Ep. 17: Partnerschaften & Flotten‑Digitalisierung: Mit Katharina Fritsch von Shiftmove
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Bem-vindos ao Smart Charge by RiDERgy Podcast. Sou Claudio Geyken, Fundador e CEO da RiDERgy. Este é o vosso programa para aprenderem tudo sobre gestão de energia e inovação em carregamento inteligente para veículos elétricos e frotas.
Neste episódio falo com Katharina Fritsch, Head of Partnerships and Account Management na Shiftmove. Antes de se juntar à Shiftmove, Katharina ganhou experiência valiosa na Enterprise, a conhecida empresa de aluguer de automóveis, e na Clever Shuttle, um dos primeiros operadores de ridepooling baseados em veículos elétricos na Alemanha. A Shiftmove reúne rastreamento em tempo real, ferramentas de compliance, fluxos de trabalho automatizados e análise de dados e já é utilizada por mais de 18.000 empresas para gerir mais de 550.000 veículos diariamente. Na nossa conversa, Katharina partilha as suas experiências e os problemas exatos que resolve com a Shiftmove, que tipo de frotas aborda, como está
a progredir a colaboração e cooperação dentro da Shiftmove após a fusão da Avos, Wimka e Optimum, como vê os temas ESG e mobilidade elétrica, bem como inteligência artificial, e o que ainda está planeado. Então, vamos começar com a Katharina.
Olá, Katharina. Que bom que estás aqui hoje. Como estás? Olá. Muito obrigada pelo convite. Estou bem, cheguei bem. Ótimo. Super, fico contente. Antes de entrarmos realmente em temas detalhados sobre a Shiftmove, etc., podes talvez contextualizar os ouvintes e dizer: Qual é o teu percurso? Como chegaste onde estás agora, a esta função? Exatamente. Então, o meu nome é conhecido, creio eu. Katharina Fritsch, estou agora há cerca de quatro anos na empresa Shiftmove.
Depois da universidade comecei na área de gestão de frotas, estive numa grande empresa de aluguer de automóveis, cerca de seis, sete anos lá, e fiz os primeiros contactos na área de gestão de frotas. Depois passei mais três anos num grande operador de ridepooling, aqui em Berlim, e tive lá a experiência de como é construir uma frota quase do zero e fazê-la crescer – de 30, 40, 50 veículos até 500 a 600 veículos na frota. Tudo puramente elétrico, na verdade. Foi uma época muito interessante. Em que anos foi isso? Foi
de 2018 até à época da COVID, 2021. Bastante cedo para haver tanto elétrico. Foi efetivamente muito desafiante, mas conseguimos, penso eu, gerir muito bem. E depois vim para a Shiftmove – praticamente do lado do utilizador, do lado utilizador de software, passei então para o lado do software. Voltando um passo atrás: Como entraste sequer neste mundo das frotas? O que te fascinou ou motivou nisso? Ou simplesmente caíste nisso? Bem, tenho de dizer que
desde criança sempre tive um pouco de contacto com o tema automóvel e automobilidade.
Por razões familiares sempre houve uma afinidade com veículos algures na família, e depois efetivamente após a universidade entrei no tema por acaso, porque uma amiga minha trabalhava na empresa de aluguer de automóveis e disse: "Olha, é tão divertido. Por que não experimentas também?" Estive lá quase sete anos. E o que te agradou tanto nesta empresa de aluguer de automóveis e depois no ridesharing, para estares agora
há tanto tempo nesta área? Bem, na empresa de aluguer de automóveis foi efetivamente assim: comecei de forma muito clássica como Management Trainee. Tinha uma abordagem muito generalista lá, podia conhecer um pouco todas as áreas da empresa – seja disposição de veículos, serviço ao cliente ou vendas. Adquiria todas as capacidades e competências. Achei isso muito bom para ter primeiro uma base alargada. E claro que tinha sempre também o tema veículos em paralelo. Era naturalmente bom também ver, conduzir
diferentes veículos todos os dias e ter uma sensação dos carros. E como veio depois o passo para a próxima fase da carreira? Se quiseres também dizer os nomes das empresas. Sim, claro. Posso dizer a empresa de aluguer de automóveis, era a empresa Enterprise, e o operador de ridepooling era a empresa Clever Shuttle – penso que também conhecida aqui em Berlim, os carros verdes que circulavam aqui. Como passaste então da Enterprise para a Clever Shuttle?
Também por acaso, através de amizade, conhecidos – como acontece, conversa-se no círculo de amigos sobre o que se faz. E eles procuravam efetivamente nessa altura alguém que assumisse toda a área de gestão de frotas, porque tinham fundado aqui em Berlim esta start-up tecnológica para o serviço de ridepooling. No fim foi um acaso favorável. Após sete anos disse então também, hora de algo novo – foi super interessante, também poder acompanhar esse projeto. E depois mudei.
E esse foi o teu primeiro contacto com a mobilidade elétrica, efetivamente? Sim, na Enterprise ainda não havia muito. E depois eram praticamente já 100% veículos elétricos desde o início. Exatamente, esse era também o modelo de negócio: aposta-se tudo na eletromobilidade, mobilidade sustentável, a ideia do ridepooling, de várias pessoas partilharem um veículo. E por isso fez-se isso também com veículos elétricos e também com veículos a hidrogénio. E como olhas para estas duas experiências retrospetivamente? Quais são os temas que te
ficaram contigo, não é? Conclusões, quando olhas para trás. Na verdade, olho para trás de forma muito, muito positiva. O tempo na Clever Shuttle foi, creio, muito marcante, também no que diz respeito ao tema da frota, como se dimensionam processos, como se tornam os processos escaláveis na frota, e também como se faz isso de forma sustentável, para que se possa aumentar a escala rapidamente. E tão cedo já com mobilidade elétrica, consigo imaginar que não foi fácil. Tens desafios que ainda te vêm à memória, que tiveram de superar? Sim, na verdade houve muitos desafios. Por um lado
quando se aumenta a frota dessa forma. Começámos em Berlim na altura – teria de mentir agora – com 20 a 30 veículos e depois levámos isso até cerca de 100 veículos. Aí, naturalmente, entra-se rapidamente em um ou outro desafio também no tema do carregamento e da gestão de carga, especialmente naquela altura, porque muitos parques de estacionamento também não estavam sequer preparados para suportar essas cargas no final. Ou seja, tiveram então de encontrar pessoas e locais específicos onde havia potência suficiente disponível
para o carregamento, por outras palavras. Bem, tivemos a grande sorte de ter um parque de estacionamento e um senhorio que colaborou muito bem. Assim, conseguimos eletrificar relativamente rápido e também disponibilizar a capacidade correspondente, e depois, através de uma gestão de carga inteligente e smart – afinal, nem todos os carros precisam de carregar ao mesmo tempo. Dessa forma, distribuía-se sempre bastante bem. Fixe. E os veículos chegavam sempre, em termos de autonomia, para o que
vocês precisavam para todas as necessidades de ridepooling dos utilizadores ou dos clientes? Essa é, de facto, uma pergunta muito boa e muito válida. Todos sabemos que os primeiros veículos elétricos ainda não tinham grande autonomia. Mas tenho de dizer que, para o trâfego urbano de Berlim, era de facto suficiente, pelo que nos safámos sempre bastante bem. Naturalmente, no verão e no inverno houve um ou outro desafio no que diz respeito ao ar condicionado ou ao aquecimento. Mas também isso conseguimos, creio, controlar bastante bem. Não sei se ainda estavas
lá, mas pelo que sei a Clever Shuttle foi comprada pela DB. E depois fizeram um grande pivot no que diz respeito ao modelo de negócio, e então não só ofereceram ridepooling diretamente aos utilizadores finais, mas sim com os players de transportes públicos em cada uma das diferentes cidades. E depois, creio que no ano passado ou há dois anos, a empresa teve de declarar insolvência. Sim, talvez possas dizer: onde estavas tu então? Em que fase mudaste para a ARus? E como olhas
para essa evolução? Exato. Bem, mudei para a Avos em novembro de 2021. Nessa altura já tínhamos, de facto, reduzido grande parte da frota por causa da Covid. A GHT Mobility, que estava ou está por trás da Clever Shuttle, mudou então o modelo de negócio no sentido de se focarem mais na última milha. Essa sempre foi a abordagem, dizer: cobrimos a última milha, basicamente da estação até casa. Mas agora estão mais orientados para oferecer mobilidade para a administração
pública no âmbito de concursos e estão também mais presentes em zonas rurais. Exato. E em novembro de 2021 mudei para a ARus. E a Avrius – podes dar-nos uma breve introdução? Do que se tratava? Como é a empresa? Como se estabeleceu? E que problemas resolvem? Exato. Talvez comece primeiro por dizer porque mudei para a Avos. Na Clever Shuttle já usávamos sempre a Aureus como software de gestão de frotas. Ou seja,
quando comecei lá, basicamente construí e desenvolvi todos os processos e estruturas com o software e sempre fui fã do software. E depois, a certa altura, surgiu a oportunidade de dizer: Ok, muda-se de lado – do lado puramente utilizador e operacional para a venda de software, entretanto. E de que se tratava neste software? Quais são os problemas que o software resolve? Bem, no princípio tentamos resolver o máximo possível de problemas do dia a dia dos gestores de frotas
começando pela recolha do conjunto de dados na frota, depois até processos operacionais como gestão de sinistros, processamento de faturas, processamento de multas, controlo de cartas de condução, inspeções técnicas. Ou seja, todo o tema da conformidade também é coberto por nós. Portanto, uma digitalização de todos os processos de que uma frota infelizmente precisa à volta do veículo. Exato. Depois houve uma certa história na empresa. Talvez possas também complementar quais foram os marcos da empresa até agora. Exato. Bem, entretanto operamos sob o nome Shift Move.
