Ep. 7: Wulf Schlachter - Gründer und Geschäftsführer von DXBE über IT, Ionity, E‑Mobilität, Laden, Beratung, Startups, Weltweite Trends
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Bem-vindo ao Podcast Smart Charge by RiDERgy. Sou Claudio Geyken, Fundador e CEO da RiDERgy. Este é o teu programa para aprender tudo sobre gestão de energia e inovação em smart charging para veículos elétricos e frotas.
Fico feliz que estejas aqui, Wulf. Como é que te corre hoje? Olá. Cumprimento-te. Tudo bem comigo. Espero que contigo também. E depois podemos começar, não é? Ótimo. Vamos começar com isso, para que os ouvintes te conheçam um pouco: qual é o teu background, talvez como normalmente te descrevas, gostava também que falasses um pouco sobre a tua licenciatura e outros papéis que tiveste até agora, e o que é que fazes agora. Muito obrigado. O meu nome é
Ulf Schlachter. Sou CEO da DXBE Management há 17 anos. Antes disso, trabalhei na área de telecomunicações, cerca de 10 anos para uma grande operadora de telecomunicações – cor azul, de Munique, também conhecida – e lá era responsável pelo negócio global. Tinha clientes grandes, e os clientes grandes tinham todos os tipos de pedidos especiais ou o que fosse: desde "vou conectar uma fábrica de automóveis completa" até "preciso de uma ligação de fibra óptica para o deserto do Atacama" para alguns parques eólicos grandes ou telescópios que examinam estrelas interessantes ou que recolhem dados do
espaço. E historicamente, venho da área do direito. Licenciado em Direito. Durante a minha licenciatura, fiz bastante informática. Era a época da Web 0.1, meados dos anos 90 – muito, muito incomum. Até fui expulso de uma aula uma vez, com cartão vermelho, tipo: não é possível ter computador portátil aqui na aula. Era a época de 91, 92, quando comecei, e tinha o primeiro tablet móvel ou o primeiro computador portátil
e durante a minha licenciatura fiz bastante informática. Entre outras coisas, criei grandes bases de dados, sistemas de gestão de conteúdos, multimédia. Também tive responsabilidade, durante um tempo, pelos websites de grandes clubes de futebol, incluindo o Top 8 – ou seja, o FC Bayern, o Real Madrid, a Juventus de Turim – e muitos, muitos mais. A empresa foi então vendida em 1999, e depois entrei por acaso num Fornecedor de Serviços Internet que estava a ser construído pela Bertelsmann e naquela altura ainda pela Debis Systemhaus, uma subsidiária
da Daimler. Foi a primeira alternativa à Deutsche Telekom, e estava lá relativamente cedo e também vi o mundo pelo lado das telecomunicações. Tornei-me conhecido, posso dizer assim, quando saí do modo oculto em 2018 para impulsionar o tema da mobilidade elétrica. Modo oculto significa: estava envolvido em dois projetos em paralelo nos primeiros tempos da mobilidade elétrica – já se pode dizer que foi assim – entre 2015 e 2017, incluindo na Ionity, também conhecida como operadora europeia
de pontos de carregamento ou Charge Point Operator, com neste momento uma série de carregadores de Portugal até Espanha ou do Chipre até ao Cabo Norte. Ao mesmo tempo, também construí um MMSP, um Mobility Service Provider – também conhecido como Digital Charging Solutions ou Charge Now, naquela altura ainda no contexto da BMW. Fiz bastante estratégia lá, incluindo procurar parceiros na China, Japão, África do Sul e coisas assim. Uau. Sim, bastante abrangente. Talvez voltemos um pouco atrás, porque, como disseste, não é tão comum ser jurista – como é que chegaste ao tema de TI? Como é que combinaste?
Porque normalmente uma pessoa tem a paixão pela informática – são mais engenheiros ou estudam informática. Penso que tinha ambas as coisas. Tinha tanto o sentido de justiça como também reconheci a informática bastante cedo. E consegues imaginar como era naquela altura: Início dos anos 90, o tema de TI apareceu. Básicamente plotava-se dados gráficos, que demoravam meia hora a imprimir a página A4. Coisas assim. E eu vi: bem, também posso lidar bem com números. E depois codifiquei em conformidade, também programei coisas. Naquela altura era um pouco mais difícil. Mas era bastante mais exigente, posso dizer, do que estudar direito – na minha perspetiva: o curso de uma vez para memorizar, bastante, e por outro lado ser bastante criativo. E é tipo um equilíbrio onde tens de dizer em algum momento:
bem, não conheço ninguém que tenha concluído informática em paralelo com uma licenciatura em Direito. Também não teria sido possível na universidade onde estudei, porque a distância em linha reta era demasiada – as duas faculdades. Por isso tive de me decidir em algum momento. Então fui a um bom amigo e disse: Olha só. É assim. O que é que devo fazer? Ou A ou B. E então disse-me: Sim, ok, faz Direito. É seguro –
se não resultar com TI, podes sempre voltar para a outra indústria. Bem, terminei. Analisei isto pelo lado jurídico. E naquela altura as ofertas não eram tão atrativas que eu pudesse dizer: bem, Procurador da República Stuttgart ou Tübingen, onde cresci, aquela zona – ah, isso não me impressionava. Era a época em que havia muitas, posso dizer, brigas entre vizinhos por cima da vedação e coisas assim. E tu como advogado – eu diria mais em turno de noite trabalhava. E então pensei: bem. Então por acaso encontrei alguém num voo de Nova Iorque para Londres. E era o CTO da organização de ténis ATP Tour. E depois conversámos. E após o voo, as seis horas, disse-me: sim, agora vens passar cá em Londres. Temos uma ideia. Queremos construir uma casa de media. E sim, aí era responsável por broadcast, tudo o que envolvia TI, e bases de dados, porque
se se decidisse em algum momento: bem, não conheço ninguém que tenha terminado informática em paralelo com uma licenciatura em Direito. Também não teria sido possível na universidade onde estudei, porque a distância em linha reta era demasiada – as duas faculdades. Por isso tive de me decidir em algum momento. Então fui a um bom amigo e disse: Olha só. É assim. O que é que devo fazer? Ou A ou B. E então disse-me: Sim, ok, faz Direito. É seguro – se não resultar com TI, podes sempre voltar para a outra indústria. Bem, terminei. Analisei isto pelo lado jurídico. E naquela altura as ofertas não eram tão atrativas que eu pudesse dizer: bem, Procurador da República Stuttgart ou Tübingen, onde cresci, aquela zona – ah, isso não me impressionava. Era a época em que havia muitas, posso dizer, brigas entre vizinhos por cima da vedação e coisas assim. E tu como advogado – eu diria mais em turno de noite trabalhava. E então pensei: bem.
tinha por acaso encontrado alguém num voo de Nova Iorque para Londres. E era o CTO da organização de ténis ATP Tour. E depois conversámos. E após o voo, as seis horas, disse-me: sim, agora vens passar cá em Londres. Temos uma ideia. Queremos construir uma casa de media. E sim, aí era responsável por broadcast, tudo o que envolvia TI, e bases de dados, porque
Eu tinha a certeza de que podias ganhar dinheiro com dados também no futuro. Ou seja: a primeira tarefa foi, reúne tudo o que tens em termos de resultados de jogos, de 1970 até essa altura em 1993, 94, 95. E tenta criar uma certa estrutura nisso. E sim, foi assim o período inicial. Comigo foi em muitos torneios de ténis com muitos nomes conhecidos basicamente por todo o mundo. Independentemente de ser Andre Agassi ou Steffi Graf, que encontrei por acaso também em Estugarda no
parque de estacionamento subterrâneo, onde quase a tenho atropelado. A ligação teria terminado de alguma forma, como se diz, bastante rapidamente, porque ainda não era conhecida. O jornal Bild soube depois. Eu já sabia dois meses antes. Ou seja, até andar com pessoas que também fizeram história da época. Muito fixe. E também com o futebol da mesma forma. Explorei entre outras coisas as páginas do FC Bayern. E eram também essas coisas. Bem, andavas aí em contacto permanente com Hoeneß e Rummenigge
e Karl Hopfner, o CFO. De alguma forma interessante. Isto significa que, se percebi bem, completaste este curso de Direito, mas depois decidiste, okay, vamos fazer outra coisa. Exatamente. Vamos fazer outra coisa. E depois foi o teu primeiro emprego com isto. Exatamente. Estudei Ténis e Desporto – e exatamente isso foi também o primeiro, também a primeira experiência de startup. Depois construímos uma empresa, e foi vendida eventualmente, porque quem a comprou, queria criar uma casa de apostas desportivas na Europa. Era uma empresa americana. E aí eu disse: não, isto é demasiado arriscado para mim. Como jurista sabes que as apostas desportivas no final dos anos 90 ainda eram altamente ilegais na Europa. E portanto disse: não, vou fazer outra coisa. Depois caminhei pela Leopoldstraße em Munique e encontrei por acaso alguém da Bertelsmann, que me disse: ei, não tens interesse? O que é que andas a fazer? Sim, não sei. Sim, de alguma forma com TI
qualquer coisa. Sim, vens amanhã ter comigo. Foi assim que arranjei o meu próximo emprego. Parece que se está a formar uma linha vermelha. Mas agora tens que explicar melhor como é que andavas pela Leopoldstraße e de repente encontraste alguém. Encontrei alguém – trabalhávamos na ATP Tour nessa altura com as chamadas malas ao ar livre. Uma mala ao ar livre: tinhas um modem lá dentro, para basicamente enviar dados de jogos para a sede em Ponte Vedra Beach – fica no norte da Flórida – para um servidor. Ou seja, todos os dados,
quaisquer resultados, eram depois carregados diariamente no servidor, geralmente à noite, uma vez por dia. Quer estivesses em Moscovo ou em Hong Kong ou Xangai, essas malas funcionavam em todo o lado. E vinham nessa altura de uma filial da Bertelsmann. E foi exatamente o responsável que encontrei em Munique. E foi assim que entrei no mundo da TI ou no mundo dos ISP, o mundo dos fornecedores de serviços de Internet. A empresa cresceu relativamente depressa, chamava-se Media Ways nessa altura, e foi depois vendida após andante e meio em 2001 à Telefónica
com 700 colaboradores. E de repente estava na Telefónica S.A. e depois apoiei o negócio de grandes clientes no lado da consultoria. Eram então clientes como
o Grupo Volkswagen, ou digamos Banco Santander, Grupo Volkswagen, tudo o que eram empresas alemãs ativas na América Latina, todas as grandes – ThyssenKrupp ou Mercedes – com alguma forma de localizações, que depois foram interligadas. Por outro lado, também já a primeira forma de Voz sobre IP, que é hoje padrão, ou plataformas digitais construídas. Esse era o meu mundo. Fixe. Portanto entraste realmente no mundo das telecomunicações. E então fiz também bastante M&A no mundo da Telco. Ou seja, foi no período em que
as Telcos cresceram bastante, de 2000 a 2006, 2007. Depois foi mais um período de maré baixa. Mas podias ver que aí cada um se reforçou de alguma forma e tentou redefinir o seu território de alguma forma ou também ir por novos caminhos. E portanto para mim foi: saí da O2 em 2007. O2 Telefónica, como já era chamada nessa altura. Antes disso participei em três histórias de fusão e aquisição – e sim, na verdade foram quatro. Comprámos partes da Telekom Checa e Telekom Italia, depois um acordo Vivo no Brasil e por fim mas não menos importante O2 na Europa com três países: Irlanda, Reino Unido e Alemanha. E olhei para isto e disse: okay, comprei sempre apenas atividades de consumidor. Eu queria fazer eu próprio mais business-to-business. Ou seja, o que realmente tinha feito com os meus clientes na Telefónica, depois realmente continuei a fazer mais tarde com um foco diferente. Não vendi apenas o bit de conectividade que o cliente queria, mas também avancei com o tema da Indústria Conectada
e depois disseste em 2015 que tinhas trabalhado em projectos de e-mobilidade. Isto começou na verdade mais cedo. Começou mais cedo, em 2007, ou comecei um pouco mais tarde. Portanto em 2007 já tinha os primeiros projectos na direção da conectividade. Implementamos sensórica em algum lugar – ou seja, nada mais do que Indústria Conectada no mundo das Cidades Inteligentes por um lado, assim como instalações conectadas, máquinas conectadas. Esse era o meu mundo. E aí construí um modelo de taxonomia,
que depois também serviria para E-Mobility. Porque viste: os projectos de E-Mobility, isso era uma continuação lógica disso. Se tens sensores, conectividade e comunicação de máquina para máquina, então também podes fazer V2G (Vehicle-to-Grid), smart charging e todas essas coisas. Portanto a lógica foi realmente uma continuação do que tinha construído antes. Os primeiros projectos de e-mobilidade começaram na Alemanha em 2013, 2014 e depois também em Portugal, em Espanha, em Itália, Irlanda e outros lugares. Então era realmente um desenvolvimento lógico do meu percurso profissional.
No fundo, sempre foi sobre conectar coisas, sensores, máquinas e dados. E daí também veio a RiDERgy mais tarde. Exatamente. Porque uma vez que viste que há tanto potencial nos dados de mobilidade, decidiste criar a RiDERgy para explorar totalmente esse potencial com foco na gestão de carga e otimização de energia. Isso é verdade. Mas também tem muito a ver com o que aprendera ao longo dos anos. A RiDERgy é basicamente a continuação lógica de tudo isto.
onde tu como cliente podias mapear tudo a partir do sensor até à inteligência artificial numa só mão, por assim dizer. Eram soluções de edge computing e cloud, o que naquela altura ainda não era standard. O termo Indústria 4.0 ou IT 4.0 nem tinha nascido ainda. Portanto, eu estava bastante cedo nesses temas. E como foi então a transição para a mobilidade elétrica? Foi bastante engraçado. Passei por projetos no Médio Oriente, porque precisava de provas de conceito. E lá conhecia algumas pessoas
do meu passado distante. Então procurei várias provas de conceito, e achei bastante bom o tema de Smart City. Havia poucos que te pudessem prejudicar de qualquer forma. Então construí vários projetos de Smart City em Abu Dhabi e Dubai. E foi aí que grandes empresas como IBM, Cisco, Rockwell, ABB, Schneider Electric, Siemens e Bosch, entre outras, se aperceberam de mim. E a Bosch achou aquilo tão fixe que me convidou para Stuttgart. Foi
em 2010, quando começaram a iniciar atividades próprias através da Bosch Ventures no domínio de IoT. E eu fui o Ramp-up-CTO para uma unidade com – devo dizer em retrospetiva – um nome horrível, Bosch Connected Devices and Solutions. Ninguém conseguia lembrar-se. Hoje em dia é mais simples. A organização tem agora aproximadamente 18.000 colaboradores e chama-se Bosch AI, ou seja, tudo o que se relaciona com inteligência artificial e afins. Éramos, por assim dizer, o primeiro braço transversal que a Bosch – direi – construiu fora dos
grandes sectores, ou silos, como ainda existem hoje. 2010. Exatamente, 2010. Faz mais sentido. Exatamente, pelo timing. Okay. E foram essas as primeiras fases, em que também tive contacto com Elon Musk, porque Elon precisava de componentes naquela altura para o Tesla Model S – como se diz – componentes, quer dizer, tudo o que são sistemas de Lidar, sistemas de radar, toda a sensorização. E aí a Bosch era parceiro preferencial e
chegou a um acordo. Portanto, nos primeiros Teslas havia muita sensorização. É claro que há a grande controvérsia com a condução autónoma – exatamente, se é preciso ter sistemas de Lidar ou não. Sou mais um defensor de Lidar. Creio que, mesmo se falares com alguns especialistas, todos dizem: okay, com tecnologia de radar podem certamente surgir alguns problemas. Há também alguns exemplos disso. Há pouco tempo correu também um vídeo,
onde um camião estava atravessado à noite em algum lado, invisível, e alguém entrou diretamente nele – com um sistema de Lidar, isso não teria acontecido nesse contexto, em termos de reconhecimento de objetos. Mas essa foi a fase inicial. Devo dizer que acháva o tema da mobilidade elétrica ainda muito longe. Honestamente, não acreditava muito nela. Mas acreditava que se chegasse, não bastaria carregar apenas em casa, era preciso ter um serviço de carregamento, nomeadamente no domínio do carregamento rápido. Ou seja,
acima de 100 kW, que era o standard naquela altura ou sequer era standard ainda. Mas do ponto de vista tecnológico, era o standard, fazer mais um passo. E foi nessa altura que em 2015/16 comecei já a ocupar-me do tema da infraestrutura de carregamento. Podes imaginar, não era precisamente a altura em que toda a gente corria atrás do tema e o acháva fixe. Propriamente, devo dizer, foi o tema inteiro do Dieselgate que na verdade deu o impulso para avançar o tema na Europa e também nos EUA.
