Ep. 25: Johannes Pallasch von der NOW über Ladeinfrastruktur, Flotten und die Zukunft der Elektromobilität
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Bem-vindo ao Podcast Smart Charge by RiDERgy. Sou Claudio Geyken, fundador e CEO da RiDERgy. Este é o vosso programa para aprender tudo sobre gestão de energia e inovação em smart charging para veículos elétricos e frotas.
Bem-vindo ao Smart Charge. Hoje connosco: Johannes Pallasch, porta-voz e diretor da Leitstelle Nacional de Infraestrutura de Carregamento sob o teto da NOW GmbH – uma das vozes centrais para uma infraestrutura de carregamento fiável e amiga do utilizador na Alemanha. Com Johannes, analisamos o seu caminho desde a entrada no mundo da mobilidade até à Leitstelle, incluindo estações e enquadramentos, nomeadamente Stuttgart, e o papel da NOW e da Leitstelle Nacional no contexto europeu. Que equivalentes internacionais existem e o que podemos aprender uns dos outros? No conteúdo, estendemos o arco desde marcos históricos da mobilidade elétrica e da sua
visão de um sistema de mobilidade sustentável, passando por perspetivas de frotas, logística, técnicos, etc., até alcances, carregamento, ligação à rede, regulamentação e transparência de preços. Falamos sobre espaços de teste reais como motor de inovação, o debate sobre a proibição de motores de combustão e o futuro da condução autónoma. Além disso, ferramentas da Leitstelle Nacional, oportunidades e pontos críticos na rede alemã, o papel do financiamento, bem como Smart Grids, tarifas dinâmicas, carregamento inteligente e soluções bidirecionais – com uma perspetiva alargada: Alemanha versus outros países e comparação de cidades. Coloquem os auscultadores, verifiquem o estado de carga e vamos lá começar com Johannes Pallasch no Smart Charge. Olá, Johannes, que bom que
estás aqui. Como estás? Maravilhoso, muito obrigado. Como foi a viagem? Acabaste de dizer que estiveste aqui pela primeira vez na Manufatura Real de Porcelana. Qual é a tua impressão? Fiquei realmente impressionado. Ainda não conhecia este canto. Mas em Berlim acontece frequentemente estarmos algures e pensarmos: Uau, isto também existe ainda na cidade. Que local fixe. Sim. Antes de entrarmos no tema da mobilidade elétrica – consegues chamar a atenção dos ouvintes? Como é que chegaste a este tema, NOW, Leitstelle Nacional, mobilidade elétrica? O que fizeste até agora e qual foi a tua história?
Bem, quase se poderia dizer que foi-me transmitido desde o berço. Os autocarros eram sempre elétricos, ou seja, com catenária. Isto significa que estive sempre num autocarro escolar elétrico – e isto há já 30 anos. Mas depois, quando terminei os meus estudos, o caminho para a eletromobilidade foi através de Stuttgart 21.
Trabalhei na promoção económica em Stuttgart e tive a ideia na altura: porque não transformamos Stuttgart 21 num estaleiro de demonstração para aplicações elétricas – escavadoras elétricas, camiões basculantes elétricos, etc., especialmente na altura ainda com pilha de combustível. A ideia foi muito bem recebida, mas falhou porque Stuttgart 21 não podia ficar mais caro nem um euro. Mas estava envolvido no tema e através disso também tinha contacto com a NOW. A NOW assumiu depois pouco tempo depois o programa de Regiões Modelo para o Ministério de Transportes, e nas
Regiões Modelo foi a primeira vez que se conceberam automóveis elétricos, postos de carregamento foram colocados em algum canto e começou-se a pensar o tema. Eu estava então associado à liderança do projeto e também fiz a candidatura para a mostra na altura. Esse foi o segundo grande programa do governo federal. E depois em 2012 mudei de lado, saí da região para o governo federal, e comecei na NOW – na altura ainda numa posição muito interessante que fazia 50% infraestrutura de carregamento e
50% postos de abastecimento de hidrogénio. E desde então estou aqui em Berlim e promovo o tema da infraestrutura de carregamento. E aprofundando mais esta história de autocarros – posso dizer que tiveste contacto com a mobilidade elétrica relativamente cedo. Quando foi a tua primeira experiência de autocarro elétrico? A minha primeira experiência de autocarro elétrico, diria eu, foi em 1984. Uau. Desde 1984 ando de autocarro elétrico. E os de Solingen sempre nos viam de forma um pouco estranha, com o tipo de comentário: Aqueles com o seu autocarro de catenária
– mas tinha sempre a vantagem de ser uma emissão zero. Isto significa que o ar era melhor. E o tema foi até expandido na altura. Portanto, havia uma linha nova na minha juventude. E curiosamente, o tema depois chegou até nós aqui na NOW e ao Ministério de Transportes, porque tínhamos um projeto com o nome interessante BOB, há cinco anos, em que então electrificámos os troços restantes com base em autocarros a bateria. Isto
significa que carregávamos onde havia catenária e depois mudámos para bateria para as linhas secundárias. E acho isto bastante legal: quando estou em casa e frequentemente apanho o autocarro da estação para meus pais, sento-me num destes autocarros e penso: Isto foi uma vez um projeto de financiamento – e agora funciona na realidade, todos os dias. E 1984 – foi um projeto de financiamento? Não, em 1984 não havia financiamento. O projeto BOB, esse foi um projeto de financiamento. Isto
foi há aproximadamente cinco anos. 1984 – como é que surgiu? Não foi um projeto. Portanto, os de Solingen tinham na altura um eléctrico que era elétrico, e depois mudaram. E não sei porquê – se foram razões de custo. Não poderia ter sido por ecologia. Creio que simplesmente com base na infraestrutura que havia para o eléctrico, então montaram estas linhas. E os custos operacionais, creio eu, foram sempre mais baratos. Interessante. E depois? Como é que
Chegaste então a essa experiência em Estugarda? Como – antes de tudo – isso foi o primeiro ponto de contacto, depois também profissionalmente com mobilidade elétrica. Qual foi a motivação para o projeto? Sim, na verdade nunca tive nada a ver com automóveis, exceto na minha dissertação durante os estudos. Escrevi sobre o cluster automóvel na região norte de Leipzig, onde ficam a BMW e a Porsche, estudei isso e analisei os efeitos de cluster. E através disso tive a entrada no tema dos automóveis e naturalmente mudei-me para Estugarda
onde o tema dos automóveis é muito grande. E depois cinco anos em Estugarda, mas depois o caminho para o governo federal. E esse era sempre meu sonho. Fiz um estágio no Bundestag e disse: Aqui é onde quero estar de novo, aqui é para onde quero voltar. E consegui. Ah sim. E Estugarda 21, para aprofundar brevemente: Qual é a tua perspetiva sobre o tema? Há muita emotividade. Sim. Na altura também estive lá pessoalmente, também naquele parque, quando
houve o confronto. Nessa altura percebemos bem como o tema é emotivo, mas também como é difícil na Alemanha implementar infraestruturas que realmente podem ter uma justificação. Portanto digo assim: Estes são projetos que têm um impacto para os próximos 100 anos, porque realmente se criam estruturas. Mas quão forte é essa resistência em à mudança na Alemanha, deixar as coisas como estão, não mudar mais nada – isso achei realmente intenso. Sim, isso é definitivamente
um tema. Talvez entremos nisso com mais profundidade depois. Antes de chegarmos à NOW: Também mencionaste brevemente na conversa prévia que conduzes eletricamente e também operates infraestrutura de carregamento. Talvez possas complementar isso para os ouvintes. É realmente uma situação interessante. Sempre disse: Quem trabalha em mobilidade elétrica tem de conduzir eletricamente. E em conformidade, tenho um carro elétrico de um grande fabricante alemão, mas com bateria pequena. Isso faz com que tenha de carregar muito. Mas assim
conduz-se bem também pela Europa. Portanto este ano vou outra vez de férias para além dos Alpes, para Itália, mas também já estive com ele na Croácia, Inglaterra e Dinamarca. Funciona maravilhosamente bem. E moro numa quinta grande com muitas outras famílias e vizinhos. E tenho um parque de carregamento com um total de 17 pontos de carregamento. Esse é o meu trabalho lá. Portanto cada um tem o seu trabalho, e o meu trabalho é carregamento e estacionamento – mas também com o objectivo de levar o máximo de pessoas para o carro elétrico
E eu diria que tenho uma boa taxa. Acho que já temos 6, 7 carros elétricos e um buggy elétrico. Se isto continuar assim, eu diria que convertemos a frota em 5 anos. E tu operates tudo sozinho? Sim. É praticamente quase um trabalho a tempo inteiro ou um trabalho secundário? Não, estou a atingir os meus limites quando há cada vez mais veículos e não se tem um bom backend. Portanto tenho realmente de pensar em breve
como lido realmente com isto em larga escala. E o maior desafio é basicamente este treino de chips. Tenho um sistema onde preciso de treinar cada chip em cada wallbox. Isso é um bocado complicado. Bem, bem. E depois para a NOW – para aqueles que talvez não estejam tão na indústria: Como é que a NOW nasceu, para que serve a NOW, e depois também em relação à Liderança Nacional? A NOW foi criada na altura para promover o tema da célula de combustível na Alemanha, tinha como base também um programa de financiamento que acompanhava e coordenava para o ministério. E depois em algum momento o tema da mobilidade elétrica foi também adicionado, ou seja, a coordenação das regiões modelo. Na NOW ambos os temas sempre estiveram em casa – só que lá fora as pessoas não o perceberam bem. E entretanto é realmente assim que o tema da bateria elétrica é também o maior. Percebi então em algum momento que no tema da infraestrutura de carregamento há enormemente muito trabalho e que precisamos também de uma instituição
dentro do governo federal onde muita competência está localizada – praticamente onde o know-how fica então disponível para todos os departamentos, mas sobretudo também para o Ministério Federal dos Transportes, nosso cliente – e que há uma certa necessidade. E depois nessa altura – havia um apoiante do ministro Scheuer – contactámos esse, apresentámos a ideia com ele, caiu como uma bomba. Disseram: Zás, queremos isto. E assim nasceu a ideia de uma Liderança Nacional de Infraestrutura de Carregamento. Fica localizada sob
o teto da NOW. E sim, desde então andamos há cinco anos e meio. Eu diria que fazemos um trabalho bastante decente. Sempre tivemos a abordagem de querer absolutamente alcançar eficácia com o que fazemos. Portanto ou fazemos ferramentas que ajudam as pessoas lá fora – ou seja, os municípios – ou apoiamos o governo federal em concursos públicos. Mas também apoiamos em outras questões regulatórias. Mas também ajudamos sobretudo o governo federal a sempre compreender: Qual é realmente uma fase, como o
eletricista diria. Onde estamos agora? Onde temos problemas? Onde estamos bem no caminho? E para essa classificação faz sentido ter também expertise própria, porque senão estamos sempre apenas dependentes de outros, ou seja, também de grupos de pressão. E então decisões podem possivelmente sair de forma diferente. Isso faz sentido. E mencionaste agora também que a NOW está cada vez mais a mover-se na direção do setor elétrico. Podes também contextualizar isso, como é exatamente, quanto hidrogénio, quanto mobilidade elétrica então
fazemos? Quais são as prioridades neste momento?
nos constructos? Na verdade, desde o início era sempre meio a meio – metade das pessoas trabalhava no tema da bateria elétrica. Mas naturalmente havia sempre uma atitude interna: bateria é um nicho. Isso tinha a sua justificação naquela altura, porque as baterias ainda não estavam tão avançadas e o hidrogénio podia realmente demonstrar uma autonomia superior. Mas isso mudou dramaticamente agora, e estamos a assistir a que justamente o tema da bateria fez enormes avanços. Portanto, a tecnologia de bateria, a potência de carregamento – estamos em áreas que
provavelmente não conseguíamos imaginar há dez anos. E por isso também estou bastante otimista de que, se olharmos mais dez anos para a frente, podemos ainda conseguir muito mais. Sim, e existem organizações comparáveis como a NOW ou a Estação Nacional de Coordenação internacionalmente? Sim, temos uma irmã, nomeadamente na Áustria. Aí também existe uma estação de coordenação, com a qual nos trocamos regularmente. Caso contrário, existem organizações comparáveis na China e no Japão. Mas – e isso alegra-nos sempre muito – vemos isso
como um reconhecimento do nosso trabalho. O princípio da estação de coordenação é também solicitado a nível europeu. Existem realmente pedidos que dizem que propriamente cada país-membro deveria ter este tipo de estação de coordenação para coordenar o tema da infraestrutura de carregamento. Porque é que isso faria sentido? Vivemos numa transformação colossal, que é caracterizada substancialmente pelo facto de estarmos a passar do motor de combustão para o motor elétrico. E a infraestrutura necessária para isso tem de ser construída adequadamente em todos os locais. E isso não acontece por si só. Falamos de um ecossistema
neste contexto, e ter um parceiro forte que se entenda, do lado do Estado, tem sempre sentido. E antes de agora olharmos para o futuro, mais um passo para o passado. Tens um olhar neutro também sobre as realidades e desenvolvimentos do mercado. Quais foram para ti os marcos na história da mobilidade elétrica, que é ainda muito jovem – ou também se pode recuar até ao século XIX. Por onde queres começar? A pergunta interessante é,
como é que realmente tudo começou com a mobilidade elétrica? Havia na altura o programa de estímulo 2. E se entendi bem, naquela altura colocou-se uma quantidade incrível de dinheiro na destruição de veículos. Havia o incentivo de abate. E de alguma forma acho que havia, posso quase dizer, uma má consciência. E a ideia de que aí se tinha de colocar algo inovador em contrapartida – isto é, que agora se tinha de abrir um caminho para propulsões alternativas que fossem livres de emissões ou com baixas emissões. E para a tecnologia de células de combustível havia
já um programa, o chamado NIP, e o NOW. E para o tema dos automóveis com bateria não havia nada. E foi então que inventaram as regiões-modelo. E foi um bom programa de fomento, porque então realmente se testou a demonstração primeiro e se verificou: será que isto pode funcionar? Um laboratório real, uma espécie de laboratório real. Exatamente. E depois ainda houve um programa sobre isto. Eram as vitrines. E foi através delas que se compreendeu, em primeiro lugar, onde estão os desafios e que isto funciona. Mas tornou-se o tema
muito cedo, na verdade, consciente para todos. Por isso me coço um pouco os olhos quando há pessoas que agora dizem que ouvem falar pela primeira vez na indústria de mobilidade elétrica, e que seja uma transformação desagradável que as aguarda. Eu digo: pessoal, isto qualquer um que tenha caminhado com os olhos abertos pelo país sabe – há dez anos. A questão é: será que se quis acreditar ou não? E foram os grandes passos. E acredito que para nós então novamente o muito grande
passo foi que houve um plano-mestre do governo federal, onde realmente se sentou com muita concentração e se provou o que realmente precisa ser executado, e onde também a cooperação entre os ministérios melhorou. E naturalmente, claro – a criação da central de coordenação foi naturalmente também um impulsionador, para possibilitar atividades completamente diferentes. A nível federal e para nós naturalmente os destaques, quando podemos apoiar programas de fomento para o Estado, mas também estes grandes processos de concorrência, como por exemplo agora a Rede Alemanha, automóveis na região e
na autoestrada, mas agora também o processo de concorrência em torno do tema camião, porque ali se marca definitivamente como é que um sistema destes acaba por parecer. Naturalmente que se cumpre tudo o que também foi testado no mercado, mas nesta situação também se podem impulsionar coisas. Exemplo simples: quando tínhamos o fomento para infraestrutura de carregamento público, exigimos que também houvesse capacidade de roaming. Nem toda a gente achou super – é hoje padrão.