Ou seja, as empresas Avus e Wimka juntaram-se há cerca de dois anos sob o nome Shift Move. A Wimka, certamente conhecida de uns e outros, fundada em 2013 aqui em Berlim, conhecida pelo livro de bordo digital e geotracking. A Avrius depois como excelente complemento com o software de gestão de frotas. E no final do ano passado juntámos de facto também a empresa Optimum Automotive em França à família Shiftmove. E a Optimum – como é que isso se encaixa? Acho que explicaste muito bem agora a Wimka, e a Optimum Automotive é
Especialmente relevante para o mercado francês, também na área de gestão de frotas e geotracking. Agora percebi bem: todas estas marcas, estas empresas que se juntaram, chamam-se agora Shiftmove. Exatamente. Ok. Sim, às vezes de fora não é assim tão fácil de compreender, mas isso ficou bastante claro, acho eu. E então quais são os teus papéis dentro da Shiftmove? Quais são as tuas responsabilidades, ou o que te ocupa neste momento enquanto equipa? Exatamente. Portanto, entretanto sou responsável pela área de Customer Success, Account Management e Partnerships.
E o que me ocupa neste momento? Temos de facto muitos temas, especialmente do lado da gestão de frotas, o tema da IA na frota, inteligência artificial. Como podemos tornar o nosso produto ainda mais inteligente, para também trazer ainda mais valor acrescentado ao utilizador final? Depois, claramente o tema da pressão de custos. Acho que toda a gente está a sentir isso agora. Muitas frotas estão neste momento sob uma enorme pressão de custos. Como podemos também ajudar parcialmente a tornar os custos visíveis? E depois, a nível pessoal, gostaria de fazer crescer um pouco a equipa,
portanto, ter mais um pouco de força de trabalho por trás disto. E quais são as ideias que vocês veem nesses casos de uso de IA? Como se pode imaginar isso? Na verdade já usamos IA no software. No ARos já existem algumas áreas cobertas com IA, seja a leitura automática de faturas ou uma gestão de multas que funciona completamente suportada por IA. Mas temos na verdade também ainda muitas ideias para tornar isto ainda mais inteligente, por exemplo com uma espécie de receção de correio
na caixa de entrada, onde simplesmente ponho todos os meus documentos e o software organiza-os – se é uma notificação de multa, se é uma fatura, se é um sinistro – e atribui-os automaticamente aos veículos individuais. Sim, fixe. E no crescimento da equipa: Quais são os desafios que têm pela frente? Sim, na verdade procuro apoio em todas as equipas, porque na verdade também estamos a crescer como empresa. Consequentemente, é claro que também precisamos de mais apoio nas equipas individuais, e sim, gostaria
de ter mais uma ou outra pessoa com experiência técnica na equipa, para poder entregar ainda mais valor aos nossos clientes. Ok. Sim, então aqueles que estão a ouvir e talvez estejam à procura – é uma oportunidade. E sobre o tema da pressão de custos: Podes explicar quais os três principais fatores de custo que talvez especialmente preocupam os gestores de frotas com quem falas? Em geral nota-se que a gestão de frotas é uma área muito subestimada na maioria das empresas. É, como nós vemos, na verdade o segundo maior
fator de custo. Depois do tema pessoal vem logo a seguir carros e gestão de frotas, mas é relativamente pouco percecionado. Também vemos isto na área da digitalização. Atualmente são na verdade apenas um terço, um quarto das frotas que estão realmente completamente digitalizadas. O resto trabalha completamente de forma manual – Excel, papel e caneta. E por isso os custos são na verdade super opacos. Depois a pergunta é sempre: Onde posso poupar custos na minha frota? E como gestor de frota na verdade nem consigo ver. O que na verdade vemos, quais são
os maiores impulsionadores de custos atualmente: por um lado os custos de leasing, mas também sinistros, gestão de sinistros e custos de seguro, que podem fazer os custos de uma frota disparar muito rapidamente. E nos custos de leasing – podes dar um exemplo de como vocês teriam uma solução para evitar que esses custos sejam tão elevados? Claro, com prazer. O que vemos é que muitas frotas não têm consciência de qual é o comportamento do utilizador. Ou seja: O meu utilizador de carro de empresa – quantos quilómetros é que ele realmente faz por ano? Muitas vezes é feita uma estimativa grosseira
tanto pelo condutor como pelo gestor de frota. E depois simplesmente fecha-se um contrato de leasing para os próximos três anos com x quilómetros. Por vezes o comportamento de condução muda, e muitos gestores de frota não sabem ou simplesmente perdem a oportunidade de ajustar ou otimizar o contrato de leasing em conformidade, para não entrar em demasiados ou poucos quilómetros e daí resultarem custos. E estamos a falar das frotas muito grandes que teriam isso, ou também das mais pequenas? Como se pode imaginar,
qual o tamanho que as empresas devem ter aproximadamente ou o tamanho da frota? Na verdade com o ARos como software de gestão de frotas dirigimo-nos a frotas a partir de cerca de 20 veículos. Aí dizemos que já existe um certo retorno do investimento, de modo a que o investimento num software simplesmente compense. E depois sem limite superior – na verdade também temos frotas muito grandes no nosso portfólio. E o Vimcar na verdade como livro de bordo digital já a partir de um veículo – aí já tenho uma poupança de custos. Exatamente. E só para compreender, porque existem
sistemas de software que também se usariam a partir de uma pessoa e depois escalavam até muito grande. Penso num sistema de pastas, um Dropbox ou similar – existem vários sistemas de software. Porque é que no vosso caso não vão para uma frota com um veículo? Quais são os obstáculos, porque é que não são realistas para frotas muito pequenas? Em geral é claro que também enquanto frota mais pequena se pode ter o nosso software.
Também não quero excluir isso à partida. Mas é claro que também é importante que possamos demonstrar: qual é, no final, o valor acrescentado do software? E, obviamente, também temos um modelo de subscrição. Ou seja, pago uma taxa por veículo por mês. E penso que qualquer pessoa que tenha cerca de 12 veículos na frota ainda consegue ter uma visão relativamente boa – seja com uma folha de Excel ou com um sistema de pastas. Quando é a próxima revisão? Quando é a próxima inspeção? Qual é a situação dos danos? Que seguro tenho?
