Ep. 2: Norman Pieniak, Flottenelektrifizierung, Smart Charging, V2G, Schweiz, Post Company Cars
Transcrição
Limpa a partir de uma transcrição automática. As traduções são geradas automaticamente e podem conter erros.
Bem-vindo ao Podcast Smart Charge by RiDERgy. Sou Claudio Geyken, Fundador e CEO da RiDERgy. Este Ă© o seu programa para aprender sobre tudo relacionado com gestĂŁo de energia e inovação em smart charging para veĂculos elĂ©tricos e frotas.
Olá, Norman. Como é que te sentes hoje? É bom ver-te novamente. Claudio. É sexta-feira, fim de semana. Isto sempre corre bem. Sim, fico feliz que tenha funcionado. E gostaria de começar este episódio do podcast contigo, com o teu background, para que possamos conhecer os nossos convidados e perceber um pouco de onde vens e onde acabaste e como lá chegaste. E qual é a tua perspetiva, por assim dizer, sobre o tema das frotas, transição energética, transformação da mobilidade, antes de entrarmos em mais detalhes. Então, podes à vontade
alongar-te um bocado. Sim, talvez desde a infância ou de onde preferires começar. Mas naturalmente de forma resumida e breve. Depois ainda posso fazer algumas perguntas. OK. Sim, sou filho de Berlim, estudei Engenharia Mecânica na TU de lá, com foco em energia eĂłlica. Isto significa que o meu caminho para algo renovável e elĂ©trico já estava de certa forma traçado, mas mais com foco em energias renováveis. Estive no Instituto Reiner Lemoine durante 11 anos, comecei lá como colaborador cientĂfico e bastante rapidamente
passei para a área da mobilidade elĂ©trica. TĂnhamos um dos projetos no SĂĽdkreuz, um projeto de mostruário de mobilidade elĂ©trica. Tratava-se da integração de energias renováveis, mas em ligação com frotas elĂ©tricas. Acho que foi a frota Flinkster da Deutsche Bahn, que tĂnhamos no microgrid. E atravĂ©s disso, o salto para a mobilidade elĂ©trica foi bastante facilitado. E desde entĂŁo ando na área dos veĂculos, mas na verdade sempre com o foco em como podem ser carregados de forma renovável.
No Instituto Reiner Lemoine era muito mais acentuado do que agora. Estou há um pouco mais de um ano na SuĂça e cheguei aqui Ă Swiss Post, ao gestor de frotas Post Company Cars. OK, exatamente, isso talvez seja um resumo abrangente. Exato. E como Ă© que tiveste a ideia de estudar energia eĂłlica? Quando foi isso? Mais ou menos em que ano? Nessa altura, acho que a energia eĂłlica ainda nĂŁo era tĂŁo –
Comecei a estudar em 2006. Fui uma das cobaias neste sistema de licenciatura e mestrado e estudei até 2012. E no mestrado dirigi o meu foco para energia eólica. Tinha um professor na área da construção, também engenharia de acionamento, também construção adaptada à solicitação, acho que era. Professor Robert Liebig. E havia aà ligações também com energia eólica. E foi tão interessante para mim que depois escrevi a minha tese de mestrado nessa área. Fiz também
um estágio numa empresa que se dedicava muito à medição de vibrações. E através disso fiquei também ligado a turbinas eólicas. Isso foi interessante, claro, estar em gôndolas a mais de 100 metros de altura e depois a olhar para a distância. Sim. E então a direção RLI – se percebi bem, foste diretamente para o RLI depois de terminares o estudo? Porque não foste para a indústria eólica se já tinhas tanta especialização na área eólica? Bem, era ainda
eólica. Por isso. Ou seja, cheguei lá através da tese de mestrado e das ligações ao diretor, o antigo diretor do RLI. O Professor Quaschning era também professor na HTW Berlin e tinha, por assim dizer, dois chapéus e também lançou muitos projetos de energia eólica no Instituto Reiner Lemoine. No âmbito de um projeto, havia uma cooperação entre a minha tese de mestrado e o RLI. E assim nasceu a ligação. Depois nos primeiros dois anos ainda me dediquei à energia eólica, trabalhei muito
também no banco de ensaios, fiz muita programação de PLC, em geral também muita modelação. E como disse, foi então através do mencionado projeto Südkreuz que passei mais para a mobilidade elétrica. Ah, OK. Sim, é interessante ver como se podia estudar energia eólica tão cedo, porque também comecei a estudar em 2008 e depois ainda engenharia mecânica. E aà as energias renováveis como programa de mestrado ou licenciatura ainda não eram tão comuns, ainda para mais um especializado em energia eólica. Sim. Então fizeste a
mudança para mobilidade elétrica – e apenas para melhor compreensão do projeto que destacaste com a frota Flinkster: Do que se tratava exatamente? Era uma frota de car-sharing que tinha de ser operada completamente de forma elétrica no Südkreuz, ou como é que se pode imaginar isso? Não, o Mostruário de Mobilidade Elétrica tinha como foco toda a área da estação Südkreuz. Depois tratava-se também de outros aspetos como orientação e circulação de passageiros pela estação, por assim dizer, eles conseguirem encontrar através da aplicação os
locais para onde queriam ir. Mas naturalmente em ligação com a questĂŁo: Como Ă© que o abastecimento de energia no SĂĽdkreuz pode ficar mais verde, nomeadamente tambĂ©m atravĂ©s da produção de energia local? O projeto em si focou-se primeiro em implementar energias renováveis que depois, ainda mais localmente neste parque de estacionamento, onde a frota Flinkster estava estacionada, alimentariam esses veĂculos elĂ©tricos. Sempre em ligação naturalmente com a rede pĂşblica de eletricidade. Isto significa que nĂŁo era nada autossuficiente, e ainda assim conseguimos medir a proporção da energia gerada localmente na carga
dos veĂculos elĂ©tricos. Armazenamento de energia era, painĂ©is solares era, pequena turbina eĂłlica era. Era, por assim dizer, tambĂ©m um pouco minha herança, que tambĂ©m participava um bocado. Mas sim, exatamente. E depois, mas desapareceu, lentamente. Sim. Flinkster nĂŁo se ouve muito na esfera pĂşblica. SĂł por curiosidade: sabes porventura ainda como Ă© que o projeto era – se ainda há muito oferecido da Deutsche Bahn? Ouve-se mais Miles ou talvez Free Now como o conhecido agora na, na
na partilha, digamos assim, oferta. Sim. Bom, tĂŞm um website, mas como Ă© que ainda estĂŁo frequentados, nem ideia. Se me lembro bem, a abordagem era partilha estacionária. E isso Ă© claro um caso de uso completamente diferente. Havia muito o objetivo de ver como Ă© que se poderia ligar esta oferta talvez tambĂ©m ao bilhete de comboio. Aqueles que tĂŞm viagens de negĂłcio, chegam, pegam naquele veĂculo, conduzem depois para Atlasof ou para qualquer outro sĂtio para uma reuniĂŁo de negĂłcio,
conduzem com o veĂculo de volta para a estação de comboios e depois de volta para Munique ou o que quer que seja. Como Ă© que está a ser usado agora efetivamente, já nĂŁo consigo dizer. Eu em Berlim, quando ainda lá morava, preferia a variante de partilha free-floating. Sim. Para certos casos, como dizes, ainda se consegue imaginar, mas senĂŁo Ă© difĂcil. Talvez para pequenas aldeias. Sei que há muitas pequenas ofertas de carsharing estacionário. E outra vez
sobre o teu tempo no RLI. Foram 11 anos. Atualmente isso já nĂŁo Ă© assim tĂŁo comum, ficar tanto tempo num empregador. Se calhar consegues dar ainda alguns insights, o que Ă© que foram os teus destaques, que levaste da experiĂŞncia – determinados projetos ou o que ainda te lembras. Sim, talvez entĂŁo já um pequeno desvio para o presente. Mas aqui na Posta na SuĂça, ouço agora muito frequentemente como Ă© que se celebra o 35Âş ou 40Âş aniversário de trabalho. Ou seja
efetivamente há outras empresas, e aà é evidentemente quase já inusual ir embora após 11 anos. Exatamente, o que eu ainda fiz no RLI: o projeto Südkreuz foi para mim pessoalmente em certo sentido o ponto de partida para explorar completamente o potencial da mobilidade elétrica e para identificar sobretudo sinergias. E o que achei muito interessante foi também explorar este caso com os autocarros elétricos. A linha de autocarro – era a 204, creio eu – que lá terminou, exatamente da BVG, com uma estação de carregamento por indução –
com uma estação de carregamento por indução no solo. E entĂŁo a cooperação com a TVB Berlin foi ainda reforçada. Isto Ă©, na altura já tĂnhamos no nosso acompanhamento cientĂfico deste projeto no SĂĽdkreuz calculado quanto sentido fazia, e com qual sistema energĂ©tico – sobretudo, fazia sentido econĂłmico aĂ tambĂ©m carregar autocarros elĂ©tricos. E disso Ă© que saiu no final: começámos entĂŁo o Metrobus com a BVG e a TĂśV Berlin em conjunto, desenvolvemos lá uma estratĂ©gia de eletrificação
para a frota dos Transportes Públicos de Berlim. O foco nosso – da minha equipa, meu – era sobretudo no dimensionamento do sistema energético. E digo sempre "nós" ou "a gente", porque no fim rápido também era na gestão de projeto, na liderança da equipa, e naturalmente já não conseguia calcular assim tanto eu próprio. Depois orientei a minha equipa, por assim dizer. E deste primeiro projeto
no Metrobus é que veio o seguinte. E-Bus 2030 Plus é como ainda se chama. Creio que está em curso até agora inclusive e é continuado pelo meu antigo colega. E aà é que trata essencialmente – consegues ainda ver algumas coisas – de cerca de 1700, 1800 autocarros que devem em breve rodar eletricamente. Portanto isto é – li que agora foi um bocado flexibilizado. Era o objetivo, mas era assim comunicado à partida: até 2030
a eletrificação completa. Seria quase o número total de autocarros que circulam para a BVG: 1800. Sim, exatamente. E quando é que fizeste este projeto, para contextualizares? Tenho que pensar. Metrobus começou, creio eu, em 2018, 2019. Demorou um tempo. Südkreuz e também a vitrina no EUREF-Campus tinham terminado em 2016. E depois demorou ainda um bocado até conseguirmos começar com o Metrobus. Foi então, creio eu, em 2019
e correu depois quatro anos. Terminamos isso em 2023, creio eu. Sim, é agora, como digo, já há um tempo, por isso os dados mais ou menos. Sim, e este projeto no EUREF-Campus – é esse o Mobility-to-Grid, ou é outro ainda? Acho que saiu desse. Portanto em 2012 o projeto vitrina no Microgrid EUREF ou assim tinha começado, em paralelo com o projeto vitrina – ou seja, eram ambos projetos vitrina: Südkreuz e EUREF-Campus. E aà também se tratava de geração local
de energia, uma frota na Grey Garage – já não me lembro como é que se chamava na altura, mas contra
exatamente em frente tambĂ©m do edifĂcio Schneider. Do outro lado era a IOZ – Ă©, creio eu, agora tambĂ©m já nĂŁo lá está. E exatamente aĂ colocámos o nosso ponto de partida tambĂ©m, com este projeto, onde muitos outros projetos Ă volta tambĂ©m surgiram, tambĂ©m com condução autĂłnoma e e e. Bem, era interessante estar envolvido em muitos projetos que Berlim com certeza moldou e continua a moldar. E a BVG tambĂ©m para contextualizares – nĂŁo sei se consegues avaliar isso:
A BVG Ă© lĂder na Alemanha no que diz respeito Ă eletrificação da frota, em comparação com outras empresas de transportes? Se olharmos para as percentagens, nĂŁo acredito que seja. Acho que há outras Ă frente, porque simplesmente tĂŞm uma frota mais pequena. Avançaram mais, mas devido ao tamanho nĂŁo tenho a certeza. Acho que, de certa forma, estĂŁo tambĂ©m Ă frente de Hamburgo, porque Hamburgo pode ser dividida em duas partes – há a VHH e depois ainda a Hochbahn, acho eu,
sim, exatamente. São duas empresas de transportes. Mas se somarmos as empresas de transportes de Hamburgo, acho que não têm uma diferença tão grande. Mas como disse, já há um tempo que não acompanho a evolução na Alemanha. Mas lembro-me que esta forma de contar tinha certa relevância para saber se Berlim ou Hamburgo estava à frente. E um tema que também discuti um pouco no último podcast: até que ponto se pode passar completamente para a mobilidade elétrica em certos tipos de transporte. Como vês isso então agora, especialmente
no contexto da tua experiĂŞncia com autocarros? Há pontos especĂficos em que pensas: Oh, isso Ă© difĂcil, passar 100% para mobilidade elĂ©trica – com autocarros, particularmente no caso de uso que Ă© o transporte pĂşblico? Ou Ă©s relativamente otimista de que conseguimos fazer isso?
