. Ja, Stichwort: du hast ein paar Stichworte jetzt genannt
Vielleicht lassen Sie sich einsteigen beim Thema Kauf eines E-Fahrzeugs. Wie ist denn jetzt der Stand? Anfangs waren die Preise deutlich höher. Wie ist denn da jetzt der letzte Stand? Beispielsweise Stand heute – hast du da irgendwie Einblicke, wie viel teurer so ein E-Van ist im Vergleich zu einem? Also, man kann davon ausgehen, dass er ungefähr ein Drittel teurer ist. Das ist also schon deutlich zurückgegangen. Das ist ein relativ komplexes System, man kann gar nicht so einfach sagen, ist das jetzt teurer oder billiger. Also, wir haben
für gleichwertige Fahrzeuge inzwischen, wenn man auf 48 Monate geht, 30.000 Kilometer pro Jahr – wenn man dort die Leasingraten vergleicht, schwanken die zwischen 300 und 700 € für die gleiche Fahrzeugklasse. Und jetzt, in der Mitte ist irgendwie 500 €, das heißt durchschnittlich Leasingrate 500 €. Dadurch, dass aber die Abstände, also Minimum und Maximum, so weit auseinander liegen, hilft das nicht viel. Das heißt, wir finden heute Elektrotransporter bis dreieinhalb Tonnen zu Leasingraten um die 300 €. Das sind natürlich auch Leasingraten, wo die
die Fahrzeuge in den Markt haben wollen – dann kommen die Flottengrenzwerte rein – und das ist durchaus vergleichbar. Das ist teilweise günstiger als die Leasingrate für ein Verbrennerfahrzeug, wenn ich ein günstiges Elektrofahrzeug mit einem eher Premium-Angebot von Verbrenner-Transportern vergleiche. Das heißt, ich muss ganz genau gucken: welches Fahrzeug möchte ich? Was bin ich? Wie markentreu bin ich? Bin ich bereit, von Marke A auf Marke B umzusteigen und vielleicht die Leasingrate von 600 € auf 300 € zu drücken? Und wir haben da also sehr
viel Dynamik und sehr viel Bewegung. Was uns hier auch wieder nicht unbedingt hilft, ist die Unsicherheit durch die Regierung. Da geht halt immer die Frage: Bleibt der Verbrennerausstieg? Was passiert damit? Das macht es schwieriger, die Restwerte für die Fahrzeuge zu kalkulieren. Dadurch sind die Leasingraten hoch. Das ist extremes Gift für diese ganze Transformation. Die Fahrzeuge werden größtenteils geleast, also nicht im Abo oder gekauft. Wir haben meistens Leasing. Aber auch hier muss man gucken: Wenn die Restwerte nicht klar sind und deshalb
die Leasingraten hoch sind, ist natürlich der Kauf wieder ein Thema. Und dann kann es günstiger sein, das Fahrzeug zu kaufen oder zu finanzieren, als zu leasen, weil nach der Finanzierung gehört es mir. Dann habe ich aber das Risiko, das gebrauchte Fahrzeug zu haben. Genau. Und das ist ja nicht nur im Nutzfahrzeugbereich gerade ein Thema, sondern auch im Pkw-Bereich. Was passiert mit dem Gebrauchten, mit dem Restwert? Und wie sieht es aus beim Laden? Da gibt es ja verschiedenste Depots, wo die Pakete
ja, sortiert werden an den Städten in der letzten Meile. Und da gibt es ja verschiedenste Ansätze. Vielleicht kannst du ja da noch mal deinen Einblick geben, wie dein Blick ist auf wo geladen wird. Es gibt da ein paar Probleme und Herausforderungen, die ich auch kenne: das Thema, dass die Fahrer gerne auch mit dem Van sowohl die Pakete liefern als auch nach Hause zurückfahren dürfen, dass das dieser Prozess disruptiert würde mit der E-Mobilität beim Laden, und vor allem, ob jetzt genügend