E assim já é o caso de o governo federal conseguir, através de medidas direcionadas, abrir campos de inovação. E até que ponto se veem a si mesmos como campo de tarefas? É também na direção de mobilidade, na direção de navios, na direção de aviões? E qual é a tua visão? Conseguimos? Bem, camiões elétricos já abordámos, que foi uma surpresa que agora também seja assim com bateria elétrica – muito provavelmente. Como é que está com os outros? Há casos de uso onde
vês: oh, isto vai ficar complicado? Ou vai ficar. Sim. Qual é a tua solução para isto? O centro de controlo cobre basicamente tudo o que circula em quatro, três ou duas rodas e de alguma forma está em circulação no espaço público ou precisa de ser carregado em algum lugar privado. Mas claro, há aplicações – comboios, navios, aviação – que não estão incluídas por enquanto. Mas há colegas que tratam disso na NOW. E eles também têm empregos interessantes. Tenho um colega fantástico que trata de todo o tema da navegação marítima e que faz realmente
coisas muito interessantes. Por isso, basicamente, oferecemos toda a gama para apoiar isto. E de facto, há também grandes alavancas para poupar emissões, quando penso em navegação marítima e tráfego aéreo. E esses temas existem. Sim, interessante. E os camiões elétricos – isto é provavelmente um dos temas que está a receber mais tempo ou atenção. O que há mais? Já mencionaste alguns. Se alguém quer ter a visão completa: o que é que te preocupa mais neste momento,
ou a vós? Bem, há temas em relação aos quais eu diria: isto está a funcionar. O mercado está a funcionar. Está a ser entregue. Está a ser construído. Basicamente, não temos que nos preocupar muito com isso. É especialmente o tema de carregamento ao longo dos eixos. Ali vejo uma oferta excelente. Por isso fico completamente tranquilo quando parto de férias na semana que vem. Nem sequer pensei onde vou carregar, porque sei: está bem, posso ver isso meia hora antes. Funciona.
Há cinco anos teria feito diferente. Onde ainda temos um desafio é quando moro num prédio de habitação coletiva e preciso de infraestrutura de carregamento. Neste momento ainda é muito difícil conseguir chegar a uma solução se coordenar, inclusive com os meus vizinhos. Precisamos de infraestrutura de carregamento agora – às vezes isto é também um problema em termos de custos. E o grande desafio é que para as pessoas que estão na rua e precisam carregar lá, não temos realmente uma boa oferta. Isto significa que na verdade ainda não
conseguimos ativar todos os grupos de compradores. Quando falamos de números de vendas da mobilidade elétrica, que pessoalmente não acho maus – mas digo também: podem ser ainda melhores. E a razão é que não temos atacado com consequência este caso de uso de carregadores de rua, porque aí estamos deixar, digamos, um terço a um quarto dos potenciais compradores simplesmente por ativar. E temos que os colocar em foco agora no próximo passo. Sim. Então vamos aprofundar este tema. Também tenho muita curiosidade e penso muito,
como resolvemos o problema com a população que não tem casa própria ou também não consegue carregar no empregador – o que é o caso de muitos. Não sei se tens números em mente, de quantos estamos a falar que basicamente não conseguem carregar nem no empregador nem em casa. Quantos pontos de carregamento é que precisamos? Porque há sempre este tema de utilização. Já há, acho que 15 % – dizem que os pontos de carregamento em média – apresentaste bem, acho que até
apresentaste bem – uma utilização de 15 %, na verdade não muito por ponto de carregamento. Isto significa que se diria que há pontos de carregamento suficientes. Mas ao mesmo tempo há algo de verdade nisso: se o ponto de carregamento fica muito longe, também não é realista que um cidadão o use no dia a dia. Como vês isto? Esta é uma pergunta muito interessante. Como é possível que haja duas perceções diferentes sobre infraestrutura de carregamento? Uma que diz: na verdade temos infraestrutura de carregamento completamente subutilizada,
e na verdade há o suficiente, ou na verdade deveria ficar toda a gente contente. E depois temos cidadãos lá fora que andam de carro e se queixam de que não há o suficiente. E por isso temos que investigar mais a fundo. Por um lado, claro que depende da localização. Temos infraestrutura de carregamento que tem muito procura. E temos também infraestrutura de carregamento que às vezes não tem procura nenhuma, que está simplesmente construída no sítio errado ou que não funciona. Por isso temos que ter cuidado com os valores médios. A utilização é
da minha perspectiva um número tóxico, porque sugere que é possível mais sem dizer aonde é que está a limite. Se eu digo que tenho 15 ou 20 % de utilização, toda a gente pensaria: ótimo, ainda há 80 % livres. Mas agora pensem: como é que uma pessoa se move pela vida? As pessoas não chegam uniformemente durante 24 horas a um ponto de carregamento, na verdade temos todos um perfil muito semelhante. À noite dormimos,
Depois acordamos. Depois vamos para algum sítio. Depois trabalhamos e depois voltamos. E depois há jantar, uma história de bom repouso e dormimos. Isto significa que há uma espécie de perfil de carga padrão também para o utilizador. Claro que há. Agora toda a gente terá um exemplo onde isto é diferente. Mas digamos assim: a grande maioria de cidadãos comporta-se de forma muito semelhante. Isto significa que todos querem carregar numa janela de tempo semelhante. Isto significa que esta ideia de que poderia colocá-los em horas completamente diferentes,
na verdade não funciona. E por isso estes 15 % é – precisam desesperadamente ser colocados em contexto. Sabemos que há um teto de vidro em aproximadamente 25 %, por cálculo aproximado. Ou seja, os pontos de carregamento melhor utilizados situam-se entre 20 e 30 %. Se se pegar nos melhores 5 %, sabemos: na verdade aí já não é possível mais nada. E depois temos que honestamente dizer, temos que colocar 50 % contra 30 %. E depois temos uma classificação apropriada.
O que estamos agora a tentar fazer no próximo passo, juntamente com a indústria, é dizer: nós também queremos uma melhor utilização. Naturalmente. Quanto melhor for a relação entre infraestrutura de carregamento e veículos, mais rentável será do ponto de vista económico nacional. E claro que queremos ver qual é realmente o efeito de oferecer também preços dinâmicos. Ou seja, quando digo: okay, tento aumentar a minha utilização através de preços mais baixos – quantos pontos percentuais consigo ainda ganhar? E isso é, na minha perspectiva, algo que ainda não está esclarecido. Temos de
começar agora. Mas também aqui quero avisar – falo por mim pessoalmente: eu não me levantaria durante a noite só porque é especialmente barato, mas eu também estou ligado aos meus padrões enquanto ser humano. Sim, houve aqui em Berlim – estamos aqui em Berlim – a anúncio há pouco de que a cidade de Berlim eliminou essa taxa de bloqueio a partir de uma certa hora da noite, o que é totalmente sensato. Sim, é também interessante. E por isso, por exemplo, isso seria algo onde eu
diria agora, se estivesse a aconselhar no ministério: sim, está bem. Mas o problema surge realmente no cliente final, quando ele utiliza o seu produto EMP, ou seja, o seu contrato de carregamento. No contrato de carregamento, as taxas de penalização ficam devidas. Ou seja: por vezes são-me cobradas taxas de penalização, embora o operador da infraestrutura de carregamento não a exija. É um parasitismo que se instaurou – é assim que gosto de o chamar – e é um problema gigantesco. É 100% de margem para o fornecedor de eletricidade de carregamento. E pessoalmente não conheço nenhum caso em que
esse dinheiro seja transferido para o CPO, ou seja, o operador da infraestrutura de carregamento. Mas esse é quem tem realmente o problema quando um carro fica estacionado muito tempo. Por isso, é algo em que é urgente agir. Mas mesmo assim acho que é um bom passo do colega de Berlim esclarecer isto, porque depois também se pode dizer aos fornecedores de eletricidade de carregamento: o que é isto, pessoal? Não pode ser assim. Sim, parece definitivamente enganador. Claro que se pode enquadrar – e acho que é também uma questão absolutamente fascinante – se os preços
são justificados, os preços altos nos pontos de carregamento público, onde muitas pessoas se queixam de que não são tão baixos como em casa. Claro que temos de levar em conta os custos de aquisição da infraestrutura de carregamento e o funcionamento de um operador de ponto de carregamento – depois não se pode partir do pressuposto de que os preços são os mesmos que em casa. Mas então qual é um preço realista? Vocês também modelaram isso, de alguma forma? Claro que pensamos nisto, e temos uma visão muito boa dos custos. E essa é a base. Portanto, no final, se
eu pegar em cada caso operacional, por assim dizer – se pegasse num guardanapo de papel, eu diria: okay, qual é o meu Capex? Qual é o meu Opex? Qual é a margem que preciso de alcançar? E qual é a minha duração de amortização? Se eu pegar nisso e o colocar contra uma utilização, então consigo calcular bastante bem qual é o aumento de preço necessário para que os meus custos – Capex, Opex, margem – se amortizem. É um cálculo que qualquer pessoa pode fazer num guardanapo de papel. É assim que nós também o fazemos. E
através disso claro que se chega muito rapidamente ao ponto em que se compreende: okay, o que seria justificado e o que não seria? O que quer dizer que há definitivamente margem de descida, se quiser dizer assim? Ou a crítica dos cidadãos é justificada, onde muitos dizem que pagamos preços demasiado altos nos pontos de carregamento público? Temos um problema. Subestimámos isto durante muito tempo: que muitas pessoas ainda andam com o carro da empresa e
simplesmente têm um cartão em que pessoalmente não são afetadas se for caro – apenas se paga. Ou seja, também do lado do cliente não havia essa pressão. Claro que há vozes no mercado, mas isso está a mudar agora: estamos a ter cada vez mais pessoas que não vêm do negócio de frotas e têm um cartão de frota, mas que seguram elas mesmas o seu cartão e pagam por isso. E há na tua visão – voltando atrás – para os cidadãos que não têm um ponto de carregamento em casa, será que
então uma visão que eu teria, talvez ainda uma vez, para também te apanhar e aos ouvintes. Falamos muito também sobre carregamento inteligente. Eu sou engenheiro de energia e tento ver o todo de forma sistemática. Uma coisa é: compreendo os operadores de pontos de carregamento que querem maximizar a sua utilização o máximo possível. Mas claro que há então ao nível do sistema energético o incentivo, se se atrasar o processo de carregamento e se houver estes preços dinâmicos de eletricidade e depois carregamento bidirecional, etc. Seria realmente bom para esta perspectiva sistemática
que houvesse o máximo de pontos de carregamento possível e que a utilização não fosse a variável de otimização decisiva, mas que se olhasse para isso ao nível do sistema. Há, como dizes, certas restrições. As pessoas não vão mudar o seu comportamento de vida tão drasticamente. Ou seja, em algum lugar consegues maximizar, mas até 25%, como disseste. E depois trata-se realmente de: como é que podemos atrasar o máximo possível o carregamento ou tornálo bidirecional e ganhar assim dinheiro como operador de ponto de carregamento? Como é que vês
todo o tema? Portanto, isto é algo que discutimos muito raramente como indústria: Qual seria realmente a nossa contribuição no contexto do sistema energético? Quando falamos de preços dinâmicos, trata-se principalmente de uma utilização otimizada. Não se trata de nos otimizarmos contra a geração de energia. Isto funciona noutros sistemas. Portanto, onde tenho carregamento rápido, tento através de preços distribuir as visitas de forma a que as pessoas venham mais cedo ou mais tarde. Mas temos ainda todo o, digamos assim,
carregadores na rua, mas também as pessoas que estão em casa ou no empregador. Ficam lá muito tempo. E podem definitivamente carregar com muita flexibilidade e são capazes de basicamente esperar por sinais de preço que dizem: Ok, agora está muito barato na bolsa, por favor carreguem. Isto também alivia o sistema. E acho que precisamos disto – que transportemos estes sinais de preço do mercado de eletricidade até ao cliente final. E isto é uma discussão que temos agora com o
camião com o modelo de "pass-through", onde dizemos: Queremos neste ponto, porque simplesmente são baterias muito grandes, também pensar de forma sistémica. O que no futuro – se avançarmos simplesmente dez anos – qual seria minha visão, se estou num bairro: Bem, num bairro seria assim, que eu a pé – e a pé significa a uma distância a pé, digamos assim, são cerca de 250 metros da minha casa – também tenho uma possibilidade de carregamento. Posso reservar esta possibilidade de carregamento basicamente, porque não é apenas um
ponto de carregamento, mas é sempre pensado como um conjunto, e tenho uma elevada fiabilidade de que consigo chegar ao ponto de carregamento. E depois a questão principal é: Como conseguimos realmente também organizar o acesso a painéis solares para os cidadãos que não têm os seus próprios painéis solares no telhado? Portanto, eu poderia imaginar também que se diga: Ok, no futuro isto é possível – possuo participações nalguma instalação solar. Mas não está em casa no telhado, está em algum lugar
diferente. Mas posso trazer esta eletricidade para o meu automóvel. Seria uma variante possível. E acho que não precisamos apenas do tema carregamento rápido para as ofertas de bairro, mas principalmente também do tema carregamento normal, porque os automóveis simplesmente ficam estacionados muito tempo. E como já disseste antes, faz sentido ter muitos automóveis na rede. E já mencionaste a palavra-chave modelo de "pass-through". Por que é isto tão importante? É um tema muito atual neste momento, particularmente no contexto de eMobility. Mas acho
que não apenas. Exatamente. Portanto, é sempre muito importante deixar claro: Eu pessoalmente não tenho nenhuma preferência sobre o que é melhor ou de que se é fã. Sou fã de uma coisa – isto é concorrência justa e "level playing field". E o que vivemos no passado é o seguinte: que muitos operadores não queriam que os cidadãos carregassem ad hoc. Portanto, alguém veio a Berlim, explicou-nos: "Ninguém precisa de carregamento ad hoc, ninguém faz isso." A que preço
é que colocaram isto? Disseram-nos um preço, e é o dobro. É claro que ninguém faz isso. E principalmente aí devemos chegar: Queremos dar aos cidadãos liberdade de escolha – quer carreguem ad hoc ou com um contrato de eletricidade para veículos. Esta é a tarefa no caso dos automóveis de passageiros. E isto é muito importante. Não vejo o "pass-through" no tema carregamento rápido de automóveis de passageiros. Devemos ter em conta: Não vou conduzir até à estação de carregamento à noite porque à noite sopra muito vento,
não. O efeito não é significativo aí, creio. É diferente – possivelmente no carregamento de bairro. No caso dos camiões é assim: não apenas construímos pontos de carregamento para carregamento rápido, onde se fica três quartos de hora, mas também para os longos períodos em que um motorista tem de fazer pausa, ou seja, oito a dez horas. E aí faz sentido, se tenho um camião oito a dez horas na rede, verificar quando pode carregar de forma sistémica. E para isso
tenho de passar o sinal de preço da bolsa. E é importante também: Vimos quando os camiões ficam nos locais. E é muito flexível. Isto significa que de manhã já chegam alguns que têm de fazer pausa. E ao meio-dia chegam mais e à noite ainda mais. Isto significa que se distribui bem ao longo de um dia. Portanto, tenho realmente um armazenamento gigantesco em movimento, onde seria mal-feito, seria estúpido não o
utilizar. Isto significa que temos planeado: Dizemos, ok, deve haver uma terceira variante de acesso – este "Bring Your Own Power" ou EMP plus. Mas se isto é utilizado, com que intensidade é utilizado e se isto é realmente a solução no final e é muito mais barato em termos de preço, não sabemos. Mas uma coisa é clara: Temos concorrência justa entre as três variantes de acesso diferentes. E se já é possível hoje – portanto, se agora sou uma transportadora
ou operadora de frota de um camião elétrico, poderia realmente utilizar isto já hoje na Alemanha, ou temos de esperar por algo? Quais são os obstáculos que ainda estão no caminho? Bem, o regulamento de aplicação existe. Basicamente não há nenhum. Não temos de esperar mais pela agência federal de redes ou por leis. Tudo isto já está em vigor. Acho que a aplicação, a implementação aqui neste contexto é nova. Por isso naturalmente temos de verificar com bom senso que é algo que também temos de implementar. Portanto
Não vai estar aqui de uma vez. Mas acredito que será uma competência também no mercado que tem significado para além da rede de camiões. E acho que não é errado lidar com o tema. Mas como disse, também sou ainda um grande fã de – se ficarmos nos carros de passageiros – falar sobre carregamento ad-hoc. Chegaremos ao ponto no próximo ano em que todos os pontos de carregamento públicos devem estar ligados ao chamado ponto de acesso nacional. Ou seja, haverá
uma plataforma onde todos os estados de ocupação estão disponíveis. E portanto consigo ver onde há uma estação de carregamento, se está livre ou não – reservar ou não reservar. Mas consigo consultar o preço para o preço ad-hoc. Porquê é isso tão importante? No passado, obtinha estas informações apenas através da app do meu fornecedor de eletricidade. Não havia outra forma. Ou seja, se quisesse entrar no mundo da mobilidade elétrica, precisava deste cartão. E no futuro, posso obter estes dados no
meu navegador ou também sempre no telemóvel. E sei onde fica uma localização e posso usá-la sem ligação contratual. Posso imaginar que isso reforce significativamente o carregamento ad-hoc. Sabemos de grandes supermercados que a quota de carregamento ad-hoc é bem diferente. Ou seja, o carregamento ad-hoc está tão atrativo em termos de preço que as pessoas fazem-no na sua maioria. E acho que é uma coisa interessante: se o preço for correto, as pessoas vão para o tema do carregamento ad-
hoc. E carregamento ad-hoc também por curiosidade: isto é regulado através da regulação AFIR a nível europeu, portanto deve estar disponível em cada ponto de carregamento – AC e DC, ou seja, carregamento rápido e carregamento lento – em todo o lado. E no AFIR também está previsto que deve haver não-discriminação e justiça entre os preços. Na prática, na minha opinião, isto não é totalmente seguido. Mas o AFIR tem a tendência de garantir que se diga: pessoal, vocês devem realmente mover-se a níveis de preço bastante
semelhantes. E então o carregamento ad-hoc torna-se naturalmente interessante de repente. E como vês o tema das frotas empresariais? Acho que é também uma das maiores alavancas para a e-mobilidade. Dois terços dos novos veículos elétricos vão para frotas empresariais. Estamos no bom caminho? Há ainda barreiras que vês? O que te ocorre ainda no tema das frotas empresariais? Sim, é de facto assim, que há cada vez menos pessoas que realmente compram um primeiro carro por conta própria e põem dinheiro
sobre a mesa. Ou seja, para trazer carros elétricos para o mercado, é certamente um caminho muito importante através das frotas e veículos da empresa. E temos de conseguir isto.