Sim, totalmente. E ainda aqui, porque Elon Musk é naturalmente um nome conhecido: Como o conheceste realmente in loco? Sim, encontrei-me com ele várias vezes, e depois também de novo, sempre intermitentemente. Sim, é um personagem por si. Como vês tu o tema Elon Musk? Tesla está presentemente muito discutido. Direi assim: Vejo o legado que construiu a derreter-se um pouco. Nota-se já que – e isto não é só para a Tesla – assumo que também ouviste, semana passada, algures o segundo ou terceiro foguete consecutivo da SpaceX se despenhou. Vamos dizer assim: Elon consegue construir. Não sei se realmente tem interesse neste momento em continuar o seu legado, porque a identificação simplesmente já não está lá e também toda a sua posição política, onde se encontra neste momento. A proximidade com Trump, claro, não cai bem neste momento na Europa.
Sim. Então praticamente vimos o essencial da história. O último então: Mencionaste que agora és diretor geral de DB XBE. Exatamente, XBE. E como foi então desde as primeiras tarefas que mencionaste – de 2015 a 2018, creio eu – depois fundaste a XBE. Como veio a ser fundada? Então usámos a XBE como veículo de arranque, digamos assim. Particularmente no contexto de – recebemos uma confirmação. Recebi a confirmação de que, como start-up-CTO, podia construir uma empresa com o nome EHPC Beteiligung GmbH. Era mais um nome bastante agradável, também outro código de quatro letras. EHPC significava European High-power Charging. E não era nada mais do que o veículo que necessitávamos ou usávamos para construir a Ionity naquela altura – até 10 ou 11 de novembro de 2017, até então, sim, um mês mais tarde, ainda antes do Natal, o primeiro parque de carregamento também em Ara na fronteira germano-checa
em Europa gerade nicht so gut an. Ja. Dann haben wir eigentlich fast das meiste aus der Historie betrachtet. Das Letzte dann: Du meintest, jetzt bist du Geschäftsführer von DB XBE. Genau, XBE. Und wie kam es dann von den ersten Aufgaben, die du meintest – 2015 bis 2018, glaube ich – dann hattest du die XBE gegründet. Wie kam es zur Gründung? Also wir haben die XBE genutzt als Ramp-up-Vehikel, sage ich jetzt mal. Also gerade im Umfeld von – wir haben
dann eine Zusage bekommen. Ich habe eine Zusage bekommen, dass sie als Start-up-CTO ein Unternehmen aufbauen darf mit dem Namen EHPC Beteiligung GmbH. Das war so ein ganz netter Name, auch wieder der Four-Letter-Code. EHPC stand für European High-power Charging. Und das war nichts anderes als das Vehikel, was wir benötigt haben oder benutzt haben, um Ionity damals aufzubauen – bis zum 10. oder 11.11.2017, bis dann, ja, einen Monat später, also noch vor Weihnachten, der erste Ladepark auch in Ara an der deutsch-tschechischen Grenze
guerra. Eram esses os tempos. E consegues imaginar que foi simplesmente desde a construção de uma IT primária até à IT secundária. Ou seja, em primeiro lugar: recebemos um escritório. Estava vazio. Tinha cadeiras dentro, tinha mesas dentro, mas nenhuma conectividade de internet, nada, nenhuma sala de servidores, nada. Nem sequer tínhamos uma campainha lá fora. Mas equipamento excelente, tenho de dizer. Ou seja, umas luzes excelentes no teto, onde sabias perfeitamente: oh, espera, eu também gostava disso na minha sala. Portanto estava perfeitamente equipado, mas do ponto de vista do conteúdo
nada. E portanto tens de começar desta forma, cuidando de tudo. Deus, não consigo acreditar com que frequência é que ia rapidamente à Media Markt comprar qualquer coisa que fosse urgentemente necessária, também do lado da IT. Foi uma época interessante. Sim, portanto basicamente CTO, podemos dizer assim, para a construção da Ionity. E Ionity, para os ouvintes que não sabem – acho que é uma fusão de fornecedores de energia e também fabricantes de automóveis. Não exatamente, não exatamente. Portanto a forma original
da Ionity eram quatro grandes OEMs. Era uma vez Mercedes-Benz, era BMW, Volkswagen Group e Ford Europe. Ao longo dos anos, Hyundai-Kia também se juntou, isso aconteceu por volta de 2019. E talvez também tenhas lido que a Blackrock, como investidor financeiro, entrou na Ionity por cerca de 900 milhões de dólares americanos. Essa é a história. E sim, ao longo dos anos – digamos – desenvolveu-se bastante bem, ativa em 23 ou 24 países em toda a Europa. Portanto, como disse, da Finlândia até Portugal e tudo o que
está no meio. Sim, muito interessante. Será que existe algo equivalente fora da Europa, por exemplo nos EUA? Sim, existe também. Existe uma vez nos EUA – na verdade já havia Electrify America antes disso. Podes basicamente dizer que é também – não quero dizer uma imitação, mas – cumprimentos a Giovanni Palazzo, o atual chefe da Elli, que fez basicamente trabalho forçado paralelo para a Volkswagen comigo. Portanto, esse é um candidato que já existia naquela altura, embora na Ionity nos tenhamos consistentemente
apostado em carregadores de 350 kW. Era um tema para mim, onde disse: tens de ser, como se costuma dizer, o estado da arte durante cinco anos. E na altura o Elon ainda estava a trabalhar com Supercarregadores de 75 kW ou 70 kW e 120 kW da primeira geração. Portanto, basicamente tiveste uma certa vantagem competitiva naquela época, se vires as coisas dessa forma. E de forma diferente. Sim, há outros fornecedores que se desenvolvem assim, mundialmente também nesse ambiente. Digamos que bem
nos EUA talvez também conheças IONNA – portanto IONNA, North America. Na China também existe um modelo semelhante, especialmente da Mercedes-Benz, eles construíram Ionity Ski. Bem, também foram criativos na escolha das palavras. E depois há modelos semelhantes que se posicionam puramente como Pure CPO, até na Arábia Saudita ou noutros países, em Malásia Charge EV ou o que quer que seja. Há ainda, digamos, bastantes cópias, onde também ando frequentemente agora com DXBE. E como é que passaste então
de este papel de CTO da Ionity para o que fazes agora? Fiz um passo intermédio. Estive depois na BMW e ajudei a construir ChargeNow, mas deixei isso correr sempre em paralelo. Portanto, já estávamos a trabalhar em paralelo em projetos na área de e-mobilidade. E sim, aprendes muito. Também fizemos desenvolvimentos bastante significativos naquela altura e olhámos para sistemas backend relativamente cedo, porque, consegues imaginar, quando constrói um CPO e para requisitos muito diversos – portanto
podes dizer hoje que não há nenhum sistema backend que encaixe em tudo de forma alguma. Há sempre uma exceção, não há modelo de tamanho único. E portanto, ao longo dos anos fizemos auditorias backend ou concursos para todos os clientes grandes possíveis e também startups mais pequenas, que dizem: okay, agora também queremos construir um Charge Point Operator, e sim, há um bom número de projetos de fornecedores de energia que fizeram concursos, nos EUA, na Europa, na Ásia, até
aos grandes OEMs. Portanto, acho que quase todos os que agora têm infraestrutura própria na Europa, nós ajudámos. Também nos EUA, mesmo na China fazemos concursos. Na Índia fizemos três concursos no ano passado para sistemas backend – também um mercado interessante. E depois ainda temos retalhistas, ou seja, os Aldis do mundo ou Woolworths e companhia. Temos operadores de postos de combustível, para quem fazemos isso, também ajudámos a construir um novo CPO na Austrália –
Ampol. Isso é ex-Texaco. Portanto, fazemos só os casos exóticos. A Europa é já bem simples. Na Europa andamos muito com grandes fornecedores de energia, ou seja, basicamente todos os grandes, há que dizer – Enel, E.ON e companhia. Isto significa um bom alcance e amplitude. Frotas também vêm a juntar-se. Temos também diversos clientes de frota e cada vez mais também – digamos – não só no ambiente de veículos elétricos, mas também na área de camiões. Também já fizemos eletrificação de barcos, fizemos eletrificação de
táxis aéreos. Holokopter e Lilium, pena, pena. Portanto, também em novos modelos como Swapping necessário, ou seja, Battery Swapping e essas coisas também já realizadas. Modelos de teste e ferries também temos no portefólio, portanto atividades maiores. Interessante. Sim, mal consegues ver claramente por entre tudo isto. Mas se agora digamos partires do princípio de Pareto 80:20 – o que dirias? O que é que te leva a maior parte do tempo? Quais são os 20 % que ocupam 80 % do teu tempo, com o que
O que é que te ocupa mais? Bem, eu diria que 80% é o tempo que precisas para o onboarding, para concretizar esses projetos. Precisas ter as pessoas certas. Geralmente temos. Caso contrário, traçamos pessoas de fora. E, por outro lado, os 20% são basicamente manter os projetos em fluxo. É assim o mundo típico. De vez em quando surgem – digamos – mudanças. O cliente reorganiza-se, traz novos colaboradores. E portanto, é assim
o curso das coisas. Eu queria dizer mais sobre o tipo de projetos, 80:20. Os projetos 80:20 mudaram bastante nos últimos anos, especialmente na Alemanha, na região DACH. Há cinco anos, digamos antes da Covid, estavas 99% do tempo em projetos de inovação e 1% era otimização – classicamente, o que quer que otimizes num operador de pontos de carregamento ou numa empresa focada em e-mobilidade. Entretanto é exatamente o oposto. Ou seja, houve um período intermédio,
em 2023 ainda tinhas na Alemanha cerca de 80% inovação e 20% otimização, digamos assim, Excelência Operacional. E atualmente é exatamente o inverso. 80% Excelência Operacional e talvez ainda 10% inovação e 10% outras coisas. E essas outras coisas – são cooperações, parcerias e similares, onde simplesmente percebes: bem, a organização não consegue construir isto sozinha ou operá-lo sozinha. Portanto, tens que testar esses modelos com o cliente, onde ele consegue
fazer isto. E esses também são os bem-sucedidos – digamos assim, o que fizemos nos últimos anos, tivemos também casos interessantes. Especialmente quando reúnes um grande fornecedor de energia, ultragrande, com OEMs ultragrandes de alguma forma, onde à partida ninguém acreditava que tal modelo funcionaria. Depois dizes: bem, ótimo, funcionou. Fazemos novamente. Sim, é interessante. E também sobre a questão da mudança e tendências de mercado – acho que também já falámos sobre isto, que é especialmente um
período difícil e há muita consolidação de mercado. Que tendências é que observas nisto? Sim, referiste consolidação de mercado e tendências. Atualmente vês muitos, muitos processos de venda de empresas – de muito grandes a médias a startups. E especialmente nas startups é realmente difícil dizer: tem razão de ser ou não? São também coisas que talvez chegaram tarde ao mercado. Tens que ser honesto: se em 2022 tentaste chegar ao mercado com qualquer coisa inovadora,
simplesmente não tem agora o mesmo nível. Bem, talvez naquela altura ainda tivesse uma avaliação de 10 milhões, hoje apenas um milhão. Então é também um enorme – digamos – encolhimento de capital ou destruição de capital, ou também falta de interesse em investir em direção à e-mobilidade, tens que dizer. Ou seja, se agora vires VCs, viste-se isto muito claramente nos últimos 12 meses, que o interesse diminuiu. Mas há também novamente interesse,
em comprar entidades maiores. Ou seja, com o lema: agora eu junto o meu mundo. Se antes não consegui, agora coloco muito dinheiro em cima da mesa e junto o meu ecossistema. Claro que é também uma maneira como podes crescer. Mas tens que conseguir ver sinergia, onde dizes: bem, quero expandir o meu mercado, quero ir para a Alemanha, quero ir para França, ou para onde ainda não estou ativo.
Mas sei que com os produtos que tenho no mercado, ou que já testei noutros países e funcionam, também posso ter sucesso de alguma forma na Alemanha. E a teu ver, por que razão é isto? É um típico ciclo hype, o que vês. Se há muitos anos atrás – venho do mundo das telecomunicações e da IT – havia apenas tais curvas que subiam fortemente. E depois tens – como se diz –
um efeito de montanha-russa. Números de crescimento de 200, 500, 5.000 por cento. E eventualmente sempre chegamos ao topo. E depois cais fundo, e não sabes quão fundo cais. E esse é o mundo em que nos movemos neste momento. Ainda não atingimos o pico completamente. Ou seja, pressumo que até meados deste ano ainda ouviremos bastantes notícias negativas da cena e da indústria, também definitivamente de grandes players. Ou seja, um ou dois ainda vão cair, é o que eu pressumo,
porque os rounds de financiamento foram simplesmente demasiado pequenos para impulsionar esses negócios com sucesso. Nota-se também quando falas com investidores. Depois não têm paciência para meter mais dinheiro e dizem: "Ok, melhor vendemos" ou "Colocamos a empresa à venda." Mas o que vês é: os ciclos de venda são relativamente longos. Ou seja, se agora quisesses vender qualquer coisa, eu diria – antes podias dizer após três meses, no máximo após seis meses: "Ok, a empresa aterrou agora em
porto seguro em algum lado." Isso não tens hoje. Hoje tens que contar com 12 meses mais x, se correr mal. E que projetos é que te dão mais prazer ou satisfação, onde dizes que realmente desabrochas – projetos de que talvez gostasses de dar exemplos? Bem, os projetos onde mais desabrocho, digamos assim, são aqueles que posso fazer – novamente entre aspas – em modo sigiloso. Ou seja, adoro trabalhar encoberto e depois, em determinado momento,
No dia em que abro a caixa de Pandora, e sai algo pronto que logo é bem-sucedido. São essas coisas. Aí o coração de empreendedor bate mais forte – provavelmente isso que o Elon também tem um pouco neste contexto. Além disso: também estou sempre tentando impulsionar o tema com as minhas startups que também co-fundei nos últimos anos, mesmo que nem sempre tenha que estar em primeiro plano ou sob os holofotes. Tento apenas
também ajudar fundadores durante os últimos oito anos e apoiá-los para conseguirem financiamento, seguir a estratégia certa – e vejo, é claro, também quando se trata de contratar novo pessoal ou colaboradores, bem como o uso tecnológico, e impulsionar tudo isso comercialmente. No pior dos casos, então faço um pouco de tudo ao mesmo tempo. São essas coisas. É claro que ajuda quando consigo passar o contacto para o director executivo da XY a alguém. Então faço um pouco de mediador, abro a porta, passo o contacto e digo: "Olha, vai falar com aquele, ele pode precisar disso agora." E vejo também empresas como Encharge, que foram relativamente bem-sucedidas – também ajudei. O mesmo com inCharge – inCharge, o primeiro programa de fidelização no sector da e-mobilidade, Simon Vogt e Eugen Letkemann. Exacto, ajudei os rapazes a fundarem saindo do mundo Porsche – isso é também um desafio correspondente. Ou recentemente também FlexCharge, uma solução de gestão de energia em Copenhaga, criada com
Robert Brehm e Max Brandt. São esses os projectos que tenho agora, onde tento preencher o ecossistema de e-mobilidade com novas funcionalidades, novas capacidades, onde vejo que falta algo. Portanto, realmente tento encontrar espaços em branco, auditar e depois dizer: "Ei, precisamos de algo aí" – ou também das pessoas certas para isso, que talvez já se tenham dirigido a mim em algum momento sobre o tema, mas na altura ainda não tinha visto a necessidade ou o requisito. Interessante.
Quantos desses projectos é que acompanhas? Bem, tento manter isso o mais baixo possível, para que as startups possam recorrer a mim um dia por semana. Actualmente, creio que são oito projectos. Interessante. E sendo tu próprio fundador – se dizes que isso te dá mais prazer, levar um projecto desses à frente: consegues imaginar fundar novamente uma startup? Ou preferes o papel de consultor? Bem, não quero abandonar completamente o papel de consultor
para fazer algo por minha conta. Sim, bem – também não sou mais tão jovem, já tenho mais de 30 anos. Mas claro, porque não? Se aparecer algo certo e eu tiver também a ideia certa, então sim, talvez uma vez mais. Portanto, não quero excluir nada, mas tem de fazer sentido em termos de equipa. Tens de saber exactamente – digo isto a todos os meus fundadores: vocês têm de saber quando se tornam um peso para a vossa empresa. E depois, o mais tardar nessa altura
tens de sair. E para ser honesto: se vires startups actualmente, especialmente com muita relevância IT ou requisitos muito específicos, especialmente numa fase de ramp-up, então poderias dizer que terias de substituir 75% dos colaboradores após um ano ou ano e meio, porque os requisitos mudaram completamente – portanto, essa dinâmica em tais empresas também tem de ser considerada. E aí – sim, bem – não preciso agora de estar envolvido com uma startup até ao fim da minha vida. Faz sentido. E tens agora perspectivas tão boas. O que é que faz, na verdade, um bom fundador – na minha opinião especialmente no sector da e-mobilidade – e o que faz um bom consultor?