Stellplätze, dass die Fahrzeuge überhaupt am Depot immer laden können. Was gibt es denn da noch an Themen, die dir auch noch mal auffallen? Und wie denkst du, wird man das lösen? Also auch die Situation ist außerordentlich mannigfaltig. Die Depots, wo die Pakete an die Nachunternehmer ausgegeben werden, sind in der Regel ja nicht innerhalb der Stadt, sondern außerhalb oder an den Stadträndern. Dort ist immer die große Frage: Gibt es da genug Strom? Wobei ja schon die Frage, ob genug Strom da ist, differenziert zu betrachten ist. Ich
kann es als Abwehrargument: "Hier kriege ich ja keine große Leitung her" behandeln. Ich kann aber auch gucken: Bekomme ich so viel Strom, den ich für das intelligente Laden brauche? Wenn ich kein intelligentes Laden aufbaue, dann lade ich im Zweifel Fahrzeuge zu Zeiten, wo es nicht sein muss. Und ich brauche Strom zu Zeiten, wo ich ihn nicht brauche, wo es nicht sein muss. Und ich brauche vor allen Dingen Leistungen vor Ort, die ich eigentlich nicht brauche, wenn ich intelligenter lade. Und jetzt ist
die Frage, wenn es da eben einen Unternehmer gibt,
der eher einen Grund sucht, nicht Elektromobilität zu machen. Kann man das Ladethema als Abwehrargument bewerten? Oder aber man prüft: Was kann ich mit der bestehenden Infrastruktur umsetzen? Ich klammere jetzt mal die aus, die irgendwie wirklich nur eine ganz schwache Leitung haben. Aber es ist nicht immer notwendig, gleich einen eigenen Trafo sich dort hinzubauen, sondern man kann – also was wir feststellen ist: Wo ein Wille ist, ist oft auch ein Weg, und man kann auch mit geringeren Leistungen
und intelligenten Ladekonzepten – zeitabhängiges Laden, tourenabhängiges Laden – arbeiten. Welches Fahrzeug ist welcher Tour zugeplant? Wie stark muss ich das aufladen? Also mit diesen beiden Sachen kann man sehr viel machen. Und insofern ist die Problematik für jeden Standort einzeln zu bewerten. Es gibt keinen generellen Punkt mehr, der uns generell nicht weiterhilft. Natürlich, der Punkt, der alle trifft, ist das Thema Finanzierung. Ladeinfrastruktur muss ich finanzieren. Ich muss also nicht nur das Fahrzeug finanzieren, sondern auch diese Infrastruktur. Und da ist die Frage, ob ich sie
selber einkaufe, ob ich das irgendwie über den Verpächter oder Vermieter der Fläche mache. Und es gibt inzwischen auch erste Anbieter, die sagen: Ich stelle dir die Ladeinfrastruktur hin und du bezahlst dann pro kWh. Und das ist natürlich noch mal ein Komplexitätsschritt mehr. Also nicht nur die Fahrzeuge, sondern auch die Ladeinfrastruktur. Aber es gibt da viele findige Unternehmer, die das auch schon gut machen. Es ist ja auch so, dass die Großen, die du vertrittst – die kleineren, sagen wir mal KMU-Unternehmen – die haben