Para além disso: As frotas que me preocupam ainda mais neste momento são as muito grandes, as frotas de camiões – como conseguimos eletrificá-las. Já tinha dito que estamos a trabalhar na rede de carregamento para infraestrutura de carregamento pública. Mas isto é muito importante: devemos também carregar em todo o lado no depósito. E temos enormes tarefas. E isto está pelo menos consciente no planeamento que fizemos na autoestrada. Ou seja, o planeamento de necessidades tem como pressuposto básico que os camiões realmente saem sempre carregados a 100
%. Conseguir este pressuposto – será um trabalho muito difícil. Como é que queres dizer isto – que se consegue levá-los a 100%? A questão é: pensamos segundo uma lógica em cascata. Quanta infraestrutura de carregamento devemos construir? E naturalmente não queremos construir demasiado. Ou seja, diz-se: ok, necessidades de carregamento que podem ser resolvidas de forma mais barata noutro lado, devem também acontecer lá. Assim, um processo de carregamento no depósito será provavelmente sempre mais barato do que em qualquer ponto de carregamento público.
porque certos requisitos simplesmente caem. E por isso dizemos na nossa lógica: OK, queremos que eles carreguem também de forma apropriada lá e no cenário ideal saiam completamente carregados. Mas como disse, nos depósitos há tarefas enormes. O que me preocupa é precisamente que as ligações de rede normalmente não são suficientes para todos. E depois tem-se uma zona industrial assim. Se há cinco logísticos lá, possivelmente apenas o mais rápido é servido no início e os outros não conseguem nada. E isto não pode ser assim. Podemos
aprofundar um pouco mais, porque conheces bem quais são as potências típicas de ligação de rede numa zona industrial assim e o que é realista para um logístico, o que tem agora e o que pode solicitar perspectivamente como melhoria de rede ao operador de rede de distribuição? Isto é certamente muito diferente, porque também há aplicações comerciais que precisam de muita eletricidade, há outras que precisam de muito pouca. Mas se se olhar para o que é que um depósito precisa de eletricidade – ou seja, se só olho para um depósito de transferência de mercadorias simples: preciso de eletricidade para iluminação, preciso de eletricidade para subir e descer a porta de rolo. Não são as máquinas gigantes, não é uma trituradora de sucata. Talvez, se é um depósito refrigerado, então um bocado mais por causa do arrefecimento. Mas os depósitos padrão – vamos pegar num qualquer, que apenas classifique pacotes não refrigerados – a necessidade não é alta. Mas talvez tenha 100 camiões no
Não é possível reproduzir o conteúdo do parágrafo 10, pois o texto aparenta estar incompleto ou cortado.
Rampas. Se eu agora disser: OK, cada rampa precisa ter uma tomada, de repente chego a potências de ligação que um operador de um local assim nunca viu ou ouviu falar. E provavelmente fica de boca aberta. E claro que depende também de como um negócio desses está conectado no geral. E isso pode ser muito, muito diferente. Também depende sempre de como a rede anterior está configurada. Às vezes temos sorte e há capacidades livres. Embora isso
seja sempre uma fotografia do momento. Também pode ser que amanhã chegue uma grande bateria de armazenamento ou um centro de dados e a potência desaparece. E por isso é muito, muito importante que tornemos transparente, especialmente desde o início para os operadores de redes de distribuição, o que os espera. E essa é uma tarefa essencial nossa que acho que é a menos conhecida. Quando nos queixamos todos de que os operadores de redes de distribuição são demasiado lentos nas ligações – eles não podem fazer muito disso, porque
as regras são como são, e os recursos humanos também são muitas vezes como são. E se se quer resolver o problema, então há que dar aos operadores de redes de distribuição o tempo de antecedência que precisam. Ou seja, se um operador de rede de distribuição me diz que precisa de dez anos para colocar uma linha de alta tensão em algum lado, não posso esperar dez anos e depois dizer: agora quero alta tensão – e depois não está lá. Mas teria que dizer-lhe hoje, com aviso prévio apropriado: olha, daqui a dez anos vou precisar de
uma ligação de rede. Então consegue fazê-lo. E é isso que fazemos: planeamos essencialmente para toda a Alemanha a necessidade de infraestrutura de carregamento e de potências que estão por trás disso, e damos estes dados aos operadores de rede, para que tenham uma ideia do que os espera. Sabes, também me interroguei durante tempo sobre quais são as razões principais pelas quais pode demorar até dez anos, especialmente nos pedidos de alta tensão. Podes entrar em detalhe? Bem, certamente não é o escavador que sai do camião, cava o buraco e fecha de novo – isso é feito em alguns dias. É realmente todo este período de planeamento prévio, toda esta coordenação, que é extremamente demorada. E digo, há boas razões para isto. Claro que é preciso equilibrar os vários interesses do país, mas é muito demorado. E sim, eu também esperaria que houvesse medidas de aceleração correspondentes que funcionassem para este domínio. Palavra-chave interesse público predominante,
que fizemos com a energia eólica. Isso ajudaria a reduzir este tempo em nove anos ou assim – com o problema de que entretanto tudo parece ser de interesse público predominante. Quero dizer, há que ser honesto também. Do nosso ponto de vista, o tema absolutamente mais importante é a infraestrutura de carregamento. Para outros, são armazenadores de baterias. Depois vem o próximo e diz: bem, mas se não tivermos os nossos próprios centros de dados, vamos acabar completamente sem nada. E e e. Ou seja,
os operadores de redes de distribuição e operadores de redes de transporte defrontam-se naturalmente com uma onda de pedidos que dificilmente conseguem processar. Temos que apoiá-los, da melhor forma que conseguimos. E é exactamente isto que queremos dizer: olha, pessoal, explicamos-vos como é que a imagem alvo para 2030, 2035, 2040 fica, para que em particular nas redes a montante possam fazer as melhorias necessárias. Apoiam-nos principalmente numa função consultiva. Têm também uma ferramenta, ou como é que se pode imaginar isso exactamente? Exactamente,
A nossa ferramenta líder nesta área é a Ferramenta de Localização. Com ela fazemos o planeamento de necessidades e também calculamos. E é realmente estabelecido na Lei Energia-Transição que os nossos planeamentos também têm de ser adoptados. Ou seja, não é de forma alguma voluntário, mas é um serviço duro que prestamos e que tem de ser utilizado. É claro que, como dito, a maioria das pessoas não tem consciência disto, mas também mostra que o Estado pode actuar de forma inteligente – no sentido de: sim, temos modelos e previsões que ajudam a resolver as grandes tarefas
que temos pela frente. Uma palavra-chave: Estado. Acho que isto também é muito interessante, e penso que somos semelhantes nisso – e talvez mais controverso na Alemanha. Gostaria também de aprofundar isto: até que ponto o Estado tem justificação no planeamento de certos processos, e em particular neste caso infraestrutura, e quanto se deve deixar o mercado funcionar livremente. Retiro que, e acho que concordo contigo, que o Estado em certos
aspectos tem definitivamente de agir de forma conductora e assumir responsabilidade, nesta função coordenadora. Como vês o tema – não limitado apenas à mobilidade elétrica, mas que o Estado não tenha apenas uma mentalidade de laissez-faire, que o mercado já resolve tudo, mas que tenha também de assumir uma liderança? Penso que é necessário um equilíbrio entre Estado e economia neste caso. Há – e isto é completamente consciente – muitas coisas que a economia consegue fazer melhor. Mas há também coisas que o Estado consegue fazer melhor,
ou onde talvez se atue mais no sentido dos cidadãos. E penso que sempre se tem de ser muito honesto sobre qual é a situação de interesses em cada caso. Penso que especialmente no tema infraestrutura o Estado tem naturalmente uma contribuição forte, mas o Estado não seria melhor a construir e operar infraestrutura de carregamento por si próprio. Lembro-me de uma conversa há dez anos com um deputado do Bundestag que disse: "Herr Pallasch, têm de fazer tudo isto vocês." Eu disse: "Meu Deus,
no céu, espero bem que não!" Porque o Estado é muito lento nisso, tem outras prioridades. A economia consegue fazê-lo muito mais eficiente. Aí é realmente importante trabalhar em conjunto. Mas há também áreas onde o Estado tem de estabelecer as condições. Por exemplo, através de planejamento de rede, através de regulação, através de estabelecimento de normas. E é exatamente onde estamos agora – o Estado estabelece o quadro, e nós, como RiDERgy, operamos dentro desse quadro.
Céu, muito honestamente, se queremos alcançar algo aqui – nós como instituições estatais não seríamos capazes de manter esse ritmo, porque temos regras completamente diferentes para construir e operar infraestrutura de carregamento em toda a Alemanha." Esta é uma tarefa industrial. Mas quando se trata de como são as condições gerais e como um sistema global precisa funcionar, como podemos garantir que seja justo para os cidadãos, ou como podemos garantir uniformidade – aí temos novamente um papel.
E claro que há também temas especializados, como agora a licitação para camiões. Aí o governo federal tem as áreas, e então temos também um papel diferente. Quando somos nós próprios o fornecedor de terrenos, temos de lidar com esses terrenos de forma responsável, porque não posso simplesmente dar os terrenos a qualquer pessoa, tem de ser um processo correto. No tema de estratégia de mobilidade elétrica, se olharmos agora particularmente para a China e depois para os EUA – para dar exemplos extremos bem concretos –, a Alemanha e a UE estão em algum ponto no meio.
China: planos quinquenais, estratégia muito clara a favor da eletromobilidade. O plano tem naturalmente certos aspetos negativos quando se olha para o mercado, mas mesmo assim uma linha muito clara a favor da mobilidade elétrica e números de inscrições loucos quando se trata de mobilidade elétrica. E depois os EUA: agora um novo governo, e de repente "Drill, Baby, Drill" – e então trata-se apenas de evitar importações de veículos elétricos. O governo líder não acredita nisso. Aqui tenho a sensação de que estamos em algum ponto no meio. Estamos no caminho certo?
Devemos ajustar algo – mais na direção da China, ou tudo como até agora? Às vezes tem-se um pouco a impressão de que nos falta coragem para realmente dar um grande salto. Um meio salto pode ser bastante doloroso. Do ponto de vista da política industrial, acho que todos os que lidam com o tema têm claro: o dinheiro de amanhã não se ganha com os produtos de ontem. Basicamente está claro para todos. E por isso a questão é naturalmente com que intensidade e com
que rapidez se entra nesses novos mercados. Cada carro que vendo a mais neste novo mercado, vendo a menos num mercado antigo – e isso é naturalmente ainda um desafio. Argumentamos muito frequentemente ainda com valores limite de frota, dizendo: "Sim, por isso temos de forçar isto através de valores limite de frota." Muitas vezes desejo que pensássemos realmente de forma diferente: "Ouçam, pessoas, temos de tirar este momento iPhone do carro elétrico." Neste
momento, onde as pessoas dizem: "Quero isto. O meu vizinho tem, quero ter, e todos os outros também querem ter." É aí que temos de chegar, porque então a coisa vende-se sozinha. O que é preciso para isso? Do lado do CapEx, um carro elétrico naturalmente não pode ser muito mais caro, e nos custos operacionais – ou seja, custos de carregamento – também não pode ser mais caro. E acho que é também muito importante esta funcionalidade. Por isso estou
tão entusiasmado quanto todos os outros com o tema de carregamento bidirecional. É basicamente a primeira funcionalidade que diferencia o carro elétrico do combustão clássico, porque o resto é mais ou menos idêntico. Exceto na autonomia, temos um pouco mais de problemas, vou dizer assim, ou seja, autonomia insuficiente. Tenho o tema do carregamento. Mas o carro elétrico pode fazer algo que o combustão não consegue. E isso é basicamente um mealheiro ou uma galinha dos ovos de ouro, como se queira chamar – que se pode realmente ligar ao sistema energético.
E acho que isso pode dar muito prazer às pessoas. Vê-se sim toda a gente com a sua aplicação, quando veem quantas horas de PV carregaram, e acho que isto simplesmente se vai tornar economicamente atrativo. Vamos aprofundar o tema de bidirecional, porque trata-se também de carregamento barato. Como vemos: no combustão podias talvez poupar alguns cêntimos aqui e ali
numa hora diferente do dia, ou um posto de gasolina que fosse mais barato. Mas agora com eletricidade tens muito mais alavancas – já no carregamento e depois prospetivamente no carregamento bidirecional. Houve recentemente este grande anúncio da Octopus e BYD, que causou grandes ondas. Com 300 libras no Reino Unido podes agora, se fazeres bidirecional e tal e a Octopus permitir, conduzir de graça. Quando é que isto chega à Alemanha, na tua opinião? Isso é definitivamente também para mim um
momento iPhone, ou melhor um momento Xiaomi, porque a Apple basicamente não trouxe o seu carro elétrico e a Xiaomi, a Apple da China, já o trouxe. Vejo que os colegas no ministério da Economia têm grande atividade nisso também. Nós apoiamos isso também. Na altura, como centro de coordenação, também redigimos o documento base para isso, para ordenar onde ainda há problemas e onde não. Li isso. Foi muito bom, posso recomendar muito. Isso foi feito na altura pelo nosso conselho consultivo. Os pobres colegas, que tiveram – quase me senti mal porque estava de férias e o conselho consultivo do centro de coordenação estava lá e elaborou a coisa. Mas fizeram-no muito bem. Espero que seja reconhecido por todos que temos de atacar este tema com toda a força, porque vemos que outros já o estão a fazer. E não nos podemos agora dispersar e dizer que temos de esclarecer o último detalhe. Acho que temos de ter também a coragem de entrar rapidamente neste mercado agora
mesmo
com uma solução robusta, e que seja claro: no futuro, cada veículo tem de conseguir fazer isto, ou seja, que seja simplesmente estado da arte. Cada veículo consegue fazer isto do ponto de vista do software. Ainda há uma coisa que me importa, que é demasiado pouco discutida. Falamos infinitas horas sobre como devem ser as interfaces, como são os procedimentos e assim por diante. Mas há uma coisa que não esclarecemos: como é que a pessoa se deve realmente comportar com o seu carro? E aí chegamos ao seguinte
ponto interessante: se quero aproveitar isto – ou seja, a arbitragem entre "posso usar a minha eletricidade fotovoltaica barata e depois substituir um quilowatt-hora caro à noite" – se quero aproveitar este potencial, o carro tem de estar ligado no momento certo, ou seja, quando se produz eletricidade fotovoltaica barata. Mas não está necessariamente em casa. Normalmente, o carro está noutro lugar. E a pergunta é: como é que a minha eletricidade chega ao empregador? Aí estou novamente
no tema da transmissão de energia. E há luz verde recente para que se possa pensar isto também neste contexto. Houve uma decisão judicial, portanto agora nada se opõe a isto. E vejo aqui o potencial. Os especialistas que percebem do assunto dizem entretanto: a transmissão de energia será uma base importante para o carregamento bidirecional. Acho que isto foi demasiado pouco discutido e visto. Completamente. Falamos também sobre complexidades. Não sei como é que tu também estás envolvido nisso em pormenor
e como podes fazer a transmissão de energia. Mas todas as complexidades do carregamento bidirecional são, por um lado, todos estes aspetos de modelos de negócios e os obstáculos regulamentares: modelo de transmissão – é possível, sim ou não? Aspetos fiscais, este tipo de problemáticas. Depois os aspetos muito focados em informática que se relacionam com isto. E depois naturalmente o utilizador – ele também tem de saber: como lida com isto? Agora posso carregar em bidirecional, ou tenho de partir depressa e carregar o mais rápido possível. E depois naturalmente todos os aspetos eletrotécnicos
Aspetos: o carregador está em condições de transmitir a eletricidade na outra direção – AC ou DC etc.? Ou seja, há bastante coisa. Onde vês os maiores obstáculos nesta estrutura? E com que rapidez vês que vamos realmente libertar isto na Alemanha? Faltou um ator na enumeração. É o operador de rede. Temos de o envolver e integrar sobretudo, no sentido de: ele precisa de
segurança de que esta funcionalidade não coloca em perigo a estabilidade da rede elétrica. E o caso mais extremo que se pode imaginar é: há um sinal de preço, e podes ganhar dinheiro injetando eletricidade na rede. Agora tens de imaginar que todos fazem isto. Tens uma rua, cada um tem um carro elétrico, todos fazem isto ao mesmo tempo – cada um bota de qualquer forma 11 kW para a rede. Então claro que tenho um problema se isto não puder ser controlado, e por isso
É absolutamente justificado que os operadores de rede tragam as suas preocupações. Mas acho que neste momento há boas soluções. E acho que ainda precisa de esclarecimento no próximo passo sobre como conseguir implementar isto de forma relativamente simples, ou seja, wallboxes baratas que o permitam. E essa também será uma pergunta interessante. Temos muitos atores por aí. Não fazem isto por pura filantropia, também querem ganhar dinheiro com isto. E será
interessante ver como ficam estes modelos de negócios, o que se impõe e o que não. Mas acho, e esse é para mim o caso mais interessante: para mim não é assim tão emocionante oferecer algum serviço de sistema direcionado para a rede, mas é esta otimização em casa. Esta ideia: tenho o meu carro lá fora. E com ele abastecerei-me a mim próprio. Agora está escuro, a minha sauna está a funcionar, o forno de pizza já está a funcionar, e por todo lado
há luz acesa, e ainda há alguém que liga todos os seus aparelhos. Aí é que é divertido. E se depois me aperceber: pronto, produzi isto basicamente durante o dia e posso utilizá-lo à noite – acho que aí nasce uma história. Sim. E há ainda outros temas que pensas, inovações que virão, que te trazem alegria e otimismo para a mobilidade elétrica? Há ainda um tema grande no horizonte que estamos a observar cada vez mais: o tema da
condução autónoma – talvez até com mais força pelo lado dos camiões, porque isso naturalmente traria uma necessidade de planeamento completamente diferente. Portanto, se, por exemplo, os carros circulassem autonomamente no caso dos automóveis de passageiros, isso que mencionei sobre o carregador na rua – esta distância a pé de 250 metros – não seria mais um tema. Então eu diria: ele pode andar para onde quiser. O importante é que esteja à porta novamente no momento certo. Sim. E aí é completamente incerto como o mundo ficará no futuro.