Bem, o grande desafio sĂŁo ou percursos muito longos ou tambĂ©m percursos onde há uma topografia muito acentuada. Isso nĂŁo Ă© o caso em Berlim. Aqui na SuĂça, por exemplo, com a PostAuto – isso Ă© definitivamente um tema para nĂłs. E temos de claro que existem veĂculos com a capacidade de bateria apropriada, com a autonomia apropriada. Temos de garantir que temos as estratĂ©gias de carregamento adequadas, tambĂ©m durante o trajeto. Apenas o carregamento no depĂłsito provavelmente nĂŁo será a solução
sozinha. E conforme as possibilidades que se tĂŞm: Em zonas rurais Ă© claro que Ă© difĂcil instalar carregadores de oportunidade, porque a rede talvez esteja ainda mais longe do que na cidade. Mas há mais espaço para cavar o solo e construir algo adequadamente. Em Bensheim tĂnhamos um projeto chamado Buffer Hill. E um colega, o Julian Brände, que dirige o projeto, acho que ainda está nele, ou talvez tenha acabado recentemente. Mas
tratava-se de, justamente considerando que talvez não se possa expandir ou construir a ligação à rede de forma tão fácil, neste caso usar um volante de inércia para estruturar o carregamento intermédio. E então nunca se trata de carregar completamente a bateria novamente, mas simplesmente distribuir os carregamentos intermédios ao longo do dia de forma a não chegar ao depósito com a bateria completamente vazia e conseguir andar o dia todo. E ocupaste-te também no RLI ou noutro lado com o tema de navios
ou aviões, a eletrificação de tais veĂculos? Com navios tĂnhamos isso tambĂ©m incluĂdo. Mas era mais hidrogĂ©nio, cĂ©lula de combustĂvel. Mas era tambĂ©m um iate – chamava-se Humphrey, acho eu, uma empresa. Já nĂŁo me lembro se ainda existe. Nos aviões: No final do meu tempo, nos Ăşltimos anos no RLI, fizemos realmente projetos intensificados em aeroportos. Mas era menos sobre propulsĂŁo bateria-elĂ©trica, mas
mais sobre – sim, exatamente. Compreendi. EntĂŁo agora um olhar bom para trás. Talvez sĂł como Ăşltima pergunta, este olhar para trás: Como Ă© que está – o que te levou de Berlim para a SuĂça? É um ambiente completamente diferente. E sobretudo, dizes que Ă©s um verdadeiro berlinense e nĂŁo alguĂ©m que se mudou para lá. Como aconteceu? E como Ă© a vida em comparação?
Bem, foi completamente por razões privadas. Simplesmente tĂnhamos interesse em mudar de local, e tambĂ©m considerando que a minha mulher vem de Itália, já tĂnhamos a ideia de claro nos mudarmos mais nessa direção. E depois as coisas simplesmente deram nisto. Agora estamos aqui, e gostamos muito. A SuĂça tem muitas vantagens em relação Ă Alemanha. Muitas coisas funcionam de forma diferente aqui, e temos de primeiro nos habituar. Algumas coisas funcionam talvez melhor na Alemanha, e
vice-versa. Portanto, nĂŁo votaria agora por um ou outro paĂs. Para nĂłs Ă© claro: Estamos aqui por enquanto, e sente-se bem. Sim, fixe. E sobre o novo papel e tambĂ©m talvez sobre o posicionamento da empresa – especialmente para quem ainda nĂŁo conhece bem: Podes dedicar umas palavras e explicar para nĂłs o que faz a tua empresa e qual Ă© a ligação como filial dos Correios SuĂços? E
o que te preocupa no dia a dia, quais sĂŁo os temas que estĂŁo na tua agenda. Exatamente. Agora estou na Post Company Cars, e Ă© o gestor de frotas dos Correios SuĂços. Gerimos aproximadamente 17.000 a 18.000 veĂculos para os Correios SuĂços. Os Correios SuĂços claro que entregam cartas e encomendas – tanto com pequenos veĂculos de trĂŞs rodas, que já há muitos anos, durante vários anos, sĂŁo elĂ©tricos. A
mobilidade elĂ©trica já era há muitos, muitos anos um tema nos Correios SuĂços, agora intensificado, mas claro tambĂ©m atravĂ©s das vans de entrega. Na Alemanha provavelmente ainda diriam «Sprinter». Os meus colegas aqui nĂŁo tinham muita familiaridade com o termo, conforme pude entender. SĂŁo simplesmente as vans de entrega elĂ©tricos.
A Alemanha diferencia.
Tenho de me habituar um bocado a isto, exato, a esta outra forma de falar. Temos agora mais de 1.200 camiões de entrega elétricos em circulação. Já eletrificámos as cidades maiores: Berna, Basileia, Zurique, Genebra, creio que também. E Biel é outra cidade, mais pequena aqui perto, também já completamente elétrica, no que diz respeito ao abastecimento. E isto vai ser alargado cada vez mais. Mas também aqui se vê: começamos onde é mais fácil, nas cidades, onde
as distâncias talvez sejam mais curtas, a topografia talvez tambĂ©m nĂŁo seja tĂŁo desafiante. A partir de 2025, estabelecemos como objetivo encomendar apenas veĂculos elĂ©tricos. Esses ficam entĂŁo em serviço durante quatro a cinco anos. Isto significa que atĂ© 2030 queremos fazer entregas completamente elĂ©tricas de correios na SuĂça. Os Correios tambĂ©m tĂŞm PostAuto, ou seja, tambĂ©m autocarros. E lá a eletrificação começa de verdade a partir deste ano. Havia já algumas iniciativas nos
Ăşltimos anos, e agora deve começar a sĂ©rio. A minha tarefa, talvez ainda antes de aprofundarmos nisto tudo: trabalho em desenvolvimento de negĂłcios na PostCompany Cars. Isto significa otimizar o que fazemos para os Correios, identificar as necessidades que existem na área da mobilidade elĂ©trica e que ainda vĂŁo surgir, e com base nisso desenvolver novos serviços que oferecemos nĂŁo apenas aos Correios, mas tambĂ©m ao mercado de clientes terceiros. Atualmente gerimos 7.500 veĂculos e
vamos crescer muito nos prĂłximos anos. Somos, digamos assim, o gestor de frota da SuĂça com a maior frota elĂ©trica que gerimos. E naturalmente com todos os desafios que isso traz. Ocorrem-me agora tantas perguntas, já nĂŁo sei por onde começar. Talvez começando com isto: que eu saiba, nĂŁo Ă© tĂŁo comum uma empresa de entrega na Ăşltima milha ter tambĂ©m uma empresa de gestĂŁo de frota como filial. Ou Ă© algo que tambĂ©m conheces, que isto Ă© na verdade comum? Qual Ă© a vantagem de ter realmente uma empresa separada como filial que gere a frota?
Fomos fundados em 2005, há 20 anos agora. O que foi discutido na altura e quais foram os parâmetros de decisĂŁo, nĂŁo investiguei, por isso Ă© difĂcil para mim. Mas se pensarmos que estamos ativos no mercado de clientes terceiros e queremos estabelecer cooperações lá, Ă© naturalmente mais fácil se temos uma entidade prĂłpria. Essa Ă© a minha perspetiva. E sim, seria um pensamento. O outro pensamento Ă© realmente que isto nĂŁo Ă© tĂŁo incomum na Post em geral. Houve alguns empreendimentos adicionais, um deles concentra-se completamente em infraestrutura de carregamento: Ă© a BU ECS, EMobility Charging Solutions, exato. E agora vĂŁo ser o CPO
dos Correios. VĂŁo construir, operar estações de carregamento e depois disponibilizá-las para as necessidades internas. Interessante. E o condutor essencial – sei que a SuĂça nĂŁo faz parte da UE, ou seja, muitas das medidas regulatĂłrias que se aplicam na UE sĂŁo diferentes na SuĂça. TambĂ©m nĂŁo sou muito conhecedor nisso. Na UE, que eu saiba, os limites de emissões de frota sĂŁo um dos principais impulsionadores dos esforços de sustentabilidade das várias frotas e dos fabricantes, que digamos trazem ofertas Ă s
frotas. É similar na SuĂça? Existem tambĂ©m limites de emissões de frota, ou isto nem Ă© um tema relevante? Quais sĂŁo entĂŁo os verdadeiros impulsionadores da eletrificação de frotas para a SuĂça? Estes limites de emissões de frota, em que tambĂ©m se discute a proibição de motores de combustĂŁo em 2035 – isto aplica-se principalmente ao nĂvel dos fabricantes e nĂŁo se aplica diretamente Ă SuĂça. Apesar disso, a SuĂça tambĂ©m se impĂ´s limites de emissões. Os valores especĂficos teria de consultar de novo.
Aplicam-se principalmente aos importadores. NĂŁo há indĂşstria automĂłvel prĂłpria aqui, o que significa que tudo Ă© importado, e os fornecedores e comerciantes sĂŁo consequentemente obrigados a colocar em circulação uma certa proporção de veĂculos elĂ©tricos. Há portanto um limite de emissões. Teria de verificar de novo – creio que era cerca de 118 ou 120 g no ano passado, por essa ordem de grandeza, e este ano vai descer bastante
e nos prĂłximos anos consequentemente mais, de modo que a pressĂŁo aqui tambĂ©m se mantenha elevada. Portanto, isto tambĂ©m existe, e penso que Ă© uma obrigação que a SuĂça se impĂ´s a si mesma, porque apesar de tudo, talvez nĂŁo adopte completamente, mas já se orienta pelo que os Estados da UE fazem. E os Correios – exato, os Correios nĂŁo estĂŁo vinculados a estes limites de emissões de frota, porque, como disse, aplicam-se
a outros. Mas ainda assim, os Correios tambĂ©m tĂŞm uma estratĂ©gia de clima e redução de emissões que estabelece que atĂ© 2030 a entrega deve ser livre de combustĂveis fĂłsseis, ou seja, completamente elĂ©trica, e atĂ© 2040 zero lĂquido. Isto significa que tudo o que atĂ© lá nĂŁo conseguir ser completamente eletrificado deve ser compensado atravĂ©s de medidas de compensação correspondentes. Okay, o contexto Ă© provavelmente porque os Correios nĂŁo tĂŞm apenas vans, ou pensa-se principalmente em LMVs, ou os autocarros – principalmente os autocarros, compreendo melhor.
NĂŁo tenho a certeza exatamente qual Ă© o caso de uso com os autocarros nos Correios SuĂços. Se consegues explicar isto rapidamente: Os Correios SuĂços sĂŁo uma empresa de transportes, sĂŁo transportes pĂşblicos. Isto Ă© Ăşnico no mundo, nĂŁo Ă©? Ouço isto pela primeira vez, pelo menos. Talvez eu seja ignorante nisso. Sim, tambĂ©m nĂŁo consigo dizer com exatidĂŁo se em nenhum outro paĂs do mundo Ă© igual. Mas Ă© realmente especial.
NĂŁo tenho certeza exatamente qual Ă© o caso de uso com os autocarros nos Correios SuĂços. Se consegues explicar isto rapidamente: Os Correios SuĂços sĂŁo uma empresa de transportes, sĂŁo transportes pĂşblicos. Isto Ă© Ăşnico no mundo, nĂŁo Ă©? Ouço isto pela primeira vez, pelo menos. Talvez eu seja ignorante nisso. Sim, tambĂ©m nĂŁo consigo dizer com exatidĂŁo se em nenhum outro paĂs do mundo Ă© igual. Mas Ă© realmente especial.
Sem dúvida, exatamente. Também sei que de vez em quando isso foi discutido. No entanto, é assim: temos, creio, 900 ou até 1000 autocarros em operação – teria de verificar de novo, mas é mais ou menos essa ordem de grandeza. E depois há muitas empresas parceiras com as quais colaboramos para entrar em operação em outras regiões onde ganhamos licitações. E isso é outro campo de atividade mega grande, que te faz, de certa forma,
parte do teu campo de tarefas. NĂŁo, nĂŁo fazemos – nĂŁo fazemos gestĂŁo de frota para a PostAuto AG. Isso nĂŁo Ă© o caso. É, como se diz, o setor concessionado. É de qualquer forma um negĂłcio relativamente delicado. Creio que na Alemanha Ă© semelhante. Tem de se olhar com muito cuidado, e isso naturalmente nĂŁo Ă© compatĂvel com um negĂłcio de terceiros. Tem de haver uma separação muito clara e rigorosa.
Por isso foi exatamente por isso que houve um escândalo bastante grande há seis anos, aliás tambĂ©m na PostAuto. Depois muita coisa mudou na estrutura de gestĂŁo e em toda a estrutura organizacional para lidar melhor com isso. Exatamente, por isso: esse Ă© um negĂłcio que se mantĂ©m por si. Claro que vemos aqui e ali certas sinergias, mas nĂŁo estamos envolvidos na eletrificação da PostAuto em si. E talvez para contextualizar: mencionaste alguns nĂşmeros. Isso foi muito rápido para mim. Por isso nĂŁo me ficou na memĂłria. Eram 13.000 no total, excluindo os autocarros, portanto principalmente vans, e depois 18.000 veĂculos.