zwar wenig Finanzierungsmöglichkeiten, aber die Größeren finanzieren ja meistens eher die Ladeinfrastruktur an den Depots. Sie sind ja auch diejenigen, die diese Depots mieten, oder? Ja, das ist – also wir sprechen jetzt von den Depots, wo die Nachunternehmen dann die Pakete abholen. In der Regel parken da aber nicht alle Fahrzeuge der Nachunternehmen. Das ist vom Dienstleister abhängig. Es gibt Dienstleister, die sagen, alle Fahrzeuge der Nachunternehmer müssen nachts am Depot stehen. Dann müssen alle noch mal zum Depot fahren, das Fahrzeug abstellen und dann
nach Hause. Andere Dienstleister haben die Fahrzeuge vielleicht am eigenen Standort stehen, wenn sie noch so eine Art Betriebshof haben. Andere wiederum fahren die Mitarbeiter nach Hause. Das ist auch sehr, sehr individuell, man kann da keinen generellen Punkt machen. Oft ist es aber so, dass die Depots ja nicht alle neu gebaut sind. Und als die vor 15, 10 oder 20 Jahren gebaut wurden, war ja noch gar nicht die Anforderung da, dort auch noch 500 Fahrzeuge parken zu lassen. Stellplätze
und so, dass dann die Stellplätze dort auch fehlen. Also das ist auch wieder sehr individuell pro Standort. Wie eng ist es an dem Standort? Können die wachsen? Und je attraktiver die Flächen sind vor Ort, desto teurer wären sie. Und dann ist die Frage, ob es bezahlbar ist, eine Fläche als Parkplatz zum Laden zu nutzen. Oder stelle ich da noch eine Logistikhalle drauf, die einen anderen Deckungsbeitrag hat? Das kommt dann auch noch dazu. Dann kommen so Themen hoch: Baue ich ein Parkhaus? Das heißt, ich brauche dann eine
kleinere Grundfläche und habe eben fünf Etagen, wo überall Ladesäulen sind, was auch wiederum natürlichen Impact auf die Kosten hat. Also da wird mit sehr viel Kreativität gearbeitet, und oft gibt es halt dann auch eine Lösung, wenn man will – und wenn es bezahlbar ist. Wie lange ist so ein Depot betrieben? Ich weiß nicht, wie lange so eine Lebensdauer eines Depots ist – sind das 25 Jahre, 30 Jahre? Ja, das ist auch wieder ganz individuell. Diese Betriebshöfe, wie lange die Mietverträge laufen und ob die Vermieter dann interessiert
sind, eine Elektroladeinfrastruktur dort zuzulassen oder sie sogar selbst mit anzubieten. Manche Vermieter sagen: Dann habe ich ja danach, wenn der Mietvertrag – was weiß ich – zehn Jahre läuft, danach das Gebäude besser an den Mann bringen können, weil ich eine Elektroinfrastruktur da habe. Oder danach kann ich das Gebäude nicht so gut vermarkten, weil ich immer jemanden finden muss, der eine Elektroinfrastruktur braucht. Also das hängt auch wieder von der Strategie der Vermieter ab. Die Mietverträge für solche Depots oder Betriebshöfe – die Paketdienste sind natürlich langfristig da drin.
So ein Depot kann auch mal 10, 20, 30 Jahre betrieben werden, je nachdem, wie die Mietverträge sind, ob das vielleicht sogar Eigentum ist. Also die größeren Depots mit Sortieranlagen sind eher fix, die gehören den Unternehmen. Und da gibt es dann Leaseback oder so – also unterschiedliche Szenarien. Aber wenn die Paketdienste dort eine Sortieranlage drin haben, ist das eher langfristig dort. Das steht auch mal 20, 30 Jahre. Wenn der Paketdienst vor Ort sich einen Betriebshof mietet, dann gibt es Beispiele, die dann einfach in