Mas claro que tem um impacto gigantesco no planeamento da infraestrutura de carregamento. Por que é tão importante pensar sobre isto? O que colocamos no solo, as ligações à rede – na verdade colocamo-las de modo a durarem 50 anos. E depois damo-nos conta: pronto, se após 10 anos percebermos que com a condução autónoma o mundo fica completamente diferente, então claro que já temos investimentos mal colocados. Temos de manter isto em vista. Estas são as coisas grandes que vêm. Caso contrário, vemos também com entusiasmo como a tecnologia se está a desenvolver
desenvolveu por si só, ou seja, a eficiência, mas também os tamanhos das baterias e o desempenho das baterias, baterias de estado sólido e por aí. Também esperamos inovações aí. E basicamente – e acho que esta é uma mensagem muito importante – é um tema que se consegue resolver. Não é como se disséssemos que é uma questão completamente sem solução, como na fusão nuclear, mas basicamente tudo já existe. Agora trata-se de configurar isto de forma a que funcione no final com o cliente. E aí sou otimista
Sim. E no tema de condução autónoma: O que achas? Como é que se vai carregar? Existem vários conceitos. Se nenhum condutor pode ligar o cabo à wallbox, haverá estações de troca de baterias? Haverá braços robóticos? Haverá um serviço de empresários que têm funcionários que fazem isso por ti? Uma pergunta muito interessante. Já vemos hoje – e funciona – robótica de abastecimento ou robótica de carregamento, que isso aconteça automatizado. Mas também pode ser que se chegue ao ponto
em que se pense mais em carregamento indutivo. Sim, o carregamento indutivo, esqueci-me disso. Também. Que isso possa ser usado como argumento para baterias trocáveis, não vejo totalmente assim. Mas claro, há que responder a esta pergunta. E hoje não sabemos. Sim, fica interessante. E no tema de condução autónoma vê-se também que a Alemanha fez muitas manchetes recentemente com o chefe do VW ID. Isto está a avançar rapidamente. Não apenas de Elon Musk
e Tesla, que anunciam em grande e nem sempre entregam, mas também outros. Portanto, definitivamente já está aí. Definitivamente teríamos de nos preparar para a mudança. Exatamente. Então nas últimas férias estava na Baviera. No caminho de volta passei pelo campo de testes na autoestrada. A minha família andava sempre a olhar para mim de forma estranha, porque de alguma forma andava a gritar entusiasmado: Olha ali! E era de facto um autocarro Idi, a conduzir autonomamente. E
foi realmente impressionante quando se pensa: a A9 tem muito trânsito. E então tem-se um veículo no meio, que se sabe, basicamente já não tem um condutor ativo ali. Sim, acho que sempre fomos muito otimistas sobre a rapidez com que poderia chegar. Agora temos um pouco menos otimismo. Mas acho que tem a sua justificação. Especialmente quando penso em como poderia organizar transporte público em zonas rurais com base em tais sistemas. Poderia resolver muitos problemas
se o tema da condução autónoma estivesse aí. E por fim: O que podemos aprender com outras regiões, países ou cidades – aqui em Berlim ou na Alemanha? Quais são situações interessantes noutros locais? O meu país favorito nesta altura são os Holandeses. Copiámos muitas coisas deles. Especialmente que faz sentido ter um planeamento de necessidades de nível superior. Todos fazem isso em Amesterdão ou noutras cidades. Ali a autarquia ou o estado
simplesmente porque também têm um plano no sentido de, sabe, o que seria realmente necessário. E depois deixam que a indústria construa isso no final e veem como conseguem tornar isso possível. O que eles também têm. E isto é diferente da nossa licitação aqui na Alemanha, porque reconheceram: não ajuda se eu sempre fizer apenas o primeiro passo e depois ninguém se preocupa mais com isso, mas preciso de um sistema que cresça com o tempo. E os colegas em Utreque fizeram isso muito bem. Isto
é aliás também o modelo para a autoestrada com os camiões, em que dizemos que há KPIs que nos indicam quando uma infraestrutura deste tipo ficará cheia, e que então iniciamos atempadamente a expansão seguinte. Portanto, se me perguntassem por uma dica de viagem, eu diria: Amesterdão, Utreque. Bem, interessante. Então, se os ouvintes quiserem saber mais sobre todas as atividades, sobre ti – o que é que lhes darias ainda como conselho? E talvez também tenhas uma última mensagem que queiras deixar. Isto é naturalmente sempre a do centro de coordenação
seguir no LinkedIn ou também na nossa página web e ver as ferramentas. Caso contrário, também oferecemos um portefólio de eventos, em breve no dia 20 de novembro a Gliscon, que é muito grande. E tenho sempre um pedido a fazer a todos os colegas da indústria: realmente ainda mais uma vez ter em vista – esta perspetiva do utilizador. E é algo: o que é que é preciso para convencer os cidadãos a comprar um carro elétrico? E depois ainda ter consciência disto: o que funcionou no início, com os
primeiros utilizadores ainda não é o que precisamos para o mercado de massa. Acho que temos de conseguir levar este pensamento para cada cabeça, de forma a dizer: okay, o mercado de massa é ainda outra coisa. É algo que exige muito. E temos de inscrever isto também na nossa própria agenda. Mas tenho boas esperanças de que conseguiremos. Sim, também posso recomendar o livro "Crossing the Chasm", que tenta exatamente responder a esta pergunta. Fica guardado algures no corredor de casa. Sim. Então obrigado pelo teu tempo
e pelos pensamentos. E até em breve. Muito obrigado.
E este foi o episódio com Johannes Ballasch do Centro Nacional de Coordenação. Hoje vimos como da paixão pode surgir um verdadeiro impacto – seja no próprio parque de carregamento em casa ou num papel coordenador que reúne estratégia e visão, da economia para o estado. Também foi particularmente interessante ver como os municípios podem impulsionar a mobilidade elétrica com a ajuda de ferramentas de localização e partilhando melhores práticas. E a troca com organizações internacionais da Holanda e da Áustria mostra mais uma vez: somos parte de um movimento que pensa e age para além das fronteiras.
Exatamente estes impulsos dão vontade de continuar a moldar ativamente a transformação. Portanto, gostaria de partilhar, subscrever e até à próxima vez.
Welcome to the Smart Charge by RiDERgy Podcast. This is Claudio Geyken, founder and CEO of RiDERgy. This is your show to learn about all things energy management and smart charging innovation for electric vehicles and fleets.
Willkommen bei Smart Charge. Heute zu Gast: Johannes Pallasch, Sprecher und Leiter der Nationalen Leitstelle Ladeinfrastruktur unter dem Dach der NOW GmbH – eine der zentralen Stimmen für eine verlässliche, nutzerfreundliche Ladeinfrastruktur in Deutschland. Mit Johannes blicken wir auf seinen Weg vom Einstieg in die Mobilitätswelt bis zur Leitstelle, inklusive Stationen und Einordnungen, unter anderem Stuttgart, und auf die Rolle von NOW und Nationaler Leitstelle im europäischen Kontext. Welche internationalen Pendants gibt es und was können wir voneinander lernen? Inhaltlich spannen wir den Bogen von historischen Meilensteinen der E-Mobilität und seiner
Vision eines nachhaltigen Mobilitätssystems über Flottenperspektiven, Logistik, Handwerker etc. bis hin zu Reichweiten, Laden, Netzanschluss, Regulatorik und Preistransparenz. Wir sprechen über Reallabore als Innovationsmotor, die Debatte zum Verbrenner-Aus und die Zukunft des autonomen Fahrens. Außerdem Tools der Nationalen Leitstelle, Chancen und Baustellen im deutschen Netz, die Rolle von Förderung sowie Smart Grids, dynamische Tarife, intelligentes Laden und bidirektionale Lösungen – mit dem Blick über den Tellerrand: Deutschland versus andere Länder und Städtevergleich. Kopfhörer auf, Ladezustand checken und los geht's mit Johannes Pallasch bei Smart Charge. Hallo, Johannes, schön, dass
du heute da bist. Wie geht's dir? Wunderbar, vielen Dank. Wie war die Anreise? Du hast gerade gesagt, du warst zum ersten Mal hier in der Königlichen Porzellan-Manufaktur. Wie ist dein Eindruck? Ich bin echt beeindruckt. Die Ecke kannte ich noch nicht. Aber das passiert in Berlin ja häufiger, dass man irgendwo hinkommt und denkt: Wow, das gibt's auch noch in der Stadt. Coole Location. Ja. Bevor wir einsteigen ins Thema E-Mobilität – kannst du die Zuhörer abholen? Wie
bist du überhaupt zu dem Thema, NOW, Nationale Leitstelle, E-Mobilität gekommen? Was hast du bisher gemacht und wie war deine Geschichte? Naja, man könnte fast sagen, mir ist es in die Wiege gelegt worden. Da sind die Busse immer schon elektrisch gefahren, und zwar mit Oberleitung. Das heißt, ich saß immer im elektrischen Schulbus – und das schon vor 30 Jahren. Aber dann später, als ich mit dem Studium fertig war, war der Weg zur Elektromobilität über Stuttgart 21.