Um fundador, diria eu, tem de ter uma rede muito, muito boa. Isso é, creio eu, um dos pré-requisitos actualmente, se quiseres fundar algo. Tens de ter certos conhecimentos técnicos e comerciais. Mais – direi – uma certa rede em que possas confiar. E isso é, da minha perspectiva – esses são os dois grandes blocos. Por outro lado: Actualmente é importante que desde o início tenhas um bom conselho administrativo. Portanto, quando fundas, devias ter – direi – pelo menos três membros do conselho a bordo, que possam ajudar-te adequadamente em situações difíceis e em temas complexos. Esses são então temas como: Como estabeleço a minha empresa estrategicamente? Em segundo lugar, como resolvo o tema de vendas? E em terceiro lugar,
como faço para que o tema tecnológico esteja coberto, de forma a estar sempre no estado da arte ou ter uma certa vantagem tecnológica em relação a outros concorrentes que possam aparecer? E esses são, creio eu, os três grandes blocos que tens de ter dentro de ti como fundador. Vê-se isso também nas avaliações de empresas. Fazemos também M&A – isso não tinha dito agora – mas também estamos envolvidos em alguns processos de M&A, ainda da minha época das telecomunicações,
também estamos. E recebemos diariamente toda a espécie de pitch-decks sobre a mesa. E vês também o que é bem-sucedido e o que não é bem-sucedido. Consegues praticamente já excluir isso numa quase primeira observação. Portanto, com base nos critérios que acabaste de mencionar. Temos ainda mais alguns critérios, mas no geral: se os critérios básicos não se verificarem e não fores capaz de gerir o teu negócio teoricamente de hoje para amanhã completamente de uma forma diferente
então é difícil. E daí é que consegues ver realmente se algo funciona. Portanto – bem, é tudo isto junto. E como consultor, o que é que faz um bom consultor? Um bom consultor deve ter uma visão de 360 graus do ecossistema de e-mobilidade. Deve compreender tanto os aspectos técnicos como os comerciais e os regulatórios. Deve também estar em posição de ajudar o fundador a lidar com situações de crise. E deve estar sempre disponível quando o fundador o precisa.
Portanto, essas são as características que vejo num bom consultor no contexto da e-mobilidade. E sim, isso é o que tento aplicar quando trabalho com os meus fundadores.
para a direita, então não podes ter sucesso. Deixa-me dar um exemplo. Talvez já tenhas ouvido falar da Vigo – a Vigo da Dinamarca. A Vigo é uma operadora de mobilidade. Exatamente. Eles operam muitos táxis em Copenhaga, Aarhus e noutras cidades na Dinamarca, agora também na Noruega. E o que aconteceu foi: eles começaram durante a Covid. E podes imaginar o que estava a acontecer em termos de atividade de ride-hailing durante a Covid. Exatamente – nenhum trânsito, nada. Portanto, eles escolheram o caminho alternativo
Foram primeiro para o tema da energia e depois construíram, em Copenhaga, numa das ruas de passagem, cerca de 30 a 300 kW de carregadores HPC, ou seja, carregadores rápidos, lado a lado em parques de estacionamento que estavam disponíveis. Podes imaginar: o modelo de negócio realmente os salvou. Porque quando a Covid acabou, três meses depois começaram com o seu próprio negócio de táxis ou com o seu negócio de autocarros e transportes e já eram EBITDA-positivos. Portanto, se tiveres uma certa flexibilidade
e conseguires transformar o teu negócio principal em negócio secundário e usar o negócio secundário – vender energia ou utilizá-la – dessa forma, então fizeste tudo certo. Caso contrário, teria tido de fechar a tua empresa no primeiro dia da Covid. E voltando à segunda pergunta: o que faz um bom consultor? Um bom consultor – uf, isso é difícil. Vou dizer assim: como consultor tens de ouvir sempre muito. Tens de estar, em certo sentido, com os ouvidos bem abertos. Ou seja, tens de ter um conhecimento de mercado extremamente profundo. E vejo isso em alguns consultores mais ou menos. É sempre uma questão de seres um consultor que – digamos – produz PowerPoints bonitos, ou alguém que se envolve intensamente com o mercado e as circunstâncias. E o que também vimos foi: também fizemos projetos ou assumimos projetos que já foram processados três ou quatro vezes por consultorías. E nunca funcionou
funcionou. E depois os clientes vêm ter connosco e perguntam: "Ei, tu és o último salvador." Portanto, alguns dizem "o Red Dare, o bombeiro da mobilidade elétrica", outros dizem "a faca suíça da mobilidade elétrica" – ouvi isto de um cliente suíço – ou "figura luminosa" ou "papa dos carregadores" e assim por diante. Portanto, quando ouves coisas assim, então as expectativas já são relativamente altas. Mas acho que até agora conseguimos sempre entregar ao cliente o que é apropriado para ele. E se
vires apresentações de PowerPoint que não são implementáveis em termos de execução, porque percebeste que quem as criou não tem qualquer conhecimento técnico de fundo, então é difícil posicionar-te de forma a seres reconhecido pelo cliente como confiável, valioso ou digno de confiança. Sim, então vamos lá. E quais são os temas – quando se entra no tema da mobilidade elétrica – que te preocupam mais? Vi alguns posts teus no LinkedIn
Via Alpitronic. Creim que foste convidado a Bolzano para a inauguração do novo carregador Megawatt, mas também carros elétricos usados. Tens temas que agora estão no topo das prioridades, que te preocupam particularmente ou que achas especialmente interessantes na indústria? Bem, comigo é sempre assim: só posso publicar o que posso tornar público. E quando estou em eventos como a Alpitronic
em Bolzano – HK 1000, ou seja, uma apresentação de carregador Megawatt – é bom, porque lá toda a gente te conhece. Aí podes também escrever algo sobre isso. Também trabalhamos em projetos onde, quando estão terminados, publico algo. Caso contrário, sim, LinkedIn – também és seguidor meu. Aí sou bastante controverso. Ou seja, digo a minha opinião, mesmo que não agrade a alguns. Mas por isso
Sinto-me reforçado no que digo, porque curiosamente, até agora praticamente tudo o que previ com a minha bola de cristal se concretizou – incluindo os problemas no área da mobilidade elétrica já no início do ano passado, janeiro ou fevereiro, quando fiz uma previsão: "Vamos ter um verão sangrento" ou coisa assim, ou anderthalb anos ou dois anos sangrentos – foi assim. Houve muitas insolvências nesse contexto, e por isso não tenho problemas em apresentar isso abertamente
Se algo correr mal, há sempre a possibilidade de melhorar. E lembro-me de um carregador que estava em Grunewald em Berlim, perto da autoestrada, e tentaram durante 11 meses colocá-lo em funcionamento – e depois falhou devido à burocracia na Alemanha, até que num dado momento a N GmbH, ou seja, o Ministério, me ligou: "Ei, Wulf, nós tratamos disso." E o carregador estava operacional três dias depois – a aprovação estava lá e era permitido carregar.
Estas são coisas onde dizes: ok, porque é que alguém tem de bater no cesto e tornar isso público? Portanto, também não tenho problemas em apontar onde as coisas ainda não funcionam e onde se pode otimizar. E não importa se é um OEM, um fornecedor de energia ou um operador de pontos de carregamento que não está a cumprir as suas responsabilidades. Interessante. Sim, como por exemplo, o que talvez também tenhas visto: um lixo em frente a um carregador há algumas semanas.
Sim, certo. Isso foi em Estugarda, não? Não, onde foi isso outra vez? Foi aqui em Pritzwalk, perto da A24. Não, foi a A24? Sim, acho que foi a 27.
Sim, acho que foi a 27.
Aqui trata-se muito do tema de frotas e otimização de carga e como as frotas podem eletrificar-se – ou seja, qualquer tipo de frotas, seja de colaboradores, viaturas de serviço ou funcionários que carregam no local, mas também na logística, particularmente. O que te ocorre? Quais são os maiores obstáculos e dicas que podes dar quando uma frota está justamente em transição ou no início – ou também já está bem avançada, mas ainda faltam alguns tempos até aos 100 % de veículos elétricos? O que
dirias? Bem, neste momento temos relativamente muitos projetos na área de camiões e temos alguns projetos na área de autocarros. São estes os dois temas que são interessantes no lado das frotas, porque – digamos assim – são 12 a 15 vezes mais complexos do que construir um CPO, um Chargepoint Operator, em qualquer lado da autoestrada. Porque tens requisitos totalmente diferentes: vêm do lado da gestão de frotas, da energia, que nunca existe ou é difícil de obter, até ao facto de que não
podes interromper cadeias de abastecimento, e procura de lugares de estacionamento, temas de reserva – e, e, e. São estas as coisas que nos surgem atualmente. Claro, o tema de carregamento bidirecional também é interessante, se alguma vez chegasse. Temos agora na Europa três países que estão ativos nisso: a França parece relativamente bem, muitos pilotos como sempre e em todo o lado, a Suécia também e um pouco a Holanda. Na Alemanha, precisarão certamente de mais dois anos até que o tema seja regulamentado de forma a que se possa aplicar fora de
alguns projetos piloto. Essa é uma coisa. Por outro lado, temos neste momento muito a lidar com temas de baterias. Em todo o lado onde não há rede disponível, tens de tentar obter a energia de outra forma – e aí só uma bateria de armazenamento te ajuda. Precisamente como na Holanda, por exemplo: 95, 98 % da rede já não está disponível. Então não há outra opção senão pensar em soluções de armazenamento em bateria. Paralelamente ao Megawatt-Charging, isso é naturalmente um desafio quando tens cinco, seis
ou oito carregadores e depois tentas carregar grandes Mercedes-Benz Actros eActros com bateria de 600 kWh de alguma forma. Esses são os desafios que te esperam agora. O carregamento no depósito é complexo, assim como o carregamento na autoestrada – o que a Milens está a fazer neste momento. Estas são as atividades de CPO que se veem na Europa. Sim, e concordaria totalmente que essa gestão da energia e da potência limitada nas ligações à rede é um obstáculo enorme também para
os operadores de frotas. O que há – há regras práticas que darias? Solicitar uma melhoria da ligação à rede ao operador de rede de distribuição o mais rapidamente possível. Há diferenças, independentemente de onde solicites. Portanto, na Alemanha, normalmente leva – eu diria – seis meses. Se estiveres a trabalhar em França, pode ser que consigas isso em duas semanas. Se estiveres no Reino Unido, pode levar andador e meio ano. Nos Países Baixos, consegues – aí primeiro tens de trazer algo.
Exatamente. Mas também tens de pagar primeiro na Alemanha. Portanto, aí tens de pôr o dinheiro em cima da mesa primeiro, e depois começam a trabalhar. Depois percebes: o dinheiro está fixo, mas ainda não vês nada. E isso é o mau que depois – particularmente quando pensas um pouco em retorno de investimento – sentes todos os dias, quando não tens rede e tens o carregador pronto, mas ainda não geraste a ligação
ou ainda não foi gerada. Isso dói. O que vejo muito é que também operadores de frotas, particularmente os menores, encomendam primeiro os veículos. Portanto, basicamente concordarias comigo: problema do ovo e da galinha, é o que digo. Quando vais a grandes depósitos, por exemplo, então é assim: o que vimos nos últimos anos – mesmo que tenhas mega-mega-depósitos com 125.000 metros quadrados, onde tens 30 rampas de carga ou 50 rampas de carga ou coisa assim, o que também existe – talvez ainda tenhas
uma sobra de 100 kWh que poderias obter, que está aí como uma reserva de emergência. Mas se adquirires cinco camiões, tudo eActros, de alguma forma, então esses 100 kWh simplesmente não são suficientes. Portanto, isso não te ajuda. Em conformidade, tens de criar soluções alternativas. Se não consegues no depósito, tens de tentar encontrar um local alternativo. Vejo também um pouco modelos colaborativos em que as transportadoras ou operadores de hub logístico também se unem
e depois adequadamente – digamos, dentro de um perímetro do depósito – instalam alguns pontos de carga. Sim, esse é um tema interessante. Há também o Smart Freight Hub dos Países Baixos, acho eu, que são líderes aí. Eu recomendaria fortemente que te posiciones nessa direção, se tiveres a oportunidade. Exatamente. E depois precisas de reserva, porque especialmente quando tens bens de cadeia fria ou cool-chain, não há outra opção senão oferecer também reserva para lugares de estacionamento e tudo isso.
Baterias – dirias como regra prática que se precisa praticamente sempre? Ou é possível também sem baterias? Depende do fornecedor de energia que te fornece. Há – deixa-me afirmar – até municipalidades que são muito boas nisto, e há também municipalidades que não têm nenhuma ideia, ainda não têm nenhuma ideia. Portanto, é realmente uma questão de sorte, é o que digo. E no tema de carregamento público: mencionaste Milens, e camiões, e tudo muito complexo.
Não sei se conheces o Electro Trucker. Sim, claro. Tobias Wagner. Exatamente, ele está a mostrar neste momento como é que um camião elétrico pode ser conduzido na prática. Como é que vês este tema? Quais são os obstáculos que ainda existem, ou as oportunidades que já há, onde na verdade não deveria haver grandes receios como operador de frota que não tem a possibilidade de talvez carregar apenas no depósito, ou nem sequer tem a possibilidade de carregar no depósito?
Troquei impressões com outros condutores de camiões elétricos também. Conheço Tobias Wagner ainda da época em que era diretor geral da Charge X, e depois apareceu-me um dia a dizer: "Wulf, quero tornar-me condutor de camiões elétricos." Eu disse: ok. Não tens contactos com alguns OEMs? Digo: sim, posso abrir-te as portas com prazer – Scania, Volvo, quem quer que seja. Está bem. Agora ele faz isso. Acho que é bom também. É um bom sinal. O que vi: estive em eventos de OEMs de camiões, e lá
vinham sempre os diretores gerais, e traziam sempre o melhor condutor deles – como se dissesse: podes escolher o teu camião. Se conduzes Scania, então trazem o condutor-chefe dos camiões Scania. E usavam-no sempre assim como influenciador, internamente nas maiores empresas de transportes. Ele contava sempre como tinha sido no evento, e usavam-no por assim dizer – como digo de forma elegante – num sistema de bola de neve dentro das empresas, para fazer a transição de diesel ou GNL para
camião elétrico. É realmente interessante como as empresas fazem isso por si próprias. E diria o seguinte: quando falas com os condutores – tive um há pouco tempo em Lehrte na A2 na estação de carregamento de Ionity, onde eu também careguei – era um holandês que fazia transporte entre Posnan na Polónia e Roterdão, e conduzia um camião elétrico de Volvo. E ele disse-me que o esforço que tem por dia é uma hora a mais do que com o camião a diesel.
Em termos de esforço, podes dizer que é apenas um pouco mais gerível. Mas ele diz que nunca tinha tido tanto tempo descontraído. Ou seja, para estes tempos de carregamento – e especialmente o camião que tinha, este carregava totalmente em cerca de uma hora com quase 400 kWh de bateria. Mas isso quer dizer – para ser mais concreto – é que isso é realista, na tua opinião, hoje? Já podes fazer. Temos também clientes que viajam de Bolzano até Paderborn ou onde quer que seja no
modo diário e depois regressam. Sim, como disse: da Polónia a Amesterdão, e transportadores de automóveis de Barcelona para a Suíça com veículos em cima, que vêm da SEAT, no camião elétrico. Funciona, é viável. Tens de ter um pouco de planeamento. Mas acho que é semelhante ao do carro elétrico: aprendes com cada veículo, e depois também não te pões a suar frio quando – digamos – tens uma autonomia restante de dez quilómetros e sabes: ok, em cinco quilómetros vem a estação de carregamento ou em seis.
É isto o que ouves repetidamente, também de pessoas que agora estão a conduzir um camião elétrico pela primeira vez: que eventualmente elas próprias descobrem os limites – até onde vai, até onde não vai? Há frotas que te ocorrem, que façam isto particularmente bem, que se possam ver como projetos de referência? Na Europa, a Amazon está definitivamente bastante avançada, operando também o seu próprio CPO. A IKEA faz isto também num modelo semelhante. Têm também o seu próprio CPO.
construído. Caso contrário, reparas que as grandes empresas de logística DHL, Schenker e companhia também entram no comboio. Mas também os retalhistas de alimentos clássicos, ou seja, Lidl e companhia. O grupo Schwarz comprou também, creio que há pouco, 50 camiões elétricos novos. São já somas significativas que estão a ser investidas.
ir. Já temos bidirecionalidade um pouco
já foi abordado como tema. Ou seja, talvez possamos abordar os outros temas, que potenciais é que ainda há, na tua opinião, no tema Smart Charging, onde talvez não tenhas de descarregar a bateria, mas diretamente durante o carregamento. Eu diria que há protocolos como ISO 15118. Isso é Plug and Charge. Depois há também Autocharge, que foi também preferido no mercado na Europa por dois fornecedores maiores no passado. Isso é Fastned e IONITY.