eine Restnutzung gehen. Da ist klar: In fünf Jahren wird hier die Halle abgerissen und danach kommt hier was anderes hin. Und dann mietet der da halt für fünf Jahre sich ein und pachtet. Es gibt andere, die das noch kürzer machen. Wenn sie jetzt für einen Anbieter arbeiten und nicht wissen, ob sie nächstes Jahr ihren Auftrag noch haben, sind sie da natürlich auch vorsichtiger. Andere mieten halt für 10 oder 15 Jahre. Alteingesessene Kurierdienste wissen: Wir sitzen immer hier. Die sitzen auch mal 20 Jahre an
so einem Standort. Also das ist halt schwierig, eine generelle Aussage für alle zu treffen. Und gibt es dann ein großes Problem oder eine Herausforderung, die Ladeinfrastruktur überhaupt installieren zu dürfen, weil die Vermieter das vielleicht nicht wollen? Oder ist das auch ganz individuell? Manche Vermieter sind offen: Ja, gerne, ihr könnt das machen. Manche lehnen das ab. Bei manchen – wenn man jetzt vielleicht auch an Solar denkt, das ist eher bei Speditionen, weniger beim Paketdienst – sagen manche Vermieter: Ja, ihr könnt Solar aufs Dach
machen. Manche Dächer halten das nicht, da darf es nicht drauf. Und so muss man jedes Mal individuell gucken, wie die Situation vor Ort ist. Und wie realistisch siehst du es, dass man letztendlich öffentlich lädt, dass die Fahrer dann vielleicht zu einem Schnelllader gehen oder einen AC-Lader bei sich zu Hause in der Nähe nutzen? Die meisten sind ja eher Mietende in größeren Wohnhäusern, wo es weniger Ladepunkte gibt, kein großes Haus haben, wo sie dann eine eigene
Ladesäule haben. Also: Es geht erst mal um die Nutzung von öffentlicher Ladeinfrastruktur, wie an Supermärkten oder die Säulen an der Straße, im Rahmen des normalen Arbeitsablaufes. Also nicht nach der Logik, dass ich damit nach Hause fahre, sondern die Frage ist: Kann ich denn auf dem Supermarkt-Parkplatz laden, wenn mein Auto abends am Depot steht? Solche Themen. Das wird eher kritisch gesehen – ich erlebe das auch nicht an sehr vielen Stellen – weil natürlich die Verlässlichkeit, dass die öffentliche Ladeinfrastruktur dann auch
bereitsteht, wenn ich sie brauche, schwierig ist. Also manche Parkplätze von Supermärkten sind nachts nicht zugänglich. Dann kann ich dort nachts nicht laden. Wie kriege ich das Fahrzeug rechtzeitig vor Beginn der Geschäftstätigkeit dort wieder weg? Was weiß ich, wenn ich um sechs vom Parkplatz müsste und der Mitarbeiter aber erst um acht kommt. Wie ist das dann? Also die Präferenz ist schon, auf eigene Ladeinfrastruktur zu gehen. Je kleiner die Unternehmen sind und wenn die inhabergeführt sind oder fünf Autos haben, davon zwei Elektrofahrzeuge, die fahren auch mal
an den öffentlichen Lader. Aber die großen Strukturen gehen eigentlich auf selbstgesteuerte Infrastruktur. Da gibt es eher die entgegengesetzte Richtung: Kann ich nicht in Zeiten, wo ich die Infrastruktur nicht brauche, die Infrastruktur öffentlich machen und andere laden lassen? Da muss sichergestellt sein – geteilte Ladeinfrastruktur, also zeitlich geteilt. Da ist natürlich dann die wichtige Frage, dass die Dritten, die da laden, zu dem Zeitpunkt, wenn ich wiederkomme und laden muss, auch wechseln, dass die Säule frei ist. Aber das wird noch nicht gemacht in Deutschland.