EntĂŁo temos aproximadamente 5.000 a 6.000 automĂłveis de passageiros e comerciais ligeiros, dos quais agora cerca de 1.300 a 1.400 sĂŁo elĂ©tricos. E vĂŁo, como disse, ser todos elĂ©tricos atĂ© 2030. Nesta frota inteira entram os comerciais ligeiros elĂ©tricos, mas naturalmente tambĂ©m veĂculos de empresa. SĂŁo entĂŁo automĂłveis normais – nĂŁo automĂłveis de passageiros como na Alemanha, mas veĂculos de passageiros, como se diz aqui – mais uma particularidade interessante. E nĂŁo se chama tambĂ©m Ă–V, mas Ă© o Ă–V. Portanto alguns termos interessantes diferentes
que eu ainda nĂŁo tinha ouvido. Sim, exatamente. E veĂculos de empresa e tambĂ©m os – nĂłs chamamos-lhes veĂculos Mika, ou seja, veĂculos de quadros de colaboradores – sĂŁo entĂŁo mais uns 200, 300, 400 deles. E com eles Ă© claro que Ă© novamente interessante: nĂŁo se trata apenas da carga no local da Posta em si, mas naturalmente tambĂ©m da carga em casa. Um novo desafio. Era exatamente a pergunta de seguimento que me queriam fazer agora
onde Ă© que se carrega. É principalmente nos depĂłsitos e locais da empresa, mas nĂŁo sĂł aĂ. Isto significa em casa para os Mika, ou seja, os condutores de viaturas de empresa. Exatamente. E depois tambĂ©m na zona pĂşblica ou junto aos clientes, ou como Ă©? Está planeado ou nĂŁo? Exatamente. Portanto Charged Work significa aqui atualmente principalmente carga nos depĂłsitos para os comerciais ligeiros elĂ©tricos, que sĂŁo carregados lá Ă noite com 11, no máximo 22 kW. Na verdade menos, porque de facto
a capacidade da bateria Ă© dimensionada em conformidade, os veĂculos nĂŁo tĂŞm tanta quilometragem diária de deslocação e, por conseguinte, o carregamento Ă s vezes nem sequer era necessário. Isso vai mudar agora, porque agora locais mais desafiadores estĂŁo a ser eletrificados, onde há quilometragens diárias maiores, onde há subidas e descidas. Há tambĂ©m um aspecto interessante que emerge: Para nĂłs Ă© claro que importante em algumas áreas aqui na SuĂça tambĂ©m Ă© tração integral. E na área de tração integral, os construtores nos Ăşltimos anos nĂŁo trouxeram nada eletricamente
para a estrada, de facto. Isso mudou agora há pouco, de modo que podemos contar com conseguir atingir tambĂ©m o nosso objetivo de 2030. Mas foi de facto – continua a ser tambĂ©m um campo interessante. Sem dĂşvida. Exatamente. E entĂŁo carregam no depĂłsito. E há tambĂ©m aplicações onde os veĂculos sĂŁo levados para casa. É o caso dos veĂculos de empresa, Ă© o caso dos veĂculos Mika, porque os usam tambĂ©m em privado.
É o caso dos comerciais ligeiros elĂ©tricos Ă s vezes sim, Ă s vezes nĂŁo. NĂŁo Ă© a regra, mas Ă© um caso que com veĂculos a combustĂvel fĂłssil Ă© mais comum, porque aĂ naturalmente nĂŁo Ă© preciso garantir o carregamento durante a noite. A estação de gasolina Ă© entĂŁo mais fácil de lidar do que uma estação de carga no espaço pĂşblico ou em minha casa. Especialmente os que conduzem comerciais ligeiros, talvez nem sequer tenham propriedade – deve-se tambĂ©m dizer isso. É um segmento salarial que talvez nem se consiga permitir.
E ainda assim colocamos a nós mesmos a questão de como também ali podemos aumentar a percentagem de carregamento em casa. E exatamente, temos também as nossas soluções para isso. Que abordagens exatamente é que vocês têm? Porque isso também está a preocupar muitos na indústria. Como se consegue com estes colegas – para clarificar para quem está a ouvir: normalmente as vans são sim propriedade da empresa ou talvez de subcontratantes. Mas o
condutor pode levá-las para casa para então iniciar mais facilmente a rota – ou seja, ir para o centro onde os pacotes são recolhidos pela manhã, depois fazer a rota, ir direto para casa e não voltar ao depósito, onde talvez ainda teria de ir para casa depois. É mais confortável. No entanto, talvez não haja uma estação de carga em casa que se possa instalar, e a próxima estação de carga fica então muito longe de casa. E
entĂŁo provavelmente teria de carregar ad hoc durante a pausa. É uma abordagem assim. Que mais Ă© que vĂłs pensastes? Bem, claro, nĂŁo vai funcionar para todos – disso estamos cientes. Talvez 30% sejam de facto capazes de carregar o seu veĂculo de alguma forma em casa, se conseguirem. E Ă© ou assim que tĂŞm uma casa prĂłpria e aĂ pode ser instalada uma wallbox
condutores pode levar-se para casa para entĂŁo iniciar mais facilmente a rota – ou seja, ir para o centro onde os pacotes sĂŁo recolhidos pela manhĂŁ, depois fazer a rota, ir direto para casa e nĂŁo voltar ao depĂłsito, onde talvez ainda teria de ir para casa depois. É mais confortável. No entanto, talvez nĂŁo haja uma estação de carga em casa que se possa instalar, e a prĂłxima estação de carga fica entĂŁo muito longe de casa. E entĂŁo provavelmente teria de carregar ad hoc durante a pausa. É uma abordagem assim. Que mais Ă© que vĂłs pensastes? Bem, claro, nĂŁo vai funcionar para todos – disso estamos cientes. Talvez 30% sejam de facto capazes de carregar o seu veĂculo de alguma forma em casa, se conseguirem. E Ă© ou assim que tĂŞm uma casa prĂłpria e aĂ pode ser instalada uma wallbox
pode – entĂŁo conseguimos lidar com isso de forma relativamente simples. Conseguimos ligar a wallbox ao nosso backend e garantir a faturação atravĂ©s disso. Se isso nĂŁo for possĂvel, por qualquer motivo, em casa prĂłpria poderia tambĂ©m considerar-se a utilização de um cabo de carregamento inteligente. Nesse caso seria uma tomada industrial. E se tambĂ©m isso nĂŁo for possĂvel, porque se vive num imĂłvel alugado – aĂ há novamente as mais variadas configurações. Quer a
administração do edifĂcio já tenha instalado estações de carregamento, o que na SuĂça ainda nĂŁo Ă© tĂŁo frequente. Depois poder-se-ia tambĂ©m usar um cabo de carregamento inteligente. Por um lado terĂamos a faturação atravĂ©s do cabo de carregamento, mas por outro lado tambĂ©m atravĂ©s da wallbox. Assim terĂamos os dados e poderĂamos tambĂ©m associar isso com o processamento de salários, por assim dizer. E se nada disto funcionar, Ă© preciso encontrar outros cenários – ou efetivamente carregamento rápido em espaço pĂşblico. TambĂ©m há a consideração com as
vans de entrega, que por talvez nĂŁo precisarem carregar todos os dias, simplesmente se alternam. Mas esse Ă© definitivamente um caso muito desafiante do ponto de vista logĂstico. Ou tambĂ©m se trabalha com carregadores rápidos, talvez mesmo no depĂłsito, para que se chegue de manhĂŁ, se carregue rapidamente, se tenha a carga pronta para a entrega e depois se saia de novo. Há sempre soluções, mas que tambĂ©m tĂŞm sempre as suas implicações organizacionais e operacionais. E aĂ Ă© preciso
simplesmente considerar o que Ă© mais. E quando se vĂŞ – tivemos esse caso em análise uma vez – os camiões de entrega conseguiam ser melhor carregados atravĂ©s do carregador rápido, porque, como foi dito, se deu os veĂculos aos motoristas. Com isso pouparam-se mais custos: poupou-se a instalação de um parque de carregamento AC maior, e tambĂ©m se poupou o ir e vir,
porque já tinham o veĂculo consigo. E assim se consegue contrapesar os custos de pessoal com os custos de infraestrutura. Isso naturalmente traz consigo possibilidades completamente diferentes, do que simplesmente contabilizar a infraestrutura. Interessante. E relativamente Ă infraestrutura de carregamento – há tambĂ©m desafios na SuĂça em comparação com a Alemanha, talvez menos ou mais? No que diz respeito Ă capacidade de ligação Ă rede: Ă© preciso fazer reforço de rede, porque na instalação elĂ©trica dos depĂłsitos existentes há sempre necessidade devido Ă falta de capacidade, ou está-se melhor ou pior posicionado
nesse aspecto? A ampliação da ligação à rede é sempre necessária quando se quer carregar uma frota maior de forma elétrica. É assim. Demora também o seu tempo? Não vou dizer que demora exatamente o mesmo tempo que na Alemanha, mas também aqui é preciso contar com o facto de o operador da rede ter ainda de intervir ativamente. O que ainda – sim, exato, esse era um aspecto que entra em consideração. Naturalmente também consideramos a aplicação de armazenamento estacionário bem como geração local
de eletricidade através de PV é também um tema. Claro. E isso é sempre contrapesado em relação à ampliação da ligação à rede. Até agora o foco não é tanto no carregamento controlado, por exemplo, porque, como foi dito, devido às baixas distâncias de viagem diárias nos locais onde o fizemos até agora, foi simplesmente suficiente com o que as estações de carregamento já oferecem. Mas definitivamente teremos de ser mais ativos nesse aspecto.
Sim, sĂŁo aproximadamente 50 quilĂłmetros que um veĂculo desses percorre por dia de entrega. Exato, sim, exato. É essa a ordem de grandeza. E na SuĂça nĂŁo Ă© tĂŁo plano como em Berlim. AĂ, como mencionaste, começaram – provavelmente com os locais onde as diferenças de altitude nĂŁo eram tĂŁo grandes. Já fizeram simulações para ver que perdas de energia se tĂŞm em comparação com um local que Ă© mais plano? Se agora nos locais,
onde mencionaste, onde seria atĂ© preciso tração integral – como Ă© que estimaram isso, quanto de energia adicional Ă© preciso planejar? E tambĂ©m levantaste: Talvez possas depois comentar isso, relativamente Ă s autonomias dos veĂculos, que sois otimistas, como Ă© que isso mudou. Exato, portanto os cálculos sĂŁo na maioria das vezes feitos pelos prĂłprios locais, porque naturalmente conhecem melhor os seus utilizações e os seus veĂculos. Eles
sabem entĂŁo tambĂ©m qual Ă© a necessidade de energia que surge em conformidade. E como foi dito: nĂŁo começámos ainda com as subidas Ăngremes, porque lá nĂŁo havia Ă s vezes atĂ© nem veĂculos. Ou seja, isso já foi um entrave. E quando se trata da eletrificação dos outros locais, que tambĂ©m estĂŁo mais em áreas rurais – porque, como acabaste de dizer, eletrificámos agora principalmente os locais urbanos –, quando se trata dos rurais, aĂ nĂŁo Ă© tanto o consumo por quilĂłmetro que aumenta, mas sim a distância de viagem diária. E neste momento nĂŁo tenho nĂşmeros para isso, quanto maiores sĂŁo as distâncias de viagem diárias. Disseste agora corretamente: aproximadamente 50 km, por vezes atĂ© um pouco menos. Nas cidades em mĂ©dia sĂŁo aproximadamente 50. Isto significa que estamos um pouco acima, quando se trata de regiões rurais. E aĂ entra
naturalmente tambĂ©m o aspecto que nĂŁo tĂnhamos atĂ© agora: Se for necessária uma distância de viagem diária maior, Ă© necessária uma bateria maior, depois consegue-se carregar menos. E tambĂ©m aĂ temos naturalmente que ver o que faz sentido do ponto de vista logĂstico. Para alĂ©m disso, os locais tĂŞm de estar tambĂ©m em geral preparados para serem atualizados – ou seja, trata-se tambĂ©m do espaço para infraestrutura de carregamento, do espaço para todos os veĂculos. Há veĂculos que sĂŁo
simplesmente muito grandes. E precisamente isso tambĂ©m traz limitações, porque no final de contas o espaço disponĂvel em muitos locais Ă© limitado. TambĂ©m precisamos de ver o que faz sentido logisticamente e o que nĂŁo faz. NĂłs nĂŁo apenas melhoramos a infraestrutura de carregamento, mas tambĂ©m temos que considerar se talvez nĂŁo seria melhor considerar uma abordagem diferente – por exemplo, recarregar em locais diferentes ou trabalhar com parcerias.