Ich habe bei der Wirtschaftsförderung in Stuttgart gearbeitet und hatte damals die Idee: Lass uns doch Stuttgart 21 zu einer Demobaustelle für Elektroanwendungen machen – Elektrobagger, Elektrokipper etc., vor allem damals noch mit Brennstoffzelle. Die Idee kam super an, ist aber daran gescheitert, dass Stuttgart 21 keinen Euro mehr teurer werden durfte. Aber ich war in dem Thema drin und hatte darüber auch den Kontakt zur NOW. Die NOW hatte dann kurz später das Programm Modellregionen zu verantworten für das Verkehrsministerium, und in den
Modellregionen hat man damals zum ersten Mal überhaupt E-Autos konzipiert, irgendwelche Ladesäulen irgendwo in die Ecke gestellt und überhaupt so angefangen, das Thema zu denken. Da war ich dann mit der Projektleitstelle assoziiert und habe auch damals die Schaufensterbewerbung gemacht. Das war das zweite große Programm der Bundesregierung. Und dann habe ich 2012 die Seiten gewechselt, raus aus der Region hin zum Bund, und habe bei der NOW angefangen – damals noch in einer sehr spannenden Stelle, die zu 50 % Ladeinfrastruktur gemacht hat und zu
50 % Wasserstofftankstellen. Und seitdem bin ich hier in Berlin und treibe das Thema Ladeinfrastruktur voran. Und tiefer eingestiegen in diese Busgeschichte – da kann man sagen, dass du relativ früh Kontakt mit E-Mobilität hattest. Wann war deine erste E-Bus-Erfahrung? Meine erste E-Bus-Erfahrung liegt, würde ich sagen, in 1984. Wow. Seit 1984 fahre ich E-Bus. Und man hat uns Röhlinger ja immer so ein bisschen komisch angeguckt, nach dem Motto: Die mit ihrem Stangenbus da
– aber es hatte immer schon den Mehrwert, dass es emissionsfrei ist. Das heißt, die Luft war besser. Und man hat das Thema dann sogar damals auch ausgebaut. Also es gab in meiner Jugend noch eine neue Linie. Und spannenderweise kam das Thema dann noch mal zu uns hier in die NOW und das Verkehrsministerium, weil man ein Projekt hatte mit dem schönen Namen BOB, vor fünf Jahren, wo man dann auch die restlichen Strecken auf Basis von Batteriebussen elektrifiziert hat. Das
heißt, man hat da, wo die Oberleitung ist, geladen und ist dann quasi für die Seitenlinien auf Batterie umgestiegen. Und ich finde das ziemlich cool: Wenn ich zu Hause bin und oft den Bus vom Bahnhof zu meinen Eltern fahre, sitze ich in so einem Bus und denke: Das war mal ein Förderprojekt – und jetzt fährt der in der Realität, und zwar jeden Tag. Und 1984 – war das ein Förderprojekt? Nein, 1984 gab es keine Förderung. Das BOB-Projekt, das war ein Förder projekt. Das
ist ungefähr fünf Jahre her. 1984 – wie ist das entstanden? Das war noch kein Projekt. Also die Solinger hatten damals eine Straßenbahn, die elektrisch war, und sind dann umgestiegen. Und ich weiß nicht warum – ob es Kostengründe waren. Ökologie kann es nicht gewesen sein. Man hat, glaube ich, einfach auf der Infrastruktur basierend, die es für die Straßenbahn gab, dann diese Linien aufgesetzt. Und die Betriebskosten waren, glaube ich, immer schon günstiger. Interessant. Und dann? Wie
Kamst du dann zu dieser Stuttgarter Erfahrung? Wie – bevor wir sozusagen – das war ja dann der erste Kontaktpunkt, dann auch professionell mit E-Mobilität. Was war der Beweggrund zu dem Projekt? Ja, ich hatte eigentlich mit Autos nie was zu tun, außer dann in meiner Diplomarbeit im Studium. Ich habe über das Automobilcluster im Nordraum Leipzig geschrieben, wo BMW und Porsche sitzen, hatte das untersucht und da die Clustereffekte analysiert. Und darüber hatte ich dann den Einstieg in das Autothema und bin dann natürlich nach Stuttgart
gekommen, wo das Autothema ein sehr großes ist. Und dann fünf Jahre in Stuttgart, dann aber den Weg zur Bundesregierung. Und das war immer mein Traum. Ich habe irgendwann mal ein Praktikum im Bundestag gemacht und hab gesagt: Hier will ich wieder hin, hier will ich wieder zurück. Und das ist mir gelungen. Ah ja. Und Stuttgart 21 noch kurz vertieft: Wie schaust du auf das Thema? Da gibt es sehr viel Emotionen. Ja. Also ich war damals auch live dabei, auch da unten in dem Park, als es
da die Auseinandersetzung gab. Da hat man schon gemerkt, wie emotional das Thema ist, und aber auch, wie schwer es ist, in Deutschland Infrastruktur umzusetzen, die ja durchaus möglicherweise eine Berechtigung hat. Also ich sage so: Das sind Projekte, die haben eine Strahlkraft für die nächsten 100 Jahre, weil man da wirklich Strukturen schafft. Aber wie stark dieser Beharrungswille in Deutschland ist, Dinge so zu lassen, wie sie sind, nichts mehr zu verändern – das fand ich schon krass. Ja, das ist auf jeden
Fall ein Thema. Da kommen wir vielleicht nochmal vertieft rein. Bevor wir dann zur NOW kommen: Du hast auch im Vorgespräch kurz erwähnt, dass du auch persönlich elektrisch fährst und auch Ladeinfrastruktur betreibst. Vielleicht kannst du das nochmal ergänzen für die Zuhörer. Das ist ja auch eine interessante Begebenheit. Ich habe immer gesagt: Wer Elektromobilität macht, muss auch elektrisch fahren. Und folgerichtig besitze ich auch ein E-Auto von einem großen deutschen Hersteller, aber mit kleiner Batterie. Das führt dazu, dass man viel laden muss. Aber damit fährt
man gut auch durch Europa. Also ich fahre dieses Jahr auch wieder in den Urlaub jenseits der Alpen, nach Italien, war damit aber auch schon in Kroatien, England und Dänemark. Das funktioniert ganz wunderbar. Und ich wohne auf so einem großen Bauernhof mit ganz vielen anderen Familien und Nachbarn. Und ich habe einen Ladepark mit insgesamt 17 Ladepunkten. Das ist mein Job da. Also jeder hat da so seinen Job, und mein Job ist Laden und Parken – aber auch mit dem Ziel, möglichst viele Leute aufs E-Auto
zu bringen. Und ich würde sagen, da habe ich eine gute Quote. Wir sind glaube ich bis jetzt schon bei 6, 7 E-Autos und einem E-Buggy. Wenn das so weitergeht, würde ich sagen, haben wir die Flotte in 5 Jahren umgestellt. Und betreibst du es dann ganz alleine? Ja. Ist das quasi fast ein Vollzeitjob oder ein Nebenjob? Nein, ich stoße an meine Grenzen, wenn es immer mehr Fahrzeuge werden und man dann kein gutes Backend hat. Also ich muss da tatsächlich demnächst mir Gedanken
machen, wie ich das wirklich im großen Maßstab handhabe. Und die größte Herausforderung ist quasi immer dieses Chips-Anlernen. Also ich habe so ein System, wo man jeden Chip an jeder Wallbox anlernen muss. Das ist ein bisschen kompliziert. Gut, gut. Und dann zur NOW – für diejenigen, die vielleicht nicht so in der Industrie sind: Wie ist die NOW entstanden, wofür steht die NOW, und dann auch in dem Bezug die Nationale Leitstelle? Die NOW wurde damals ins Leben gerufen, um das Thema
Brennstoffzelle in Deutschland voranzubringen, hatte als Unterbau auch ein Förderprogramm, das sie begleitet und für das Ministerium koordiniert hat. Und dann wurde irgendwann das Thema Elektromobilität noch dazu gepackt, also sprich die Koordinierung der Modellregionen. In der NOW waren eigentlich immer schon beide Themen zu Hause – das hat man nur draußen nicht so wahrgenommen. Und inzwischen ist es tatsächlich so, dass das batterieelektrische Thema auch das größere ist. Ich habe dann irgendwann erkannt, dass beim Thema Ladeinfrastruktur extrem viel Arbeit anfällt und dass man da auch eine Institution
innerhalb der Bundesregierung braucht, wo sehr viel Kompetenz angesiedelt ist – quasi wo das Know-how dann allen Ressorts zur Verfügung gestellt wird, vor allem aber auch dem Bundesverkehrsministerium, unserem Auftraggeber – und dass es da eine gewisse Notwendigkeit gibt. Und dann haben wir damals – dem gab es einen Hintermann vom Minister Scheuer – den hatten wir kontaktiert, mit dem die Idee vorgestellt, ist eingeschlagen wie eine Bombe. Die haben gesagt: Zack, wollen wir haben. Und damit war die Idee da, dass es eine Nationale Leitstelle Ladeinfrastruktur gibt. Die ist angesiedelt unter
dem Dach der NOW. Und ja, seitdem sind wir jetzt seit fünfeinhalb Jahren unterwegs. Ich würde sagen, wir machen ganz ordentliche Arbeit. Wir haben immer den Ansatz gehabt, dass wir unbedingt eine Wirksamkeit erzielen wollen mit dem, was wir machen. Also entweder machen wir Tools, die den Leuten draußen helfen – sprich den Kommunen – oder wir unterstützen den Bund bei Ausschreibungen. Wir unterstützen aber auch bei anderen Regulierungsfragen. Wir helfen aber auch vor allem dem Bund immer zu verstehen: Was ist eigentlich gerade eine Phase, wie der
Elektriker sagen würde. Wo stehen wir gerade? Wo haben wir Probleme? Wo sind wir gut unterwegs? Und für diese Einordnung macht es Sinn, auch eigene Expertise zu haben, weil sonst ist man immer nur auf andere, sprich auch Lobbyisten, angewiesen. Und dann fallen Entscheidungen möglicherweise auch anders aus. Das gibt es Sinn. Und du hast jetzt auch erwähnt, dass die NOW sich immer stärker auch in Richtung Elektro bewegt. Kannst du da auch noch mal einordnen, wie das jetzt genau ist, wie viel Wasserstoff, wie viel Elektromobilität dann
in den Konstrukten ist? Also eigentlich war es am Anfang immer schon halbe-halbe, dass die Hälfte der Leute auf dem batterieelektrischen Thema gearbeitet hat. Aber es gab natürlich intern immer die Haltung: Batterie ist Nische. Das hatte damals seine Berechtigung, weil Batterien noch nicht so weit waren und Wasserstoff durchaus eine höhere Reichweite belegen konnte. Aber das hat sich jetzt dramatisch gedreht, und wir erleben, dass gerade das Thema Batterie enorme Sprünge gemacht hat. Also die Batterietechnologie, die Ladeleistung – da sind wir in Bereichen,
die wir uns wahrscheinlich vor zehn Jahren gar nicht hätten vorstellen können. Und deswegen bin ich auch durchaus noch optimistisch, dass wir, wenn wir nochmal zehn Jahre nach vorne gucken, noch mehr erreichen können. Ja, und gibt es vergleichbare Organisationen wie die NOW oder die Nationale Leitstelle international? Ja, wir haben eine Schwester, und zwar in Österreich. Da gibt es auch eine Leitstelle, mit der wir uns regelmäßig austauschen. Ansonsten gibt es vergleichbare Organisationen in China und in Japan. Aber – und das freut uns immer sehr – das sehen wir
als Anerkennung unserer Arbeit an. Das Prinzip Leitstelle wird auch auf europäischer Ebene gefordert. Es gibt tatsächlich Forderungen, die sagen, eigentlich bräuchte jedes Mitgliedsland so eine Art Leitstelle, um das Thema Ladeinfrastruktur zu koordinieren. Warum würde das Sinn machen? Wir leben in einer gewaltigen Transformation, die maßgeblich davon geprägt ist, dass wir vom Verbrenner auf den Elektromotor kommen. Und die dafür notwendige Infrastruktur muss natürlich auch an allen Orten entsprechend aufgebaut werden. Und das passiert nicht von ganz alleine. Wir reden von einem Ökosystem
an der Stelle, und da einen starken Partner zu haben, der sich auskennt, auf staatlicher Seite, macht eigentlich immer Sinn. Und bevor wir jetzt in die Zukunft blicken, noch mal einen Schritt in die Vergangenheit. Du hast ja einen neutralen Blick auch auf die Marktgegebenheiten und Entwicklungen. Was waren für dich so die Meilensteine in der Geschichte der E-Mobilität, die ja noch ganz jung ist – beziehungsweise man kann auch ganz zurückgehen ins 19. Jahrhundert. Wo willst du ansetzen? Die spannende Frage ist ja,
wie hat das eigentlich alles angefangen mit der Elektromobilität? Es gab ja damals das Konjunkturprogramm 2. Und wenn ich es richtig zusammenkriege, hat man damals unglaublich viel Geld in das Verschrotten von Fahrzeugen gesteckt. Es gab ja die Abwrackprämie. Und irgendwie hatte man, glaube ich, schon ein schlechtes Gewissen, würde ich fast sagen. Und die Idee, dass man da auch irgendwas Innovatives gegensetzen muss – sprich, dass man jetzt auch einen Weg anlegen muss für alternative Antriebe, die emissionsfrei oder emissionsarm sind. Und für Brennstoffzellentechnologie gab es ja
schon ein Programm, das sogenannte NIP, und die NOW. Und für das Thema Batterieautos gab es noch nichts. Und da hat man die Modellregionen erfunden. Und das war ein gutes Förderprogramm, weil man dann wirklich die Demonstration erst mal erprobt hat und geguckt hat: Kann das überhaupt funktionieren? So ein Reallabor, eine Art Reallabor. Genau. Und dann gab es noch ein Programm darüber. Das waren die Schaufenster. Und darüber hat man überhaupt erst mal verstanden, wo die Herausforderungen liegen und dass das funktioniert. Aber man hat das
Thema sehr früh eigentlich allen bewusst gemacht. Deswegen reibe ich mir ein bisschen die Augen, wenn es Leute gibt, die jetzt sagen, sie hören zum ersten Mal in der Industrie von Elektromobilität, und das sei eine fiese Transformation, die auf sie wartet. Ich sage: Leute, das weiß eigentlich jeder, der mit offenen Augen durchs Land gegangen ist – seit zehn Jahren. Die Frage ist: Wollte man es wahrhaben oder nicht? Und das waren die großen Schritte. Und ich glaube, dann für uns natürlich noch mal der sehr große
Schritt, dass es dann einen Masterplan gab der Bundesregierung, wo man sich wirklich sehr konzentriert hingesetzt hat und belegt hat, was eigentlich abgearbeitet werden muss, und wo auch das Zusammenwirken der Ressorts besser geworden ist. Und natürlich, klar – die Gründung der Leitstelle war natürlich auch ein Booster, um nochmal ganz andere Aktivitäten möglich zu machen. Auf Bundesebene und für uns natürlich dann auch immer die Highlights, wenn wir für den Staat Förderprogramme unterstützen dürfen, aber eben auch diese großen Ausschreibungen, wie jetzt beispielsweise das Deutschlandnetz, Pkw in der Region und
an der Autobahn, aber jetzt gerade auch die Ausschreibung rund um das Thema Lkw, weil da prägt man doch schon maßgeblich mit, wie so ein System am Ende aussieht. Man hält sich natürlich an all das, was auch im Markt erprobt ist, aber man kann an der Stelle auch Dinge voranbringen. Einfaches Beispiel: Als wir damals die Förderung für öffentliche Ladeinfrastruktur hatten, da haben wir eingefordert, dass auch Roaming-Fähigkeit da sein muss. Fand nicht jeder super – ist heute Standard.
Und so ist es schon so, dass auch der Bund in der Lage ist, durch gezielte Maßnahmen Innovationsfelder zu öffnen. Und wie weit versteht ihr euch als Aufgabengebiet? Geht es auch in Richtung Mobilität, in Richtung Schiffe, in Richtung Flugzeuge? Und was ist deine Vision? Kriegen wir es hin? Also E-LKW haben wir jetzt ja schon adressiert, dass das überraschend kam, dass das doch jetzt auch mit Batterie elektrisch sein wird – sehr wahrscheinlich. Wie sieht's aus mit den anderen? Gibt's da Use Cases, wo
du siehst: oh, da wird's schwierig? Oder wird's. Ja. Was ist deine Lösung dafür? Die Leitstelle deckt im Prinzip alles ab, was auf vier Rädern oder drei oder zwei fährt und irgendwie im öffentlichen Raum unterwegs ist oder privat irgendwo geladen werden muss. Aber klar, es gibt Anwendungen – Schiene, Schiffe, Luft –, da sind wir jetzt nicht mit drin. Aber da gibt's Kollegen, die machen das in der NOW. Und die haben auch spannende Jobs. Ich habe einen fantastischen Kollegen, der das ganze Thema Schifffahrt treibt und da auch
wirklich tolle Sachen macht. Von daher bieten wir grundsätzlich die ganze Palette an, da zu unterstützen. Und tatsächlich sind natürlich da auch große Hebel, um Emissionen zu sparen, wenn ich an Schifffahrt und Flugverkehr denke. Und die Themen gibt es auch. Ja, spannend. Und die E-LKWs – das ist wahrscheinlich jetzt auch eines der Themen, die am meisten Zeit oder Aufmerksamkeit nehmen. Was gibt es noch für Themen? Du hast ja ein paar schon erwähnt. Wenn man nochmal die ganze Bandbreite haben will: was treibt dich gerade am meisten um,
oder euch? Naja, es gibt Themen, wo ich sagen würde: das läuft. Da läuft der Markt. Da wird geliefert. Da wird aufgebaut. Da müssen wir uns eigentlich nicht großartig darum kümmern. Das ist vor allem das Thema Laden entlang der Achsen. Da sehe ich ein tolles Angebot. Deswegen bin ich total entspannt, wenn ich jetzt übernächste Woche in Urlaub fahre. Ich habe mir noch gar keine Gedanken gemacht, wo ich lade, weil ich weiß: okay, das kann ich mir eine halbe Stunde vorher angucken. Das funktioniert.
Hätte ich vor fünf Jahren anders gemacht. Wo wir noch eine Herausforderung haben, ist, wenn ich zu Hause im Mehrparteienhaus wohne und da Ladeinfrastruktur brauche. Da tut man sich Stand heute noch sehr schwer, wenn ich da koordiniert, eben auch mit meinen Nachbarn, irgendwie zum Punkt kommen muss. Wir brauchen jetzt Ladeinfrastruktur – das ist auch kostenseitig manchmal ein Problem. Und die große Herausforderung ist, dass wir für die Leute, die auf der Straße stehen und dort laden müssen, eigentlich kein gutes Angebot haben. Das heißt im Umkehrschluss: es ist uns noch nicht
gelungen, alle Käufergruppen eigentlich zu aktivieren. Wenn wir über Absatzzahlen der Elektromobilität reden, die ich persönlich gar nicht schlecht finde – sage ich aber auch: die können noch besser sein. Und zwar, wenn wir diesen Use Case Straßenlader konsequenter angepackt hätten, weil da lassen wir, sage ich mal, ein Drittel bis ein Viertel der potenziellen Käufer einfach liegen. Und die müssen wir scharf schalten, jetzt im nächsten Schritt. Ja. Dann vertiefen wir doch dieses Thema. Ich bin auch sehr neugierig und mache mir auch viele Gedanken,
wie wir das Problem lösen mit der Bevölkerung, die kein Eigenheim hat oder auch beim Arbeitgeber laden kann – was ja bei vielen. Ich weiß nicht, ob du da Zahlen im Kopf hast, von wie vielen wir sprechen, die quasi nicht beim Arbeitgeber und zu Hause laden können. Wie viele Ladepunkte brauchen wir denn? Weil es gibt ja immer diese Auslastungsthematik. Es gibt schon, glaube ich, 15 % – das sagt man ja, dass die Ladepunkte im Schnitt – hattest du, ja, glaube ich sogar
ganz gut präsentiert – eine Auslastung von 15 %, eigentlich nicht so viel pro Ladepunkt. Das heißt, man würde eigentlich sagen, es gibt genügend Ladepunkte. Aber gleichzeitig ist schon was dran: wenn der Ladepunkt zu weit weg ist, ist es auch nicht realistisch, dass man das im Alltag dann nutzt als Bürger. Wie siehst du das? Das ist ja eine hochspannende Frage. Wie kann es eigentlich sein, dass es zwei unterschiedliche Wahrnehmungen gibt zum Thema Ladeinfrastruktur? Die eine, die da heißt: wir haben eigentlich eine total unterausgelastete
Ladeinfrastruktur, und eigentlich ist das genug da, oder eigentlich müsste jeder glücklich werden. Und dann haben wir aber draußen Bürgerinnen und Bürger, die rumfahren und sich darüber beschweren, dass zu wenig da ist. Und deswegen muss man mal tiefer reinpieksen. Es hängt zum einen natürlich von der Verortung ab. Wir haben Ladeinfrastruktur, die sehr gut nachgefragt ist. Und wir haben auch Ladeinfrastruktur, die teilweise überhaupt nicht nachgefragt wird, die einfach am falschen Standort aufgebaut ist oder die nicht funktioniert. Von daher muss man mit Durchschnittswerten aufpassen. Auslastung ist
aus meiner Sicht eine toxische Zahl, weil sie suggeriert, dass mehr möglich ist, ohne zu sagen, wo eigentlich eine Grenze ist. Wenn ich sage, ich habe 15 oder 20 % Auslastung, da würde jeder denken: hurra, da sind doch noch 80 % frei. Aber jetzt überlegt mal: wie bewegt sich der Mensch durchs Leben? Die Leute kommen ja nicht gleichmäßig über 24 Stunden an die Ladesäule, sondern eigentlich haben wir alle ein sehr ähnliches Profil. Nachts schlafen wir,
Dann stehen wir auf. Dann fahren wir irgendwo hin. Dann arbeiten wir und dann fahren wir nochmal zurück. Und dann gibt's Abendessen, Gute-Nacht-Geschichte und schlafen. Das heißt, es gibt so eine Art Standard-Lastprofil auch beim Nutzer. Das gibt's natürlich. Jetzt wird jeder noch ein Beispiel haben, wo das anders ist. Aber ich sage mal so: die große Masse von Bürgerinnen und Bürgern verhält sich sehr ähnlich. Das heißt also, alle wollen in einem ähnlichen Zeitfenster laden. Das heißt also, diese Vorstellung davon, ich könnte die eigentlich in
ganz andere Stunden packen, die funktioniert eigentlich nicht. Und deswegen sind diese 15 % eben – man muss die dringend einordnen. Wir wissen, dass es eine Glasdecke gibt bei ungefähr 25 %, über den Daumen. Also die am besten ausgelasteten Ladesäulen liegen so bei 20 bis 30 %. Wenn man da die Top 5 % nimmt, dann wissen wir: okay, da ist eigentlich gar nicht mehr möglich. Und dann müssen wir ehrlicherweise sagen, müssen wir 50 % gegen 30 % setzen. Und dann hat man eine ordentliche Einordnung.