Mas quando se tem mais veículos, a coisa torna-se realmente mais confusa. Exatamente, é fácil perder a visão geral a partir de um certo número de veículos. Esse é, por assim dizer, o grande problema. Com frotas mais pequenas, talvez ainda se consiga fazer manualmente. Exatamente, compreendo. Agora, a questão é que tu, sendo mulher, estás infelizmente numa indústria dominada por homens. E pergunto-me: que experiências tiveste? O que te marcou particularmente, ou o que pensas – como é que se deveria
mudar isso? Poderia mudar-se isso, para haver mais mulheres no sector da gestão de frotas? Bem, pessoalmente, tenho de dizer que sinceramente nem sequer vejo isso dessa forma. Honestamente, porque ao longo de toda a minha carreira sempre estive rodeada de mulheres ou trabalhei em equipas mistas, e não trabalhei exclusivamente com homens. E mesmo agora na equipa tenho efetivamente duas líderes de equipa e um líder de equipa homem. Portanto, também entre nós a coisa está realmente muito
mista. Por isso, pessoalmente, nem sequer o percebo assim e penso antes que se mostra: quando se aborda algo com competência e paixão, não se deve fazer distinção entre homem ou mulher. Exatamente. Bem, isso é bom. E em termos de – agora juntaram-se, todas essas empresas. Como funciona uma cooperação dessas? Como se pode imaginar isso, quando três empresas com culturas talvez diferentes se encontram? Isso nem sempre é fácil. Podes
dar uma visão de como isso funciona na prática? Sim, devo dizer que os produtos em si complementam-se muito bem. Com a Aos como software de gestão de frotas, cobrimos naturalmente uma área completamente diferente da Wimka – diário de bordo digital – e a Optimum efetivamente para o mercado francês. E quanto à forma como as equipas também se complementam, penso que tanto a Wimka como a Avreos somos muito semelhantes em termos de cultura empresarial. A Optimum temos efetivamente apenas desde o ano passado e também para o –
também mencionaste que ainda não há assim tantas frotas digitalizadas. O que é, na tua opinião, um desafio, ou que argumentos se poderiam dar às frotas para as digitalizar – como primeira pergunta – e depois como segunda pergunta: como se pode chegar a essas frotas para que apostem numa solução digitalizada? É uma pergunta muito boa. Penso que atualmente estamos a ver uma mudança geracional na gestão de frotas. Ou seja, por um lado, chegamos
a muitas frotas precisamente através dessa mudança geracional – gestores e gestoras de frotas mais jovens assumem, que têm afinidade com a digitalização e também compreendem que com um software se podem simplificar muitos processos. Como chegamos às frotas? Essa é efetivamente uma boa e também difícil pergunta. Tentamos criar muito conteúdo e captar as frotas através de webinars, explicando muitos temas em torno da gestão de frotas e oferecendo simplesmente valor acrescentado. Mas também
estamos presentes em feiras e eventos e tentamos fazer muito networking. Há – sim, há – foi onde nos encontrámos da última vez, na Flotte. Há bons eventos onde se reúnem muitos gestores de frotas. É verdade, sim. E falámos um pouco sobre o passado e já demos uma pista sobre IA. Mas onde vês a Shift Move nos próximos cinco anos? Para onde vai a viagem? Sim, no final a nossa visão é – nós
chamamos-lhe sempre construir uma solução one-stop-shop para qualquer pessoa que tenha uma frota, e que cada um encontre em nós o produto adequado. Ou seja, realmente desde a pequena frota – como eu disse – cerca de 20 veículos, que talvez não precise do software completo com todas as soluções, até à grande frota, que tem muitos processos diferentes e muitas estruturas diferentes, que cada um possa em princípio montar o seu produto e a Shift Move seja no final o ponto de contacto para o gestor de frotas, onde ele possa também resolver todos os desafios do seu dia-a-dia
Uma coisa que talvez ainda não tenhamos esclarecido: quando se fala de frota, são principalmente viaturas de serviço, automóveis, ou também camiões ou autocarros? Têm um certo público-alvo que excluem, ou todos os tipos de veículos são relevantes? Bem, não queremos excluir ninguém à partida. Em geral, o negócio principal, tal como cresceu, são efetivamente as frotas clássicas de viaturas de serviço. Mas o que vemos é que também temos muitas frotas funcionais. Ou seja, digamos
o clássico serviço de entregas. Mas também temos clientes – este é sempre o meu exemplo favorito – que gerem máquinas de limpeza, que gerem barcos. Ou seja, tudo o que de alguma forma diga respeito ao tema da mobilidade. Bicicletas de serviço, bicicletas de trabalho podem efetivamente ser registadas no nosso software. Interessante. Aviões não, presumo. Poderias efetivamente registar um veículo especial, mas é muito nicho e não creio que seja o caso de uso certo com o avião. E o tema ESG também esteve muito presente nos últimos anos, com a lei da cadeia de abastecimento também nas notícias. Como é que vocês veem
sobre o tema ESG? Na verdade, bastante descontraídos, porque praticamente todas as nossas frotas conseguem reportar em conformidade com ESG. Trata-se sobretudo do tema da eletromobilidade, consumos dos veículos, reporte de CO2. E, de facto, temos para os nossos gestores de frota relatórios pré-formatados que eles podem extrair para qualquer período que queiram avaliar. Portanto, as nossas frotas estão conformes com ESG. Ah sim, fixe. Ou seja, os valores de emissões por veículo são simplesmente extraídos do software. Interessante. Sim, e-mobilidade – já mencionaste – isso também é um foco
deste podcast. Temos também o tema do carregamento. A eletromobilidade diz respeito aos veículos, mas claro que também ao tema do carregamento e energia. Como olham para esse tema? E o que vos preocupa? O que veem também nas frotas, já oferecem soluções nessa área? Sim, naturalmente os responsáveis pela frota também podem gerir veículos elétricos no nosso sistema. Também reportar, claro, como acabámos de falar, fazer o reporte ESG, ver como é efetivamente o meu consumo por veículo elétrico, se os
colaboradores carregam relativamente muito ou pouco. Exato. Caso contrário, vemos de facto que a eletrificação das frotas está a avançar bastante bem. Atualmente, 11% das frotas estão eletrificadas junto de nós. O que falta de facto é o tema da eletrificação também na área dos camiões. Aí vemos relativamente poucas frotas que já estão a dar o bom exemplo. Queres dizer que 11% do total das frotas têm pelo menos um veículo elétrico? Ou são 11% da quantidade total de veículos geridos que são elétricos? 11% da quantidade total são elétricos. Exato. Interessante. E
há também uma diferença entre o tamanho das frotas? Pode-se dizer tendencialmente que quanto maior é a frota, maior é a percentagem de eletromobilidade? Acho que isso depende muito da empresa e do modelo de negócio que têm. Vemos que muitas frotas de veículos de serviço estão agora cada vez mais a passar para veículos puramente elétricos. Naturalmente também há objetivos. Ou seja, especialmente quando falamos com grandes frotas, dizem que querem tentar até 2030, se possível de forma abrangente, disponibilizar um veículo elétrico a cada colaborador.