em circulação, porque em parte tambĂ©m nĂŁo tĂŞm nenhum lugar de estacionamento no local. Portanto, esses tambĂ©m sĂŁo aspetos que entram em consideração. Exatamente, há simplesmente os que estacionam em casa. Temos mais de 1000, e isso Ă© bom assim, porque esses veĂculos nĂŁo conseguirĂamos acomodar connosco. Mas isso tambĂ©m foi calculado adequadamente ao longo dos anos. Sim. E depois, na infraestrutura de carregamento, ainda: sĂŁo principalmente
carregadores AC lentos, e vocês não têm necessidade de carregamento rápido DC pelos motivos já mencionados, que basicamente se consegue carregar as baterias completamente também com menor potência. Bem, eu mencionei o caso em que se pensa sim num carregador rápido, onde talvez do ponto de vista operacional compense. Talvez tenhamos um preço de carregamento por quilowatt-hora mais elevado, mas talvez tenhamos menos despesa com pessoal, que de manhã e à noite não ande constantemente a levar e a trazer os carros
para trás. Exatamente. E assim se consegue equilibrar custos de pessoal contra custos de infraestrutura. Mas isso normalmente também talvez até faça um favor ao colaborador, porque poupa tempo, não ter de voltar ao local à noite, e portanto consegue ir direto para casa. Ou seja, há aqui e ali sempre também – não sempre, disso não colocaria a mão no fogo, mas aqui e ali sim – também um aumento de atratividade simplesmente através da mudança do sistema de propulsão e
pelo facto de agora ter de se pensar como Ă© que os veĂculos vĂŁo ser carregados no local. E isso já está bem compreendido, que Ă© um plano e ainda nĂŁo está implementado – num local houve agora, creio eu, a decisĂŁo para isso. Exatamente. E aĂ decorre isso, como disse, principalmente entre a nova unidade que foi desenvolvida e criada, e entre os locais. E participamos nisso, porque naturalmente fornecemos os veĂculos, e ficamos por dentro disso entĂŁo
aĂ. É assim o âmbito que temos como gestor de frota, que nĂŁo estamos completamente dentro de todas essas considerações e análises. E depois – já tinha mencionado – os aspetos de energia solar mais bateria. Já recolheram experiĂŞncia nisso? Ou estĂŁo ainda em fase de planeamento de certos locais, onde talvez nĂŁo quisessem fazer a adequação de rede? Portanto, os cálculos existem. AĂ teria de perguntar aos colegas em que medida realmente compensa. Mas
compensa, porque já se diz, em alguns locais temos simplesmente de ir por aĂ. Temos tambĂ©m regularmente rondas de coordenação, onde depois tambĂ©m se discutem as atividades nos locais. E aĂ existe tambĂ©m a consideração, colocar lá um contentor – quer com uma extensĂŁo de ligação Ă rede que depois Ă© mĂłvel, quer com armazenamento estacionário. Isso vem agora, porque nos ocupamos tambĂ©m da eletrificação de camiões. Portanto, mesmo que nĂŁo tenhamos realmente camiões prĂłprios,
mas aqui trabalhamos cada vez mais com subempreiteiros. Temos camiões na logĂstica da construção, mas talvez nĂŁo se consiga contar numa mĂŁo, mas tambĂ©m nĂŁo sĂŁo muitos. Portanto, entramos tambĂ©m neste segmento, justamente na eletrificação de camiões, e aĂ o carregamento rápido Ă© definitivamente imprescindĂvel. E depois tem de se, como disse, equilibrar: extensĂŁo de ligação Ă rede contra armazenamento estacionário, ou seja, produção local de energia e armazenamento. E quanto mais veĂculos elĂ©tricos há num local que carregam, ou seja,
quanto mais se ligam sistemas complexos adicionais, como solar e bateria de armazenamento, Ă© a palavra-chave: gestĂŁo de cargas. Em que medida tĂŞm preocupações aĂ, ou já colocaram tudo o que existe? Está bem preparado, ou Ă© antes um desafio maior, gerir bem as cargas? Bem, como disse, pelo facto de conseguirmos representar a maior parte da eletrificação dos Ăşltimos anos de forma relativamente simples – portanto, houve naturalmente desafios, mas assim –, que conseguimos ter sucesso no carregamento tambĂ©m sem carregamento controlado e inteligente, atĂ© agora sĂł testámos essas coisas em casos-teste. Há cooperações com um ou outro ator conhecido na Alemanha. Estamos agora tambĂ©m a testar carregamento controlado. Teria de ver – carregamento bidirecional atĂ© com os triciclos. É uma capacidade relativamente reduzida, mas dá a oportunidade de simplesmente testar: no que temos de estar atentos? Que implicações tem
isso para a operação? Honestamente, nĂŁo espero – como disse, pelo que vi atĂ© agora, tambĂ©m por experiĂŞncias na Alemanha, consegue-se assim adequar as condições-quadro para o sistema, que naturalmente no dia seguinte as baterias estejam carregadas. E apesar disso, tudo tem de funcionar. Era tambĂ©m um tema agora na PostAuto, que naturalmente a relevância Ă© ainda muito maior aĂ, para que sejamos informados ad hoc,
se as estações de carregamento não funcionam. Porque se não funcionam e de alguma forma não se fica sabendo, chegam os motoristas na manhã seguinte e a bateria não está carregada. Então não consegues fazer a linha. E isso é claro que é muito, muito trágico. Ou seja, não aconteceu, mas que se tenha de assegurar algo assim, isso fica cada vez mais claro, agora com a eletrificação muito mais forte – que se tenha definitivamente um sistema de registo e que se seja informado a tempo. E depois, palavra-chave
se as estações de carregamento não funcionam. Porque se não funcionam e de alguma forma não se fica sabendo, chegam os motoristas na manhã seguinte e a bateria não está carregada. Então não consegues fazer a linha. E isso é claro que é muito, muito trágico. Ou seja, não aconteceu, mas que se tenha de assegurar algo assim, isso fica cada vez mais claro, agora com a eletrificação muito mais forte – que se tenha definitivamente um sistema de registo e que se seja informado a tempo. E depois, palavra-chave
carregamento direto – já me antecipou a pergunta. Sei que no segmento da logĂstica as margens já sĂŁo muito baixas, por isso a eficiĂŞncia de custos Ă© muito importante. Como veem o tema todo da otimização do TCO e os potenciais que podem ser explorados – seja atravĂ©s de melhores mĂ©todos de gestĂŁo energĂ©tica, tarifas dos fornecedores de energia, carregamento bidirecional, otimização do autoconsumo? O quĂŁo importante Ă© isto para vĂłs? E talvez tenham ainda alguns outros valores de experiĂŞncia, particularmente sobre o tema das tarifas de eletricidade dinâmicas
em conjunto tambĂ©m com o carregamento bidirecional? Sim, Ă© um tema importante e tem de vir, mas ainda nĂŁo está aqui. Na SuĂça faltam simplesmente as condições-quadro para isso. No ano passado, acho que a meio do ano, terminou um projeto em que se testaram e se executaram tais casos com a frota da Mobility – o fornecedor de car-sharing aqui na SuĂça, um dos grandes fornecedores de car-sharing na SuĂça – com os seus veĂculos elĂ©tricos. E acho que
as ordens de grandeza foram 600 a 800 francos por ano, que se conseguem poupar de alguma forma. E numa frota maior, claro que isso acaba por fazer sentido. Mas para isso as condições-quadro têm de estar reunidas, e o legislador não tem o ritmo que talvez alguns aqui desejem. Digamos assim. E por isso para nós ainda não é um tema. Vemos isto como um tema do futuro com certeza. E para a Posta, assim como para o nosso mercado de clientes terceiros, acho que
isto vai tornar-se super relevante. Mas para isso Ă© necessário primeiro ter essas condições-quadro, e isso precisa dos atores que depois as implementem. Existem tarifas dinâmicas. Groupe E Ă© um, acho que CKW Ă© outro. Há alguns fornecedores de energia na SuĂça que já oferecem algo assim, mas sim, dá para contar pelos dedos de uma mĂŁo. Portanto, ainda nĂŁo Ă© muito. Mas naquele em que trabalhamos temos o nosso projeto com os trĂŞs rodados, que
lá tambĂ©m vĂŁo ser carregados dinamicamente. Sim, na Alemanha a partir de 1 de janeiro deste ano cada fornecedor de energia Ă© obrigado a oferecer essas tarifas de eletricidade dinâmicas. A UE fez isso obrigatĂłrio para todos os Estados-Membros no Pacote de Energia Limpa 2019, o que claro que deixa a SuĂça de fora. Mas diz-me, Ă© obrigatĂłrio oferecer tambĂ©m na SuĂça como para os Estados da UE, ou nĂŁo há nada prescrito nessa direção? NĂŁo,
portanto a SuĂça encontrará as suas soluções, digamos assim. NĂŁo está diretamente vinculada, pelo menos nĂŁo diretamente. Mas tambĂ©m sei que há regularmente consultas entre UE e SuĂça, para que se obriguem a certas coisas aqui e ali. NĂŁo tenho conhecimento de que exista um mapa de estrada para o carregamento bidirecional na SuĂça, que deva ser implementado atĂ© essa altura. Apesar disso, os projetos como o nosso agora ou aquele que terminou no ano passado com a frota Mobility mostram que o potencial existe e tem de ser explorado. A Confederação tambĂ©m está informada sobre isto e considerará-o de acordo na configuração futura.
Sim, apenas para esclarecimento: referia-me mais aos tarifas de eletricidade dinâmicas que são obrigatórios. Na bidirecionalidade, pelo meu conhecimento, ainda não há nada obrigatório. Infelizmente, devo dizer. Pelo menos na Alemanha houve esforços para que Habeck abolisse pelo menos a componente fiscal, mas os encargos de rede ainda
nĂŁo. Para efeitos de compreensĂŁo, talvez particularmente para os ouvintes: no carregamento bidirecional ganha-se dinheiro, de várias formas – se se faz o corte de picos de carga, entĂŁo simplesmente se daria a energia dos veĂculos localmente e se poupava o pico de carga no ano. Mas se se quer vender a energia, entĂŁo tem-se de recuperar a diferença entre a compra e venda de energia. E se houver ainda encargos de rede em cada transação,
entĂŁo nĂŁo compensa. No entanto, se nĂŁo houvesse, entĂŁo poder-se-ia, como se ouve, ganhar dinheiro com o facto de certas horas serem muito mais caras do que outras horas. E exatamente isso ainda nĂŁo Ă© possĂvel na Alemanha. Esse era o contexto, e na SuĂça isso tambĂ©m ainda nĂŁo se aplica. Apenas para esclarecimento. Sim. Ocorre-te ainda algo sobre os desafios que te preocupam no quotidiano, que ainda nĂŁo tenhamos abordado, que
te preocupam pessoalmente, onde dizes, isto nĂŁo me deixa dormir, ou Ă© pelo menos no topo da lista quando entro no escritĂłrio todos os dias? Sim. Bom, todos estes temas que acabámos de discutir nĂŁo sĂŁo propriamente novidades. Falamos disto há anos. E tambĂ©m todos os temas com que me ocupo agora sĂŁo um passo antes – por assim dizer, coisas sobre as quais se fala há anos na Alemanha, tambĂ©m na SuĂça
se fala. E o que é interessante para mim é claro que ver agora que para a implementação é preciso muito mais, não apenas estas ideias excelentes e talvez algumas poupanças na indústria energética. No final trata-se de processos, trata-se de automatização, trata-se de gestão de dados. E aà vejo naturalmente que cada ator por si – quer seja a Posta, Company Cars, quer seja todo o grupo postal, quer seja para nós de alguma forma também os nossos concorrentes no mercado – temos todos de investir recursos significativos
para sequer conseguir implementar apenas a gestão de dados de forma a podermos usá-la para estes casos de uso. São precisamente estes temas que me preocupam. Ou seja, como podemos – como se pode dizer – simplesmente otimizar o processo desde a entrega da infraestrutura de carregamento até à operação e à faturação
– o que então também não pode ser considerado como vantagem de natureza económica, porque são custos reais, mas de qualquer forma têm de ser reembolsados – como é que se consegue implementar algo assim, mas de uma forma que seja escalável, que não funcione apenas para dez pessoas, mas que acabe por funcionar para mil pessoas, e de preferência com um clique do rato. Portanto, são estas coisas em que às vezes se calhar nem se pensa. Mas são às vezes também um bocado não os bloqueadores completos, mas aqueles que um bocado trazem a realidade para o chão por assim dizer.
um bocado também novamente a realidade assim por assim dizer. E acho que é interessante ver isto também. Para além do facto de eu naturalmente gostar muito de brincar, também com todas estas aplicações que estivemos agora a discutir. Portanto painéis solares aqui, armazenamento estacionário ali, carregamento bidirecional noutro lugar. Claro. O potencial é enorme. Mas o backbone é que os sistemas, que agora têm de funcionar bem. Já uma plataforma sólida, que consiga gerir bem os dados.