Doch, das höre ich jetzt schon: Wie kann ich meine Ladeinfrastruktur öffnen? Ich kenne die Überlegungen und die Diskussion dazu. Inwiefern es die Beispiele gibt, kann ich nicht sagen. Und dann gibt es das Thema Zuhause-Laden, wenn die Mitarbeiter das mit nach Hause nehmen. Auch hier ist es ganz individuell, wie der Mitarbeiter wohnt. Da kommt es dann – sagen wir – wird das ja eher so ein langsames Laden sein. Mit wie viel kW? 11, meistens max. 11. Vielleicht auch weniger. Ach so, du meinst jetzt ganz zu
Hause, mit einem Onboard-Charger ohne Wallbox, direkt an der Schuko stecken. Ja, das kann dann 2,4 kW sein. Das bringt nicht so viel. Der Elfer bringt ja schon ein bisschen was. Und dann kommen aber die Fragen der Abrechnung. Also da brauche ich dann Infrastruktur, die das betriebliche Laden, das Laden des betrieblichen Fahrzeugs, entsprechend abrechnet mit geeichten Zählern. Und da brauche ich entsprechende Software. Die Frage ist: Steuert die Software dann der Mitarbeiter oder der Fuhrparkmanager? Das erlebe ich aber auch, dass da
mehr Angebote auf den Markt kommen. Da gibt es Lösungen, wie man das hinbekommt. Und das gibt es ja sogar für die Schuko-Steckdose. Die Frage ist nur: So ein Elektrotransporter braucht ein bisschen mehr als ein Pkw. Und wenn der dann zehn, acht Stunden an der Steckdose hängt – acht mal 2,5 kW – da bin ich bei 20 kWh, die ich laden kann. Da habe ich nicht genug Strom für den nächsten Tag. Genau, das wollte ich dich auch noch fragen, weil im Schnitt fährt man ja
so was wie 100 Kilometer am Tag. Das ist, glaube ich – ja, in der Region, im Regionalverkehr, ist das eine gute Zahl. Dann reden wir von 25 kWh, also Kilowattstunden Verbrauch pro Tag, die man dann wieder reinkriegen müsste. Genau, was du gerade sagst. Aber das ist auch eine Frage, wie sich das einruckelt. Und natürlich geht das, wenn die Fahrenden im fünften Stock im Mehrfamilienhaus wohnen, ist das eine andere Situation, als wenn sie in einem einzeln stehenden Haus im ländlichen Raum wohnen, ob das jetzt ein Eigenheim ist oder nicht.
Und beim Thema Reichweite – du hattest da eingangs erwähnt, dass es da manche gibt, die 500 Kilometer am Stück oder 500-Kilometer-Touren haben. Da ist es ja dann vorstellbar, dass man, wie jetzt in anderen Beispielen der E-Mobilität, sei es der private Mensch, der eine längere Reise vor sich hat, unterwegs mal 20 Minuten Stopp macht. Ja, da ist die Frage, ob die, die 500
600 Kilometer am Tag fahren – das ist jetzt nicht die Masse, das ist ein kleiner Teil des Marktes. Die Masse fährt eben 100 plus minus. Und da sollte man erstmal – also die Energie fließt in die, die 100 Kilometer fahren, und nicht in die, die 500 Kilometer fahren. Bei 500 Kilometern: Wenn der Unternehmer das will, findet sich eine Lösung, die haben wir auch. Aber sagen wir mal, das Potenzial ist eher bei den Fahrzeugen, die regional unterwegs sind, und gerade so im Kontext von 100–200 Kilometern. Ist das Thema
Reichweite gelöst? Da brauchen wir jetzt nicht mehr sagen: Das reicht nicht. Also es gibt Fahrzeuge, die keine 200 Kilometer schaffen. Die haben aber auch eine kleinere Batterie. Und vielleicht brauche ich eben keine 200 Kilometer. Warum muss ich mir eine Batterie ins Fahrzeug bauen, für viel Geld und das Gewicht, die 400 Kilometer schafft, wenn ich dann jeden Tag nur 150 fahre? Dann kann ich auch eine kleinere Batterie nehmen. Aber dann kann ich natürlich mit diesem Fahrzeug keine 500-, 600-Kilometer-Touren fahren oder muss öfters laden.