Exato. Os objetivos estão cada vez mais próximos. 2030 já não está assim tão longe. E há também diferenças geográficas? Vocês não têm apenas a Alemanha como mercado, creio. Veem já diferenças no que diz respeito aos países? De facto, vemos que em França, por exemplo, o tema da sustentabilidade é um pouco mais impulsionado, atualmente na Alemanha menos. Mas simplesmente observamos o que os próximos programas de incentivos trazem e se então vamos
ter também na Alemanha mais impulso no tema da eletromobilidade. Também é assim, se não me engano, que nalguns países os veículos de serviço nem são propriamente um tema – nos EUA creio que ainda menos do que na Europa ou na Alemanha. Sobretudo o tema dos veículos de serviço está muito mais difundido na Alemanha. Seria isso então também um critério de exclusão ou difícil para vocês entrarem em mercados onde há menos veículos de serviço? Genericamente podemos dizer que entretanto já temos clientes, especialmente empresas internacionais,
que também utilizam no contexto internacional, têm de facto filiais na América e América do Sul onde gerem veículos. Mas sim, não é o nosso negócio principal. O software funciona aí de facto também. Ok. Sim, e depois o tema do software ainda perguntado de forma um pouco mais específica. Há dados, há integrações, interfaces talvez com parceiros, analítica. Que papel isso desempenha para vocês? Que desafios são esses? Talvez possas também dar exemplos. Bem, tentamos naturalmente também integrar muitos dados
no sistema. O produto mais recente que temos agora entretanto é que recebemos dados diretos dos veículos também no software. Atualmente o primeiro ponto de dados é a quilometragem – na nossa perspetiva o KPI mais importante também na frota, porque em relação à quilometragem posso medir todos os custos, tornar visíveis os custos por quilómetro. E dos veículos mais recentes recebemos os dados agora entretanto também já diretamente uma vez por dia do veículo para o software. Ou seja, isto é agora o início, e depois querem ainda recolher mais pontos de dados
com o tempo. Bem, os pontos de dados em si já lá estão. Os fabricantes fornecem isso. Agora cabe-nos de facto a nós tornar os pontos de dados visíveis para o gestor de frota. Veem na eletromobilidade ainda desafios específicos para que a frota se torne elétrica? São também temas que acompanham, precisamente o tema do carregamento? Ou há certamente também use-cases que tu – também da tua história com a abordagem de rightpooling – onde vês que há mais, nos
veículos de serviço há mais componente elétrica, porque é mais simples do que agora num carro partilhado. Ou são esses temas que também analisam? O que vemos é que muitas frotas estão naturalmente empenhadas em eletrificar, mas depois deparam-se sempre com o desafio: Onde é que o meu colaborador carrega em casa? Especialmente nas grandes cidades. Ou como é que está regulado o tema da faturação? Ou seja, se o colaborador carrega em sua casa, talvez numa wallbox privada – como posso tornar visível que veículo carregou ali? É o
Carro de empresa? É o carro privado? Como consigo transferir os dados de volta para um sistema? Estas são de facto também questões que nos preocupam. Já conseguimos tornar isso visível, em parte ainda um pouco atrapalhadamente, mas pelo menos de forma a que os clientes também possam analisar. E por último, e porque este podcast se chama Smart Charge: como é que veem o tema do carregamento inteligente ou até do carregamento bidirecional como o V2G, que potenciais teríamos se gerirmos uma grande frota e talvez esses custos que
tu também mencionaste, não só otimizar, mas na verdade também gerar receitas com esses veículos, onde há baterias adormecidas e com as quais se pode ganhar dinheiro perspetivamente. Bem, atualmente, tenho de ser honesta, ainda não nos dedicámos a isso em profundidade. Isso certamente virá. Sim, certamente, há ainda desafios. Pode-se ouvir também alguns outros episódios que gravámos para aprofundar mais esse desafio. E eu também sou
pessoalmente da opinião de que isso virá em breve. E antes de nos despedirmos, queres chamar a atenção dos ouvintes para algo especial? Como podem contactar-te e talvez manter o contacto, se tiverem interesse em saber mais. Exatamente. Portanto, quem tiver interesse no Shiftmove está naturalmente convidado a participar num dos nossos webinars. Temos de facto webinars ao vivo de duas em duas semanas sobre os mais diversos temas – deem uma vista de olhos. E de resto encontram-me também no LinkedIn, escrevam-me
à vontade. E depois ficaria feliz por entrar em contacto com uns e outros e continuar a trocar ideias. Então muito obrigado, Katharina, foi um grande prazer. E desejo-te um fim de semana maravilhoso. Obrigada pelo convite. Com todo o gosto.
E este foi o episódio com Katharina Fritsch. Achei particularmente interessante o seu percurso, o facto de já estar há tanto tempo no setor de gestão de frotas e sobretudo o facto de ter moldado a e-mobilidade tão cedo – já em 2018 com a Clever Shuttle – e de ter tido desafios com a instalação elétrica e como resolveram isso com gestão inteligente de energia já naquela altura na expansão da frota elétrica. E depois, como passou de utilizadora do Fleetops e Shiftmove para trabalhar lá e sobretudo quantas frotas já gerem
e todos os planos de expansão que têm e como é realmente útil toda esta abordagem de digitalização, quando se pensa que ainda se faz muita coisa com Excel e em papel na era da IA. Ainda há muito potencial para poupança de custos, e claro também na e-mobilidade há muitas alavancas. Está definitivamente muito planeado. Nota-se que o Shiftmove é muito ativo no que diz respeito a novos serviços e novos planos e novas geografias que querem abordar. Espero que tenham gostado do episódio.
E se sim, vejam o que a Katharina recomendou em relação aos webinars, ou conectem-se com ela e deem-nos cinco estrelas. Até à próxima conversa.
Welcome to the Smart Charge by RiDERgy Podcast. This is Claudio Geyken, Founder and CEO of RiDERgy. This is your show to learn about all things energy management and smart charging innovation for electric vehicles and fleets.
In dieser Folge spreche ich mit Katharina Fritsch, Head of Partnerships and Account Management bei Shiftmove. Bevor sie zu Shiftmove kam, sammelte Katharina wertvolle Erfahrungen bei Enterprise, dem bekannten Autovermieter, und bei Clever Shuttle, einem der ersten E-Fahrzeug-basierten Ridepooling-Anbieter Deutschlands. Shiftmove vereint Echtzeit-Tracking, Compliance-Tools, automatisierte Workflows und Datenanalysen und wird bereits von über 18.000 Unternehmen genutzt, um mehr als 550.000 Fahrzeuge täglich zu betreiben. In unserem Gespräch teilt Katharina ihre Erfahrungen und die genauen Probleme, die sie mit Shiftmove löst, welche Art von Fuhrparks sie angeht, wie die
Zusammenarbeit und Kooperation innerhalb von Shiftmove nach dem Zusammenschluss von Avos, Wimka und Optimum vorangeht, wie sie auf das Thema ESG und E-Mobilität sowie KI schaut und was da alles noch geplant wird. Also, los geht's mit Katharina.
Hallo, Katharina. Schön, dass du heute dabei bist. Wie geht's dir? Hallo. Vielen Dank für die Einladung. Mir geht's gut, gut hier angekommen. Passt. Super, das freut mich. Bevor wir wirklich in detaillierte Themen einsteigen rund um Shiftmove et cetera, kannst du vielleicht die Hörer abholen und sagen: Was ist dein Hintergrund? Wie kamst du dahin, wo du jetzt bist, in diese Rolle? Genau. Also, mein Name ist bekannt, glaube ich. Katharina Fritsch, ich bin jetzt seit gut vier Jahren bei der Firma Shiftmove tätig.
Nach dem Studium habe ich angefangen im Bereich Flottenmanagement, war bei einer großen Autovermietung, knappe sechs, sieben Jahre da, und habe die ersten Kontakte im Bereich Flottenmanagement gemacht. Bin dann noch mal weitere drei Jahre zu einem großen Ridepooling-Anbieter gegangen, hier in Berlin, und durfte da die Erfahrung machen, wie es ist, eine Flotte fast komplett aufzubauen und hochzuskalieren – von 30, 40, 50 Fahrzeugen hoch auf 500 bis 600 Fahrzeuge im Fuhrpark. Alles rein elektrisch, tatsächlich auch noch. War eine sehr spannende Zeit. In welchen Jahren war das? Das
war 2018 bis dann Coronazeit 2021. Schon ganz schön früh, dass das so viel elektrisch war. Das war tatsächlich sehr herausfordernd, aber wir haben es, denke ich, doch sehr gut gemanagt. Und dann bin ich zu Shiftmove gekommen – quasi von der Anwenderseite, von der Softwareanwenderseite, dann auf die Softwareseite gewechselt. Noch mal einen Schritt zurück: Wie kamst du überhaupt in diese Fuhrparkwelt? Was hat dich daran fasziniert oder motiviert? Oder bist du einfach reingestolpert? Also, ich muss sagen, ich habe
schon von Kindheitstagen an immer so ein bisschen Kontakt zum Thema Auto und Automobilität gehabt.
Familiär bedingt war immer eine Affinität zu Fahrzeugen irgendwo in der Familie dagewesen, und bin dann tatsächlich nach dem Studium über einen Zufall in das Thema reingekommen, weil eine Freundin von mir bei der Autovermietung gearbeitet hat und gesagt hat: „Hey, das macht so viel Spaß. Warum willst du es nicht auch mal ausprobieren?" Da war ich knappe sieben Jahre. Und was hat dich an dieser Autovermietung und dann beim Ridesharing so gut gefallen, dass du jetzt
schon so lange in dieser Branche bist? Also bei der Autovermietung war es tatsächlich so, dass ich ganz klassisch als Management Trainee angefangen habe. Ich hatte einen sehr generalistischen Ansatz dort, man konnte irgendwie in alle Firmenbereiche reinschnuppern – sei es Fahrzeugdisposition, Kundenservice oder Sales. Man hat irgendwie alle Fähigkeiten und Skills mitbekommen. Das fand ich sehr gut, um sich erstmal auch breit aufzustellen. Und klar hat man dann das Thema Fahrzeuge immer noch parallel dazu gehabt. War natürlich auch schön, jeden Tag verschiedene Fahrzeuge auch mal zu
sehen, zu fahren und ein Feeling für die Autos zu kriegen. Und wie kam dann der Schritt zur nächsten Karrierephase? Wenn du auch Namen von den Firmen sagen willst. Ja, also klar. Die Autovermietung kann ich gerne sagen, das war die Firma Enterprise, und der Ridepooling-Anbieter war die Firma Clever Shuttle – denke ich, hier in Berlin auch bekannt, die grünen Autos, die hier gefahren sind. Wie kamst du dann von Enterprise zu Clever Shuttle?