gerir bem. Isto Ă©, creio eu, um ponto de dor que preocupa muita gente. E isto Ă© subestimado, na minha opiniĂŁo, este data management na prática. Especialmente, como dizes, uma ideia ou um conceito Ă© simples na teoria. E depois, quando se tem de fazer isto de forma escalável em tempo real – especialmente quando estamos a falar de IoT, de pontos de carregamento, de veĂculos que se movem – isto no mundo do software nĂŁo Ă© assim tĂŁo simples de gerir. E nĂŁo estamos a falar apenas
de um sistema. Portanto, é o backend de carregamento. Depois há ainda um sistema ERP. Depois há ainda um sistema de contabilidade, que também tem de funcionar em algum lugar. E depois ainda alguns outros no meio. E as interfaces têm simplesmente de funcionar bem. E isto tem de se estabilizar, de certa forma. Em função do tempo, queria colocar apenas algumas últimas perguntas e fazer uma mudança de tema bastante radical. Agora entrámos profundamente no mundo da mobilidade elétrica. Mas
novamente com uma perspetiva interessante, talvez alargada. Tu tinhas – vi no LinkedIn – falado sobre o workshop: Mastering Complexity. E sobretudo também que a meditação é importante para ti na vida. Talvez consigas dizer mais algumas palavras sobre estes dois temas. Soa tão interessante. Este Mastering Complexity, justamente no sentido do que acabámos de discutir – complexidade de dados. O que levas contigo? O que podes
talvez ainda recomendar aos ouvintes? E em particular: eu também medito de vez em quando. Como é que a meditação tem um papel no teu dia a dia, e como é que te ajuda no contexto profissional? Sim. Portanto, sobre o Mastering Complexity gostava de esclarecer, porque se trata realmente da complexidade na empresa. Foi uma formação que fiz – não apenas um workshop, mas durante um ano inteiro um
curso, que trata da desenvolvimento organizacional sistémico. E isto, naturalmente, sensibilizou-me muito para as diferentes racionalidades na empresa – seja nas Vendas e Operações, seja no Desenvolvimento de Produtos e Finanças, ou o que quer que seja – há sempre certas dinâmicas. Há certos conflitos que têm de ser resolvidos, que podem travar o progresso, mas que também mostram potencial para aumento, melhoria e otimização. E realmente abriu-me os olhos para ver isto como oportunidades,
como oportunidades e depois abordar a comunicação com uma mentalidade diferente, tambĂ©m a forma como estruturo processos, a forma como trabalho com os outros. Este Ă© um aspecto. A meditação Ă©, acredito, o ruĂdo de fundo que, no fim, me permite lidar bem com todas estas coisas. Ajuda-te, como talvez saibas, simplesmente a estar presente, e a lidar com os – como se diria – com os desafios
do dia a dia sem seres arrastado por eles, mas também: como avalio uma situação? Como avalio quando um colega se aproxima de mim e talvez naquele momento está a expressar algo emocionalmente? Entro no jogo, ou consigo dar um passo atrás e lidar com isto com uma certa distância? E sim, é exatamente isto que a meditação me dá. Sim, fixe. Quanto ao primeiro: acredito que é realmente subestimado como se envolvem as pessoas
– sejam os motoristas, sejam os colegas nesta complexidade toda. Faz muito sentido que não sejam apenas problemas de TI, mas também problemas humanos. E quanto ao segundo: sempre te percebi como uma pessoa muito calma. Não sabia que meditavas, mas faz definitivamente sentido. E aqui diria com certeza que é útil que cada um se envolvesse com o tema da meditação. Os budistas e os estoicos
em particular já tinham pensado muito sobre isto. E com esta nota queria tambĂ©m agradecer-te pelo teu tempo, Norman. Acredito que foi uma entrevista interessante, e espero que os ouvintes tambĂ©m gostem. Se houver comentários e dĂşvidas, ou talvez queiras alertar os ouvintes para algo, como podem contactar-te ou se queres assinalar certos conteĂşdos – agora para terminar. Sim, sou alcançável via LinkedIn. Se houver questões sobre as nossas atividades, particularmente aqui na SuĂça,
podem contactar-me sem problema. NĂŁo Ă© nada de mais. TambĂ©m me divertiu. Obrigado. Foi uma boa oportunidade de nos vermos de novo – já lá vai um tempo. E muito sucesso, em qualquer caso com o podcast, mas tambĂ©m com tudo o resto. Obrigado. Portanto está bem, nĂŁo Ă©? Como se diz – lá na SuĂça, lá na SuĂça Ă© assim comum,
NĂŁo Ă©? PoderĂamos tambĂ©m dizer "au revoir". O francĂŞs Ă© relativamente bem espalhado aqui em Berna, ou nĂŁo? FrancĂŞs.
Exato. O meu francĂŞs ainda preciso de melhorar.
Tudo bem. Ă“timo. Queria fazer aqui um resumo da minha conversa com o Norman. Ele vem do Instituto Fraunhofer, um dos principais institutos de pesquisa no tema de energias renováveis e transição de mobilidade. Lá teve experiĂŞncias com projetos interessantes, como por exemplo a BVG – os autocarros pĂşblicos – como foram eletrificados, uma das maiores frotas de autocarros da Europa. E tambĂ©m, como ele depois se mudou para a SuĂça e agora acompanha uma das maiores frotas suĂças neste tema: mobilidade elĂ©trica, eletrificação, particularmente vários tipos de veĂculos, e como isto Ă© gerido num paĂs com
muitas diferenças de altitude – cidade e campo – entre outras coisas. E como ele vê a inovação, por exemplo o tema de carregamento bidirecional. E depois também – ele é uma pessoa muito simpática e, como o conheço, muito calmo – como ele se lidera a si mesmo e aos outros na equipa, inclusive com temas como meditação, no qual também acredito firmemente que ajuda. Sim, então fico feliz que o resumo tenha trazido algo de valor. Até à próxima.
Welcome to the Smart Charge by RiDERgy Podcast. This is Claudio Geyken, Founder and CEO of RiDERgy. This is your show to learn about all things energy management and smart charging innovation for electric vehicles and fleets.
Hallo, Norman. Wie geht's dir heute? Schön, dich wiederzusehen. Claudio. Es ist Freitag, Ende der Woche. Da geht's immer gut. Ja, es freut mich, dass es geklappt hat. Und ich würde gerne durchstarten im Podcast mit dir, mit deinem Hintergrund, dass wir die Gäste abholen und ein bisschen verstehen, wo du so herkommst und wo du jetzt gelandet bist und wie du da hingekommen bist. Und das wie deine Brille sozusagen auf das Thema Flotten, Energiewende, Mobilitätswende so ist, bevor wir da tiefer ins Detail einsteigen. Also, du kannst gerne
ausholen. Ja, bisschen die Kindheit oder wo auch immer du anfangen möchtest. Aber natürlich jetzt zusammenfassend in Kürze. Dann kann man ein bisschen Rückfragen noch stellen. OK. Ja, ich bin Berliner Kind, habe Maschinenbau an der TU dort studiert, mit dem Fokus Windenergie. Das heißt, mein Weg hin zu irgendetwas Erneuerbarem und Elektrischem war auf jeden Fall schon mal vorgezeichnet, aber eher mit dem Fokus erneuerbarer Energien. Ich war beim Reiner-Lemoine-Institut 11 Jahre lang, habe da als wissenschaftlicher Mitarbeiter begonnen und relativ schnell
bin ich in den Bereich der Elektromobilität rübergegangen. Wir hatten eines der Projekte am Südkreuz, Schaufensterprojekt Elektromobilität. Da ging es um die Einbindung erneuerbarer Energien, aber eben in Verbindung mit elektrischen Flotten. Das war, glaube ich, die Flinkster-Flotte von der Deutschen Bahn, die wir da mit im Microgrid hatten. Und dadurch war dann der Sprung hin zur Elektromobilität eigentlich gebahnt. Und so bin ich seitdem im Bereich der Fahrzeuge unterwegs, aber eigentlich immer mit dem Fokus darauf, wie können sie halt erneuerbar geladen werden.
Am Reiner-Lemoine-Institut deutlich stärker als jetzt gerade. Ich bin jetzt seit ein bisschen mehr als einem Jahr in der Schweiz und hier bei der Schweizerischen Post, beim Flottenmanager Post Company Cars, angekommen. Okay, genau, das ist vielleicht mal so ein Rundumschlag. Genau. Und wie bist du auf die Idee gekommen, Windenergie zu studieren? Das war ja dann – wann war das? In welchem Jahr ungefähr? Da war die Windenergie, glaube ich, noch nicht so –
2006 habe ich mit dem Studium angefangen. Ich war eines der Versuchskaninchen in diesem Bachelor-Master-System und habe dann bis 2012 das Studium durchgezogen. Und im Master habe ich den Fokus gelenkt hin zu Windenergie. Ich hatte da einen Professor im Bereich der Konstruktion, auch Antriebstechnik, auch Beanspruchungsgerechtes Konstruieren, glaube ich. Professor Robert Liebig. Und da gab es so Verbindungen hin zu eben auch der Windenergie. Und es war so spannend fĂĽr mich, dass ich dann meine Masterarbeit in dem Bereich geschrieben habe. Hab da auch
ein Praktikum gemacht, bei einer Firma, die sich viel mit der Schwingungsmessung beschäftigt hat. Und dadurch war ich dann auch auf Windanlagen. Das war dann auch spannend, natürlich auf über 100 Meter hohen Gondeln zu stehen und dann in die Ferne zu schauen. Ja. Und die Richtung dann RLI – wenn ich es richtig verstanden habe, bist du dann direkt beim RLI gewesen nach dem Studium? Wieso nicht dann in die Windbranche, wenn du schon so spezialisiert auf die Windbranche warst? Na, es war ja noch
Wind. Deswegen. Also, ich bin ja durch die Masterarbeit und die Verbindungen zum Geschäftsführer, dem ehemaligen Geschäftsführer vom RLI, dahingekommen. Der Professor Quaschning war auch Professor an der HTW Berlin und hatte da sozusagen zwei Hüte auf und hat eben auch viele Windenergieprojekte am Reiner-Lemoine-Institut noch gelauncht. Und im Rahmen eines Projektes gab es eine Kooperation zwischen meiner Masterarbeit und dem RLI. Und dadurch ist dann die Verbindung entstanden. Ich habe dann auch die ersten zwei Jahre mich mit Windenergie noch weiter beschäftigt, habe dann viel
auch im Prüfstand gearbeitet, auch dort viel SPS-Programmierung gemacht, generell auch viel Modellierung. Und wie gesagt, es ist dann durch das besagte Südkreuz-Projekt aber dann stärker in die E-Mobilität gegangen. Ah, okay. Ja, das ist noch mal interessant zu sehen, wie man so früh schon Windenergie studieren konnte, weil ich habe ja auch 2008 angefangen zu studieren und dann noch Maschinenbau. Und da waren erneuerbare Energien als Master- oder Bachelorstudienprogram noch nicht so üblich, geschweige denn dann ein spezialisiertes auf Windenergie. Ja. Dann hast du den
Schwenk in die E-Mobilität – und nur zum besseren Verständnis des Projekts, was du da gehighlightet hast mit der Flinkster-Flotte: Worum ging es denn genau? Es war so eine Carsharing-Flotte, die komplett elektrisch betrieben werden musste da am Südkreuz, oder wie kann man sich das vorstellen? Nein, das Schaufenster Elektromobilität hatte das gesamte Areal Bahnhof Südkreuz im Fokus. Da ging es dann auch noch mal um andere Aspekte wie die Fahrgastleitung und Orientierung durch den Bahnhof, sozusagen, dass die über die App gesteuert die
Orte finden, wo sie hinwollen. Aber natürlich da im Zusammenhang auch die Frage: Wie kann die Energieversorgung am Südkreuz grüner werden, eben dann auch durch lokale Energieerzeugung? Das Projekt selbst hat sich erstmal darauf fokussiert, erneuerbare Energien zu implementieren, die dann, noch lokaler an diesem einen Parkplatz, wo die Flinkster-Flotte stationiert war, eben jene Elektrofahrzeuge zu speisen. Immer in Verbindung natürlich mit dem öffentlichen Stromnetz. Das heißt, das war jetzt nichts Autarkes, und trotzdem konnten wir da den Anteil der lokalen Energieerzeugung an der Ladung