Utilizaram Autocharge. Era controverso, porque questões de segurança não foram mapeadas de forma totalmente adequada. Ou seja, basicamente podes ler os endereços MAC de veículos e esse tipo de coisas. Por isso o Autocharge está neste momento mais em declínio. Este ISO 15118 Plug and Charge é carregamento inteligente. Isso significa que te aproximas de uma estação de carregamento, o veículo interage, não precisas de cartão para te autenticares com o backend. E o backend sabe exatamente: ah, este é – digamos – Wulf com o seu BMW. E ele
tem na versão mais recente também Plug and Charge ativado. Portanto esse tipo de coisas. Falas sobre chaves públicas PKI que são trocadas, que facilitam o todo, e já não tens de usar diversas metodologias de autenticação – cartão de crédito ou o que quer que seja, RFID, código QR, processos de pagamento. Esta complexidade, especialmente na área de modelos de preços e sistemas, vai ser significativamente reduzida nos próximos anos. E no tema energia, vês também que com frotas maiores ou atividades maiores simplesmente já não
sem sistemas de gestão de energia e load management. Quer operes um depósito com dois camiões grandes ou – digamos – 50 veículos, 30 veículos, 20 veículos de serviço médico, cuidados para idosos ou outra coisa qualquer. Estas são situações em que não consegues contornar o tema das paisagens de sistemas de gestão de energia, para otimizares aí. E quais são os desafios? Os desafios são – direi agora – sobretudo o planeamento na área da frota. Ou seja, quais veículos podem carregar quando? Como é que fica a priorização
? E quando tenho de iniciar o fluxo de energia e quando não? Quando tenho de parar? Mapear todo este sistema em conexão com planos de rota é, creio eu, o complexo de todo este tema. Sim, e talvez agora ainda fazendo uma projeção – chegamos perto do fim. Existem várias previsões de várias instituições. Houve uma vez este objetivo de 15 milhões de veículos elétricos, depois a proibição de motores de combustão em 2035. Há pouco recebi também uma previsão da DNV: apenas 3% de motores de combustão em 2050.
Como é que vês este tema? Depois há o Trump no poder nos EUA. Existem países como a Noruega, que já têm a proibição de motores de combustão. Como é que vês agora nos próximos anos: Como é que a mobilidade elétrica se vai desenvolver no mundo? Como disse há algumas semanas o CEO de Atlante, Stefano Terranova, numa apresentação: "A mobilidade elétrica é imparável." E eu também acredito que isto é válido sobretudo para a indústria automóvel alemã. Se não conseguirem
se impor no mercado na área da mobilidade elétrica, então também não há vida depois disso na Alemanha. Ou seja, então não há hidrogénio ou o que quer que seja – então o tema terminou. Então simplesmente não vamos ver mais veículos europeus na Europa. Isto aplica-se talvez também à Itália, o mesmo tema que na Alemanha. Mas se falhamos agora, então fica tudo muito sombrio, digamos, quando se trata da Alemanha como país automóvel. É uma coisa. Por outro lado, vês
neste momento o desenvolvimento nos EUA – honestamente, não sei bem o que acontece amanhã. Não é calculável. Por outro lado, vês também uma certa incerteza na base de clientes, ou seja, do lado dos compradores de veículos. Devo comprar agora ou não devo comprar? Espero ainda, não espero? Virá talvez com um novo governo federal uma nova subsidy para veículos elétricos ou para wallboxes e outras coisas – isto também pode ainda vir, quem sabe, para impulsionar tudo isto novamente. São demasiados fatores de incerteza e a indústria continua a falar
sobre abertura tecnológica. E este é o tema que foi discutido há cinco, seis, sete anos e até hoje ainda não foi esclarecido definitivamente. Há sempre exceções. Viste: BMW anunciou há uma semana também que quer trazer hidrogénio para a área. Eu não vejo, porque a tecnologia infelizmente – e se nos relacionarmos com professores renomados – não se desenvolveu de forma a poder-se dizer: okay, desta eficiência de 30% ou 36%, chegámos
já a 50% ou acima de 50%. Então poder-se-ia dizer: Okay, metade da energia que consumo vai-se para aí, para gerar o hidrogénio. Isto não o vejo neste momento. A mobilidade elétrica e o tema da energia elétrica são simplesmente imbatíveis com uma eficiência de 97,5, 99%, ou qualquer que seja. No final, a energia que não temos é algo que não podemos desperdiçar desnecessariamente com estas coisas. Portanto, em termos de conteúdo:
Precisamos da energia ou hidrogénio para outros temas, por exemplo para instalações industriais e Co., mas não para automóveis – talvez ainda para camiões. Em alguns modelos de negócio posso imaginá-lo. Mas também se vê neste momento na área de autocarros e transporte público urbano: Muitas empresas mudaram para autocarros a hidrogénio, que depois não puderam circular durante três meses por falta de hidrogénio. Isto voltou a acontecer hoje nalgum lugar em Varsóvia, na Polónia. Na Alemanha também tivemos isto nos caminhos de ferro – o mesmo
tema. Os comboios de hidrogénio também não puderam circular porque numa instalação em Amesterdão falhou algo e assim todo o ecossistema ficou parado. Por outro lado, também se veem muitos postos de abastecimento no ambiente de hidrogénio que foram fechados – também em Hamburgo de forma muito proeminente: Na HafenCity, uma das primeiras estações maiores de hidrogénio, não há mais nada, apenas estacionamento. Por conseguinte, isto resulta em mobilidade elétrica. E por conseguinte também não acredito que nos próximos anos haja outras alternativas que nos tragam mais eficiência
do que aquilo que temos neste momento. Estou totalmente contigo que o hidrogénio para mim maioritariamente não tem futuro, pelo menos para a mobilidade. Porém: Com que rapidez achas que vem a mobilidade elétrica? É mais rápida do que se pensava? Vimos como se pode construir rapidamente um ecossistema – tomemos a China. Na China começaram em 2007/2008 a forjar o plano mestre, e em 2010 realizaram os primeiros projetos de infraestrutura de carregamento – portanto três anos de antecedência e depois dez anos a funcionar a todo o gás. Estás
em 2020, diria eu, já como um dos líderes de mercado, no que diz respeito ao que trazem tecnologicamente para o mercado em termos de veículos e quantidade de veículos – transformou-se numa nação de mobilidade elétrica dentro de poucos anos. Se vires de outra forma: É sempre relatado com a Noruega ou com a Holanda – pequenos mercados. A Suíça também é um pequeno mercado: 150 quilómetros numa direção, 150 na outra, 300 quilómetros numa direção, 300 na outra. Isto pode ser adequado para
países pequenos é relativamente fácil de implementar. Mas quando tens nações de grande dimensão como França, Alemanha, Espanha ou Itália, é mais difícil implementar esses modelos exatamente como estão. E vê-se bem agora: depois da Covid e pela indisponibilidade de terras raras, as cadeias de abastecimento foram interrompidas, a supply chain não funcionou. A indústria automóvel sofreu, e vê-se também que os chineses simplesmente fizeram um trabalho melhor. Sempre disse: se tu és o dono da bateria, então é indiferente como o carro fica no final do dia – tecnicamente consegues encaixar as coisas de qualquer forma. Mas o tema da bateria, com aproximadamente 30 % do custo total do carro, continua a ser um dos temas decisivos.
Se depois comprares a bateria cara – digamos um aumento de preço de 10 % – então já é difícil para o teu modelo de negócio. Não podes dizer que fazes o carro então correspondentemente 10 % ou 30 % mais caro, o que já tivemos também com baterias, para de alguma forma manteres a margem. Portanto, o que percebo é: a China vem extremamente rápida, e alguns países que são mais pequenos têm muito mais facilidade do que os outros. Mas os maiores como Alemanha e França têm um stock relativamente elevado de veículos antigos. E vê-se também depois da Covid: realmente foram comprados veículos elétricos massivamente, mas atingimos agora uma proporção de aproximadamente 15 %. Isso ainda não é suficiente para implementar também
os restantes 85 %. E isso é relativamente urgente. As pessoas mantêm os seus veículos mais tempo, conduzem-nos mais tempo – são também temas que, se não forem apoiados, são difíceis de acelerar de outra forma. Portanto, sem fundos de apoio durante um certo tempo, como aconteceu na Noruega ou nos países que agora têm sucesso, simplesmente vai mais lentamente. Sim, obrigado. Agora sei que não sou um apoiante de fundos de apoio – na verdade neste momento, em relação à China e com tarifas e assim por diante, o que está a acontecer, sou alguém que procura competição. Sou portanto também um apoiante: deixa-nos ser competitivos com a China. Acredito que podes ter mais satisfação no fim, do que se agora de alguma forma metesses a cabeça na areia. Totalmente contigo. Sim, nesse sentido: tens ainda uma última mensagem para os ouvintes? E talvez também como alguém pode contactar-te,
se quisesse falar contigo?
se quisesse falar contigo?
Se gostarias de manter contacto ou devias manter contacto, o que eu recomendaria. Tenho várias atividades nas próximas semanas, incluindo na Electrif a 19.03 às 10:00 horas, onde vou falar sobre carregamento rápido, High-power Charging. O que é que vem a seguir? Como é que o ecossistema fica? E tenho vários – passa apenas pelo meu LinkedIn. E tenho vários eventos, também nos próximos dias. Alguns podcasts como contigo, Claudio – foi divertido. E espero que nos vejamos em breve, numa atualização. Obrigado por
teres estado cá. E vamos ficar em contacto. Então bom condução elétrica. Obrigado a ti também. Trata-te bem. Foi fascinante, com o Wulff da sua consultoria diexbe e da sua longa experiência na área da E-mobilidade, assim como Telecomunicações, Inovação e IT, compreender como é que ele vê o mercado, que experiências é que recolheu. E em particular achei fascinante conhecer as suas experiências com Elon Musk e outras figuras de grande relevo no setor desportivo. Anedotas engraçadas que contou, como também vê o mercado na China
e o que é que vê lá – tendências globais na E-mobilidade, em particular também que necessidades é que vê, no que diz respeito a fundos de apoio, e conselhos para operadores de frotas, no que respeita às capacidades de ligação à rede e aos processos que é necessário reajustar. E em particular também a sua perspetiva sobre Inovações, Start-ups e o que é que as várias dimensões da indústria têm em mãos e como é que as apoia. Creio que foi um episódio bem conseguido com alguém que conhece absolutamente muito bem a indústria. E sei isso também, porque estou bem no meio
disto. Por conseguinte, espero que vos tenha agradado. Deixem uma classificação de cinco estrelas e comentem como é que vos pareceu este episódio, e contactem-me se tiverem feedback. E como disse, contactem-no no LinkedIn. Creio que é fascinante o que posta sempre. E os temas são realmente abrangentes – por exemplo, como é que os veículos elétricos em segunda mão se estão a sair-se no mercado, e muitos outros
Insights. Portanto, mantemo-nos informados sobre Smart Charging, até ao próximo episódio.
Welcome to the Smart Charge by RiDERgy Podcast. This is Claudio Geyken, Founder and CEO of RiDERgy. This is your show to learn about all things energy management and smart charging innovation for electric vehicles and fleets.
Schön, dass du dabei bist, Wulf. Wie geht's dir heute? Moin. Ich grüße dich. Bei mir ist alles gut. Ich hoffe, bei dir auch. Und dann können wir loslegen, oder? Super. Lass uns gerne damit anfangen, damit die Zuhörer dich ein bisschen kennenlernen: was so dein Hintergrund ist, vielleicht wie du dich normalerweise beschreiben würdest, gerne auch ein bisschen auf dein Studium und andere Rollen eingehen, die du bisher hattest, und was du jetzt so machst. Vielen Dank. Mein Name ist
Ulf Schlachter. Ich bin CEO von DXBE Management seit 17 Jahren. Davor war ich im Bereich Telekommunikation, knapp 10 Jahre für einen großen Telco – blaue Farbe, aus München, auch bekannt – und war da für globales Business verantwortlich. Ich habe Großkunden gehabt, und die Großkunden haben irgendwelche Sonderwünsche oder was auch immer gehabt: von „Ich vernetze eine komplette Autofabrik" bis hin zu „Ich brauche eine Glasfaseranbindung in die Atacamawüste" für irgendwelche großen Windkraftanlagen oder Teleskope, die irgendwelche nette Sterne begutachtet haben oder Daten von
aus dem Weltraum gezogen haben. Und davor komme ich eigentlich historisch aus der Juristerei. Volljurist. Ich habe während meines Studiums relativ viel IT gemacht. Das war so die Zeit Web 0.1, Mitte der 90er Jahre – sehr, sehr unüblich. Bin auch einmal direkt aus der Vorlesung verwiesen worden, mit der roten Karte, so nach dem Motto: Laptop hier in der Vorlesung geht gar nicht. Das war so die Zeit 91, 92, wo ich angefangen habe, und zwar hatte ich das erste mobile Tablet oder den ersten Laptop
und habe dann während meines Studiums relativ viel IT gemacht. Unter anderem habe ich große Datenbanken aufgebaut, Content-Management-Systeme, Multimedia. Ich habe zeitweise auch mal die Verantwortung für Websites von großen Fußballklubs gehabt, unter anderem mit Top-Acht – also FC Bayern dabei, Real Madrid, Juventus Turin – und noch viele, viele mehr. Das Unternehmen ist dann verkauft worden im Jahr 1999, und dann bin ich zufällig in einen Internet Service Provider reingerutscht, der gerade von Bertelsmann und damals noch Debis Systemhaus, einer Tochter
von Daimler, gebaut wurde. Das war so die erste Alternative zur Deutschen Telekom, und da war ich relativ früh dabei und habe die Welt auch von der Telco-Seite gesehen. Bekannt geworden bin ich eher, ich sag mal, als ich aus dem Stealth Mode 2018 rausgegangen bin, um das Thema E-Mobilität weiterzutreiben. Stealth Mode heißt: Ich war parallel in zwei Projekten unterwegs in der frühen Zeit der E-Mobilität – man kann das ja schon fast sagen – 2015 bis 2017, unter anderem bei Ionity, auch bekannt als europäischer