Auch durch einen Zufall, durch Freundschaft, Bekanntschaft – wie es dann so ist, unterhält man sich im Freundeskreis, was man so macht. Und die hatten zu dem Zeitpunkt tatsächlich jemanden gesucht, der das ganze Thema Flottenmanagement übernimmt, weil sie hier in Berlin dieses Tech-Start-up gegründet hatten für den Ridepooling-Service. Am Ende war es ein günstiger Zufall. Nach sieben Jahren habe ich dann auch gesagt, mal Zeit für was Neues – war super spannend, auch das Projekt damit begleiten zu dürfen. Und dann bin ich gewechselt.
Und das war dein erster Berührungspunkt mit der E-Mobilität dann, tatsächlich? Ja, bei Enterprise war noch nicht so viel. Und dann waren es quasi schon 100 % Elektrofahrzeuge von Anfang an. Genau, das war ja auch das Geschäftsmodell: Man setzt das alles auf Elektromobilität, nachhaltige Mobilität, den Ridepooling-Gedanken, dass mehrere Leute sich ein Fahrzeug teilen. Und deswegen hat man das dann auch mit Elektrofahrzeugen und auch mit Wasserstofffahrzeugen gemacht. Und wie blickst du auf diese zwei Erfahrungen zurück? Was sind so Themen, die bei dir
so hängengeblieben sind, oder? Erkenntnisse, wenn du zurückblickst. Also tatsächlich blicke ich sehr, sehr positiv zurück. Die Zeit bei Clever Shuttle war, glaube ich, sehr prägend, auch was das Thema Fuhrpark angeht, wie man Prozesse auch skaliert, skalierbar gestaltet im Fuhrpark, und das auch nachhaltig gestaltet, sodass das schnell hochskaliert werden kann. Und so früh schon E-Mobilität, das kann ich mir vorstellen, war nicht einfach. Hast du da auch Herausforderungen, die dir noch im Sinn bleiben, die ihr meistern musstet? Ja, da gab es tatsächlich viele Herausforderungen. Zum einen
wenn man die Flotte so steigert. Wir haben in Berlin damals – müsste jetzt lügen – mit 20 bis 30 Fahrzeugen angefangen und das dann auf 100 Fahrzeuge irgendwo gebracht. Da kommt man dann natürlich schnell auch beim Thema Laden und Lastmanagement in die eine oder andere Herausforderung, gerade auch zur damaligen Zeit, weil viele Parkgaragen ja auch gar nicht darauf ausgelegt waren, solche Lasten am Ende zu tragen. Das heißt, da habt ihr dann eigens Leute und Orte finden müssen, wo es genügend Leistung gab zur
Verfügung zum Laden, in anderen Worten. Also wir hatten das große Glück, dass wir eine Parkgarage hatten und einen Vermieter, der da sehr gut mitgemacht hat. Dadurch konnten wir halt relativ schnell elektrifizieren und auch entsprechend die Kapazität zur Verfügung stellen, und dann durch ein intelligentes, smartes Lademanagement – es müssen sich ja nicht immer alle Autos auch gleichzeitig laden. Dadurch hat sich das dann immer ganz gut verteilt. Cool. Und die Fahrzeuge haben dann auch immer ausgereicht, was die Reichweite anging, die ihr benötigt habt für die
ganzen Ridepooling-Bedarfe der Nutzer oder der Kunden? Das ist tatsächlich eine sehr gute, sehr valide Frage. Wir wissen ja alle, die ersten Elektrofahrzeuge hatten jetzt noch nicht die große Reichweite. Aber ich muss sagen, für den Berliner Stadtverkehr hat es tatsächlich ausgereicht, sodass wir damit immer ganz gut hingekommen sind. Natürlich im Sommer und im Winter gab es da die eine oder andere Herausforderung, was das Thema Klimaanlage oder Heizung angeht. Aber auch das haben wir, glaube ich, ganz gut in den Griff bekommen. Ich weiß nicht, ob du noch
da warst, aber meines Wissens wurde ja Clever Shuttle von der DB aufgekauft. Und dann haben sie einen großen Pivot gemacht, was das Geschäftsmodell anging, und dann nicht nur Ridepooling direkt an die Endnutzer angeboten, sondern das mit den ÖPNV-Playern jeweils in den verschiedenen Städten. Und dann glaube ich, letztes Jahr oder vor zwei Jahren musste die Firma Insolvenz anmelden. Ja, vielleicht kannst du sagen: Wo warst du dann? In welchem Schritt bist du dann zu ARus gewechselt? Und wie blickst du
dann auf diese Entwicklung zurück? Genau. Also ich bin im November 2021 zu Avos gewechselt. Da hatten wir tatsächlich mit Corona schon einen Großteil der Flotte abgebaut. Die GHT Mobility, die hinter Clever Shuttle stand oder steht, hat dann das Geschäftsmodell dahingehend gewechselt, dass sie mehr auf diese letzte Meile gegangen sind. Das war schon immer der Ansatz zu sagen: Wir decken die letzte Meile ab, quasi vom Bahnhof bis nach Hause. Aber die sind jetzt mehr dabei, Mobilität für die öffentliche
Hand anzubieten im Rahmen von Ausschreibungen und sind da auch mehr im ländlichen Raum unterwegs. Genau. Und ich bin dann im November 2021 zu ARus gewechselt. Und Avrius – kannst du uns eine kurze Einführung geben? Worum ging es? Wie ist die Firma? Wie hat sie sich etabliert? Und was für Probleme löst ihr? Genau. Ich würde vielleicht erst mal anfangen, warum ich zu Avos gewechselt bin. Und zwar haben wir bei Clever Shuttle tatsächlich Aureus schon immer als Flottenmanagementsoftware im Einsatz gehabt. Das heißt,
ich habe, als ich dort angefangen habe, im Prinzip die ganzen Prozesse und Strukturen mit der Software mit auf- und ausgebaut und war immer Fan der Software. Und dann hat sich's irgendwann ergeben zu sagen: Okay, man wechselt halt tatsächlich die Seite – von der reinen Anwender- und operativen Seite dann in den Softwarevertrieb, mittlerweile. Und worum ging es bei dieser Software? Was sind so die Probleme, die die Software löst? Also im Prinzip versuchen wir, so viele Alltagsprobleme der Fuhrparkleiter wie möglich
zu lösen, angefangen vom Sammeln des Datenschatzes im Fuhrpark, dann bis hin zu operativen Prozessen wie Schadensmanagement, Rechnungsverarbeitung, Bußgeldverarbeitung, Führerscheinkontrolle, UVV. Also das ganze Thema Compliance decken wir auch mit ab. Also eine Digitalisierung von all den Prozessen, die ein Fuhrpark leider so rund um das Fahrzeug braucht. Genau. Dann gab es ja eine gewisse Historie in dem Unternehmen. Vielleicht kannst du da auch ergänzen, was so die Meilensteine waren des Unternehmens bis jetzt. Genau. Also wir firmieren jetzt mittlerweile unter dem Namen Shift Move.