Was wir jetzt im nächsten Schritt versuchen, zusammen mit der Industrie, ist zu sagen: auch wir wollen eine bessere Auslastung. Natürlich. Je besser das Verhältnis Ladeinfrastruktur zu Fahrzeugen ist, umso günstiger wird es volkswirtschaftlich. Und wir wollen natürlich schon sehen, welchen Effekt es eigentlich hat, wenn wir dynamisches Pricing noch mit anbieten. Also, wenn ich sage: okay, ich versuche durch günstigere Preise meine Auslastung zu erhöhen – wie viel Prozentpunkte kann man da noch rausschwitzen? Und das ist aus meiner Sicht etwas, was noch ungeklärt ist. Da müssen wir
jetzt ran. Aber auch da möchte ich warnen – ich werde persönlich: ich würde nicht nachts aufstehen, nur weil es besonders günstig ist, sondern auch ich bin an meine Profile gebunden als Mensch. Ja, da gab es ja in Berlin – wir sitzen ja hier in Berlin – auch neulich die Ankündigung, dass die Stadt Berlin diese Blockiergebühr ab einer bestimmten Abend-Uhrzeit dann weggenommen hat, was ja total sinnvoll ist. Ja, das ist auch spannend. Und deswegen, zum Beispiel, das wäre etwas, wo ich
jetzt sagen würde, wenn ich beim Ministerium beraten würde: ja, schön und gut. Aber das Problem taucht eigentlich beim Endkunden auf, indem er sein EMP-Produkt benutzt, also seinen Fahrstromvertrag. Im Fahrstromvertrag werden die Strafgebühren fällig. Das heißt also: bei mir werden manchmal Strafgebühren aufgerufen, obwohl der Betreiber der Ladeinfrastruktur das gar nicht einfordert. Das ist ein Trittbrettfahrertum, das sich da breitgemacht hat – so möchte ich es mal nennen –, was ein Riesenproblem ist. Das ist 100 % Marge beim Fahrstromanbieter. Und davon kenne ich persönlich keinen Vorgang, wo
das Geld überwiesen wird an den CPO, also den Betreiber der Ladeinfrastruktur. Der hat aber eigentlich das Problem, wenn der eine zu lange steht. Deswegen etwas, wo man dringend ran muss. Ich finde den Schritt aber trotzdem gut von dem Berliner Kollegen, das so klarzustellen, weil dann kann man auch nochmal gegenüber seinen Fahrstromanbietern sagen: was soll das, Leute? Das kann ja nicht sein. Ja, das klingt auf jeden Fall nach Trickserei. Man kann ja natürlich einordnen – das ist ja auch, finde ich, eine höchstspannende Fragestellung –, ob die Preise gerechtfertigt
sind, die hohen an den öffentlichen Ladepunkten, wo sich ja viele beschweren, dass sie nicht so niedrig werden wie zu Hause. Man muss natürlich die Anschaffungskosten der Ladeinfrastruktur und den Betrieb eines Ladepunktbetreibers auch berücksichtigen – man kann dann nicht mehr davon ausgehen, dass es die gleichen Preise sind wie zu Hause. Aber wo ist dann ein realistischer Preis? Habt ihr das auch modelliert, in irgendeiner Art und Weise? Natürlich machen wir uns da Gedanken, und wir haben einen sehr guten Einblick in die Kosten. Und das ist ja die Grundlage. Also letztendlich, wenn
ich jeden betriebswirtschaftlichen Fall nehme, quasi – wenn ich einen Bierdeckel nehme, würde ich sagen: okay, was habe ich an Capex? Was habe ich an Opex? Was habe ich an Marge, die ich erzielen muss? Und was habe ich für eine Abschreibungsdauer? Wenn ich das nehme und das gegen eine Auslastung lege, dann kann ich eigentlich ganz gut berechnen, welcher Aufschlag notwendig ist, damit sich meine Kosten – Capex, Opex, Marge – amortisieren. Das ist eine Berechnung, die kann jeder auf dem Bierdeckel machen. Das machen auch wir so. Und
darüber kommt man natürlich schon sehr schnell an den Punkt, dass man versteht: okay, was wäre gerechtfertigt und was nicht? Was heißt, da ist auf jeden Fall noch Luft nach unten, wenn man so will, grob gesagt? Oder ist die Kritik der Bürger berechtigt, wo viele sagen, wir zahlen zu hohe Preise an den öffentlichen Ladepunkten? Wir haben ein Problem. Das haben wir lange unterschätzt: dass ganz viele Leute heute noch mit dem Dienstwagen unterwegs sind und
einfach eine Karte haben, wo sie persönlich nicht betroffen sind davon, wenn es teuer ist – da wird einfach bezahlt. Das heißt, es gab auch auf Kundenseite gar nicht diesen Druck. Natürlich gibt es die Stimmen im Markt, aber das ändert sich jetzt: wir haben zunehmend wirklich Leute, die nicht aus dem Flottengeschäft kommen und eine Flottenkarte haben, sondern die selbst ihre Karte davor halten und dafür blechen. Und gibt es in deiner Vision – nochmal zurück – für die Bürger, die keinen Ladepunkt zu Hause haben, werden wir
dann also eine Vision, die ich hätte, auch noch mal vielleicht, um auch dich und die Hörer nochmal abzuholen. Wir reden ja auch viel um intelligentes Laden. Ich bin ja Energieingenieur und versuche, das Ganze systemisch zu betrachten. Das eine ist: Ich verstehe die Ladepunktbetreiber, die ihre Auslastung so maximieren wollen, wie sie können. Es gibt allerdings natürlich auf Energiesystemebene dann die Inzentivierung, wenn man den Ladevorgang verzögert und diese dynamischen Strompreise hat und dann bidirektionales Laden etc. Eigentlich wär es für diese systemische Betrachtung so gut, dass
es möglichst viele Ladepunkte gibt und dass die Auslastung nicht die entscheidende Optimierungsgröße ist, sondern dass man das eben auf Systemebene schaut. Es gibt, wie du sagst, gewisse Restriktionen. Die Leute werden ihr Lebensverhalten nicht so stark umstellen. Das heißt, irgendwo kannst du es maximieren, aber bis 25 %, wie du sagtest. Und dann geht es eigentlich darum: Wie können wir das Laden möglichst verzögern oder bidirektional machen und dadurch Geld verdienen als Ladepunktbetreiber? Wie siehst du
das ganze Thema? Also das ist etwas, was wir viel zu selten diskutieren als Branche: Welchen Beitrag hätten wir eigentlich im Kontext des Energiesystems? Wenn wir über dynamisches Pricing reden, dann geht es vor allem um eine optimierte Auslastung. Da geht es nicht darum, uns gegen die Energieerzeugung zu optimieren. Das funktioniert in anderen Systemen. Das heißt also da, wo ich Schnellladen habe, da versuche ich über Pricing die Besuche so zu verteilen, dass sie früher oder später kommen. Aber wir haben ja noch die ganzen, sage ich mal,
Straßenlader, aber auch die Leute, die zu Hause stehen oder beim Arbeitgeber. Die stecken ja sehr lange. Und die können ja durchaus sehr flexibel laden und sind in der Lage, quasi auf Preissignale zu warten, die da heißen: Okay, jetzt ist es gerade sehr günstig an der Börse, jetzt bitte laden. Das entlastet ja auch das System. Und ich glaube, das brauchen wir – dass wir diese Preissignale aus dem Strommarkt auch bis zum Endkunden bringen. Und das ist ja eine Diskussion, die wir gerade beim
Lkw haben mit dem Durchleitungsmodell, wo wir sagen: An der Stelle wollen wir, weil es einfach so große Batterien sind, eben auch systemdienlich denken. Was wir zukünftig – wenn wir jetzt einfach mal zehn Jahre weitergehen – was meine Vision wäre, wenn ich in so einem Quartier bin: Also erstmal in einem Quartier wäre es so, dass ich fußläufig – und fußläufig heißt in Fußlatschdistanz, nennen wir das, das sind ungefähr 250 Meter vor meinem Haus – auch eine Lademöglichkeit habe. Ich diese Lademöglichkeit grundsätzlich, weil es eben nicht nur ein
Ladepunkt ist, sondern immer als Verbund gedacht ist, auch reservieren kann und ich eine hohe Verlässlichkeit habe, dass ich auch an den Ladepunkt drankomme. Und dann ist hier vor allem die Frage: Wie gelingt es uns eigentlich auch den Bürgerinnen und Bürgern, die keine eigene PV-Anlage auf dem Dach haben, Zugang zu PV zu organisieren? Also ich könnte mir auch vorstellen, dass man sagt: Okay, zukünftig ist das möglich – ich besitze irgendwo Anteile einer PV-Anlage. Die steht aber gar nicht zu Hause auf dem Dach, sondern die ist irgendwo
anders. Aber ich kann diesen Strom in mein Auto bringen. Das wäre eine denkbare Variante. Und ich glaube, dass wir nicht nur das Thema Schnellladen für die Quartiersangebote brauchen, sondern vor allem auch das Thema Normalladen, weil die Autos einfach lange stehen. Und wie du vorhin schon gesagt hast, es macht auch Sinn, viele Autos am Netz zu haben. Und du hast das Stichwort Durchleitungsmodell auch schon erwähnt. Wieso ist das so wichtig? Das ist ja gerade ein sehr hochaktuelles Thema, insbesondere im eMobility-Kontext. Aber ich glaube
nicht nur. Genau. Also das ist immer ganz wichtig, voranzustellen: Ich persönlich habe gar keine Präferenz, was besser ist oder wovon man Fan ist. Ich bin Fan von einer Sache – das ist fairer Wettbewerb und Level Playing Field. Und das, was wir in der Vergangenheit erlebt haben, ist ja Folgendes: dass viele Betreiber gar nicht wollten, dass die Bürgerinnen und Bürger ad hoc laden. Also kam jemand nach Berlin, hat uns erklärt: „Ad-hoc-Laden braucht kein Mensch, macht kein Mensch." Zu welchem Preis
haben Sie das denn eingestellt? Sie haben uns einen Preis genannt, und es ist doppelt so viel. Das ist klar, dass es keiner macht. Und vor allem da müssen wir hin: Wir wollen für die Bürgerinnen und Bürger Wahlfreiheit – ob sie jetzt ad hoc laden oder mit einem Fahrstromvertrag laden. Das ist die Baustelle beim Pkw. Und das ist ganz wichtig. Ich sehe das Durchleiten jetzt überhaupt gar nicht beim Thema Schnellladung Pkw. Man muss sich vor Augen führen: Ich werde ja deswegen, weil irgendwann nachts viel Wind bläst,
nicht nachts zur Ladesäule fahren. Der Effekt ist da, glaube ich, nicht. Das ist anders – möglicherweise beim Quartiersladen. Beim Lkw ist es aber so, dass wir nicht nur Ladepunkte fürs Zwischendurchladen aufbauen, wo man eine Dreiviertelstunde steht, sondern eben auch für die langen Zeiten, die ein Fahrer Pause machen muss, sprich acht bis zehn Stunden. Und da macht es schon Sinn, wenn ich einen Lkw acht bis zehn Stunden am Netz habe, zu schauen, wann er systemdienlich laden kann. Und dafür
muss ich aber das Preissignal von der Börse durchstecken. Und wichtig ist auch: Wir haben uns angeguckt, wann LKW an den Standorten stehen. Und das ist sehr flexibel. Das heißt, da kommen morgens schon die ersten rein, die eine Pause machen müssen. Und da kommen mittags noch mehr und abends noch mehr. Das heißt, das verteilt sich auch ganz gut über einen Tag. Also ich habe da eigentlich einen gigantischen Speicher unterwegs, wo es doof wäre, blöd wäre, wenn ich den
nicht nutzen würde. Das heißt, das haben wir vor: Wir sagen, okay, es soll eine dritte Zugangsvariante geben – dieses „Bring Your Own Power" oder EMP plus. Aber ob das genutzt wird, wie intensiv das genutzt wird und ob das jetzt der Bringer ist am Ende und preislich viel günstiger ist, das wissen wir nicht. Eine Sache ist aber klar: Wir haben einen fairen Wettbewerb zwischen den drei verschiedenen Zugangsvarianten. Und ist es so, dass es heute schon möglich ist – also, wenn ich jetzt eine Spedition bin
oder Fuhrparkbetreiber eines E-LKW, könnte ich das tatsächlich schon jetzt heute in Deutschland nutzen, oder müssen wir etwas abwarten? Was sind so Hürden, die noch auf dem Weg sind? Also die Anwendungsregelung ist ja da. Es gibt quasi keine. Wir müssen nicht mehr irgendwie auf die Bundesnetzagentur warten oder auf irgendwelche Gesetze. Das ist eigentlich alles da. Ich glaube, die Anwendung, die Umsetzung hier in dem Kontext ist neu. Deswegen müssen wir natürlich auch mit Augenmaß gucken, dass es etwas ist, was wir auch einführen müssen. Also
es wird nicht auf einen Schlag da sein. Aber ich glaube, dass das eine Kompetenz sein wird, auch im Markt, die über das LKW-Netz hinaus ihre Bedeutung hat. Und ich glaube, dass es nicht falsch ist, sich mit dem Thema auseinanderzusetzen. Aber wie gesagt, ich bin auch noch ein großer Fan davon – wenn wir jetzt beim PKW bleiben – übers Ad-hoc-Laden zu reden. Wir werden nächstes Jahr an den Punkt kommen, dass alle öffentlichen Ladepunkte angebunden sein müssen an den sogenannten nationalen Zugangspunkt. Das heißt, es wird
eine Plattform geben, wo alle Belegungsstati verfügbar sind. Und ich kann also sehen, wo eine Ladesäule ist, ob sie frei ist oder nicht frei ist – reservieren oder nicht reservieren. Aber ich kann das Pricing nachgucken für den Ad-hoc-Preis. Warum ist das so wichtig? In der Vergangenheit habe ich diese Informationen eigentlich nur über die App meines Fahrstromanbieters bekommen. Es gab sie nicht anders. Das heißt, wenn ich mich in die Welt der Elektromobilität reinbewegen wollte, brauchte ich diese Karte. Und zukünftig kann ich diese Daten in
meinem Navi oder auch immer auf dem Handy bekommen. Und ich weiß, wo ein Standort ist, und kann den auch ohne Vertragsbindung nutzen. Ich kann mir vorstellen, dass das das Ad-hoc-Laden maßgeblich stärkt. Wir wissen von großen Supermärkten, dass die Quote des Ad-hoc-Ladens dort eine ganz andere ist. Also da ist das Ad-hoc-Laden vom Pricing her so attraktiv gestaltet, dass die Leute das überwiegend machen. Und das finde ich eine interessante Sache: Wenn das Pricing stimmt, dann gehen die Leute auf das Thema Ad-
hoc-Laden. Und Ad-hoc-Laden auch nochmal aus Neugierde: Das wird ja über die AFIR-Regulierung europaweit geregelt, dass es auch an jedem Ladepunkt – AC und DC, also Schnellladen und Langsamladen – überall verfügbar sein muss. Und in der AFIR ist auch angelegt, dass es diskriminierungsfrei und fair zugehen muss zwischen den Bepreisungen. Das wird in der Praxis aus meiner Sicht nicht ganz so gelebt. Aber die AFIR hat schon die Tendenz, dafür zu sorgen, dass man sagt: Leute, eigentlich müssen die sich preislich schon auf einem
sehr ähnlichen Niveau bewegen. Und dann ist Ad-hoc-Laden natürlich auf einmal interessant. Und wie schaust du auf das Thema Unternehmensflotten? Das ist ja auch einer der größten Hebel, glaube ich, für die E-Mobilität. Zwei Drittel der neuen E-Fahrzeuge gehen in die Unternehmensflotten. Sind wir da auf einem guten Pfad? Gibt es da noch Hürden, die du siehst? Was fällt dir da noch zum Thema Unternehmensflotten ein? Ja, ist ja tatsächlich so, dass es immer weniger Leute gibt, die sich wirklich einen Erstwagen selber kaufen und dafür Geld
auf den Tisch legen. Das heißt also, um Elektroautos in den Markt zu bringen, ist das natürlich ein sehr wichtiger Weg über die Firmenflotten und Firmenfahrzeuge. Und das muss uns gelingen.