CPO oder Charge Point Operator, mit mittlerweile einer ganzen Menge an Chargern von Finnland bis Portugal oder von Sizilien bis zum Nordkap. Gleichzeitig habe ich aber auch einen MMSP mit aufgebaut, einen Mobility Service Provider – auch bekannt als Digital Charging Solutions oder Charge Now, damals noch im BMW-Umfeld. Ich habe da auch relativ viel Strategie gemacht, unter anderem in China Partner gesucht, oder Japan, Südafrika und dergleichen. Wow. Ja, ganz schön umfangreich. Vielleicht noch mal ein Stück zurück, weil das ja, wie gesagt, nicht so üblich ist, als Jurist – wie
bist du auf das Thema IT gekommen? Wie hast du das verbunden? Weil man meistens entweder die Passion für Informatik hat – das sind eher Ingenieure oder man studiert Informatik. Ich hatte, glaube ich, beides. Ich hatte sowohl den Gerechtigkeitssinn als auch die Informatik irgendwie schon recht früh erkannt. Und du kannst dir ja vorstellen, wie es damals war: So Anfang der 90er Jahre kam das Thema IT auf. Man hat halt schon grafische Daten irgendwie geplottet, die eine halbe Stunde gebraucht haben, um die
A4-Seite auszudrucken. Solche Geschichten. Und da habe ich gesehen: Okay, mit Zahlen kann man auch ganz gut umgehen. Und habe dann entsprechend auch gecodet, ich habe auch Sachen programmiert. Damals war es noch ein bisschen schwieriger. Das war aber deutlich anspruchsvoller, sage ich jetzt mal, als ein juristisches Studium – gefühlt: das Studium einmal auswendig lernen, relativ viel, und auf der anderen Seite relativ viel kreativ sein. Und das ist so eine Balance, wo du entweder irgendwann mal sagen
musst: Okay, ich kenne keinen, der Informatik parallel mit einem Jurastudium abgeschlossen hat. Das wäre auch gar nicht möglich gewesen an der Uni, wo ich studiert habe, weil die Luftlinie zu weit auseinander waren – die beiden Fakultäten. Also musste ich mich dann irgendwann mal entscheiden. Bin dann zu einem guten Freund gegangen und hab gesagt: Du, so sieht es aus. Was soll ich machen? Entweder A oder B. Und dann hat er gemeint: Ja, okay, mach Jura. Da ist es sicher –
wenn es dann mit IT nicht funktioniert, kannst du immer noch zurückgehen in die andere Branche. Gut, ich war fertig. Ich habe mir das angeschaut auf der juristischen Seite. Und damals waren halt die Angebote nicht so attraktiv, dass ich sagen würde: Okay, Staatsanwaltschaft Stuttgart oder Tübingen, wo ich aufgewachsen bin, die Ecke – wah, reißt mich vom Hocker. Das war so die Zeit, wo es halt so viele, ich sag mal, Nachbarschaftsstreitigkeiten über den Gartenzaun und solche Geschichten gab. Und du als Anwalt dann – ich sag
mal eher in der Nachtstunde gearbeitet hast. Und dann habe ich gesagt: okay. Hab dann durch Zufall mal jemanden getroffen auf einem Flug von New York nach London. Und das war dann der CTO der ATP Tour Tennisorganisation. Und dann sind wir ins Gespräch gekommen. Und nach dem Flug, den sechs Stunden, hat er gesagt: ja, jetzt kommst du mal vorbei in London. Wir haben eine Idee. Wir wollen ein Media-Haus bauen. Und ja, da war ich dann halt verantwortlich für Broadcast, alles, was IT beinhaltet, und Datenbanken, weil
ich mir sicher war, dass du mit Daten auch in der Zukunft Geld verdienen kannst. Also sprich: die erste Aufgabe war, sammel mal alles zusammen, was du an Spielergebnissen hast, von 1970 bis damals 1993, 94, 95. Und versuch da mal eine gewisse Struktur zu schaffen. Und ja, das war so die Anfangszeit. Bei mir war es auf ganz vielen Tennissturnieren mit ganz vielen Größen quasi auch um die Welt. Egal ob das jetzt Andre Agassi war oder Steffi Graf, die ich auch mal zufällig in Stuttgart in der
Tiefgarage getroffen habe, wo ich sie fast überfahren hätte. Die Liaison wäre dann irgendwie, wie sagt man, schon relativ schnell zu Ende gewesen, weil es noch nicht bekannt war. Die Bild-Zeitung kam dann irgendwann später. Mir war es dann zwei Monate vorher schon bekannt. Also bis halt mit Leuten auch unterwegs, die damals auch Zeitgeschichte geschrieben haben. Sehr cool. Und auch beim Fußball genauso. Ich habe unter anderem die FC-Bayern-Seiten betrieben. Und das waren auch so Sachen. Gut, da bist halt mit Hoeneß und Rummenigge
und Karl Hopfner, dem CFO, dann halt irgendwie im Daueraustausch gewesen. Irgendwie spannend. Das heißt, wenn ich es richtig verstanden habe: du hast ja dieses Jurastudium abgeschlossen, aber dann dich entschieden, okay, machen wir was anderes. Genau. Machen wir was anderes. Und dann war das dein erster Job damit. Genau. Ich habe Tennis und Sport – und genau das war so das erste, auch das erste Startup-Erlebnis. Wir haben dann ein Unternehmen aufgebaut, und das ist dann auch irgendwann verkauft worden, weil der, der es
gekauft hatte, irgendwie einen Sportwettenanbieter in Europa schaffen wollte. Es war ein amerikanisches Unternehmen. Und da habe ich gesagt: nein, das ist mir zu heiß. Als Jurist weißt du, dass Sportwetten Ende der 90er Jahre noch höchst illegal waren in Europa. Und dementsprechend habe ich gesagt: nein, mache ich was anderes. Dann bin ich in München über die Leopoldstraße gelaufen und habe dann zufällig jemanden getroffen von Bertelsmann, der sagte: hey, hast du nicht Bock? Was machst du denn? Ja, weiß ich nicht. Ja, irgendwie mit IT
was. Ja, kommst du morgen mal vorbei. So habe ich meinen nächsten Job gehabt. Es scheint sich so ein roter Faden zu entwickeln. Aber jetzt musst du noch mal genauer erklären, wie du in der Leopoldstraße liefst und plötzlich jemanden trafst. Ich habe jemanden getroffen – wir haben bei der ATP Tour damals mit sogenannten Outdoor-Koffern gearbeitet. Ein Outdoor-Koffer: du hattest ein Modem drin, um Spieldaten quasi ins Headquarter nach Ponte Vedra Beach – das ist im Norden von Florida – auf einen Server zu spielen. Also alle Daten,
jegliche Ergebnisse, wurden dann tagesaktuell, abends meistens, einmal am Tag irgendwie auf den Server hochgeladen. Ob du jetzt in Moskau warst oder in Hongkong oder Shanghai, diese Koffer haben überall funktioniert. Und die kamen damals von einem Bertelsmann-Ableger. Und genau den Verantwortlichen habe ich getroffen in München. Und so kam ich dann irgendwie halt in die IT-Welt oder in die ISP-Welt, die Internet-Service-Provider-Welt. Das Unternehmen ist relativ schnell gewachsen, hieß damals Media Ways, und ist dann nach anderthalb Jahren 2001 an Telefónica verkauft
worden, mit 700 Mitarbeitern. Und ich war dann auf einmal bei Telefónica S.A. und habe dann das Großkundengeschäft auf der Consulting-Seite mitbetreut. Das waren dann so Kunden wie
die Volkswagen Group, oder sagen wir mal Santander Bank, Volkswagen Group, alles, was deutsche Unternehmen in Lateinamerika aktiv waren, alle großen – ThyssenKrupp oder Mercedes – mit irgendwelchen Standorten, die dann vernetzt wurden. Auf der anderen Seite auch schon die erste Form von Voice over IP, was heute Standard ist, oder digitale Plattformen gebaut. Das war so meine Welt. Cool. Dann bist du richtig in die Telekommunikationswelt eingestiegen. Und ich habe dann eher in der Telco-Welt auch relativ viel M&A schon gemacht. Also es war so die Zeit, wo
die Telcos halt groß gewachsen sind, 2000 bis 2006, 2007. Danach war es dann eher Ebbe. Aber man hat gesehen, da hat sich ja jeder irgendwie verstärkt und hat versucht, irgendwie sein Territorium neu zu bestimmen oder auch entsprechend neue Wege zu gehen. Und daher war es bei mir halt dann so: ich bin 2007 aus der O2 rausgegangen. O2 Telefónica, wie es damals schon hieß. Habe davor drei Merger-und-Akquisitions-Geschichten mitgemacht – und ja, eigentlich waren es vier. Haben tschechische Telekom- und Telekom-Italia-Anteile gekauft, dann einen
Vivo-Deal in Brasilien und last but not least O2 in Europa mit drei Ländern: Irland, UK und Deutschland. Und ich habe mir das angeschaut und habe gesagt: okay, ich habe jetzt jeweils immer nur Consumer-Aktivitäten eingekauft. Ich wollte selber mal eher Business-to-Business machen. Also das, was ich eigentlich mit meinen Kunden bei Telefónica gemacht habe, habe ich dann eigentlich später auch weitergemacht mit einem anderen Fokus. Ich habe nicht nur das Stückchen Konnektivität verkauft, was der Kunde haben wollte, sondern ich habe auch das Thema Connected Industry mit
nach vorne getrieben. Und du hast dann 2015 gesagt, dass du an E-Mobilitätsprojekten gearbeitet hattest. Das fing eigentlich schon früher an. Es fing schon früher an, 2007, oder ich war ein bisschen später dran. Also ich habe 2007 halt schon die ersten Projekte in Richtung Konnektivität. Wir bringen Sensorik irgendwo unter – also nichts anderes als Connected Industry in der Smart-City-Welt auf der einen Seite, genauso wie vernetzte Anlagen, vernetzte Maschinen. Das war so die Welt. Und da habe ich ein Taxonomie-Modell gebaut,
wo du als Kunde dann vom Sensor bis in die künstliche Intelligenz alles aus einer Hand quasi abbilden konntest. Das waren dann so Edge-Computing-Cloud-Lösungen, was damals noch nicht Standard war. Der Begriff Industrie 4.0 oder IT 4.0 war noch nicht mal geboren. Also ich war da schon relativ früh dabei bei den Themen. Und wie war dann der Übergang zur E-Mobilität? Das war ganz lustig. Ich bin über Projekte im Mittleren Osten gegangen, weil ich irgendwie mal Proof of Concepts brauchte. Und da kannte ich ein paar Herrschaften
aus meiner grauen Vorzeit. Da habe ich halt irgendwelche Proof of Concepts gesucht, und ich fand Smart City ziemlich gut. Da gab es kaum jemanden, der einem irgendwie in die Suppe spucken konnte. Ich habe dann diverse Smart-City-Projekte in Abu Dhabi und Dubai aufgebaut. Und da wurden dann halt so Großkonzerne auf mich aufmerksam wie IBM, Cisco, Rockwell, ABB, Schneider Electric, Siemens und Bosch unter anderem. Und Bosch fand das so cool, dass sie mich dann mal eingeladen haben nach Stuttgart. Das war
2010, wo die so angefangen haben, mit Bosch Ventures eigene Aktivitäten zu starten im Bereich IoT. Und da war ich der Ramp-up-CTO für eine Unit mit dem – muss man im Nachgang sagen – scheußlichen Namen Bosch Connected Devices and Solutions. Konnte sich keiner merken. Heutzutage ist es einfacher. Die Organisation ist jetzt ungefähr 18.000 Mitarbeiter groß und heißt Bosch AI, also sprich alles, was im Bereich künstliche Intelligenz und dergleichen sich befindet. Wir waren sozusagen der erste Cross-Industry-Arm, den Bosch – ich sage mal – abseits von den
großen Sparten, oder Silos, wie es heute immer noch gibt, aufgebaut hat. 2010. Genau, 2010. Das ergibt mehr Sinn. Genau, vom Timing her. Okay. Und das waren so die ersten Phasen, wo ich auch unter anderem mit Elon Musk zu tun hatte, weil Elon damals für das Tesla Model S auch – wie sagt man das schön – Komponenten benötigt hat. Also sprich alles, was Lidar-Systeme, Radarsysteme, jegliche Sensorik. Und da war halt Bosch präferierter Partner und ist auch
dann mal zu einem Deal gekommen. Also in den ersten Teslas. Das war halt auch Sensorik massig drin. Das ist ja die große Kontroverse beim autonomen Fahren – genau, ob du jetzt Lidar-Systeme drin haben musst oder nicht. Ich bin eher ein Verfechter von Lidar. Ich glaube, auch wenn du mit einigen Experten sprichst, sagen alle: okay, über Radartechnologie kann es halt durchaus auch mal zu Problemen kommen. Es gibt auch so ein paar Beispiele. Jetzt vor kurzem lief auch mal wieder ein Video,
wo ein Lkw quer bei Nacht irgendwo stand, unsichtbar war und einer halt direkt reingerauscht ist – wäre bei einem Lidar-System bei der Objekterkennung halt nicht passiert in dem Kontext. Aber das war so die Anfangsphase. Da muss ich sagen, fand ich das Thema E-Mobilität noch ganz weit weg. Habe ehrlich gesagt nicht wirklich dran geglaubt. Ich habe aber daran geglaubt, wenn es kommt, reicht es halt nicht aus, nur zu Hause zu laden, sondern du musst halt auch irgendeinen Ladedienst im Bereich Schnellladen haben. Also sprich
jenseits von 100 kW, was damals so der Standard war oder gerade nicht mal Standard war. Aber von der technologischen Seite war das der Standard, da noch einen draufzuschlagen. Und das war so die Zeit, wo ich mich dann 2015/16 mit dem Thema Ladeinfrastruktur schon mal beschäftigt habe. Kannst du dir vorstellen, das war jetzt nicht gerade die Zeit, wo alle hinterhergerannt sind und das Thema cool fanden. Eigentlich muss man sagen: gerade das ganze Thema Dieselgate hat eigentlich
den Push gegeben, um das Thema in Europa wie auch in den USA voranzutreiben. Ja, voll. Und noch mal hier, weil Elon Musk natürlich schon ein bekannter Name ist: Wie hast du ihn wirklich vor Ort mal getroffen? Ja, ich habe ihn mehrfach getroffen, auch im Nachgang, irgendwann mal immer wieder. Ja, ist halt ein Charakter für sich. Wie schaust du auf das Thema Elon Musk? Tesla ist momentan hoch diskutiert. Ich sage mal so: Ich sehe sein Lebenswerk,
was er aufgebaut hat, so ein bisschen schmelzen. Man merkt schon, dass – und das ist nicht nur für Tesla – ich gehe mal davon aus, du hast auch gehört, letzte Woche ist irgendwie die zweite oder dritte Rakete hintereinander bei SpaceX abgestürzt. Sagen wir so: Elon kann aufbauen. Ich weiß nicht, ob er wirklich auch Interesse hat, aktuell sein Lebenswerk weiterzuführen, weil die Identifikation einfach irgendwie nicht mehr da ist und auch seine ganze politische Stellung, wo er momentan unterwegs ist. Die Trump-Nähe kommt natürlich auch
in Europa gerade nicht so gut an. Ja. Dann haben wir eigentlich fast das meiste aus der Historie betrachtet. Das Letzte dann: Du meintest, jetzt bist du Geschäftsführer von DB XBE. Genau, XBE. Und wie kam es dann von den ersten Aufgaben, die du meintest – 2015 bis 2018, glaube ich – dann hattest du die XBE gegründet. Wie kam es zur Gründung? Also wir haben die XBE genutzt als Ramp-up-Vehikel, sage ich jetzt mal. Also gerade im Umfeld von – wir haben