der E-Fahrzeuge steigern. Speicher war, Solaranlage war, war Kleinwind. Das war sozusagen auch noch mein bisschen mein Erbe, was dann da auch noch so ein bisschen mitgeschwungen hat. Aber ja, genau. Und dann aber ausgeklungen ist, so langsam. Ja. Flinkster hört man nicht so viel in der Öffentlichkeit. Nur so aus Neugierde: weißt du zufällig noch, wie das Projekt so – ob es da noch viel gibt an Angebot von der Deutschen Bahn? Man hört ja eher Miles oder vielleicht Free Now als Bekanntes jetzt in der, in der
in der Sharing, sagen wir mal, Angebot. Ja. Also, sie haben doch eine Webseite, aber wie stark sie noch frequentiert sind, keine Ahnung. Wenn ich mich recht erinnere, war das ja der Ansatz stationäres Sharing. Und das ist natürlich ja dann noch mal ein ganz anderer Anwendungsfall. Da ging es ja auch viel darum zu schauen, wie man dieses Angebot vielleicht auch mit dem Bahnticket in Verbindung bringen kann. Jene, die Dienstreisen haben, kommen an, nehmen jenes Fahrzeug, fahren dann raus nach Atlasof oder irgendwo zu einem Geschäftstreffen,
fahren mit dem Fahrzeug wieder zurück zum Bahnhof und dann wieder zurück nach München oder was auch immer. Wie es jetzt tatsächlich noch genutzt wird, kann ich nicht mehr sagen. Ich habe in Berlin, als ich da noch gewohnt habe, auch vorzugsweise die Free-Floating-Sharing-Variante genommen. Ja. Für bestimmte Cases, wie du sagst, kann man sich das noch vorstellen, aber sonst schwierig. Vielleicht für kleine Dörfer. Ich weiß, dass es da so viele kleine stationäre Carsharing-Angebote gibt. Und noch mal
auf deine RLI-Zeit. Das waren ja 11 Jahre. Das ist heutzutage gar nicht mehr so üblich, dass man so lange bei einem Arbeitgeber bleibt. Wenn du da vielleicht noch ein paar Einblicke geben kannst, was so deine Highlights waren, die du noch mitnimmst aus der Erfahrung – bestimmte Projekte oder was dir noch einfällt. Ja, vielleicht dann schon mal ein kleiner Schwenker in die Gegenwart. Aber hier bei der Post in der Schweiz, da habe ich jetzt schon sehr oft gehört, wie das 35. oder 40. Betriebsjubiläum gefeiert wird. Also
tatsächlich gibt es andere Unternehmen, und da ist es offensichtlich fast schon unüblich, nach 11 Jahren zu gehen. Genau, was ich am RLI dann noch gemacht habe: das Südkreuz-Projekt war für mich persönlich eigentlich so der Startpunkt, um die Potenziale der E-Mobilität komplett zu erschließen und Synergien vor allem zu identifizieren. Und das war, was ich dann sehr spannend fand, war diesen Case auch mit den E-Bussen. Die Buslinie – da war es die 204, glaube ich – die dort angelandet ist, mit genau von der BVG, mit einer Induktions-
mit einer Induktionsladestation dort im Boden. Und da ist dann auch nochmal verstärkt die Kooperation mit der TVB Berlin entstanden. Das heißt, wir hatten damals schon in unserer wissenschaftlichen Begleitung dieses Projektes am Südkreuz auch durchgerechnet, wie viel Sinn macht es, und mit welchem Energiesystem – vor allem, macht es wirtschaftlich Sinn, dort eben auch E-Busse zu laden. Und daraus ist ja dann im Endeffekt das entstanden: wir haben dann den Metrobus gestartet mit der BVG und der TÜV Berlin zusammen, haben dort eine Elektrifizierungsstrategie
für die Flotte der Berliner Verkehrsbetriebe entwickelt. Der Fokus von uns – von meinem Team, von mir – war vor allem auf der Auslegung des Energiesystems. Und ich sage immer „uns" oder „wir", weil am Ende war ich auch dann relativ schnell in der Projektleitung, in der Teamleitung, und habe dann natürlich nicht mehr so viel selbst rechnen können. Habe dann mit meinem Team mein Team angeleitet sozusagen. Und aus diesem ersten Projekt
im Metrobus ist dann ja schon das nächste gekommen. E-Bus 2030 Plus nennt sich's jetzt immer noch. Ich glaube, das läuft gerade sogar noch und wird noch von meinem Ex-Kollegen weitergeführt. Und da geht's ja im Endeffekt – man kann ja noch einiges sich anschauen – rund um diese 1700, 1800 Busse, die ja dann bald elektrisch fahren sollen. Also das ist ja – ich habe gelesen, dass es jetzt aufgeweicht wurde ein bisschen. Das war das Ziel, aber das war mal vormals so kommuniziert: bis 2030
die Vollelektrifizierung. Das wäre quasi die gesamte Anzahl an Bussen, die für die BVG fahren: 1800. Ja, genau. Und wann hast du dieses Projekt gemacht, so zur Einordnung? Ich muss überlegen. Metrobus fing, glaube ich, 2018, 2019 an. Das hat ein Weilchen gedauert. Südkreuz und auch das Schaufenster am EUREF-Campus, das hatte 2016 geendet. Und dann hat es nochmal ein bisschen gedauert, bis wir dann mit dem Metrobus starten konnten. Das war dann, glaube ich, 2019
und lief dann vier Jahre. Wir haben das 2023 dann, glaube ich, beendet. Ja, ist jetzt, wie gesagt, schon ein Weilchen her, deswegen die Daten so ungefähr. Ja, und dieses Projekt am EUREF-Campus – ist das das Mobility-to-Grid, oder ist das nochmal ein anderes? Das ist, glaube ich, daraus entstanden. Also 2012 hatte das Schaufensterprojekt am Microgrid EUREF oder so gestartet, parallel zu dem Schaufensterprojekt – also es waren beides Schaufensterprojekte: Südkreuz und EUREF-Campus. Und da ging es eben dann auch darum, lokale
Energieerzeugung, eine Flotte an der Grey Garage – ich weiß nicht mehr, wie die damals hieß, aber gegen
genau gegenüber auch vom Schneider-Gebäude. Auf der anderen Seite war das IOZ – ist ja, glaube ich, jetzt auch nicht mehr da. Und genau dort hatten wir dann den Startpunkt mitgesetzt, auch mit diesem Projekt, wo rund herum ja dann viele weitere Projekte auch entstanden sind, auch mit autonomem Fahren und und und. Na ja, interessant war, bei vielen Projekten dabei zu sein, die Berlin ja auf jeden Fall geprägt haben und nach wie vor prägen. Und die BVG auch zur Einordnung – ich weiß nicht, ob du das einschätzen kannst:
Ist die BVG führend in Deutschland, was die Elektrifizierung der Flotte angeht, im Vergleich zu anderen Verkehrsbetrieben? Wenn es um die Prozente geht, glaube ich nicht. Ich glaube, da sind andere, weil sie einfach eine kleinere Flotte haben. Schon weiter, aber aufgrund der Größe weiß ich das jetzt nicht. Ich glaube, die sind, wenn man es so nimmt, auch vor Hamburg, weil Hamburg kann man ja in zwei Teile teilen – da sind es ja einmal die VHH und dann noch die Hochbahn, glaube ich,
ja, genau. Das sind ja zwei Verkehrsbetriebe. Wenn man aber die Hamburger Verkehrsbetriebe zusammenzählt, dann nehmen sie sich, glaube ich, nicht mehr so viel. Aber da, wie gesagt, ich bin jetzt schon eine Weile raus, was die deutsche Entwicklung angeht. Aber ich weiß noch, dass diese Zählweise auch eine gewisse Relevanz hatte dabei, ob Berlin oder Hamburg vorne ist. Und ein Thema, das ich auch im letzten Podcast ein bisschen besprochen habe: inwiefern man komplett auf Elektromobilität umsteigen kann bei bestimmten Verkehrsformen. Wie siehst du das dann jetzt vor
allem im Hintergrund deiner Erfahrung da bei den Bussen? Gibt es da bestimmte Punkte, wo du meinst: Oh, das ist schwierig, dass man 100 % auf Elektromobilität umsteigen kann – bei Bussen, insbesondere im Use-Case jetzt für den ÖPNV? Oder bist du da eigentlich relativ optimistisch, dass wir das schaffen?
Na ja, die große Herausforderung sind halt entweder sehr lange Strecken oder eben auch solche Strecken, wo du eine starke Topographie hast. Das ist in Berlin nicht der Fall. Hier in der Schweiz zum Beispiel bei PostAuto – da haben wir dieses Thema auf jeden Fall. Und da müssen wir natürlich gucken, dass es die Fahrzeuge gibt mit der entsprechenden Batteriekapazität, mit der entsprechenden Reichweite. Da müssen wir gucken, dass wir entsprechende Ladestrategien haben, auch auf der Strecke. Depotlader allein wird dann wahrscheinlich nicht die Lösung
sein. Und je nachdem, welche Möglichkeiten man hat: Über Landverkehr ist es natürlich schwierig, Gelegenheitslader aufzubauen, weil dann das Netz gegebenenfalls noch mal ein Stück weiter weg ist als in der Stadt. Dafür hat man da aber mehr Platz, um den Boden aufzureißen und entsprechend etwas aufzubauen. In Bensheim hatten wir ein Projekt, das nennt sich Buffer Hill. Und da hat ein Kollege, der Julian Brände, der leitet das Projekt, glaube ich, auch immer noch, oder es ist glaube ich gerade zu Ende gegangen. Aber
da ging es darum, dass man genau vor dem Hintergrund, dass man den Netzanschluss vielleicht nicht so ausbauen oder aufbauen kann, in dem Fall mit einem Schwungradspeicher die Zwischenladung gestaltet. Und dann geht es eigentlich nie darum, dass man jetzt die Batterie wieder voll hochlädt, sondern einfach nur die Zwischenladungen über den Tag verteilt so gestaltet, dass man nicht mit einer komplett leeren Batterie ins Depot fährt und über den Tag kommt. Und hattest du dich auch beim RLI oder anderweitig beschäftigt mit dem Thema Schiffe
oder Flugzeuge, die Elektrifizierung von solchen? Bei Schiffen hatten wir das auch mit drin. Da war es dann aber eher Wasserstoff, die Brennstoffzelle. Das war aber auch ein Sportschiff – Humphrey nannte sich das, glaube ich, eine Firma. Ich weiß gar nicht mehr, ob die noch existiert. Bei den Flugzeugen: Wir hatten da am Ende meiner Zeit, in den letzten Jahren am RLI, auch verstärkt an Flughäfen tatsächlich Projekte durchgeführt. Da ging es dann aber weniger um batterieelektrische Antriebe, sondern
eher dann um – ja, genau. Verstanden. Dann jetzt noch mal einen guten Blick zurück. Vielleicht nur als letzte Frage zum Blick zurück: Wie sieht's denn aus – was hat dich bewegt, von Berlin in die Schweiz zu gehen? Das ist ja schon ein ganz anderes Umfeld. Und vor allem, du sagst, du bist ja auch ein echter Berliner und kein Zugezogener. Wie kam es? Und wie ist so das Leben im Vergleich?
Also tatsächlich war es komplett privater Natur. Wir hatten einfach das Interesse, den Ort zu wechseln, und hatten dann aber auch aufgrund dessen, dass meine Frau aus Italien kommt, schon den Gedanken, natürlich mehr in die Richtung zu ziehen. Und dann hat sich das irgendwie so ergeben. Jetzt sind wir hier, genießen das sehr. Die Schweiz hat schon viele gute Vorzüge gegenüber Deutschland. Vieles läuft hier anders, worauf man sich erst mal einstellen muss. Einiges läuft dann vielleicht in Deutschland besser, und
andersrum. Also würde ich jetzt gar nicht für das eine oder das andere Land votieren. Für uns ist klar: Wir sind jetzt erst mal hier, und es fühlt sich gut an. Ja, cool. Und zur neuen Rolle und auch vielleicht zur Einordnung der Firma – vor allem für die, die es noch nicht so kennen: Kannst du noch mal ein paar Worte verlieren und das für uns einordnen, was deine Firma macht und wo der Zusammenhang ist als Tochterfirma der Schweizer Post? Und
was dich quasi umtreibt im Alltag, was so Themen sind, die bei dir auf der Agenda sind. Genau. Ich bin jetzt bei Post Company Cars, und das ist der Flottenmanager der Schweizerischen Post. Wir verwalten für die Schweizerische Post circa 17.000 bis 18.000 Fahrzeuge. Die Schweizerische Post trägt natürlich Briefe und Pakete aus – sowohl mit kleinen dreirädrigen Fahrzeugen, die schon seit eh und je, also schon seit mehreren Jahren, elektrisch sind. Das
Elektromobilität war da schon seit vielen, vielen Jahren bei der Schweizerischen Post ein Thema, jetzt vermehrt, aber natürlich auch durch die Lieferwagen. In Deutschland würde man wahrscheinlich immer noch „Sprinter" sagen. Mit dem Begriff konnten meine Kollegen hier nicht viel anfangen, wie ich verstanden habe. Es sind halt einfach die elektrischen Lieferwagen.
Deutschland unterscheidet.