Darüber hinaus: Die Flotten, die mir noch mehr Sorgen gerade machen, sind die ganz großen, die LKW-Flotten – wie wir die elektrifiziert bekommen. Ich hatte ja schon gesagt, dass wir an dem Ladenetz für öffentliche Ladeinfrastruktur dran sind. Aber das ist ganz wichtig: Wir müssen ja auch überall im Depot laden. Und da haben wir gewaltige Aufgaben. Und das ist wenigstens bewusst in der Planung, die wir auf der Autobahn vorgenommen haben. Also die Bedarfsplanung hat als Grundannahme, dass die LKWs eigentlich immer zu 100
% geladen losfahren. Diese Grundannahme hinzubekommen – das wird ein hartes Stück Arbeit. Wie meinst du das – dass man es schafft, die auf 100 % zu kriegen? Die Frage ist ja: Wir denken in einer Kaskadenlogik nach. Wie viel Ladeinfrastruktur müssen wir aufbauen? Und wir wollen natürlich nicht zu viel aufbauen. Das heißt, man sagt: okay, Ladebedarfe, die an anderer Stelle günstiger zu erschlagen sind, die sollten auch da stattfinden. Also ein Ladevorgang im Depot wird vermutlich immer günstiger sein als an irgendeinem öffentlichen Ladepunkt.
weil einfach gewisse Anforderungen entfallen. Und deswegen sagen wir in unserer Logik: OK, wir wollen, dass die erst mal dort auch entsprechend laden und im Idealfall vollgeladen losfahren. Aber wie gesagt, bei den Depots gibt's doch gewaltige Aufgaben. Das, was mir Sorgen macht, ist eben, dass die Netzanschlüsse in der Regel nicht für alle reichen. Und dann hat man eben so ein Gewerbegebiet. Wenn da fünf Logistiker sind, wird möglicherweise nur der schnellste am Anfang bedient und der Rest guckt in die Röhre. Und das kann es nicht sein. Können wir da
auch mal ein bisschen mehr ins Detail gehen, weil du dich auskennst, was so typische Netzanschlussleistungen in so einem Gewerbegebiet sind und was da so realistisch ist für so einen Logistiker, was er jetzt hat und was er dann perspektivisch als Netzertüchtigung erfragen kann vom Verteilnetzbetreiber? Das ist natürlich in der Tat sehr unterschiedlich, weil es natürlich auch Gewerbeanwendungen gibt, die brauchen sehr viel Strom, es gibt welche, die brauchen sehr wenig. Wenn man sich aber anguckt, was braucht eigentlich ein Depot an Strom – also, wenn ich mir
einfach nur so ein Warenumschlagsdepot angucke: Ich brauche Strom für die Beleuchtung, ich brauche Strom, um das Rolltor hoch und runter zu fahren. Das sind nicht die Riesenmaschinen, das ist keine Schrottpresse. Vielleicht, wenn es ein gekühltes Depot ist, dann noch mal ein bisschen mehr wegen der Kühlung. Aber die Standard-Depots – nehmen wir mal irgendeines, das einfach nur ungekühlte Pakete sortiert – da ist der Bedarf nicht hoch. Aber habe ich möglicherweise 100 Lkws an der
Rampe stehen. Wenn ich da jetzt sage: OK, an jeder Rampe muss ein Stecker dran sein, dann komme ich auf einmal auf Anschlussleistungen, die ein Betreiber von so einem Standort noch nie gesehen und gehört hat. Und der kippt wahrscheinlich erst mal hintenüber. Und dann hängt es natürlich noch davon ab, wie so ein Gewerbe insgesamt angeschlossen ist. Und das kann sehr, sehr unterschiedlich sein. Das hängt auch immer damit zusammen, wie das vorgelagerte Netz aufgebaut ist. Manchmal hat man Glück und da sind auch Kapazitäten frei. Wobei das
ja auch immer eine Momentaufnahme ist. Es kann auch sein, dass morgen irgendwie ein großer Batteriespeicher oder ein Rechenzentrum kommt und die Leistung weg ist. Und deswegen ist es sehr, sehr wichtig, dass man hier auch von Anfang an gerade den Verteilnetzbetreibern transparent macht, was da auf sie zukommt. Und das ist ja eine wesentliche Aufgabe von uns, die glaube ich am wenigsten bekannt ist. Wenn wir uns alle darüber beschweren, dass Verteilnetzbetreiber eigentlich zu langsam sind mit den Anschlüssen – die können jetzt nicht viel dafür, weil die
Regeln sind, wie sie sind, und die Personalausstattung ist auch oft so, wie sie ist. Und wenn man das Problem lösen möchte, dann muss man den Verteilnetzbetreibern auch den Vorlauf geben, den sie brauchen. Also, wenn mir ein Verteilnetzbetreiber sagt, er braucht zehn Jahre, um irgendwo eine Hochspannungsleitung zu legen, kann ich nicht zehn Jahre warten und dann sagen: Ich will jetzt eine Hochspannung haben – und dann ist sie nicht da. Sondern ich müsste heute, mit ordentlichem Vorlauf, ihm sagen: Pass auf, in zehn Jahren brauche ich
da einen Netzanschluss. Dann kriegt er das hin. Und das ist das, was wir machen: Wir planen im Prinzip für ganz Deutschland den Bedarf an Ladeinfrastruktur und an Leistungen, die dahinterliegen, und geben diese Daten den Netzbetreibern, damit die ein Bild davon haben, was da auf sie zukommt. Weißt du, ich habe mich auch länger gefragt, was die Hauptgründe sind, weshalb es bis zu zehn Jahren dauern kann, vor allem bei den Hochspannungsanträgen. Kannst du da nochmal ins Detail gehen? Also, es ist bestimmt nicht, dass der
Bagger vom Kipper fährt, das Loch buddelt und wieder zumacht – das ist in ein paar Tagen gemacht. Es ist tatsächlich dieser ganze Planungsvorlauf, die ganze Abstimmung, die extrem zeitintensiv ist. Und ich meine, dafür gibt es ja auch gute Gründe. Man muss natürlich die verschiedenen Interessen im Land in den Ausgleich bringen, aber das ist sehr zeitintensiv. Und ja, ich würde natürlich auch hoffen, dass man da noch mal entsprechende Beschleunigungsmaßnahmen bekommt, die dann auch greifen für den Bereich. Stichwort überragendes öffentliches
Interesse, was wir bei der Windkraft gemacht haben. Das würde helfen, diese Zeit um neun Jahre oder so zu verkürzen – mit dem Problem, dass inzwischen gefühlt alles von überragendem Interesse ist. Ich meine, da muss man sich auch ehrlich machen. Aus unserer Sicht ist natürlich das allerwichtigste Thema Ladeinfrastruktur. Für andere sind es Batteriespeicher. Dann kommt der Nächste und sagt: Ja, aber wenn wir keine eigenen Datenzentren haben, gucken wir irgendwann total in die Röhre. Und und und. Das heißt also,
die Verteilnetzbetreiber und Übertragungsnetzbetreiber sehen sich natürlich mit einer Welle von Anträgen konfrontiert, die sie schwer bewältigen können. Da müssen wir sie einfach unterstützen, so gut es geht. Und das ist eben unser Ansinnen, indem wir sagen: Pass auf, Leute, wir erklären euch, wie das Zielbild für 2030, 2035, 2040 aussieht, damit ihr gerade auch in den vorgelagerten Netzen die notwendigen Ertüchtigungen vornehmen könnt. Ihr unterstützt sie vor allem in beratender Funktion. Habt ihr auch ein Tool, oder wie genau kann man sich das vorstellen? Genau,
Unser führendes Tool an der Stelle ist das Standort-Tool. Damit machen wir die Bedarfsplanung und berechnen das auch. Und es ist tatsächlich im EnWG festgeschrieben, dass unsere Planungen auch übernommen werden müssen. Das heißt, das ist nicht irgendwie freiwillig, sondern das ist eine harte Leistung, die wir bringen und die dann auch genutzt werden muss. Das ist natürlich, wie gesagt, den wenigsten bewusst, zeigt aber auch, dass der Staat durchaus intelligent agieren kann – im Sinne von: Ja, wir haben Modelle und Prognosen, die helfen, die großen Aufgaben
die da vor uns liegen, zu bewältigen. Ein Stichwort: Staat. Ich finde das auch sehr spannend, und ich glaube, da sind wir uns ähnlich – und vielleicht eher kontrovers in Deutschland. Das würde ich auch gerne vertiefen: inwiefern der Staat eine Berechtigung hat beim Planen von bestimmten Prozessen, und insbesondere jetzt in dem Fall Infrastruktur, und wie viel man dem Markt seinen freien Lauf geben soll. Ich höre raus, und ich glaube, ich bin deiner Meinung, dass der Staat in bestimmten
Aspekten auf jeden Fall federführend agieren und Verantwortung übernehmen muss, in dieser koordinierenden Funktion. Wie schaust du auf das Thema – nicht nur beschränkt auf die E-Mobilität, sondern dass der Staat nicht nur eine Laissez-faire-Mentalität hat, der Markt regelt schon alles, sondern da auch eine Führung übernehmen muss? Ich glaube, es braucht ein ausgewogenes Verhältnis zwischen Staat und Wirtschaft an der Stelle. Es gibt – und das ist vollkommen bewusst – viele Dinge, die die Wirtschaft besser kann. Aber es gibt auch Dinge, die der Staat besser
kann, oder wo man vielleicht eher im Sinne der Bürgerinnen und Bürger agiert. Und ich glaube, da muss man sich immer sehr ehrlich machen, was jeweils die Interessenslage ist. Ich glaube, gerade beim Thema Infrastruktur hat der Staat natürlich immer einen starken Beitrag, aber der Staat wäre zum Beispiel nicht besser darin, selber Ladeinfrastruktur aufzubauen und zu betreiben. Ich erinnere mich an ein Gespräch vor zehn Jahren mit einem Bundestagsabgeordneten, der meinte: „Herr Pallasch, das müssen doch alles Sie machen." Ich habe gesagt: „Gott im
Himmel, ganz ehrlich, wenn wir hier was erreichen wollen – wir als staatliche Institutionen wären nicht dazu in der Lage, das Tempo aufzubringen, weil wir ganz andere Regeln haben, um deutschlandweit Ladeinfrastruktur hinzubauen und zu betreiben." Das ist eine Industrieaufgabe. Aber bei der Frage, wie die Rahmenbedingungen sind und wie so ein Gesamtsystem funktionieren muss, wie wir dafür sorgen können, dass es für die Bürgerinnen und Bürger fair zugeht, oder wie wir für Einheitlichkeit sorgen können – da haben wir schon wieder eine Rolle.
Und dann gibt es natürlich noch Spezialthemen, so wie jetzt bei der Ausschreibung Lkw. Da hat der Bund die Flächen, und da ist man dann auch noch mal in einer anderen Rolle. Wenn man selber Flächengeber ist, muss man mit diesen Flächen verantwortungsvoll umgehen, weil ich nicht einfach irgendjemanden die Flächen geben kann, sondern das muss ein sauberes Verfahren sein. Beim Thema E-Mobilitätsstrategie, wenn man sich jetzt insbesondere China anschaut und dann die USA – um mal ganz konkrete Extrembeispiele zu nehmen –, Deutschland und die EU sind irgendwo dazwischen.
China: Fünfjahrespläne, ganz klare Strategie pro Elektromobilität. Der Plan hat natürlich gewisse negative Aspekte, wenn man sich den Markt anschaut, aber trotzdem eine ganz klare Linie pro E-Mobilität und Wahnsinnszulassungszahlen, was die E-Mobilität angeht. Und dann die USA: jetzt gerade eine neue Regierung, und plötzlich „Drill, Baby, Drill" – und dann geht es nur noch darum, bloß keine E-Fahrzeug-Importe. Die führende Regierung glaubt nicht daran. Hier habe ich das Gefühl, wir fahren irgendwo dazwischen. Fahren wir den richtigen
Weg? Sollten wir irgendetwas anpassen – eher in Richtung China, oder alles so wie gehabt? Manchmal hat man ein bisschen den Eindruck, uns fehlt der Mut, so richtig zu springen. Ein halber Sprung kann ziemlich schmerzhaft werden. Industriepolitisch ist, glaube ich, allen klar, die sich mit der Thematik auskennen: Das Geld von morgen wird nicht mit den Produkten von gestern verdient. Das ist eigentlich allen klar. Und deswegen ist natürlich schon die Frage, in welcher Intensität und mit
welcher Schnelligkeit man in diese neuen Märkte reingeht. Jedes Auto, das ich in diesem neuen Markt mehr verkaufe, verkaufe ich in einem alten Markt weniger – und das ist natürlich immer noch eine Herausforderung. Wir argumentieren sehr oft noch mit Flottengrenzwerten, dass wir sagen: „Ja, deswegen müssen wir das quasi durch Flottengrenzwerte erzwingen." Ich wünsche mir oft, dass wir eigentlich noch ganz anders denken: „Pass auf, Leute, wir müssen diesen iPhone-Moment vom E-Auto rauskitzeln." In
diesem Moment, wo die Leute sagen: „Ich will das Ding haben. Mein Nachbar hat's, ich will's haben, und alle anderen wollen es auch haben." Da müssen wir hinkommen, weil dann verkauft sich das Ding von alleine. Was braucht es dafür? Auf der CapEx-Seite darf so ein E-Auto natürlich nicht viel teurer sein, und bei den Betriebskosten – sprich Ladekosten – darf es ebenfalls nicht teurer sein. Und ich glaube, ganz wichtig ist auch diese Funktionalität. Deswegen bin
Ich bin so scharf wie alle anderen auch auf das Thema Bidirektionales Laden. Das ist quasi die erste Funktionalität, die das E-Auto vom klassischen Verbrenner abhebt, weil der Rest mehr oder weniger identisch ist. Außer bei der Reichweite haben wir ein bisschen mehr Probleme, sage ich mal, also zu wenig Reichweite. Ich habe das Thema Laden. Aber das E-Auto kann etwas, was der Verbrenner nicht kann. Und das ist quasi Sparbüchse oder Goldesel, wie man es auch nennen möchte – dass man das wirklich ins Energiesystem hängt.