dann eine Zusage bekommen. Ich habe eine Zusage bekommen, dass sie als Start-up-CTO ein Unternehmen aufbauen darf mit dem Namen EHPC Beteiligung GmbH. Das war so ein ganz netter Name, auch wieder der Four-Letter-Code. EHPC stand für European High-power Charging. Und das war nichts anderes als das Vehikel, was wir benötigt haben oder benutzt haben, um Ionity damals aufzubauen – bis zum 10. oder 11.11.2017, bis dann, ja, einen Monat später, also noch vor Weihnachten, der erste Ladepark auch in Ara an der deutsch-tschechischen Grenze
war. Das waren so die Zeiten. Und da kannst du dir vorstellen, dass es einfach vom Aufbau einer primären IT bis hin zu sekundärer IT ging. Also erstmal: Wir haben ein Büro bekommen. Es war leer. Es waren Stühle drin, es waren Tische drin, aber keine Internetkonnektivität, nichts, keinen Serverraum, nichts. Wir hatten nicht mal eine Klingel außen. Aber tolles Equipment, muss ich sagen. Also tolle Leuchten an der Decke, wo du genau wusstest: oh, hoppla, die hätte ich auch gerne im Wohnzimmer. Also es war perfekt ausgestattet, aber inhaltlich
nichts. Und dementsprechend musst du so halt anfangen, dich um alles kümmern. Gott, ich glaube es nicht, wie häufig ich dann mal schnell im Media Markt war, um irgendetwas zu kaufen, was halt dringend gebraucht wurde, auch von der IT-Seite. Das war eine spannende Zeit. Ja, also quasi CTO, wenn man so will, für den Aufbau von Ionity. Und Ionity, für die Zuhörer, die es nicht wissen – ich glaube, es ist ja ein Zusammenschluss von Energieversorgern wie auch Automobilherstellern. Nicht ganz, nicht ganz. Also die Urform
von Ionity waren vier große OEMs. Das war einmal Mercedes-Benz, das war BMW, Volkswagen Group und Ford Europe. Über die Jahre kam dann noch Hyundai-Kia dazu, das ist so 2019 passiert. Und vielleicht hast du auch mal gelesen, dass Blackrock als Finanzinvestor dann für rund 900 Millionen US-Dollar bei Ionity eingestiegen ist. Das ist so die Story. Und ja, über die Jahre – ich sage mal – sich ganz gut entwickelt, in 23 oder 24 Ländern europaweit aktiv. Also, wie gesagt, von Finnland bis Portugal und alles, was
dazwischen ist. Ja, sehr cool. Gibt es eigentlich etwas Äquivalentes außerhalb von Europa, beispielsweise in den USA? Ja, gibt es auch. Es gibt einmal in den USA – gab es da eigentlich schon vorher Electrify America. Kannst du eigentlich sagen, das ist auch – ich möchte nicht sagen ein Abklatsch, aber – Grüße an Giovanni Palazzo, den aktuellen Elli-Chef, der damals auch quasi parallel zu mir für Volkswagen Strafarbeit geleistet hat. Dementsprechend, das ist der eine Kandidat, den es damals schon gab, wobei wir halt bei Ionity durchgehend
auf 350 kW-Charger gesetzt haben. Das war für mich auch ein Thema, wo ich gesagt habe, du musst halt fünf Jahre, wie sagt man schön, State of the Art sein. Und damals hat Elon noch mit 75 kW oder 70 kW und 120 kW Superchargern der ersten Generation gearbeitet. Somit hat man da eigentlich auch einen gewissen Wettbewerbsvorteil gehabt, wenn man das so sieht von der Zeit her. Und anders. Ja, es gibt noch weitere Anbieter, die sich so entwickeln, weltweit auch in dem Umfeld. Ich sage mal, gut in
den USA kennst du vielleicht auch IONNA – also IONNA, North America. In China gibt es auch ein ähnliches Modell, gerade von Mercedes-Benz, die haben Ionity Ski gebaut. Gut, auch kreativ gewesen bei der Wortfindung. Und dann gibt es halt ähnliche Modelle, die sich rein als Pure CPO platzieren, selbst in Saudi-Arabien oder in anderen Ländern, in Malaysia Charge EV oder wie auch immer. Es gibt noch, ich sage mal, durchaus Copycats, wo ich auch häufig noch mit DXBE jetzt unterwegs bin. Und wie bist du dann von
dieser Rolle als CTO von Ionity auf das, was du jetzt machst? Ich habe einen Zwischenschritt gemacht. Ich war dann dazwischendrin noch bei BMW und habe ChargeNow mit aufgebaut und hab das aber immer parallel laufen lassen. Also wir haben parallel schon Projekte im Bereich E-Mobilität getrieben. Und ja, du lernst halt viel. Wir haben auch relativ viel Entwicklungen damals gemacht und wir haben relativ früh Backend-Systeme uns angeschaut, weil, kannst du dir vorstellen, wenn du halt einen CPO baust und für unterschiedlichste Anforderungen – dann
kannst du heute sagen, es gibt kein Backend-System, das für alles irgendwie passt. Es ist immer eine Sonderlocke dabei, es gibt kein One-size-fits-all-Modell. Und dementsprechend haben wir über die Jahre für alle möglichen Großkunden oder auch kleinere Start-ups, die sagen: okay, wir wollen jetzt auch so einen Charge Point Operator aufbauen, Backend-Auditierungen gemacht oder Ausschreibungen. Und ja, da gibt es eine ganze Menge an Projekten von Energieversorgern, die ausgeschrieben haben, in den USA, in Europa, in Asien, bis
hin zu großen OEMs. Also ich glaube, da haben wir in Europa fast allen, die jetzt eigene Infrastruktur betreiben, unter die Arme gegriffen. Auch in den USA, selbst in China machen wir Ausschreibungen. In Indien haben wir letztes Jahr drei Ausschreibungen gemacht für Backend-Systeme – auch ein interessanter Markt. Und dann haben wir noch Retailer, also ich sage mal die Aldis der Welt oder Woolworths und Co. Wir haben Petrol Station Operators, für die wir das machen, auch einen neuen CPO mal in Australien mitgebaut –
Ampol. Das ist ex-Texaco. Wir machen also nur so die Exoten. Europa ist schon einfach. In Europa sind wir bei großen Energieversorgern auch viel unterwegs, also eigentlich alle großen, muss man sagen – Enel, E.ON und Co. Das heißt, einen ganz schönen Umfang und eine Spannbreite. Flotten kommen auch noch dazu. Wir haben auch diverse Flottenkunden und zunehmend auch – ich sage mal – nicht nur im elektrischen Fahrzeugumfeld, sondern auch im Truck-Bereich. Wir haben auch Elektrifizierung von Booten schon gemacht, wir haben Elektrifizierung von
Flugtaxis gemacht. Holokoter und Lilium, traurig, traurig. Also auch in neuen Modellen wie Swapping notwendig, also Battery Swapping und solche Sachen auch schon mal realisiert. Testmodelle und Fähren haben wir auch im Portfolio, also größere Aktivitäten. Spannend. Ja, man blickt da fast kaum mehr durch. Aber wenn man jetzt sozusagen von diesem Pareto-Prinzip 80:20 ausgeht – was würdest du sagen? Was nimmt die meiste Zeit? Was sind so die 20 %, die 80 % deiner Zeit beanspruchen, womit du
dich da am meisten beschäftigst? Also ich würde mal sagen, 80 % ist die Zeit, die du für das Onboarding benötigst, um solche Projekte zu realisieren. Du musst die richtigen Leute haben. Haben wir meist. Ansonsten holen wir uns extern rein. Und auf der anderen Seite, die 20 % sind dann eigentlich die Projekte im Flow zu halten. Das ist so die typische Welt. Immer wieder kommt es mal zu – ich sage mal – Veränderungen. Der Kunde reorganisiert sich, bringt neue eigene Mitarbeiter rein. Und dementsprechend, das ist so
der Lauf der Dinge einfach. Ich meinte mehr die Art von Projekten, 80:20. Die Projekte 80:20 haben sich über die letzten Jahre speziell in Deutschland, in der DACH-Region, dahingehend geändert. Da warst du vor fünf Jahren, also sagen wir mal vor Covid, 99 % deiner Zeit in Innovationsprojekten aktiv und 1 % war Optimierung – klassisch, was auch immer du optimierst in einem Chargepoint Operator oder in einem Unternehmen, das sich um E-Mobilität kümmert. Mittlerweile ist es eigentlich genau andersrum. Also war mal zwischendrin,
2023 hattest du in Deutschland noch ungefähr 80 % Innovation und 20 % Optimierung, also Operational Excellence, sagen wir so. Und heutzutage ist es eigentlich genau umgekehrt. 80 % Operational Excellence und vielleicht noch 10 % Innovation und 10 % Sonstiges. Und das Sonstige – das sind dann Kooperationen, Partnerschaften und dergleichen, wo du einfach merkst: okay, die Organisation ist nicht in der Lage, das selber aufzubauen oder selber zu betreiben. Also musst du dann auch solche Modelle mit dem Kunden durchspielen, wo er dann
das schafft. Und das sind auch die erfolgreichen – ich sage jetzt mal, was wir in den letzten Jahren gemacht haben, waren auch interessante dabei. Gerade wenn du so einen großen, ultragroßen Energieversorger mit ultragroßen OEMs irgendwie zusammenbringst, wo per se keiner daran geglaubt hat, dass so ein Modell irgendwie funktioniert. Dann sagst du: okay, gut, hat geklappt. Machen wir es noch mal. Ja, spannend. Und auch Stichwort Wandel und Markttendenzen – ich glaube, das hatten wir auch mal besprochen, dass gerade auch eine
schwierige Zeit und viel Marktkonsolidierung stattfindet. Was sind so Trends, die du dabei beobachtest? Ja, du hast Marktkonsolidierung und Trends angesprochen. Aktuell siehst du sehr, sehr viele Verkaufsprozesse von Unternehmen – von ganz groß bis mittelgroß bis Start-up. Und gerade bei den Start-ups ist es halt echt schwierig zu sagen: hat es eine Daseinsberechtigung oder nicht? Das sind halt auch Sachen, die vielleicht zu spät am Markt waren. Muss man ehrlich sagen: wenn du 2022 versucht hast, mit irgendwas noch in den Markt reinzukommen,
was innovativ ist, hat es automatisch jetzt nicht mehr den Level. Okay, damals vielleicht noch eine Bewertung von 10 Millionen, heutzutage nur noch eine Million. Also es ist halt auch ein massiver – ich sage mal – Kapitalschwund oder Kapitalzerstörung, oder auch Desinteresse, in Richtung E-Mobilität zu investieren, muss man auch sagen, von den Investoren, VCs und so weiter. Also wenn du dir jetzt VCs anschaust, da hat man das auch ganz klar gesehen in den letzten 12 Monaten, dass das Interesse zurückgegangen ist. Es gibt aber wiederum auch Interesse,
größere Entitäten zu kaufen. Also sprich, nach dem Motto: ich kaufe mir jetzt meine Welt zusammen. Wenn ich es in der Vorzeit nicht geschafft habe, lege ich jetzt viel Geld auf den Tisch und kaufe mir mein Ökosystem zusammen. Das ist natürlich auch eine Möglichkeit, wie du wachsen kannst. Aber da musst du halt auch Synergien erkennbar haben, wo du sagst: okay, ich möchte meinen Markt erweitern, ich möchte nach Deutschland gehen, ich möchte nach Frankreich gehen, oder wo ich halt noch nicht aktiv war.
Aber ich weiß, dass ich mit den Produkten, die ich am Markt habe, oder die ich in anderen Ländern schon erprobt habe und die funktionieren, auch in Deutschland irgendwie erfolgreich sein kann. Und woran liegt das deines Erachtens? Das ist ein typischer Hype Cycle, was du siehst. Wenn du vor vielen Jahren – ich komme aus der Telco-Welt und IT-Welt – gab es nur solche Kurven, die stark gestiegen sind. Und du hast dann so einen – wie sagt man –
Rollercoaster-Effekt. Wachstumszahlen von 200, 500, 5.000 Prozent. Und irgendwann kommst du immer oben an. Und dann fällst du tief, und du weißt nicht, wie tief du fällst. Und das ist momentan die Welt, in der wir uns bewegen. Wir haben den Scheitelpunkt noch nicht ganz erreicht. Also ich gehe mal davon aus, dass wir bis Mitte dieses Jahres noch einiges an negativen Nachrichten aus der Szene und Branche hören werden, auch von großen Playern definitiv. Also da werden ein oder zwei auch noch rausfallen, so wie ich das
Vermute, weil die Finanzierungsrunden einfach zu klein waren, um solche Unternehmen dann irgendwie erfolgreich weiterzutreiben. Man kriegt es auch mit, wenn man mit den Investoren redet. Die haben dann keinen Bock mehr, Kohle reinzuschießen, und sagen: „Okay, verkaufen wir es lieber" oder „Stellen wir das Unternehmen zum Verkauf." Aber was du halt dann aber siehst: die Sale Cycles sind relativ lang. Also wenn du jetzt irgendwas verkaufen möchtest, würde ich mal sagen – früher hast du nach drei Monaten, spätestens nach sechs Monaten sagen können: „Okay, Unternehmen ist jetzt
im Safe Harbour irgendwo gelandet." Das hast du heute nicht. Heute musst du mit 12 Monaten plus x rechnen, wenn es dumm läuft. Und was sind die Projekte, die dir am meisten Spaß machen oder Freude bereiten, wo du sagst, da blühst du richtig auf – die vielleicht auch Beispiele, die du nennen möchtest? Also die Projekte, wo ich am stärksten aufblühe, sage ich jetzt mal, sind die, die ich – wieder in Anführungszeichen – im Stealth Mode machen kann. Also ich liebe es, verdeckt zu arbeiten und dann irgendwann am
Tag x die Büchse der Pandora zu öffnen, und es kommt was Fertiges raus, das dann gleich erfolgreich ist. Das sind so die Sachen. Da kommt das Entrepreneur-Herz dann hoch – wahrscheinlich das, was Elon auch so ein bisschen hat in dem Kontext. Auch: Ich bin auch stets versucht, das Thema mit meinen Startups, die ich in den letzten Jahren auch mitgegründet habe, voranzutreiben, auch wenn ich nicht immer selbst im Vordergrund oder im Rampenlicht stehen muss. Ich versuche halt
auch, Gründern über die letzten acht Jahre zu helfen und sie zu unterstützen, um Finanzierung zu bekommen, die richtige Strategie zu fahren – und sehe natürlich auch mitunter, wenn es um das Hiring von neuem Personal geht oder Mitarbeitern, als auch den technologischen Einsatz, und das Ganze vertrieblich zu pushen. Im Worst Case dann halt mal alles aus einer Hand. Das sind so die Sachen. Natürlich hilft es dann, wenn man dem einen oder anderen halt mal den Kontakt zum Geschäftsführer von XY irgendwie rüberschieben kann. Dann machst du halt
mal den Door-Opener, machst die Tür auf, gibst den Kontakt rüber und sagst: „Hier, geh mal zu dem, der kann das gerade brauchen." Und da siehst du halt auch Unternehmen wie Encharge, die relativ erfolgreich waren – auch geholfen. Genauso wie inCharge – inCharge, das erste Loyalty-Programm im Bereich E-Mobilität, Simon Vogt und Eugen Letkemann. Genau, den Jungs mal helfen, aus der Porsche-Welt heraus zu gründen – das ist auch eine Challenge dementsprechend. Oder zuletzt auch FlexCharge, eine Energiemanagement-Lösung in Kopenhagen, aufgesetzt mit
Robert Brehm und Max Brandt. Das sind so die Projekte, die ich jetzt habe, wo ich versuche, das Ökosystem E-Mobilität mit neuen Features, neuen Funktionalitäten zu füllen, wo ich sehe, da fehlt irgendwas. Also ich versuche wirklich, White Spots zu finden, zu auditieren und dann zu sagen: „Hey, wir brauchen da was" – oder auch die richtigen Leute dafür, die sich vielleicht in dem Thema schon mal irgendwie an mich gewandt haben, aber ich damals noch nicht den Need oder den Bedarf gesehen habe. Spannend.