Da muss ich mich ein bisschen drauf einstellen, genau, auf den anderen Sprech hier. Wir haben jetzt mehr als 1.200 elektrische Lieferwagen unterwegs. Wir haben die größeren Städte jetzt schon elektrifiziert: Bern, Basel, Zürich, Genf, glaube ich auch. Und Biel ist nochmal eine andere, kleinere Stadt hier in der Nähe, auch schon komplett elektrisch, was die Zulieferung betrifft. Und das wird jetzt immer weiter ausgerollt. Aber auch hier daran sieht man: Man fängt da an, wo es einfacher ist, halt in Städten, wo
die Strecken vielleicht kürzer sind, die Topographie vielleicht auch nicht ganz so herausfordernd ist. Ab dem Jahr 2025 haben wir uns zum Ziel gesetzt, nur noch elektrische Fahrzeuge zu ordern. Die sind ja dann vier bis fünf Jahre im Einsatz. Das heißt, bis 2030 wollen wir komplett elektrisch die Post ausliefern in der Schweiz. Die Post hat hier auch PostAuto, also auch nochmal Busse. Und dort fängt jetzt ab diesem Jahr die Elektrifizierung so richtig an. Es gab schon erste Ansätze in
den letzten Jahren, und jetzt sollte es so richtig losgehen. Meine Aufgabe, vielleicht noch dazu, bevor wir noch tiefer einsteigen in diese ganzen Sachen: Ich bin in der Geschäftsentwicklung bei PostCompany Cars tätig. Das heißt also, das, was wir für die Post machen, zu optimieren, die Bedarfe, die es im Bereich der E-Mobilität gibt und noch weiter entstehen werden, zu erkennen und darauf aufbauend neue Dienstleistungen zu entwickeln, die wir nicht nur für die Post anbieten, sondern auch für den Drittkundenmarkt. Da verwalten wir gerade 7.500 Fahrzeuge und
werden auch in den nächsten Jahren dort stark anwachsen. Wir sind, also wie kann man sagen, wir sind der Flottenmanager der Schweiz mit der größten elektrischen Flotte, die wir verwalten. Und dann natürlich auch mit allen Herausforderungen, die das mit sich bringt. Da fallen mir jetzt so viele Fragen ein, ich weiß gar nicht mehr, wo ich anfangen soll. Angefangen vielleicht damit: Meines Wissens ist es nicht so üblich, dass eine Letzte-Meile-Firma auch eine
Flottenmanagement-Firma als Tochterfirma hat. Oder ist das etwas, was du auch kennst, dass das eigentlich gang und gäbe ist? Was ist der Vorteil, wirklich nochmal eine eigene Firma als Tochterfirma zu haben, die die Flotte verwaltet? Also, gegründet wurden wir 2005, vor 20 Jahren jetzt. Was da diskutiert wurde und was die Entscheidungsparameter waren, habe ich nicht untersucht, von daher fällt mir das schwer. Aber wenn wir daran denken, dass wir
im Drittkundenmarkt tätig sind und dort auch Kooperationen eingehen wollen, ist das natürlich einfacher, wenn man eine eigene Entität ist. Das ist so mein Blick darauf. Und ja, das wäre der eine Gedanke. Der andere Gedanke ist tatsächlich auch, dass das in der Post generell gar nicht so unüblich ist. Wir hatten einige weitere Gründungen, eine auch unter anderem, die sich komplett auf die Ladeinfrastruktur konzentriert: das ist die BU ECS, EMobility Charging Solutions, genau. Und die werden jetzt der CPO
der Post werden. Die werden also Ladestationen aufbauen, betreiben und dann für die internen Bedarfsträger zur Verfügung stellen. Interessant. Und der wesentliche Treiber – ich weiß, die Schweiz ist ja nicht Teil der EU, sprich viele der regulatorischen Maßnahmen, die für die EU gelten, sind in der Schweiz anders. Da kenne ich mich auch nicht so aus. In der EU sind ja die Flotten-Grenzwerte meines Wissens einer der wesentlichen Treiber für die Nachhaltigkeitsbemühungen der verschiedenen Flotten und der OEMs, die sagen wir mal auch Angebote an
die Flotten bringen. Ist das in der Schweiz ähnlich? Gibt es auch Flottengrenzwerte, oder ist das überhaupt kein relevantes Thema? Was sind denn die wirklichen Treiber der Flottenelektrifizierung für die Schweiz? Diese Flottengrenzwerte, bei denen ja auch das Verbrennerverbot 2035 mit diskutiert wird – das gilt ja vor allem auf Ebene der OEMs und gilt jetzt so direkt nicht für die Schweiz. Trotzdem hat sich die Schweiz auch da Grenzwerte auferlegt. Die Zahlenwerte müsste ich jetzt nochmal nachschlagen.
Die gelten dann vor allem für die Importeure. Es gibt hier keine eigene Automobilindustrie, das heißt, alles wird importiert, und die Lieferanten und die Händler sind dementsprechend verpflichtet, einen gewissen Anteil auch E-Fahrzeuge in Umlauf zu bringen. Da gibt es eben dann auch einen Grenzwert. Ich müsste nochmal nachschauen – der war, glaube ich, letztes Jahr irgendwie 118 oder 120 g, so in der Größenordnung, und wird dieses Jahr auch nochmal
stark runtergehen und in den nächsten Jahren entsprechend weiter, sodass der Druck hier auch hochgehalten wird. Also auch das gibt es, und das ist, glaube ich, eine Auferlegung, die sich die Schweiz selbst verpflichtet hat, weil sie trotzdem vieles, vielleicht nicht komplett übernimmt, aber sich schon daran orientiert, was die EU-Staaten machen. Und die Post – genau, die Post ist an diese Flottengrenzwerte nicht gebunden, weil, wie gesagt, die gelten
Ja, für andere. Aber nichtsdestotrotz hat die Post auch eine Klima- und Emissionsminderungsstrategie, die besagt, dass bis 2030 die Zustellung fossilfrei sein soll, also komplett elektrisch, und bis 2040 Netto-Null. Das heißt, alles, was bis dahin nicht komplett elektrifiziert werden konnte, soll dann durch entsprechende Kompensationsmaßnahmen ausgeglichen werden. Okay, der Hintergrund ist wahrscheinlich, weil die Post da nicht nur Vans hat, oder es wird vor allem in Richtung LKWs gedacht, oder die Busse – die Busse vor allem, besser verstehen.
Ich weiß nicht genau, was für ein Use Case mit den Bussen bei der Schweizer Post gemeint ist. Wenn du das nochmal kurz erklären kannst: Die Schweizerische Post ist Verkehrsbetrieb, ist ein ÖV. Das ist schon einzigartig in der Welt, oder? Das höre ich auch zum ersten Mal, zumindest. Vielleicht bin ich da unwissend. Ja, ich kann es jetzt auch nicht so genau sagen, ob es in keinem anderen Land der Welt genauso ist. Aber es ist schon speziell.
Auf jeden Fall, genau. Ich weiß auch, dass es hin und wieder mal diskutiert wurde. Nichtsdestotrotz ist es so: wir haben, glaube ich, 900 oder sogar 1000 Busse im Betrieb – da müsste ich nochmal nachschauen, so die Größenordnung ist es. Und dann gibt es noch viele Partnerunternehmen, mit denen wir zusammenarbeiten, um in anderen Regionen, wo wir Ausschreibungen gewinnen, in den Einsatz zu gehen. Und das ist nochmal ein mega großes weiteres Tätigkeitsfeld, was dich quasi
in gewisser Art und Weise auch Teil deines Aufgabenfeldes ist. Nein, wir machen nicht – wir machen nicht das Flottenmanagement für die PostAuto AG. Das ist nicht der Fall. Das ist der, wie sagt man, der konzessionierte Bereich. Das ist ohnehin ein relativ heikles Geschäft. Ich glaube, in Deutschland ist es ähnlich. Da muss man sehr genau hinschauen, und das verträgt sich natürlich mit einem Drittkundengeschäft nicht. Da muss man eine sehr klare, strikte Trennung haben.
Deswegen gab es genau deswegen gab es vor sechs Jahren auch einen ziemlichen Skandal, tatsächlich auch bei PostAuto. Da hat sich dann vieles in der Managementstruktur und in der gesamten Organisationsstruktur verändert, um dem besser Herr zu werden. Genau, von daher: Das ist ein Business, das für sich steht. Wir sehen natürlich hier und da gewisse Synergien, sind an der PostAuto-Elektrifizierung selbst aber nicht beteiligt. Und vielleicht noch mal zur Einordnung: Du hattest ein paar Zahlen in den Raum geworfen. Das ging mir
ein bisschen zu schnell. Deshalb habe ich das nicht mehr parat. Es war 13.000 insgesamt, auĂźer den Bussen, also vor allem Vans, und dann 18.000 Fahrzeuge.
Also wir haben circa 5.000 bis 6.000 PKW und Lieferwagen, von denen jetzt knapp 1.300 bis 1.400 elektrisch sind. Und die werden, wie gesagt, bis 2030 alle elektrisch sein. In diese gesamte Flotte gehen die E-Lieferwagen rein, aber natürlich auch Betriebsfahrzeuge. Das sind dann normale PW – nicht PKW wie in Deutschland, sondern Personenwagen, PW, genau – auch wieder so eine Besonderheit. Es heißt auch nicht ÖV, sondern ist der ÖV. Also so einige interessante andere
Begrifflichkeiten, die ich noch nicht gehört hatte. Ja, genau. Und Betriebsfahrzeuge und eben auch die – bei uns nennt man sie die Mika-Fahrzeuge, also Mitarbeiterkaderfahrzeuge – das sind dann auch nochmal so 200, 300, 400 von denen. Und bei denen ist es natürlich nochmal interessant: Da geht es dann nicht nur um die Ladung am Standort der Post selbst, sondern natürlich auch um Heimladung. Eine neue Herausforderung. Das war genau die Folgefrage, die mir jetzt dann noch
gestellt werden wollte: wo denn jetzt geladen wird. Es ist vor allem an den Depots und Unternehmensstandorten, aber nicht nur da. Das heißt daheim für die Mika, also die Dienstwagenfahrer. Genau. Und dann auch im öffentlichen Bereich oder bei den Kunden, oder wie ist das? Ist das geplant oder nicht? Genau. Also Charged Work heißt hier aktuell vor allem Ladung an den Depots für die E-Lieferwagen, die nachts dort mit 11, maximal 22 kW geladen werden. Eigentlich weniger, weil tatsächlich
die Batteriekapazität entsprechend ausgelegt ist, die Fahrzeuge nicht so eine hohe Tagesfahrleistung haben und dementsprechend auch das Laden teils gar nicht nötig war. Das wird sich jetzt ändern, weil jetzt Standorte elektrifiziert werden, die herausfordernder sind, wo höhere Tagesfahrleistungen sind, wo es rauf und runter geht. Da fällt auch ein interessanter Aspekt: Wichtig ist für uns natürlich in einigen Gebieten hier in der Schweiz auch Allradantrieb. Und im Allradbereich haben die OEMs in den letzten Jahren noch nichts auf die
Räder gebracht, tatsächlich elektrisch. Das hat sich jetzt vor Kurzem geändert, sodass wir damit rechnen können, auch hier unser Ziel von 2030 erreichen zu können. Aber das war tatsächlich – es ist weiterhin auch nochmal ein spannendes Feld. Auf jeden Fall. Genau. Und die laden also im Depot. Und es gibt aber eben auch Anwendungen, wo Fahrzeuge nach Hause genommen werden. Das ist bei Betriebsfahrzeugen der Fall, das ist bei den Mika-Fahrzeugen der Fall, weil sie die ja auch privat nutzen.
Das ist bei den E-Lieferwagen mal so, mal so der Fall. Es ist jetzt nicht der Regelfall, aber es ist ein Case, der bei fossilen Fahrzeugen üblicher ist, weil man dort natürlich nicht die Übernacht-Ladung gewährleisten muss. Die Tankstelle ist dann noch mal einfacher zu handhaben als eine Ladestation im öffentlichen Raum oder bei mir zu Hause. Gerade die, die Lieferwagen fahren, haben vielleicht auch gar kein Eigentum – das muss man auch mal sagen. Es ist ja ein Lohnsegment, das sich das vielleicht gar nicht leisten kann.