Das muss ich mir dann überlegen. Was sind die höchsten Reichweiten, die ihr bisher so gesehen habt am Markt? Genau das kann ich dir nicht sagen. Aber ich glaube, meines Wissens gibt es da schon mehr als 100 kWh oder bis zu 100 kWh Batterien. Ja, da wäre ich ja so bei 400 Kilometern. Das hätte ich jetzt auch gesagt. Wobei ja immer die Frage ist: Wie viel brauche ich für 100 Kilometer? Und wo stehen wir bei der Elektrifizierungsrate? Ungefähr stand heute – ehrlich gesagt haben wir
da keine validen Daten. Aber das ist eher ein unterer einstelliger Prozentbereich, mal außerhalb der Deutschen Post. Und jetzt haben wir viel über die E-Mobilität gesprochen. In dieser E-Mobilitätswende gibt es ja auch viel Energiewende. Nur eine Frage dazu: Inwiefern siehst du das ganze Thema intelligentes Laden und bidirektionales Laden, wie die E-Mobilität da unterstützen kann, indem man dann lädt, wenn gerade der Börsenstrompreis niedrig ist, wenn es gerade viel Wind beispielsweise gibt beziehungsweise Sonne, und dann die Batteriespeicher in diesen Fahrzeugen auch noch mal als
extra Umsatzmöglichkeit sieht? Ich halte das für einen ausgesprochen wichtigen und spannenden Gedanken. Man stelle sich mal 50.000 Fahrzeuge vor mit 100 kWh Batterie. Das sind dann 5 Millionen kWh. Wie viel Gigawattstunden sind das? Genau – 5 Millionen kWh wären das. Das sind ja – dann macht man mal durch tausend, um die Gigawattstunden zu haben – das sind 5.000 GWh? Das wären – warte mal – 5.000 MWh, 5 GWh, glaube ich. Und das ist ja schon mal
was. Mir als Verbandsfunktionär fällt es leichter, darüber nachzudenken, als natürlich jemandem, der 20 Fahrzeuge hat. Aber wir haben ja eine riesige Batterie. Wenn man vom Smart Grid spricht, denkt man immer an Batteriespeicher, die irgendwo fix stehen. Wir haben eine riesige rollende Batterie. Und das ist natürlich spannend, ob es nicht Konzepte gibt, die diese Fahrzeuge in ein Energiemanagementsystem einbinden. Und das ist ja dann eine Mischung aus Laden, wann der Strom günstig ist, aus Smart Grid und bidirektionalem Laden – allerdings extrem technisch
komplex. Und auch hier sind wir ja offensichtlich in Deutschland ein bisschen zurück mit den ganzen Smart Metern und Co. Da sind andere Länder schon weiter. Aber ich halte diese virtuelle riesige Batterie, die auch noch mobil ist, für einen Wirtschaftszweig der Zukunft, wo man sagen kann, den setzt man auch ein. Und wenn man das mal in neuen Geschäftsmodellen formuliert: Das ist dann ein Batteriespeicher, mit dem auch Pakete zugestellt werden können. So wie Stadtpläne nur noch nicht dazu da sind, Datenbanken
und Suchalgorithmen zu befüttern bei den digitalen Kartenanbietern, so ist eben das Paketzustellen eine Nebendienstleistung der Energiespeicherung. Wenn man mal in dieser Logik denkt, dann kommen da ganz neue Ideen hoch. Natürlich fällt einem dann immer ein: Die Fahrzeuge stehen immer nachts, da kann man laden, da ist die Energie auch eventuell billiger – scheint aber keine Sonne, wieder teurer. Also sind wir wirklich in den Zeiten so flexibel, das zu machen? Ich kann auch die Energie nicht rausholen, wenn ich auf meiner Pakettour bin. Das sind alles
noch Themen. Aber ich halte diese riesige Flotte mit Energiespeicher, die relativ planbar unterwegs ist, für einen großen Asset, den wir als Branche haben. Ja, super. Und bevor wir dann auseinander gehen, hast du noch eine Nachricht oder eine Nachricht, wie man dich erreichen kann, die du an die Zuhörenden noch mal hinterlassen willst? Ja. Beschäftigt euch mit Digitalisierung. Beschäftigt euch mit Elektromobilität, auch mit den Regulierungsthemen. Und das Wichtige sind die kleinen Schritte. Geht einfach los. Man muss das erste Fahrzeug umstellen, man braucht