Und ich glaube, das kann den Leuten so richtig Spaß machen. Man sieht ja all die Leute mit ihrer App, wenn sie sehen, wie viele PV-Stunden sie geladen haben, und ich glaube, dass das einfach ökonomisch attraktiv wird. Lass uns ins Detail gehen beim Thema Bidi, weil es geht ja auch um günstiges Laden. Wie wir drauf schauen: beim Verbrenner konntest du vielleicht ein paar Cent hier und da
zu einer anderen Tageszeit sparen, oder eine Tankstelle, die günstiger war. Aber jetzt beim Strom hast du so viel mehr Hebel – schon beim Laden und dann perspektivisch beim bidirektionalen Laden. Es gab ja neulich diese große Ankündigung von Octopus und BYD, die sehr viele Wellen geschlagen hat. Mit 300 Pfund in UK kann man jetzt, wenn man Bidi und so weiter macht und Octopus es zulässt, umsonst fahren. Wann kommt das in Deutschland, deines Erachtens? Das ist auf jeden Fall auch für mich ein iPhone-
Moment, beziehungsweise ein Xiaomi-Moment, weil Apple sein E-Auto ja quasi nicht gebracht hat und Xiaomi, das Apple Chinas, es schon gebracht hat. Ich sehe, dass die Kollegen im Wirtschaftsministerium damit große Aktivität auch dran sind. Wir unterstützen das auch. Wir haben damals als Leitstelle auch das Grundlagenpapier dafür verfasst, um überhaupt mal zu sortieren, wo es noch Baustellen gibt und wo nicht. Habe ich gelesen. War sehr gut, kann ich sehr empfehlen. Das hat damals unser Beirat gemacht. Die armen Kollegen, die mussten – ich habe
mich fast ein bisschen geschämt, weil ich war im Urlaub und der Beirat der Leitstelle saß da und hat das Ding erarbeitet. Aber das haben sie ganz hervorragend gemacht. Ich hoffe, dass von allen erkannt wird, dass wir da mit Vollgas ran müssen an das Thema, weil wir sehen, andere machen es jetzt schon. Und wir dürfen uns jetzt nicht verzetteln und sagen, wir müssen das letzte Detail klären. Ich glaube, wir müssen auch den Mut haben, damit jetzt schnell in den Markt zu gehen
mit einer robusten Lösung, und dass eben auch klar ist: das muss zukünftig jedes Fahrzeug können, also dass das auch einfach State of the Art ist. Jedes Fahrzeug kann das von der Softwareseite her. Mir ist eine Sache noch wichtig, die zu selten thematisiert wird. Wir haben unendlich viele Stunden darüber geredet, wie die Schnittstellen aussehen, wie die Abläufe sind und und und. Aber eine Sache haben wir nicht geklärt: Wie muss sich eigentlich der Mensch mit seinem Auto dazu verhalten? Und da kommen wir zu folgendem
interessanten Punkt: Wenn ich davon profitieren möchte – also sprich die Arbitrage zwischen „Ich kann billig meinen PV-Strom nutzen und dann eine teure Kilowattstunde am Abend ersetzen" – wenn ich dieses Potenzial heben möchte, muss das Auto ja zum richtigen Zeitpunkt gesteckt sein, sprich dann, wenn PV-Strom billig erzeugt wird. Aber das steht ja nicht zwangsläufig zu Hause. In der Regel steht das Auto auch woanders. Und da ist die Frage: Wie kommt denn eigentlich mein Strom dann zum Arbeitgeber? Da bin ich wieder
beim Thema Durchleiten. Und da gibt es seit Neuestem auch grünes Licht dafür, dass das eben auch in dem Kontext gedacht werden kann. Es gab ein Urteil, also spricht jetzt nichts mehr dagegen. Und ich sehe da schon das Potenzial. Die Experten, die sich mit dem Thema auskennen, sagen inzwischen: Durchleiten wird eine wichtige Grundlage fürs Bidirektionale Laden sein. Das ist, glaube ich, noch zu wenig diskutiert und gesehen worden. Total. Da reden wir auch über Komplexitäten. Ich weiß nicht, wie du da auch im Detail
drinsteckst und da auch durchleiten kannst. Aber die ganzen Komplexitäten des Bidirektionalen Ladens sind ja zum einen diese ganzen Geschäftsmodell-Aspekte und die regulatorischen Hürden: Durchleitungsmodell – ist das möglich, ja oder nein? Steuerliche Aspekte, also diese Art von Problematiken. Dann die informatiklastigen Aspekte, die dranhängen. Und dann natürlich der User – der muss auch wissen: Wie geht er damit um? Jetzt kann ich Bidi laden, oder jetzt muss ich aber schnell weg und so schnell wie möglich laden. Und dann natürlich die ganzen elektrotechnischen
Aspekte: Ist die Ladesäule in der Lage, den Strom in die andere Richtung zu leiten – AC oder DC etc.? Sprich, da gibt es einiges. Wo siehst du die größten Hürden in diesem Konstrukt? Und wie schnell siehst du, dass wir das in Deutschland auch wirklich freilassen? In der Aufzählung fehlte ein Akteur. Das ist der Netzbetreiber. Den müssen wir vor allem mitnehmen und abholen, im Sinne von: Der braucht
die Sicherheit, dass durch diese Funktionalität die Stabilität des Stromnetzes nicht gefährdet ist. Und der härteste Fall, den man sich da vorstellen kann, ist: Es gibt ein Preissignal, und man kann mit dem Einspeisen von Strom Geld verdienen. Jetzt muss man sich vorstellen, das machen alle. Man hat eine Straße, jeder hat ein E-Auto, alle machen das auf einmal – jeder knallt da irgendwie 11 kW ins Netz. Dann habe ich natürlich ein Problem, wenn das nicht gesteuert werden kann, und deswegen
Es ist absolut berechtigt, dass die Netzbetreiber da eben auch ihre Bedenken einbringen. Aber ich glaube, da hat man inzwischen gute Lösungen. Und ich glaube, es braucht dann auch noch im nächsten Schritt Klärung darüber, wie man das relativ simpel auch umgesetzt bekommt, also sprich günstige Wallboxen, die das ermöglichen. Und auch das wird eine spannende Frage sein. Wir haben ja ganz viele Akteure draußen. Die machen das ja nicht aus reiner Menschenliebe, die wollen auch damit Geld verdienen. Und das wird
spannend zu sehen sein, wie diese Geschäftsmodelle aussehen, was sich da durchsetzt und was nicht. Aber ich glaube, und das ist für mich der interessanteste Fall: Für mich ist es gar nicht so spannend, dass ich jetzt irgendeine Systemdienstleistung Richtung Netz anbiete, sondern es ist quasi diese Optimierung zu Hause. Diese Vorstellung: Ich hab da draußen mein Auto. Und damit versorge ich mich. Jetzt ist es dunkel, läuft meine Sauna, es läuft schon mal der Pizzaofen, und so überall
brennt auch Licht, und einer hängt noch seine ganzen Geräte an. Dann macht das Spaß. Und wenn ich dann noch merke: Okay, ich hab das quasi am Tag selbst erzeugt und kann es abends selbst nutzen – ich glaube, dann wird eine Geschichte draus. Ja. Und gibt es noch andere Themen, die du denkst, die jetzt Innovationen sind, die kommen werden, die dir so Freude bereiten und Optimismus für die E-Mobilität? Es gibt noch ein großes Thema am Horizont, das wir zunehmend im Blick nehmen: das Thema
autonomes Fahren – vielleicht sogar stärker von der Lkw-Seite her, weil das natürlich eine ganz andere Bedarfsplanung mit sich bringen würde. Also wenn zum Beispiel Autos autonom fahren würden beim Pkw, dann wäre das, was ich beim Straßenlader erwähnt habe – diese fußläufige Distanz von 250 Metern – gar kein Thema mehr. Dann würde ich sagen: Der kann fahren, wohin er will. Hauptsache, der steht zum richtigen Zeitpunkt wieder vor der Tür. Ja. Und da ist eben vollkommen unklar, wie die Welt in Zukunft aussehen wird.
Aber es hat natürlich einen Riesenimpact auf die Ladeinfrastrukturplanung. Warum ist es so wichtig, darüber nachzudenken? Das, was wir in den Boden legen, die Netzanschlüsse – das legen wir eigentlich für 50 Jahre so. Und dann merkt man: Okay, wenn wir nach 10 Jahren merken, mit autonomem Fahren sieht die Welt ganz anders aus, dann hat man natürlich schon Fehlinvestitionen. Das muss man im Blick behalten. Das sind so die großen Dinge, die da kommen. Ansonsten sehen wir auch mit Spannung, wie sich die Technologie
selber weiterentwickelt, also sprich die Effizienz, aber auch die Batteriegrößen und die Leistungsfähigkeit der Batterien, Feststoffbatterien und so weiter. Da erwarten wir auch noch Innovationen. Und grundsätzlich – und das ist, glaube ich, eine ganz wichtige Botschaft – ist das ein Thema, das man hinbekommt. Es ist nicht so, dass man sagt, das ist eine komplett ungelöste Frage wie bei der Kernfusion, sondern es ist eigentlich alles da. Es geht jetzt darum, das so zu konfigurieren, dass es am Ende beim Kunden funktioniert. Und da bin ich guter
Dinge. Ja. Und beim Thema autonomes Fahren: Was denkst du? Wie wird geladen werden? Es gibt ja verschiedene Konzepte. Wenn kein Fahrer das Kabel in die Wallbox stecken kann, wird es Batteriewechselstationen geben? Wird es Roboterarme geben? Wird es eine Dienstleistung von Unternehmern geben, die Angestellte haben, die das dann für dich machen? Sehr spannende Frage. Wir sehen heute schon – und das funktioniert – Tankrobotik oder Laderobotik, dass das automatisiert passiert. Es könnte aber auch sein, dass man dann an den Punkt
kommt, dass man stärker über induktives Laden nachdenkt. Ja, induktiv habe ich vergessen. Auch. Dass das quasi als Argument für Wechselbatterien genommen werden kann, sehe ich nicht ganz. Aber klar, man muss diese Frage beantworten. Und wir wissen es heute nicht. Ja, es bleibt spannend. Und beim Thema autonomes Fahren sieht man ja auch, dass Deutschland mit dem VW-ID-Chef neulich sehr viele Schlagzeilen gesorgt hat. Da geht es ja auch schnell voran. Nicht nur von Elon Musk
und Tesla, die groß ankündigen und manchmal nicht immer liefern, sondern auch andere. Also es ist auf jeden Fall schon da. Man müsste sich auf jeden Fall schon vorbereiten auf den Wandel. Genau. Also im letzten Urlaub war ich in Bayern. Am Rückweg bin ich über das Testfeld an der Autobahn gefahren. Meine Familie hat mich immer wieder schräg angeguckt, weil ich irgendwie aufgeregt gerufen habe: Guck mal da! Und es war tatsächlich ein Idi-Bus, autonom fahrend. Und
das war schon beeindruckend, wenn man denkt: Die A9 ist ja dicht im Verkehr. Und dann hat man dazwischen ein Fahrzeug, von dem man weiß, okay, da sitzt eigentlich kein aktiver Fahrer mehr so da. Ja, ich glaube, wir waren immer sehr euphorisch, wie schnell das kommen könnte. Jetzt hat man etwas weniger Euphorie. Aber ich glaube, es hat seine Berechtigung. Gerade wenn ich mir überlege, wie ich ÖPNV im ländlichen Raum organisieren könnte auf Basis von solchen Systemen. Ich könnte ganz viele Probleme
erschlagen, wenn das Thema autonomes Fahren da wäre. Und zu guter Letzt: Was können wir von anderen Regionen, Ländern oder Städten lernen – hier in Berlin oder in Deutschland? Was sind spannende Begebenheiten woanders? Mein Lieblingsland an der Stelle sind die Niederländer. Von denen haben wir viele Dinge abgeguckt. Vor allem, dass es Sinn macht, eine übergeordnete Bedarfsplanung zu haben. Das machen alle in Amsterdam oder in anderen Städten. Da hat die Kommune oder der Staat
da einfach auch einen Plan im Sinne von, der weiß, was man eigentlich bräuchte. Und dann lässt man das aber am Ende von der Industrie aufbauen und guckt, wie man das ermöglicht bekommt. Was sie auch haben. Und das ist im Unterschied zu unserer Ausschreibung hier in Deutschland so, dass die erkannt haben: Es hilft ja nicht, wenn ich immer nur den ersten Aufschlag mache und danach kümmert sich keiner mehr darum, sondern ich brauche ein System, das mitwächst. Und das haben die Kollegen in Utrecht sehr gut gemacht. Das
ist übrigens auch das Vorbild für die Autobahn bei den Lkws, dass wir sagen, es gibt KPIs, die uns anzeigen, wann so eine Infrastruktur volllaufen wird, und dass wir rechtzeitig dann den weiteren Ausbau anstoßen. Von daher würde ich sagen, wenn man nach einem Reisetipp fragt: Amsterdam, Utrecht. Na ja, spannend. Na dann, wenn die Zuhörer mehr erfahren wollen zu allen Aktivitäten, zu dir – was würdest du denen noch als Ratschlag geben? Und vielleicht hast du auch eine letzte Nachricht, die du loswerden willst. Das ist immer natürlich die der Leitstelle
folgen bei LinkedIn oder auch auf unserer Webseite sich die Tools angucken. Ansonsten bieten wir ja auch ein Portfolio an von Veranstaltungen, demnächst am 20. November die Gliscon, die sehr groß ist. Und eine Bitte habe ich immer an alle Branchenkolleginnen und Kollegen: wirklich immer noch mal vor Augen führen – diese Nutzersicht. Und das ist etwas: Was braucht es denn, um die Bürgerinnen und Bürger davon zu überzeugen, ein E-Auto zu kaufen? Und da sich noch bewusst zu machen: das, was jetzt am Anfang funktioniert hat, bei den
Early Adoptern ist noch nicht das, was wir für den Massenmarkt brauchen. Ich glaube, die Denke müssen wir noch in jeden Kopf kriegen, dass wir sagen: okay, Massenmarkt ist noch mal was anderes. Das ist was Forderndes. Und das müssen wir uns auch selber auf die Agenda schreiben. Aber ich bin guter Dinge, wir werden es hinbekommen. Ja, da kann ich "Crossing the Chasm" als Buch auch empfehlen, was genau versucht, diese Frage zu beantworten. Das liegt zu Hause auch irgendwo im Flur bei mir. Ja. Dann danke dir für deine Zeit
und die Gedanken. Und bis bald. Vielen Dank.
Und das war die Folge mit Johannes Ballasch von der Nationalen Leitstelle. Heute haben wir gesehen, wie aus Leidenschaft echte Wirkung entstehen kann – sei es beim eigenen Ladepark zu Hause oder in einer koordinierenden Rolle, die Strategie und Vision zusammenführt, von der Wirtschaft zum Staat. Besonders spannend war auch, wie Kommunen mithilfe von Standort-Tools und dem Teilen von Best Practices die Elektromobilität voranbringen. Und der Austausch mit internationalen Organisationen aus Holland und Österreich zeigt einmal mehr: Wir sind Teil einer Bewegung, die über Grenzen hinweg denkt und handelt.
Genau diese Impulse machen Lust, den Wandel weiter aktiv mitzugestalten. Also gerne teilen, abonnieren und bis zum nächsten Mal.
Notas do episódio
In dieser Folge von Smart Charge sprechen wir mit Johannes Pallasch, Sprecher der Nationalen Leitstelle Ladeinfrastruktur unter dem Dach der NOW GmbH. Er erzählt von seinem Weg in die Elektromobilität, von den ersten E-Bus-Erfahrungen in Solingen über Stuttgart bis zum Aufbau der Leitstelle in Berlin. Gemeinsam diskutieren wir, wie Deutschland Ladeinfrastruktur koordiniert, welche Rolle Förderprogramme und Reallabore gespielt haben und wo die größten Chancen und Baustellen liegen. Kernpunkte - Nationale Leitstelle als Kompetenzzentrum und Koordinator für Bund, Länder und Kommunen - Standorttool: gesetzliche Grundlage für Netzausbau und Bedarfsplanung - Ladeinfrastruktur im Alltag: Straßenladen, Mehrparteienhäuser und Depotladen für LKW - Faire Preise, Blockiergebühren und Ad-hoc-Laden als Schlüssel für den Massenmarkt - Bidirektionales Laden, Smart Grids und autonome Fahrzeuge als Zukunftstreiber Im Gespräch wird deutlich: Der Aufbau einer verlässlichen Ladeinfrastruktur ist mehr als Technik und Regulierung – es geht um Nutzerfreundlichkeit, Vertrauen und eine Vision für den Massenmarkt. Johannes Pallasch zeigt, wie Politik, Industrie und Bürger zusammenarbeiten können, um die Mobilitätswende voranzubringen.