Das heißt, die Firmen Avus und Wimka haben sich vor gut zwei Jahren zusammengeschlossen unter dem Namen Shift Move. Wimka, sicherlich dem einen oder anderen auch bekannt, 2013 gegründet hier in Berlin, bekannt fürs digitale Fahrtenbuch und Geotracking. Avrius dann als super Ergänzung dazu mit der Flottenmanagementsoftware. Und Ende letzten Jahres haben wir dann tatsächlich auch noch die Firma Optimum Automotive in Frankreich mit zur Shiftmove-Familie dazu genommen. Und Optimum – wie passt das zusammen? Du hast, glaube ich, ganz gut erklärt jetzt die Wimka, und Optimum Automotive ist
Vor allem für den französischen Markt relevant, da auch im Bereich Flottenmanagement und Geotracking. Jetzt richtig verstanden: Die ganzen Marken, diese Unternehmen, die sich zusammengeschlossen haben, heißen jetzt Shiftmove. Genau. Okay. Ja, das ist von außen manchmal nicht so einfach zu verstehen, aber das war ganz klar, glaube ich. Und was sind dann deine Rollen innerhalb von Shiftmove? Was sind deine Verantwortlichkeiten, oder was treibt dich gerade so um als Team? Genau. Also ich verantworte jetzt mittlerweile den Bereich Customer Success, Account Management und Partnerships.
Und was treibt mich gerade um? Wir haben tatsächlich viele Themen, gerade vor allem auf der Fuhrparkseite das Thema KI im Fuhrpark, künstliche Intelligenz. Wie können wir unser Produkt noch smarter machen, um auch noch einen größeren Mehrwert am Ende an den Nutzer zu bringen? Dann ganz klar das Thema Kostendruck. Ich glaube, jeder spürt das gerade. Viele Fuhrparks sind gerade einem enormen Kostendruck ausgesetzt. Wie können wir da auch anteilig unterstützen, Kosten sichtbar zu machen? Und dann ganz persönlich würde ich gerne noch ein bisschen das Team
wachsen lassen, also gerne noch ein bisschen mehr Man- oder Woman-Power mit dahinter stecken. Und was sind da Ideen, die ihr bei den KI-Anwendungsfällen so seht? Wie kann man sich das vorstellen? Wir nutzen tatsächlich schon KI in der Software. In ARos sind schon einige Bereiche mit KI abgedeckt, sei es die automatische Rechnungsauslesung oder ein Bußgeldmanagement, was komplett KI-gestützt läuft. Wir haben aber da tatsächlich auch noch sehr viele Ideen, das noch smarter zu machen, beispielsweise mit einer Poststelle sozusagen im
Posteingang, wo ich einfach alle meine Dokumente reinwerfe und die Software ordnet das zu – ob es ein Bußgeldbescheid ist, ob es eine Rechnung ist, ob es ein Schadensfall ist – und sortiert das automatisch den einzelnen Fahrzeugen zu. Ja, cool. Und beim Teamwachstum: Was sind da Herausforderungen, die vor euch liegen? Ja, ich suche tatsächlich in allen Teams noch Unterstützung, weil wir tatsächlich auch als Unternehmen wachsen. Entsprechend brauchen wir natürlich auch mehr Unterstützung in den einzelnen Teams, und ja, würde mir halt wünschen,
den einen oder anderen mit Fach-Background auch noch ins Team zu bekommen, um da noch einen größeren Mehrwert an unsere Kunden liefern zu können. Okay. Ja, dann die, die zuhören und sich vielleicht umschauen – das ist ja mal eine Chance. Und zu dem Thema Kostendruck: Kannst du erläutern, welche drei Hauptkostenfaktoren vielleicht besonders die Fuhrparkleiter gerade umtreiben, mit denen du sprichst? Generell merkt man, dass Fuhrpark ein sehr unterschätzter Bereich in den meisten Unternehmen ist. Das ist, wie wir es sehen, eigentlich der zweithöchste
Kostenfaktor. Nach dem Thema Personal kommt dann auch ganz schnell schon Autos und Fuhrpark, aber er wird relativ wenig wahrgenommen. Das sehen wir halt auch im Bereich der Digitalisierung. Aktuell sind tatsächlich nur ein Drittel, ein Viertel der Flotten wirklich komplett digitalisiert. Der Rest arbeitet halt komplett händisch – Excel, Zettel und Stift. Und dadurch sind die Kosten halt tatsächlich super intransparent. Dann ist immer die Frage: Wo kann ich Kosten sparen in meinem Fuhrpark? Und als Fuhrparkleiter sehe ich es eigentlich gar nicht. Was wir tatsächlich sehen, was
die größten Kostentreiber aktuell sind: zum einen die Leasingkosten, aber dann auch Schäden, Schadenmanagement und Versicherungskosten, die einen Fuhrpark kostenmäßig sehr schnell in die Höhe treiben können. Und bei den Leasingkosten – kannst du mal ein Beispiel geben, wie ihr dann eine Lösung hättet, um zu vermeiden, dass diese Kosten so hoch sind? Klar, gerne. Was wir halt sehen, ist, dass vielen Fuhrparks nicht bewusst ist, wie das Nutzerverhalten ist. Also: Mein Dienstwagennutzer – wie viel Kilometer fährt der wirklich im Jahr? Oft wird da eine grobe Schätzung
abgegeben, sowohl vom Fahrer als auch vom Fuhrparkmanager. Und dann schließt man einfach einen Leasingvertrag auf die nächsten drei Jahre mit x Kilometern ab. Teilweise ändert sich dann das Fahrverhalten, und viele Fuhrparkmanager wissen es nicht oder verpassen es einfach, den Leasingvertrag entsprechend auch anzupassen oder zu optimieren, sodass man nicht in zu viele oder zu wenige Kilometer reinläuft und daraus Kosten entstehen. Und reden wir von den ganz großen Fuhrparks, die sowas hätten, oder auch von kleineren? Wie kann man sich das vorstellen,
wie groß die Unternehmen da ungefähr sein müssen oder die Fuhrparkgröße? Also tatsächlich mit ARos als Fuhrparkmanagement-Software sprechen wir eigentlich Fuhrparks so ab 20 Fahrzeugen an. Da sagen wir, da ist ein gewisser Return on Invest schon gegeben, sodass sich die Investition in eine Software einfach lohnt. Und dann open end – wir haben tatsächlich auch sehr große Fuhrparks bei uns im Portfolio. Und Vimcar tatsächlich als digitales Fahrtenbuch schon ab einem Fahrzeug – da habe ich schon eine Kostenersparnis. Genau. Und nur zum Verständnis, weil es gibt
ja Softwaresysteme, die würde man auch ab einer Person nutzen und skaliert dann bis ganz groß. Ich denke da an ein Ordnersystem, einen Dropbox oder ähnliches – es gibt ja verschiedenste Softwaresysteme. Wieso ist es bei euch so, dass ihr nicht auf einen Fuhrpark mit einem Fahrzeug? Was sind da die Hürden, weshalb ihr für ganz kleine Fuhrparks nicht realistisch seid? Generell kann man natürlich auch als kleinerer Fuhrpark bei uns die Software beziehen.
Das möchte ich auch gar nicht ausschließen an der Stelle. Aber es ist natürlich auch wichtig, dass wir aufzeigen können: Wo ist am Ende der Mehrwert der Software? Und natürlich haben wir auch ein Subscription-Modell. Das heißt, ich zahle eine Gebühr pro Fahrzeug pro Monat. Und ich denke, jeder, der irgendwie 12 Fahrzeuge im Fuhrpark hat, der hat das auch noch relativ gut im Blick – entweder mit einer Excel-Tabelle oder mit einem Ordnersystem. Wann ist mein nächster Service? Wann ist mein nächster TÜV? Wie ist die Schadenlage? Welche Versicherung habe ich?