einen Ladepunkt. Die Annahme, dann auf einen fahrenden Zug in fünf Jahren aufspringen zu können oder in zehn Jahren, ist aus meiner Sicht falsch. Wenn der Zug dann schon zu schnell unterwegs ist, kann man nicht mehr reinspringen und muss doch wieder von vorne anfangen. Also: die kleinen Schritte sind die Lösung für den Mittelstand, und die muss man nacheinander geplant gehen – und gerne zusammen mit dem Verband. Im Internet sind unsere Kontaktdaten natürlich drin. Und in der Gemeinschaft des Verbandes haben wir günstige Einkaufskonditionen. Und
in der Gemeinschaft fällt das auch leichter. Also: ihr seid nicht allein. Viele haben das Thema und wir schließen uns zusammen. Kommt dazu und profitiert von der Gemeinschaft. Das klingt super. Vielen Dank für das Gespräch, Andreas. Danke auch. Hier sind meine Haupterkenntnisse des Gesprächs. 24 Unternehmen machen rund 80 % des Umsatzes. Die Deutsche Post DHL hält davon 85 bis 90 % im Brief- und 35 bis 40 % im Paketmarkt. Die Zustellung läuft oft über Nachunternehmen, und das variiert je nach Unternehmensart. Bei Neufahrzeugen liegt der E-Anteil
im Verband bei 20 bis 25 %, und Hermes elektrifiziert schnell in 70 Städten. Typische Touren von ungefähr 100 Kilometern am Tag sind mit bis zu 100 kWh Akkus locker erreichbar, und bis zu 400 Kilometer Reichweite sogar abgedeckt. Die Ausfallsicherheit und Reichweite der Fahrzeuge waren lange ein Hemmnis, sind aber inzwischen weitgehend gelöst. Viele Depots sind am Stadtrand und verfügen nicht über ausreichende Stromkapazitäten. Allerdings kann intelligente Ladeplanung Engpässe mildern. Wo ein Wille, da ein Weg – davon ist Andreas überzeugt. Perspektivisch bieten E-Flotten mehrere Gigawatt an Flexibilität durch intelligentes
bidirektionales Laden. Der nächste Schritt für alle mit einem E-Fahrzeug und einem Ladepunkt: einfach starten. Danke fürs Zuhören und bis zum nächsten Mal – verpasst den Zug nicht.
Notas do episódio
In dieser Folge von Smart Charge by RiDERgy spricht Claudio mit Andreas Schumann, dem Vorsitzenden des Bundesverbands Kurier-Express-Postdienste (BdKEP), über die Transformation einer Branche, die täglich Millionen Sendungen auf der letzten Meile bewegt. Von der Liberalisierung des Briefmarkts in den 1990ern bis zur heutigen Diskussion über intelligente Ladeinfrastruktur und europäische Regulierung spannt sich ein weiter Bogen. Themen der Folge: - Die Entwicklung des Kurier-, Express- und Paketmarkts in Deutschland – zwischen Mittelstand und Großkonzernen - Regulatorische Veränderungen: neues Postgesetz, Nachunternehmer-Kontrollen und EU Delivery Act - Herausforderungen für kleine und mittlere Unternehmen bei Finanzierung, Leasing und Ladeinfrastruktur - Warum die Postbranche bei der Elektromobilität zweigeteilt ist – von Streetscooter bis Nachunternehmer - Reale Hürden beim Depotladen, zu Hause und im öffentlichen Raum - Chancen durch intelligentes und bidirektionales Laden – die rollende Batterie als Teil des Energiesystems Andreas betont: Die Zukunft der Elektromobilität in der KEP-Branche entscheidet sich nicht durch große Sprünge, sondern durch viele kleine, konsequente Schritte. „Wer jetzt anfängt, kann gestalten – wer wartet, wird vom fahrenden Zug überholt.“