Wie viele solcher Projekte begleitest du so? Also ich versuche, das so gering wie möglich zu halten, damit die Startups so einen Tag pro Woche auf mich zurückgreifen können. Aktuell sind es, glaube ich, acht Projekte. Spannend. Und selbst Gründer – wenn du sagst, dass dir das am meisten Freude bereitet, mal so ein Projekt auf den Weg zu leiten: selbst noch mal ein Startup zu gründen, kannst du dir sowas vorstellen? Oder magst du das Beraterdasein? Also ich möchte das Beraterdasein
jetzt nicht ganz ablegen, um selber mal wieder was zu machen. Ja, gut – ich bin jetzt auch nicht mehr der Jüngste, keine 30 mehr. Aber klar, warum nicht? Wenn das Richtige kommt und ich auch die richtige Idee habe, dann ja, vielleicht mal wieder schauen. Also ich möchte nichts ausschließen, muss aber auch vom Team her stimmen. Du musst halt auch ganz genau wissen – ich sage das jedem meiner Gründer: Ihr müsst wissen, wann ihr zur Last eures Unternehmens werdet. Und dann spätestens dann
musst du halt rausgehen. Und mal ehrlich: wenn du dir Startups anschaust heutzutage, vor allem mit viel IT-Relevanz oder Anforderungen, die sehr spezifisch sind, gerade in einer Ramp-up-Phase, dann könntest du eigentlich sagen, dass du 75 % der Mitarbeiter nach einem Jahr oder anderthalb schon wieder austauschen müsstest, weil die Anforderungen sich komplett geändert haben – also so eine Dynamik in solchen Unternehmen muss man dann auch mit berücksichtigen. Und da – ja, gut – muss ich jetzt nicht bis zu meinem Lebensende irgendwie noch
mit einem Startup unterwegs sein. Sinn. Und du hast ja jetzt so gute Blickwinkel. Was macht eigentlich einen guten Gründer aus – meines Erachtens insbesondere im Sektor der E-Mobilität – und was macht einen guten Berater aus? Ein Gründer, würde ich mal sagen, muss ein sehr, sehr gutes Netzwerk haben. Das ist, glaube ich, eine der Voraussetzungen heutzutage, wenn du irgendwas gründen willst. Du musst eine gewisse technische und kommerzielle Knowledge haben. Plus – ich sage mal – ein gewisses
Netzwerk, auf das du zurückgreifen kannst. Und das ist aus meiner Sicht – das sind so die zwei großen Blöcke. Auf der anderen Seite: Heutzutage ist es wichtig, dass du von vornherein auch ein gutes Board hast. Also, wenn du gründest, solltest du schon – ich sage mal – mindestens drei Board-Member mit an Bord haben, die dir in schwierigen Situationen und in komplexen Themen entsprechend helfen können. Das sind dann so Themen wie: Wie richte ich meine Unternehmung strategisch aus? Zweitens, wie kriege ich das Sales-Thema gebacken? Und drittens,
wie kriege ich das technologische Thema so abgebildet, dass ich immer State of the Art bin oder einen gewissen technologischen Vorsprung habe gegenüber anderen Wettbewerbern, die vielleicht mal kommen? Und das sind, glaube ich, die drei großen Blöcke, die du als Gründer irgendwie in dir drin haben solltest. Du siehst das auch bei Bewertungen von Unternehmen. Wir machen ja auch M&A – das habe ich jetzt nicht gesagt – aber wir sind auch in einigen M&A-Prozessen unterwegs, das noch aus meiner Telekommunikations-Zeit herrührend,
auch unterwegs. Und wir kriegen halt tagtäglich irgendwelche Pitch-Decks auf den Tisch. Und da siehst du halt auch, was erfolgreich ist und was nicht erfolgreich ist. Das kannst du eigentlich schon bei einer fast ersten Betrachtung ausschließen. Also auf Basis der Kriterien, die du gerade genannt hast. Wir haben noch ein paar andere Kriterien, aber so vom Ganzen her: Wenn die Basiskriterien nicht stimmen und du auch nicht in der Lage bist, dein Geschäft theoretisch von heute auf morgen komplett von links
auf rechts zu drehen, dann kannst du halt nicht erfolgreich sein. Ich mache mal ein Beispiel. Vielleicht hast du mal von Vigo was gehört – Vigo aus Dänemark. Vigo ist ein Rider. Genau. Die betreiben ganz viele Taxis in Kopenhagen, Aarhus und in anderen Städten in Dänemark, jetzt auch in Norwegen. Und da ist es so gewesen: Die sind während Covid gestartet. Und du kannst dir vorstellen, was während Covid an Ride-Hailing aktiviert war. Genau – null Traffic, nichts. Also haben sie halt den anderen Weg
gewählt. Sind erst mal auf das Thema Energie gegangen und haben dann halt mal in Kopenhagen an einer der Durchgangsstraßen kurz so 30 mal 300 kW Charger HPC, also Schnelllader, aufgebaut – nebeneinander auf Parkplätzen, die zur Verfügung waren. Da kannst du dir vorstellen: Das Geschäftsmodell hat sie wirklich alles gerettet. Denn als Covid vorbei war, haben sie drei Monate später mit ihrem eigenen Taxi-Geschäft oder mit ihrem Bus- und Transport-Geschäft losgelegt und waren schon EBITDA-positiv. Also, somit kannst du halt, wenn du eine gewisse Flexibilität hast
und du in der Lage bist, dein Hauptgeschäft zum Nebengeschäft zu machen und das Nebengeschäft – Energie zu verkaufen oder zu nutzen – dann so einzusetzen, dann hast du eigentlich alles richtig gemacht. Ansonsten hättest du dein Unternehmen eigentlich schon am ersten Tag von Covid wieder zumachen können. Und nochmal zur zweiten Frage: Was macht einen guten Berater aus? Der gute Berater – oje, das ist schwierig. Ich sage mal so: Du musst als Berater immer viel zuhören. Du musst auf jeden
Fall in gewissem Sinne mit offenen Ohren unterwegs sein. Also sprich, du brauchst eine extreme Marktkenntnis. Und das sehe ich bei einigen Beratern mehr oder weniger. Das ist halt immer eine Frage, ob du ein Berater bist, der – ich sage mal – nette PowerPoints produziert, oder jemand, der sich intensiv mit dem Markt und den Gegebenheiten beschäftigt. Und was wir halt auch gesehen haben: Wir haben auch Projekte gemacht oder übernommen – Projekte, die schon drei- oder viermal von Beratungshäusern durchgenudelt worden sind. Und das hat nie irgendwie
funktioniert. Und dann kommen die Kunden zu uns und fragen: „Hey, du bist der letzte Retter." Also, einige sagen „der Red Dare, der Feuerwehrmann der E-Mobilität", die anderen sagen „das Schweizer Messer der E-Mobilität" – das habe ich von einem Schweizer Kunden gehört – oder „Lichtgestalt" oder „Ladepapst" und so weiter. Also, wenn du sowas mitbekommst, dann sind die Vorschusslorbeeren schon relativ hoch. Aber ich glaube, wir haben es bis dato eigentlich immer geschafft, dem Kunden das zu liefern, was für ihn auch passend ist. Und wenn du
halt dann PowerPoint-Folien siehst, die von der Umsetzung her nicht umsetzbar sind, weil du gemerkt hast, dass der, der sie erstellt hat, keinerlei Ahnung vom technischen Hintergrund hat, dann ist es halt schwierig, dich so aufzustellen, dass du auch vom Kunden als trustful, wertvoll oder vertrauenswürdig erkannt wirst. Ja, dann geht's hin. Und welche Themen – wenn man mal in die E-Mobilität als Thema einsteigt – treiben dich am meisten um? Ich habe ein paar Posts auf LinkedIn
gesehen. Da war Alpitronic zu sehen. Du warst, glaube ich, eingeladen in Bozen zur Einweihung des neuen Megawatt-Charging-Ladegeräts, aber auch gebrauchte Elektroautos. Hast du Themen, die gerade Top of Mind bei dir sind, die dich besonders umtreiben oder die du besonders spannend findest aus der Branche? Also bei mir ist es immer so: Ich darf nur das posten, was ich öffentlich machen kann. Und wenn ich dann halt auf solchen Veranstaltungen bin wie Alpitronic
in Bozen – HK 1000, also eine Megawatt-Charger-Vorstellung – dann ist es gut, weil da kennt dich jeder. Da kannst du dann auch mal was dazu schreiben. Wir arbeiten ja auch in Projekten, wo ich, wenn es dann fertig ist, mal was raushaue. Ansonsten ja, LinkedIn – du bist ja auch Follower bei mir. Da bin ich durchaus mal auch kontrovers unterwegs. Also sprich, ich sage halt auch meine Meinung, auch wenn es dem einen oder anderen nicht gefällt. Aber von dem her
Fühle ich mich bestärkt, was ich sage, weil kurioserweise ist bis dato irgendwie so gut wie alles eingetreten, was ich auch in meiner Glaskugel vorausgesagt habe – unter anderem auch die Probleme im Bereich E-Mobilität schon Anfang letzten Jahres, Januar oder Februar, wo ich mal so eine Prognose rausgehauen habe: „Wir bekommen einen blutigen Sommer" oder so was, oder blutige anderthalb Jahre oder zwei Jahre – ist auch so geworden. Es gab viele Insolvenzen in dem Umfeld, und von dem her bin ich nicht zu schade, das dann mal offen
darzustellen. Wenn irgendwas schiefläuft, dann gibt es immer die Möglichkeit, das zu verbessern. Und ich erinnere mich an so einen Charger, der hier in Berlin Grunewald an der Autobahn stand, und man irgendwie versucht hat, 11 Monate lang ihn live zu nehmen – und dann an der Bürokratie in Deutschland gescheitert ist, bis dann irgendwann mal die N GmbH beziehungsweise das Ministerium bei mir angerufen hat: „Hey, Wulf, wir kümmern uns darum." Und der Charger war dann irgendwie drei Tage später – war die Genehmigung da und es durfte geladen werden.
Das sind halt so Sachen, wo du sagst: okay, warum muss einer dann auf den Topf klopfen und so was mal öffentlich machen? Dementsprechend bin ich auch dafür nicht zu schade, mal aufzuzeigen, wo was noch nicht funktioniert und wo man was optimieren kann. Und das ist egal, ob es jetzt ein OEM ist, ein Energieversorger oder ein Chargepoint Operator, der halt nicht seine Hausaufgaben macht. Interessant. Ja, wie zum Beispiel, was du vielleicht auch gesehen hast: eine Mülldeponie vor einem Charger vor
ein paar Wochen. Ja, stimmt. Das war in Stuttgart, oder? Nee, wo war das nochmal? Das war hier bei Pritzwalk, so die Ecke auf der A24. Nee, war es die A24? Ja, ich glaube die 27.
Hier geht es ja viel um das Thema Flotten und Ladeoptimierung und wie Flotten elektrifizieren können – also jede Art von Flotten, sei es Mitarbeiter, Dienstwagen oder Angestellte, die am Standort laden, aber auch in der Logistik, insbesondere. Was fällt dir da so ein? Was sind die größten Hürden und Tipps, die du da geben kannst, wenn eine Flotte sich jetzt gerade noch in der Umstellung befindet oder am Anfang – beziehungsweise auch schon gut vorangeschritten ist, aber noch bis 100 % E-Fahrzeuge noch ein bisschen dauert? Was
würdest du da sagen? Also, wir haben momentan relativ viele Projekte im Bereich Lkw und wir haben einige Projekte im Bereich Bus. Das sind so die zwei Themen, die auf der Flottenseite interessant sind, weil die – ich sage jetzt mal – 12 bis 15 Mal komplexer sind als einen CPO, einen Chargepoint Operator, irgendwo an der Autobahn aufzubauen. Weil du dort ganz andere Anforderungen hast: die kommen vom Flottenmanagement her, von der Energie, die nie vorhanden ist oder schwer zu bekommen ist, bis hin dazu, dass du
keine Lieferketten unterbrechen darfst, und Parkplatzsuche, Reservierungsthemen – und, und, und. Das sind so die Sachen, die aktuell bei uns aufschlagen. Klar, das Thema bidirektionales Laden ist auch schön, wenn es mal kommen würde. Wir haben jetzt in Europa drei Länder, die da aktiv sind: Frankreich sieht relativ gut aus, viele Piloten wie immer und überall, Schweden auch und so ein bisschen Holland. In Deutschland braucht es sicher noch zwei Jahre, bis das Thema regulatorisch so ist, dass man es dann auch außerhalb
von irgendwelchen Pilotprojekten laufen lassen kann. Das ist das eine. Auf der anderen Seite haben wir momentan relativ viel mit Batteriethemen zu tun. Überall da, wo kein Grid verfügbar ist, musst du versuchen, die Energie anderweitig zu bekommen – und dann hilft dir nur ein Speicher. Gerade wie in Holland zum Beispiel: 95, 98 % des Grids nicht mehr verfügbar. Dann bleibt ja nichts anderes übrig, als über Batteriespeicherlösungen nachzudenken. Parallel zum Megawatt-Charging ist das dann natürlich eine Herausforderung, wenn du halt fünf, sechs
oder acht Lader hast und dann versuchst, große Mercedes-Benz Actros eActros mit 600 kWh Batterie irgendwie zu laden. Das sind dann so die Herausforderungen, die jetzt auf einen zukommen. Depotladen ist komplex, genauso wie Laden an der Autobahn – das, was Milens momentan macht. Das sind so die CPO-Aktivitäten, die man so in Europa sieht. Ja, und ich würde total zustimmen, dass dieses Management der Energie und der beschränkten Leistung bei Netzanschlüssen eine Riesenhürde auch ist für
Flottenbetreibende. Was gibt es da – gibt es so Daumenregeln, die du geben würdest? So schnell wie möglich eine Netzanschlussertüchtigung beantragen beim Verteilnetzbetreiber. Es gibt Unterschiede, egal wo du es beantragst. Also in Deutschland dauert es in der Regel – ich würde mal sagen – sechs Monate. Wenn du in Frankreich unterwegs bist, kann es sein, dass du so was in zwei Wochen bekommst. Wenn du in der UK unterwegs bist, kann es anderthalb Jahre dauern. In den Niederlanden kriegst du – da musst du
erst mal was bringen. Genau. Aber du musst auch erst mal zahlen in Deutschland. Also da musst du erst mal die Kohle auf den Tisch legen, und dann fangen die an zu arbeiten. Dann merkst du: die Kohle ist halt fest angelegt, aber du siehst noch nichts. Und das ist das Böse, was du dann halt – gerade wenn du in Sachen Return on Invest ein bisschen nachdenkst – jeden Tag spürst, wo du kein Grid hast und du den Charger fertig dastehen hast, aber noch nicht den Anschluss
generiert hast oder noch nicht generiert wurde. Das tut halt weh. Was ich viel sehe, ist, dass auch Flottenbetreibende, insbesondere kleinere, erst die Fahrzeuge bestellen. Also eigentlich würdest du mir zustimmen: Henne-Ei-Problem, sage ich jetzt mal. Wenn du an große Depots zum Beispiel gehst, dann ist es so, dass das, was wir in den letzten Jahren gesehen haben – auch wenn du so Mega-Mega-Depots hast mit 125.000 Quadratmetern, wo du dann 30 Laderampen oder 50 Laderampen oder sowas hast, was es auch gibt – dann hast du vielleicht
noch einen Rest von 100 kWh, die du bekommen könntest, die als eiserne Reserve noch da sind. Aber wenn du dir halt mal fünf LKWs, alles eActros, irgendwie zulegst, dann reichen halt diese 100 kWh überhaupt nicht aus. Also, das bringt dir nichts. Dementsprechend musst du halt da alternative Lösungen schaffen. Wenn du es nicht auf das Depot bekommst, dann musst du halt versuchen, einen alternativen Standort zu finden. Ich sehe auch ein bisschen so kollaborative Modelle, dass die Speditionen oder Logistik-Hub-Betreiber sich auch zusammenschließen
und dann entsprechend – ich sage mal im Umkreis von dem Depot – irgendwelche Ladepunkte auch installieren. Ja, das ist ein spannendes Thema. Auch da gibt es den Smart Freight Hub aus den Niederlanden, glaube ich, die da führend sind. Ich würde auch stark empfehlen, dass man sich in die Richtung positioniert, wenn man die Möglichkeit hat. Genau. Und dann brauchst du Reservierung, weil gerade wenn du Kühl- oder Cool-Chain-Güter irgendwie hast, dann bleibt ja nichts anderes übrig, als auch Reservierung für Parkplätze und so
was mit anzubieten. Batterien – würdest du als Daumenregel sagen, braucht man mittlerweile fast immer? Oder kann man auch ohne Batterien? Das kommt auf den Energieversorger an, der dir das liefert. Es gibt – ich behaupte jetzt mal – selbst Stadtwerke, die da super gut drauf sind, und es gibt auch Stadtwerke, die da überhaupt keine Ahnung haben, noch immer keine Ahnung haben. Dementsprechend ist es echt so ein Glücksspiel, sage ich jetzt mal. Und beim Thema öffentliches Laden: Du hast Milins angesprochen, und LKWs, und alles sehr komplex.
Ich weiß nicht, ob du den Electro Trucker kennst. Ja, klar. Tobias Wagner. Genau, der zeigt das ein bisschen jetzt gerade, wie in der Praxis so ein E-LKW gefahren werden kann. Wie blickst du da auf das Thema? Was sind so die Hürden noch, oder die Chancen, die es jetzt schon gibt, wo man eigentlich gar nicht mal so richtig große Ängste haben müsste als Flottenbetreibender, der nicht die Möglichkeit hat, vielleicht nur am Depot zu laden, oder gar nicht die Möglichkeit am Depot zu laden?
Ich habe mich mit anderen Elektrotruckern auch mal ausgetauscht. Ich kenne Tobias Wagner noch aus seiner Zeit als Geschäftsführer von Charge X, und er kam dann irgendwann mal auf mich zu und meinte: „Wulf, ich möchte Elektrotrucker werden." Ich so: okay. Hast du nicht Kontakte zu irgendwelchen OEMs? Ich sage: ja, kann ich dir gerne mal aufmachen – Scania, Volvo, wer auch immer. Gut. Er macht das jetzt. Ich finde das auch gut. Das ist ein gutes Zeichen. Was ich gesehen habe: Ich war auf Veranstaltungen von Truck-OEMs, und da
kamen immer die Geschäftsführer, und die haben immer ihren besten Trucker mitgebracht – so nach dem Motto: du kannst ja deinen Truck aussuchen. Wenn du Scania fährst, dann hat er halt den Cheffahrer für Scania-Trucks mitgebracht. Und die haben die immer so als Influencer genutzt, intern in den größeren Speditionen. Der hat dann immer erzählt, wie es auf der Veranstaltung war, und die haben den sozusagen – wie sage ich es schön – im Schneeballsystem innerhalb der Unternehmen genutzt, um die Umstellung von Diesel oder LNG auf
Elektrotruck durchzuführen. Es ist schon spannend, wie die Unternehmen das selber machen. Und ich sage mal so: wenn du mit den Fahrern redest – ich hatte vor kurzem mal einen in Lehrte an der A2 an der Ladestation von Ionity, wo ich auch geladen habe – war ein Holländer, der Shuttle zwischen Posen in Polen und Rotterdam fuhr, und der fuhr mit dem Elektrotruck von Volvo. Und er hat mir gesagt, dass der Aufwand, den er hat, pro Tag eine Stunde mehr ist als mit dem Dieseltruck.
Von dem Aufwand her kannst du sagen, es ist halt überschaubar mehr. Aber er sagt, er hatte nie so viel entspannte Zeit. Also jetzt für diese Ladezeiten – und gerade den Truck, den er hatte, der war auch so in einer Stunde vollgeladen mit knapp 400 kWh Batterie. Aber das heißt – noch mal konkreter gefragt – ist das dann jetzt realistisch für deines Erachtens heute? Du kannst das schon machen. Wir haben auch Kunden, die fahren aus Südtirol bis nach Paderborn oder wo auch immer im
Tagesmodus und dann wieder zurück. Ja, wie gesagt: von Polen nach Amsterdam, und Autotransporter von Barcelona in die Schweiz mit Fahrzeugen oben drauf, die von SEAT kommen, auf dem elektrischen Truck. Es geht, es funktioniert. Du musst ein bisschen Planung haben. Ich glaube, das ist aber ähnlich wie beim Elektroauto: du lernst mit jedem Fahrzeug, und du fällst dann auch nicht in Schweiß, wenn du – ich sage mal – eine Restreichweite von zehn Kilometern hast und weißt: okay, in fünf Kilometern kommt die Ladestation oder in sechs.