Aber wenn ich da in mehr Fahrzeuge komme, dann wird es tatsächlich schon unübersichtlicher. Genau, dass man die Übersicht halt leicht verliert ab einer bestimmten Anzahl von Fahrzeugen. Das ist sozusagen das große Problem. Bei kleineren könnte man das vielleicht noch händisch machen. Genau, verstehe. Nun ist es ja so, dass du auch als Frau leider eigentlich in einer männerdominierten Branche bist. Und ich frage mich: Was hast du da für Erfahrungen gemacht? Was hat dich besonders geprägt, oder was denkst du – wie sollte
man das ändern? Könnte man das ändern, dass es mehr Frauen gibt in der Fuhrpark-Branche? Also, ich kann persönlich für mich tatsächlich nur sagen, dass ich das so gar nicht wahrnehme. Ehrlicherweise, weil ich meine ganze Karriere eigentlich auch schon immer von Frauen umgeben war oder auch in gemischten Teams unterwegs war und nicht ausschließlich nur Männer mit mir gearbeitet haben. Und auch jetzt im Team habe ich tatsächlich auch zwei weibliche Teamleads und einen männlichen Teamlead. Also, das ist auch bei uns tatsächlich sehr
gemischt. Von daher nehme ich das persönlich gar nicht so wahr und denke eher, dass man zeigt: Wenn man irgendwo mit Kompetenz und einer Leidenschaft an eine Sache rangeht, dann sollte man da nicht unterscheiden zwischen Mann oder Frau. Genau. Na ja, das ist ja gut. Und in Sachen – jetzt habt ihr euch zusammengeschlossen, diese ganzen Unternehmen. Wie funktioniert da so eine Kooperation? Wie kann man sich das vorstellen, wenn so drei Unternehmen mit vielleicht verschiedenen Kulturen aufeinander stoßen? Das ist ja nicht immer einfach. Kannst du
da Einblicke geben, auch wie das in der Praxis funktioniert? Ja, also ich muss sagen, dass sich die Produkte an sich super ergänzen. Mit Aos als Flottenmanagement-Software haben wir natürlich einen ganz anderen Bereich abgedeckt als mit Wimka – digitales Fahrtenbuch – und Optimum tatsächlich dann für den französischen Markt. Und rein davon, wie sich die Teams auch ergänzen, glaube ich, sind wir sowohl Wimka als auch Avreos von der Unternehmenskultur her sehr ähnlich. Optimum haben wir jetzt tatsächlich erst seit letztem Jahr und auch für den –
hattest du auch erwähnt, dass noch nicht so viele Fuhrparks digitalisiert sind. Was ist in deinen Augen eine Herausforderung, oder was sind Argumente, die man Fuhrparks geben könnte, um sie zu digitalisieren – als erste Frage – und dann als zweite Frage: Wie kann man diese Fuhrparks auch erreichen, damit sie auf eine digitalisierte Lösung setzen? Es ist eine sehr gute Frage. Ich glaube, aktuell sehen wir so einen Generationenwechsel im Fuhrpark. Das heißt, zum einen erreichen wir halt
viele Fuhrparks gerade dadurch, dass dieser Generationenwechsel stattfindet – eher jüngere Fuhrparkleiter und Leiterinnen übernehmen, die eine Affinität zur Digitalisierung haben und auch verstehen, dass man mit einer Software viele Prozesse einfacher gestalten kann. Wie erreichen wir die Fuhrparks? Das ist tatsächlich eine gute und auch schwierige Frage. Wir versuchen, sehr viel Content zu kreieren und Fuhrparks über Webinare abzuholen, indem wir viele Themen rund um das Fuhrparkmanagement erklären und dabei einfach auch einen Mehrwert bieten. Aber wir sind
natürlich auch auf Messen und Veranstaltungen unterwegs und versuchen, sehr viel Networking zu betreiben. Da gibt es – ja, da gibt es ja – da haben wir uns ja auch das letzte Mal getroffen, auf der Flotte. Da gibt es gute Veranstaltungen, wo sich viele Fuhrparkleiter tummeln. Tatsächlich, ja. Und wir haben ein bisschen über die Vergangenheit gesprochen und schon ein bisschen KI angeteasert. Aber wo siehst du Shift Move in den nächsten fünf Jahren? Wo geht die Reise hin? Ja, am Ende ist unsere Vision eine – wir
nennen es immer eine One-stop-shop-Solution zu bauen für jeden, der irgendwie einen Fuhrpark hat, und dass jeder bei uns das passende Produkt findet. Also wirklich vom kleinen Fuhrpark – wie ich es gesagt habe – irgendwie 20 Fahrzeuge, der vielleicht nicht die vollumfängliche Software mit allen Lösungen braucht, bis hin zum großen Fuhrpark, der viele verschiedene Prozesse und viele verschiedene Strukturen hat, dass jeder sich im Prinzip sein Produkt zusammenstellen kann und Shift Move am Ende die Anlaufstelle für den Fuhrparkleiter ist, wo er alle seine Herausforderungen des Alltags auch
lösen kann. Eine Sache, die wir vielleicht noch nicht klargestellt haben: Wenn man vom Fuhrpark spricht, sind das dann vor allem Dienstwagen, PKWs, oder auch LKWs oder Busse? Habt ihr eine gewisse Zielgruppe, die ihr ausschließt, oder sind alle Fahrzeugarten relevant? Also ausschließen wollen wir schon mal gar keinen. Generell ist das Kerngeschäft, so wie es gewachsen ist, tatsächlich die klassischen Dienstwagenflotten. Aber was wir sehen, ist, dass wir auch viele funktionale Flotten haben. Also, ich sage
Mal klassischer Lieferdienst. Wir haben aber auch Kunden – das ist immer so mein Lieblingsbeispiel – die Kehrmaschinen verwalten, die Boote verwalten. Also alles, was irgendwie das Thema Mobilität betrifft. Dienstfahrräder, Jobräder kann man bei uns tatsächlich in der Software erfassen. Interessant. Flugzeuge nicht, nehme ich an. Du könntest tatsächlich ein Spezialfahrzeug auch erfassen, aber es ist dann doch sehr nischig und ich glaube nicht der richtige Use-Case mit dem Flugzeug. Und das Thema ESG war auch viel in den letzten Jahren, mit dem Lieferkettengesetz auch in den Nachrichten. Wie schaut ihr
auf das Thema ESG? Tatsächlich sehr entspannt, weil eigentlich alle unsere Fuhrparks ESG-konform reporten können. Es geht ja hier vor allem um das Thema Elektromobilität, Verbräuche von Fahrzeugen, CO2-Reporting. Und da haben wir tatsächlich für unsere Fuhrparkleiter vorgefertigte Reports, die sie sich in jedem beliebigen Zeitraum, den sie auswerten wollen, ziehen können. Von daher sind unsere Fuhrparks da ESG-konform. Ah ja, cool. Also quasi die Emissionswerte pro Fahrzeug werden dann einfach einmal extrahiert von der Software. Spannend. Ja, E-Mobilität – du hast es schon genannt – das ist auch ein Fokus
dieses Podcasts. Wir haben auch das Thema Laden. Elektromobilität geht um die Fahrzeuge, geht aber natürlich auch um das Thema Laden und Energie. Wie schaut ihr auf das Thema? Und was treibt euch da um? Was seht ihr auch bei Fuhrparks, bietet ihr auch da schon Lösungen an? Ja, natürlich können die Fuhrparkverantwortlichen auch Elektrofahrzeuge bei uns im System verwalten. Auch reporten natürlich, wie wir gerade gesprochen haben, das Thema ESG-Reporting dort machen, schauen, wie tatsächlich mein Verbrauch pro Elektrofahrzeug ist, laden die
Mitarbeiter relativ viel oder wenig. Genau. Ansonsten sehen wir halt tatsächlich, dass die Elektrifizierung der Flotten ganz gut vorangeht. Aktuell bei uns sind 11 % der Flotten elektrifiziert. Was tatsächlich fehlt, ist das Thema Elektrifizierung auch im Bereich Lkw. Da sehen wir gerade relativ wenig Flotten, die da schon mit gutem Beispiel vorangehen. Meinst du, 11 % der gesamten Flotten haben mindestens ein E-Fahrzeug? Oder ist es 11 % der Gesamtmenge an Fahrzeugen, die verwaltet werden, sind elektrisch? 11 % der Gesamtmenge sind elektrisch. Genau. Interessant. Und
gibt es da auch einen Unterschied zwischen der Größe der Flotten? Kann man tendenziell sagen, dass je größer die Flotte ist, desto größer der Elektromobilitätsanteil? Ich glaube, das hängt ganz stark von der Firma ab und von dem Geschäftsmodell, was sie haben. Wir sehen, dass sehr viele Dienstwagenflotten jetzt immer mehr und mehr auf rein elektrische Fahrzeuge gehen. Natürlich gibt es da auch Ziele. Also gerade wenn wir mit großen Flotten sprechen, sagen sie, sie wollen irgendwie bis 2030 probieren, möglichst vollumfänglich jedem Mitarbeiter ein E-Fahrzeug zur Verfügung zu
stellen. Genau. Die Ziele werden immer näher. 2030 ist nicht mehr so weit weg. Und gibt es auch geografische Unterschiede? Ihr habt ja nicht nur Deutschland als Markt, glaube ich. Seht ihr da auch schon Unterschiede, was die Länder angeht? Also tatsächlich sehen wir, dass in Frankreich beispielsweise das Thema Nachhaltigkeit ein bisschen mehr getrieben wird, aktuell in Deutschland momentan eher weniger. Aber wir schauen halt einfach, was die nächsten Förderprogramme bringen und ob wir dann
auch in Deutschland wieder mehr Zug auf das Thema Elektromobilität bekommen. Ist ja auch so, wenn ich mich nicht täusche, dass in manchen Ländern Dienstwagen gar nicht so richtig ein Thema sind – in den USA glaube ich weniger noch als in Europa oder in Deutschland. Vor allem ist das Thema Dienstwagen in Deutschland viel weiter verbreitet. Wäre das für euch dann auch ein Ausschlusskriterium oder schwierig, in Märkte reinzugehen, wo es weniger Dienstwagen gibt? Also generell können wir sagen, dass wir mittlerweile auch schon Kunden haben, gerade internationale Firmen,
die das auch im internationalen Kontext nutzen, auch tatsächlich in Amerika und Südamerika Dependancen haben, wo sie Fahrzeuge verwalten. Aber ja, ist jetzt nicht unser Kerngeschäft. Die Software funktioniert da aber tatsächlich auch. Okay. Ja, und dann das Thema Software noch mal ein bisschen spezifischer gefragt. Da gibt es Daten, da gibt es Integrationen, Schnittstellen vielleicht mit Partnern, Analytik. Was spielt das für eine Rolle für euch? Was sind das für Herausforderungen? Vielleicht kannst du auch Beispiele nennen. Also wir probieren natürlich sehr viele Daten auch mit
anzubinden. Das neueste Produkt, was wir jetzt mittlerweile haben, ist, dass wir direkte Fahrzeugdaten auch in die Software kriegen. Aktuell erster Datenpunkt ist der Kilometerstand – aus unserer Sicht die wichtigste KPI auch im Fuhrpark, weil gegen den Kilometerstand kann ich irgendwie alle Kosten messen, Kosten pro Kilometer sichtbar machen. Und von den neueren Fahrzeugen kriegen wir die Daten jetzt mittlerweile auch schon direkt einmal am Tag aus dem Fahrzeug in die Software. Das heißt, das ist jetzt der Anfang, und dann wollt ihr noch mehr Datenpunkte erheben
mit der Zeit. Also die Datenpunkte an sich sind ja da. Die Hersteller liefern das. Jetzt ist es tatsächlich an uns, die Datenpunkte für den Fuhrparkleiter sichtbar zu machen. Seht ihr bei der Elektromobilität noch spezifische Herausforderungen, damit der Fuhrpark elektrisch wird? Sind das auch Themen, die ihr begleitet, eben das Thema Laden? Oder gibt es bestimmt auch Use-Cases, die du – auch von deiner Geschichte mit dem Rightpooling-Ansatz – wo du siehst, da gibt es mehr, beim
Dienstwagen gibt's mehr Elektroteil, weil es einfacher ist als jetzt ein Carsharer. Oder sind das so Themen, die ihr auch anschaut? Was wir halt sehen, ist, dass viele Flotten natürlich bemüht sind zu elektrifizieren, aber dann halt immer wieder auf die Herausforderung stoßen: Wo lädt mein Mitarbeiter zu Hause? Gerade in Großstädten. Oder wie ist das Thema Abrechnung geregelt? Also, wenn der Mitarbeiter bei sich zu Hause lädt, vielleicht an einer privaten Wallbox – wie kann ich sichtbar machen, welches Fahrzeug da jetzt geladen hat? Ist es der
Dienstwagen? Ist es der Privatwagen? Wie kriege ich die Daten dann wieder in ein System zurücktransferiert? Das sind tatsächlich auch Themen, die uns umtreiben. Wir können es schon sichtbar machen, teilweise ein bisschen holperig, aber zumindest so, dass die Kunden das dann auch auswerten können. Und zu guter Letzt auch, weil dieser Podcast hier Smart Charge heißt: Wie seht ihr das Thema intelligentes Laden oder sogar bidirektionales Laden wie V2G, was man dann an Potenzialen hätte, wenn man einen großen Fuhrpark managt und vielleicht diese Kosten, die
du ja auch erwähnt hast, nicht nur optimieren, sondern tatsächlich auch noch Umsätze vielleicht generieren will mit diesen Fahrzeugen, wo ja Batterien schlummern und dann perspektivisch damit Geld verdient werden kann. Also aktuell, muss ich ehrlicherweise sagen, haben wir uns damit noch nicht so in der Tiefe beschäftigt. Das wird sicherlich kommen. Ja, sicherlich, da gibt es noch Herausforderungen. Da kann man sich auch einige andere Folgen, die wir aufgenommen haben, anhören, um da noch mal tiefer einzusteigen in die Herausforderung. Und ich bin auch
persönlich natürlich der Meinung, dass es demnächst kommen wird. Und bevor wir uns quasi verabschieden, willst du noch die Hörer auf etwas Besonderes hinweisen? Wie man dich dann auch erreichen kann und vielleicht im Austausch bleiben kann, wenn man Interesse hat, mehr zu erfahren. Genau. Also jeder, der Interesse an Shiftmove hat, ist natürlich herzlich eingeladen, eines unserer Webinare zu besuchen. Wir haben tatsächlich alle zwei Wochen Live-Webinare zu verschiedensten Themen – einfach mal reinschauen. Und ansonsten findet man mich tatsächlich auch auf LinkedIn, schreibt mich
gerne an. Und dann würde ich mich freuen, mit dem einen oder anderen auch in Kontakt zu treten und weiter auszutauschen. Dann vielen lieben Dank, Katharina, hat mich sehr gefreut. Und ich wünsche dir noch ein super schönes Wochenende. Danke für die Einladung. Gerne.
Und das war die Folge mit Katharina Fritsch. Besonders spannend fand ich ihren Hintergrund, dass sie so lange schon in der Fuhrparkbranche war und vor allem, dass sie die E-Mobilität so früh – schon 2018 mit Clever Shuttle – mitgeprägt hat und Herausforderungen mit der Elektroinstallation dann auch hatte und wie sie das mit smartem Energiemanagement schon damals gelöst haben bei der Skalierung der Elektroflotte. Und dann, wie sie von der Anwenderin von Fleetops und Shiftmove dorthin gewechselt ist und vor allem, wie viele Fuhrparks sie schon bedienen
und was sie alles noch an Expansionsplänen haben und wie sinnvoll eigentlich diese ganzen Digitalisierungsansätze sind, wenn man bedenkt, dass noch vieles mit Excel und per Papier im Zeitalter der KI gemacht wird. Da ist noch viel Potenzial für Kosteneinsparung, und auch natürlich in der E-Mobilität gibt es viele Hebel. Da ist auf jeden Fall noch viel geplant. Man merkt, dass Shiftmove da sehr umtriebig ist, was neue Dienstleistungen und neue Pläne angeht und neue Geografien, die sie angehen wollen. Ich hoffe, die Folge hat euch gefallen.
Und wenn ja, checkt gerne nochmal, was Katharina so empfohlen hatte, was die Webinare angeht, oder connected mal mit ihr und gebt uns fünf Sterne. Bis zum nächsten Gespräch.
Notas do episódio
In dieser Episode spreche ich mit Katharina Fritsch, Head of Partnerships & Account Management bei Shiftmove, über ihren Werdegang und die Zukunft der Fuhrparkbranche. Katharina blickt zurück auf ihre Erfahrungen bei Enterprise und CleverShuttle – einem der ersten E-Pooling-Anbieter in Deutschland – und erklärt, wie sie bei Shiftmove komplexe Herausforderungen löst. Wir sprechen darüber, - welche Fuhrparks besonders von Echtzeit-Tracking, Compliance-Tools und automatisierten Workflows profitieren, - wie sich die Zusammenarbeit nach dem Zusammenschluss von Avrios, Vimcar und Optimum entwickelt, - welche Rolle ESG, E-Mobilität und KI in der modernen Flottensteuerung spielen, - und welche Expansions- und Digitalisierungspläne Shiftmove als Plattform-Allrounder verfolgt. Ob Excel- und Papier-Tickets endlich der Vergangenheit angehören und wo die größten Kostensenkungs- und Effizienzhebel liegen – Katharina gibt praxisnahe Einblicke und Inspiration für alle, die ihre Flotte digital und nachhaltig optimieren wollen.