Das ist so das, was du immer wieder erfährst, auch von Leuten, die jetzt das erste Mal Elektrotruck fahren: dass die irgendwann mal selber sich die Grenzen ausloten – wie weit geht es, wie weit geht es nicht? Gibt es so Flotten, die dir einfallen, die das besonders gut machen, die man so als Lighthouse-Projekte sehen kann? In Europa ist definitiv Amazon relativ weit vorne, die auch einen eigenen CPO betreiben. IKEA macht das auch in einem ähnlichen Modell. Die haben auch einen eigenen CPO.
gebaut. Ansonsten merkst du halt, dass die großen Logistiker DHL, Schenker und Co. auch auf den Zug aufspringen. Aber auch die klassischen Lebensmitteleinzelhändler, also Lidl und Co. Die Schwarz-Gruppe hat auch, glaube ich, vor kurzem irgendwie mal 50 E-Trucks neu gekauft. Das sind schon große Summen, die da investiert werden.
gehen. Wir haben zwar Bidirektionalität schon ein bisschen
schon gehabt als Thema angesprochen. Das heißt, wir können mal vielleicht die anderen Themen ansprechen, was es noch deines Erachtens an Potenzialen jetzt schon gibt, auch für Flottenbetreibende, beim Thema Smart Charging, wo man vielleicht nicht die Batterie entladen muss, aber direkt beim Laden. Ich würde mal sagen, es gibt ja auch noch Protokolle wie ISO 15118. Das ist Plug and Charge. Es gibt dann auch Autocharge, was auch im Markt in Europa von zwei größeren Anbietern präferiert wurde in der Vergangenheit. Das ist Fastned und IONITY.
Die haben Autocharge eingesetzt. Es war umstritten, weil sicherheitsrelevante Themen nicht so ganz sauber abgebildet sind. Also du kannst MAC-Adressen von Fahrzeugen quasi auslesen und solche Geschichten. Daher ist Autocharge momentan eher auf dem absteigenden Ast. Dieses ISO 15118 Plug and Charge ist smartes Laden. Das heißt, du fährst an eine Ladestation, das Fahrzeug tauscht sich aus, du brauchst keine Karte mehr, mit der du dich authentifizieren musst mit dem Backend. Und das Backend weiß genau: ah, das ist – ich sage mal – Wulf mit seinem BMW. Und der
hat in der neuesten Variante dann auch Plug and Charge freigeschaltet. Also solche Geschichten. Du redest über PKI Public Keys, die ausgetauscht werden, die das Ganze erleichtern, und du nicht mehr diverse Authentifizierungsmethodiken nutzen musst – Kreditkarte oder was auch immer, RFID, QR-Code, Payment-Prozesse. Diese Komplexität gerade im Bereich Bezahlmodelle und Systeme wird auch in den nächsten Jahren deutlich reduziert. Und beim Thema Energie siehst du halt auch, dass du bei größeren Flotten oder größeren Aktivitäten einfach nicht mehr
ohne Energiemanagement- und Lastmanagementsysteme auskommst. Egal, ob du jetzt ein Depot betreibst mit zwei großen LKWs oder – ich sag mal – 50 Fahrzeuge, 30 Fahrzeuge, 20 Fahrzeuge vom medizinischen Dienst, der Altenpflege oder Sonstigem. Das sind Sachen, wo du um das Thema Energiemanagement-Systemlandschaften nicht mehr herumkommst, um da eine Optimierung zu fahren. Und was sind da die Herausforderungen? Die Herausforderungen sind – ich sage jetzt mal – vor allem die Planung im Bereich Flotte. Also welche Fahrzeuge dürfen wann laden? Wie sieht die Priorisierung
aus? Und wann muss ich den Energiefluss starten und wann nicht? Wann muss ich stoppen? Dieses ganze System in Verbindung mit Routenplänen abzubilden ist, glaube ich, das Komplexe an dem ganzen Thema. Ja, und jetzt vielleicht noch mal einen Ausblick wagend – wir kommen dann dem Ende hin. Es gibt ja verschiedene Prognosen von verschiedensten Institutionen. Es gab einmal dieses Ziel 15 Millionen Elektrofahrzeuge, dann das Verbrennerverbot 2035. Neulich habe ich von DNV auch eine Prognose gehabt: nur noch 3 % Verbrenner in 2050.
Wie schaust du auf das Thema? Dann gibt's Trump an der Macht in den USA. Es gibt Länder wie Norwegen, die das Verbrennerverbot schon haben. Wie schaust du jetzt in den kommenden Jahren: Wie wird sich die E-Mobilität in der Welt entwickeln? Wie hat der CEO von Atlante, Stefano Terranova, vor ein paar Wochen mal auf einer Veranstaltung gesagt: "E-mobility is unstoppable." Und ich glaube auch, das gilt vor allem für die deutsche Automobilindustrie. Wenn sie es
nicht schaffen, sich auf dem Markt im Bereich E-Mobilität zu behaupten, dann gibt es auch kein Leben danach in Deutschland. Also sprich, dann gibt es keinen Wasserstoff oder was auch immer – dann ist das Thema durch. Dann werden wir halt keine europäischen Fahrzeuge mehr in Europa sehen. Das gilt vielleicht auch für Italien, das gleiche Thema wie in Deutschland. Aber wenn wir jetzt scheitern, dann sieht es zappenduster aus, sage ich jetzt mal, in Sachen Autoland Deutschland. Das ist das eine. Auf der anderen Seite siehst
du aktuell die Entwicklung in den USA – weiß auch nicht wirklich, was morgen passiert. Das ist nicht kalkulierbar. Auf der anderen Seite siehst du auch eine gewisse Unsicherheit auf der Kundenbasis, also auf der Käuferseite der Fahrzeuge. Soll ich jetzt kaufen oder soll ich nicht kaufen? Warte ich noch, warte ich nicht? Kommt irgendwann mit einer neuen Bundesregierung eine neue Förderung für E-Fahrzeuge oder für Wallboxen und sonstige Sachen – das kann ja auch noch mal kommen, wer weiß, um das Ganze noch mal voranzutreiben. Das sind zu viele Unsicherheitsfaktoren und die Industrie redet
immer noch von Technologieoffenheit. Und das ist das Thema, was eigentlich vor fünf, sechs, sieben Jahren mal andiskutiert wurde und bis heute noch nicht abschließend geklärt wurde. Es gibt immer wieder Ausreißer. Hast du gesehen: BMW hat vor einer Woche auch wieder angekündigt, sie wollen Wasserstoff in die Fläche bringen. Ich sehe es nicht, weil die Technologie leider – und wenn man sich da auch mit namhaften Professoren austauscht – sich nicht so entwickelt hat, dass man sagen könnte: okay, von dieser Effizienz von 30 % oder 36 %, da sind
Wir sind jetzt schon auf 50 % gekommen oder über 50 %. Dann könnte man ja sagen: Okay, die Hälfte der Energie, die ich verbrauche, die geht dann da rein, um den Wasserstoff zu erzeugen. Das sehe ich momentan nicht. Da ist halt die E-Mobilität und das Thema elektrische Energie noch unschlagbar mit einer Effizienz von 97,5, 99 %, wie viel auch immer. Am Ende des Tages ist dementsprechend die Energie, die wir nicht haben, etwas, das wir nicht mit solchen Sachen unnötig verplempern können. Also, vom
Inhalt her: Wir brauchen die Energie bzw. Wasserstoff für andere Themen, zum Beispiel für Industrieanlagen und Co., aber nicht für Pkw – vielleicht noch für Lkws. Bei ein paar Geschäftsmodellen kann ich es mir vorstellen. Aber man sieht es auch gerade im Bereich Bus und öffentlicher Nahverkehr: Viele Unternehmen sind auf Wasserstoffbusse umgestiegen, die dann kurz drei Monate wegen fehlendem Wasserstoff nicht fahren konnten. Es kam heute auch wieder irgendwo in Posen, in Polen, ein solches Thema. In Deutschland hatten wir es auch auf der Schiene – gleiches
Thema. Wasserstoffzüge konnten auch nicht fahren, weil in Amsterdam irgendwie eine Anlage ausgefallen ist und somit das ganze Ökosystem stand. Auf der anderen Seite sieht man auch im Wasserstoffumfeld viele Tankstellen, die geschlossen wurden – auch in Hamburg sehr prominent: In der HafenCity, einer der ersten größeren Wasserstoffstationen, ist nichts mehr da, nur noch Parkplatz. Dementsprechend läuft es auf die E-Mobilität raus. Und dementsprechend glaube ich auch nicht, dass es in den nächsten Jahren irgendwelche anderen Alternativen gibt, die uns noch mehr Effizienz
bringen als das, was wir momentan haben. Ich bin total bei dir, dass Wasserstoff für mich größtenteils keine Zukunft hat, zumindest für die Mobilität. Allerdings: Wie schnell denkst du, kommt die E-Mobilität? Ist das schneller als gedacht? Wir haben ja gesehen, wie schnell man ein Ökosystem aufbauen kann – nehmen wir mal China. In China haben sie 2007/2008 angefangen, den Masterplan zu schmieden, und 2010 die ersten Ladeinfrastrukturprojekte realisiert – also drei Jahre Vorlauf und dann zehn Jahre durchgepowert. Bist du
dann in 2020, würde ich mal sagen, schon einer der Marktführer, was sie technologisch gesehen von den Fahrzeugen auf den Markt gebracht haben und von der Menge der Fahrzeuge – hat sich innerhalb weniger Jahre zur E-Mobilitätsnation entwickelt. Wenn du es anderweitig siehst: Es wird ja immer mit Norwegen kolportiert oder mit Holland – kleine Märkte. Auch die Schweiz ist ein kleiner Markt: 150 Kilometer in die eine Richtung, 150 in die andere, 300 Kilometer in die eine, 300 in die andere. Das mag ja für
kleine Länder relativ einfach umsetzbar sein. Aber wenn du Flächennationen wie Frankreich, Deutschland, Spanien oder Italien hast, dann ist es schwieriger, solche Modelle 1:1 umzusetzen. Und man sieht es auch gerade: Nach Covid und durch die Nichtverfügbarkeit von seltenen Erden waren Lieferketten unterbrochen, die Supply Chain hat nicht funktioniert. Da hat die Industrie im Automobilumfeld gelitten, und man sieht auch, dass die Chinesen da einfach einen besseren Job gemacht haben. Ich habe immer gesagt: Wenn du der Herr
über die Batterie bist, dann ist es egal, wie das Auto am Ende des Tages aussieht – technologisch kriegst du es irgendwie zusammengebastelt. Aber das Thema Batterie ist mit ca. 30 % der Gesamtkosten des Autos immer noch eines der kriegsentscheidenden Themen. Und wenn du dann die Batterie teuer einkaufst – sagen wir mal eine Preissteigerung von 10 % – dann ist das gleich mal für dein Geschäftsmodell schwierig. Du kannst nicht sagen, ich mache das Auto dann entsprechend um 10 % oder 30 %, was
wir auch schon mal bei Batterien hatten, teurer, um irgendwie noch die Marge zu erhalten. Also, ich höre raus: China kommt extrem schnell, und manche Länder, die kleiner sind, tun sich viel einfacher als die anderen. Aber die größeren wie Deutschland und Frankreich haben halt einen relativ hohen Altbestand an Fahrzeugen. Und man sieht auch nach Covid: Es wurden zwar E-Fahrzeuge massiv gekauft, aber eine Größenordnung von ca. 15 % haben wir jetzt mal erreicht. Das reicht halt noch nicht, um die
restlichen 85 % auch noch umzusetzen. Und das ist relativ zeitnah. Die Leute halten ihre Fahrzeuge länger, sie fahren sie länger – das sind halt auch Themen, die, wenn sie nicht gefördert werden, schwierig sind, anderweitig zu beschleunigen. Also, ohne Fördermittel eine gewisse Zeit, so wie es in Norwegen lief oder in den Ländern, die jetzt erfolgreich sind, geht es halt nur etwas langsamer. Ja, danke. Damit weiß ich jetzt, dass ich kein Befürworter von Fördermitteln bin – ich bin eigentlich gerade
in Richtung China und mit Zöllen und so weiter, was da gerade abgeht, jemand, der den Wettbewerb sucht. Ich bin also auch so ein Befürworter: Lass uns doch mit China kompetitiv sein. Ich glaube, da kannst du mehr Freude haben am Ende, als wenn du jetzt irgendwie den Kopf in den Sand steckst. Total bei dir. Ja, in dem Sinne: Hast du noch eine letzte Nachricht an die Zuhörer? Und vielleicht auch, wie man dich noch mal, wenn man mit dir
Nochmal in Kontakt bleiben möchte oder sein möchte, was du empfehlen würdest. Ich habe in den nächsten Wochen diverse Aktivitäten, unter anderem bei Electrif am 19.03. um 10:00 Uhr spreche ich über Schnellladen, High-power Charging. Was kommt da als nächstes? Wie sieht das Ökosystem aus? Und ich habe diverse – einfach bei mir auf LinkedIn vorbeischauen. Und ich habe diverse Veranstaltungen, auch jetzt die nächsten Tage. Ein paar Podcasts wie mit dir, Claudio – hat Spaß gemacht. Und ich hoffe, wir sehen uns dann bald mal wieder, bei einem Update. Danke, dass
du dabei warst. Und lass uns gerne im Austausch bleiben. Dann frohes elektrisches Fahren. Danke dir auch. Mach es gut. Das war spannend, mit Wulff von seiner Beratung diexbe und seiner langjährigen Erfahrung im E-Mobilitätsbereich wie auch Telekommunikation, Innovation und IT zu erfahren, wie er auf den Markt schaut, was er so für Erfahrungen gesammelt hat. Und insbesondere fand ich spannend, seine Erfahrungen mit Elon Musk und anderen Größen im Sportbereich zu erfahren. Lustige Anekdoten, die er da erzählt hat, wie er auch auf den Markt in China
blickt und was er da sieht – weltweit an Trends in der E-Mobilität, insbesondere auch, was er an Bedarfen sieht, was Fördermittel angeht, und Tipps für Flottenbetreibende, was die Netzanschlusskapazitäten angeht und die Prozesse, die man dann umstellen muss. Und insbesondere auch seinen Blickwinkel auf Innovationen, Start-ups und was die verschiedenen Größen in der Branche so beschäftigt und wie er sie unterstützt. Ich glaube, das war eine gelungene Folge mit jemandem, der sich absolut super auskennt in der Branche. Und das weiß ich auch, da ich mitten drin
bin. Dementsprechend hoffe ich, dass es euch Spaß gemacht hat. Lasst gerne eine Fünf-Sterne-Bewertung da und sagt gerne Bescheid, wie ihr diese Folge fandet, und meldet euch gerne, falls ihr noch Feedback habt. Und wie gesagt, meldet euch gerne bei ihm auf LinkedIn. Ich glaube, er ist spannend, was er immer so postet. Und die Themen sind echt weitreichend – zum Beispiel, wie Secondhand-E-Fahrzeuge sich so am Markt schlagen, und viele andere
Insights. Also, wir bleiben auf dem Laufenden, was Smart Charging angeht, bis zur nächsten Folge.
Notas do episódio
In dieser Episode spreche ich mit Wulf, Berater bei DXBE und langjähriger Experte in E-Mobilität, Telekommunikation, Innovation und IT. Er teilt seine beeindruckenden Erfahrungen aus Projekten mit Branchengrößen wie Elon Musk und spannenden Persönlichkeiten aus dem Sportbereich. Mit unterhaltsamen Anekdoten und tiefen Einblicken beleuchtet Wulff aktuelle Marktchancen weltweit – von China bis Europa. Freut euch auf Praxistipps zu Fördermitteln und Flottenbetrieb, insbesondere zur Netzanschlusskapazität und Prozessoptimierung. Darüber hinaus erörtern wir Trends in Sachen Start-ups und Innovation, und wie man angesichts neuer Technologien vorne mitspielt. Eine kurzweilige Folge, die fundiertes Know-how mit spannenden Geschichten verbindet und allen, die in der E-Mobilität am Ball bleiben wollen, echten Mehrwert bietet. Lasst gern eine Fünf-Sterne-Bewertung da, gebt Feedback und meldet euch jederzeit, wenn ihr Fragen habt oder weitere Impulse sucht!