Und trotzdem stellen wir uns die Frage, wie wir auch da den Anteil an Heimladern erhöhen können. Und genau, wir haben da auch unsere Lösungen für. Was habt ihr da genau für Ansätze? Weil das treibt viele in der Branche auch um. Wie schafft man es, diese Mitarbeiter – zum Verständnis für die, die zuhören: meistens sind die Vans zwar von der Firma oder vielleicht von Subunternehmern quasi als Eigentum gehalten. Aber der
Fahrer darf sie nach Hause mitnehmen, um dann einfacher die Tour zu starten – beziehungsweise zum Zentrum zu fahren, wo die Pakete morgens abgeholt werden, dann die Tour machen, direkt nach Hause und nicht zurück ins Depot, um von dort womöglich noch einmal nach Hause fahren zu müssen. Das ist halt komfortabler. Allerdings gibt es vielleicht keine Ladesäule zu Hause, die man installieren kann, und die nächste Ladesäule ist dann ganz weit weg vom eigenen Zuhause. Und
dann müsste man wahrscheinlich ad hoc in der Pause laden. Das ist so ein Ansatz. Was habt ihr euch noch überlegt? Also klar, es wird nicht für alle funktionieren – dessen sind wir uns bewusst. Vielleicht 30 % werden tatsächlich in der Lage sein, ihr Fahrzeug irgendwie zu Hause laden zu können, wenn überhaupt. Und entweder ist es so, dass sie ein Eigenheim haben und dort eine Wallbox installiert werden
kann – dann haben wir das relativ einfach gehandhabt. Die Wallbox können wir an unser Backend anschließen und darüber dann die Abrechnung gewährleisten. Wenn das nicht geht, aus welchen Gründen auch immer, könnte man im Eigenheim natürlich auch noch mal schauen, ob man mit einem intelligenten Ladekabel hantiert. Da wäre es dann eben eine Industriesteckdose. Und wenn auch das nicht geht, weil man in einem Mietobjekt wohnt – da gibt es ja dann auch wieder die mannigfaltigsten Ausführungen. Entweder die
Hausverwaltung hat schon Ladestationen aufgebaut, was in der Schweiz noch nicht so oft der Fall ist. Dann könnte man auch dort ein intelligentes Ladekabel nehmen. Dann hat man einerseits die Abrechnung über das Ladekabel, andererseits aber auch über die Wallbox. So hätte man die Daten und könnte das dann auch mit der Lohnabrechnung vereinen, sozusagen. Und wenn all das nicht geht, muss man andere Szenarien finden – entweder tatsächlich Schnellladen im öffentlichen Raum. Es gibt auch die Überlegung bei den elektrischen
Lieferwagen, dass man dadurch, dass sie vielleicht nicht jeden Tag laden müssen, einfach durchwechselt. Das ist aber ein logistisch sehr herausfordernder Case auf jeden Fall. Oder man arbeitet auch hier mit Schnellladern, vielleicht sogar im Depot, sodass man morgens ankommt, schnell lädt, die Ladung für die Auslieferung mit reinbekommt und dann wieder losfährt. Es gibt immer Lösungen, die aber auch immer ihre organisatorischen und betrieblichen Implikationen mit sich bringen. Und da muss man
einfach aufwiegen, was mehr ist. Und wenn man sieht – wir hatten den Case einmal angeschaut – die Lieferwagen konnten besser geladen werden durch den Schnelllader, weil man, wie gesagt, den Fahrern die Fahrzeuge mitgegeben hat. Dadurch hat man sich aber auch mehr Kosten erspart: den Aufbau eines größeren AC-Ladeparks hat man sich gespart, und man hat sich eben auch das Hin- und Herfahren gespart,
weil sie das Fahrzeug schon dabei hatten. Und so kann man Personalkosten gegen Infrastrukturkosten aufwiegen. Das bringt natürlich noch ganz andere Möglichkeiten mit sich, als einfach nur die Infrastruktur aufzurechnen. Spannend. Und bezüglich der Ladeinfrastruktur – gibt es da auch Herausforderungen in der Schweiz im Vergleich zu Deutschland, vielleicht weniger oder mehr? Was die Netzanschlussleistung angeht: muss man da Netzertüchtigung betreiben, weil in der Elektroinstallation der bestehenden Depots wegen mangelnder Leistung immer Bedarf besteht, oder ist man da besser aufgestellt
oder schlechter? Netzanschlusserweiterung ist immer nötig, wenn man eine größere Flotte elektrisch laden möchte. Das ist so. Dauert es auch seine Zeit? Ich will jetzt nicht sagen, dass es genauso lange dauert wie in Deutschland, aber auch hier muss man einkalkulieren, dass der Netzbetreiber noch aktiv werden muss. Was noch – ja, genau, das war so ein Aspekt, der da mit reingeht. Wir betrachten natürlich auch gerade die Anwendung von stationären Speichern sowie lokaler
Stromerzeugung durch PV ist auch ein Thema. NatĂĽrlich. Und das wird immer aufgewogen gegenĂĽber der Netzanschluss-Erweiterung. Bisher ist der Fokus nicht so sehr auf dem gesteuerten Laden, zum Beispiel, weil, wie gesagt, aufgrund der geringen Tagesfahrleistungen in den Standorten, wo wir das bisher gemacht haben, hat es einfach ausgereicht mit dem, was die Ladestationen schon so mitbringen. Aber wir werden da auf jeden Fall jetzt aktiver werden mĂĽssen.
Ja, das sind ja so grob immer 50 Kilometer, die so ein Fahrzeug pro Liefertag fährt. Genau, ja, genau. So die Größenordnung ist das. Und in der Schweiz ist es eben nicht so flach wie Berlin. Da, wie du meintest, habt ihr angefangen – wahrscheinlich mit den Standorten, wo die Höhenunterschiede nicht so groß waren. Habt ihr da auch Simulationen schon gemacht, was man dann an Energieverlusten hat im Vergleich zu einem Standort, der eher flacher ist? Wenn man da jetzt die Standorte, wo
du meintest, wo man sogar Allradantrieb bräuchte – wie stark habt ihr das abgeschätzt, was man da noch mal zusätzlich an Energie einplanen muss? Und du hast es auch angerissen: Vielleicht kannst du dann noch mal darauf eingehen, was die Fahrzeugreichweiten jetzt angeht, dass ihr optimistisch seid, wie sich das geändert hat. Genau, also die Berechnungen machen die Standorte meist selbst, weil die kennen natürlich ihre Einsätze und ihre Fahrzeuge am besten. Die
wissen dann auch, welcher Energiebedarf dementsprechend aufkommt. Und wie gesagt: Wir haben mit den steilen Anstiegen noch nicht begonnen, weil es da teilweise auch gar keine Fahrzeuge gab. Das heißt, das war einfach schon mal das Nadelöhr. Und wenn es dann um die Elektrifizierung der anderen Standorte geht, die eben auch mehr im ländlichen Bereich sind – weil, wie du gerade gesagt hast, wir haben jetzt vor allem die städtischen Standorte elektrifiziert –, wenn es jetzt um die ländlichen geht, da
ist es ja dann auch weniger der Verbrauch pro Kilometer, der dann steigt, sondern einfach die Tagesfahrleistung. Und da habe ich jetzt gerade keine Zahlen dazu, wie viel größer die Tagesfahrleistungen sind. Das hast du gerade schon richtig gesagt: so 50 km, das sind teilweise sogar ein bisschen weniger. Bei den Städten so im Mittel sind es so die 50. Das heißt, wir sind dann also ein bisschen darüber, wenn es so in die ländlichen Regionen geht. Und da kommt
natürlich dann einfach auch der Aspekt mit rein, den wir bisher noch nicht hatten: Wenn eine größere Tagesfahrleistung nötig ist, ist eine größere Batterie nötig, dann kann man auch weniger zuladen. Und auch da müssen wir natürlich schauen, was dann logistisch sinnvoll ist. Neben dem, dass die Standorte dann eben auch generell in der Lage sein müssen, aufgerüstet zu werden – also es geht dann auch um den Platz für Ladeinfrastruktur, um den Platz für all die Fahrzeuge. Es gibt Fahrzeuge, die sind
im Umlauf, weil sie teilweise auch gar keinen Stellplatz am Standort haben. Also auch das sind nochmal Aspekte, die mit reinkommen. Genau, es gibt dann einfach die Heimparkierer. Wir haben über 1000, und das ist gut so, weil diese Fahrzeuge könnten wir auch gar nicht bei uns unterbringen. Das ist aber auch entsprechend über die Jahre einkalkuliert worden. Ja. Und dann bei der Ladeinfrastruktur noch mal: Das sind ja vor allem
AC-Langsamlader, und ihr habt ja keinen Bedarf für DC-Schnellladen aus den schon genannten Gründen, dass man es eigentlich schafft, auch mit geringerer Leistung die Batterien wieder vollzubekommen. Na, ich habe ja den Case genannt, dass man doch schon auch über einen Schnelllader nachdenkt, da, wo es sich aus operativen Gründen vielleicht dann doch errechnet. Wir haben dann vielleicht einen höheren Ladepreis pro Kilowattstunde, aber wir haben dann vielleicht weniger Aufwand beim Personal, die dann morgens und abends nicht ständig das Auto wieder
hinbringen und wieder abfallen müssen. Genau. Und so kann man dann Personalkosten gegen Infrastrukturkosten aufwiegen. Das tut aber in der Regel auch dem Mitarbeiter vielleicht sogar einen Gefallen, weil er die Zeit spart, nochmal zum Standort fahren zu müssen am Abend, und dann dementsprechend direkt nach Hause fahren kann. Also so gibt es hier und da immer auch – nicht immer, darauf würde ich jetzt nicht meine Hand ins Feuer legen, aber hier und da schon – auch eine Attraktivitätssteigerung einfach durch die Änderung des Antriebs und
dadurch, dass man sich jetzt neuerdings darüber Gedanken machen muss, wie die Fahrzeuge dann am Standort geladen werden. Und das ist aber schon richtig verstanden, dass es ein Plan ist und jetzt noch nicht quasi implementiert – an einem Standort gab es jetzt, glaube ich, die Entscheidung dafür. Genau. Und da verläuft das, wie gesagt, vor allem zwischen der neuen Unit, die entwickelt und gegründet wurde, und eben den Standorten. Und wir partizipieren daran, weil wir natürlich dann die Fahrzeuge liefern, und kriegen das dann da
mit. Das ist sozusagen der Scope, den wir als Flottenmanager haben, dass wir eben auch in all diese Überlegungen und Analysen nicht komplett drinstecken. Und dann – du hattest auch schon angerissen – die Energieaspekte Solar plus Batterie. Habt ihr da auch schon Erfahrungswerte gesammelt? Oder seid ihr auch erst in der Planung von bestimmten Standorten, wo man dann vielleicht nicht die Netzertüchtigung machen wollen würde? Also die Berechnungen, die gibt's schon. Da müsste ich jetzt die Kollegen fragen, inwiefern es sich wirklich rechnet. Aber
es rechnet sich, weil man schon sagt, an einigen Standorten müssen wir einfach da hingehen. Wir haben auch immer wieder Abstimmungsrunden, wo dann auch über die Aktivitäten an den Standorten diskutiert wird. Und dann gibt's eben auch mal die Überlegung, dort einen Container hinzupacken – entweder mit einer Netzanschlusserweiterung, die dann mobil ist, oder eben mit stationären Speichern. Das kommt jetzt, weil wir uns jetzt auch um die LKW-Elektrifizierung kümmern. Also auch wenn wir selbst nicht wirklich LKWs haben,
sondern hier vermehrt mit Subunternehmern arbeiten. Wir haben in der Baulogistik LKWs, aber die kann man vielleicht nicht unbedingt an einer Hand abzählen, es sind jetzt aber auch nicht super viele. Gehen wir dementsprechend auch in dieses Segment rein, eben auch bei der LKW-Elektrifizierung, und da ist Schnellladung auf jeden Fall ein Muss. Und dann muss, wie gesagt, aufgewogen werden: Netzanschlusserweiterung gegenüber stationärer, also lokaler Energieerzeugung und Speicherung. Und je mehr E-Fahrzeuge es gibt, die an einem Standort laden, beziehungsweise
je mehr man weitere komplexe Systeme anbindet, wie Solar und Batteriespeicher, ist das Stichwort Lastmanagement. Inwiefern habt ihr da Sorgen, oder habt ihr schon alles eingefügt, was da ist? Ist es gut vorbereitet, oder ist das eher eine größere Herausforderung, die Lasten gut zu managen? Also, wie gesagt, dadurch, dass wir den Großteil der Elektrifizierung der letzten Jahre relativ einfach – also, es gab natürlich auch Herausforderungen, aber so – abbilden konnten, dass wir
mit dem Laden auch ohne gesteuertes, intelligentes Laden schon erfolgreich sein konnten, haben wir solche Sachen bisher nur in Testcases durchgespielt. Es gibt Kooperationen mit dem einen oder anderen Akteur, den man in Deutschland kennt. Wir testen jetzt auch das gesteuerte Laden. Ich müsste mal gucken – das bidirektionale Laden sogar mit den Dreirädern. Das ist dann eine relativ geringe Kapazität, gibt aber die Möglichkeit, einfach zu testen: Worauf müssen wir achten? Was hat
das für Implikationen für den Betrieb? Eigentlich gehe ich nicht davon aus – wie gesagt, bei dem, was ich bisher gesehen habe, in meinen Erfahrungen auch in Deutschland, kann man da eigentlich immer die Rahmenbedingungen so stecken für das System, dass man natürlich am nächsten Tag volle Batterien hat. Und nichtsdestotrotz muss ja alles funktionieren. Das war auch ein Thema jetzt bei PostAuto, dass natürlich die Relevanz nochmal deutlich höher dafür ist, dass wir ad hoc informiert werden,
wenn Ladestationen nicht funktionieren. Weil wenn die mal nicht funktionieren und man kriegt's irgendwie nicht mit, kommen am nächsten Morgen die Fahrer an und die Batterie ist nicht geladen. Dann kannst du die Linie nicht bedienen. Und das ist natürlich sehr, sehr tragisch. Also, es ist nicht passiert, aber dass man sowas absichern muss, das wird immer deutlicher, jetzt mit der viel stärkeren Elektrifizierung – dass man auf jeden Fall so ein Logsystem hat und dass man rechtzeitig informiert wird. Und dann, Stichwort
direktes Laden – hast mir die Frage vorweggenommen. Ich weiß, dass im Logistiksegment die Marge schon sehr niedrig ist, darum ist Kosteneffizienz sehr wichtig. Wie schaut ihr auf das ganze Thema TCO-Optimierung und Potenziale, die man heben kann – also über bessere Energiemanagementmethoden, sei es Tarife von den Energieversorgern, bidirektionales Laden, Eigenverbrauchsoptimierung? Wie wichtig ist das für euch? Und habt ihr vielleicht noch ein paar andere Erfahrungswerte, auch insbesondere zu dem Thema dynamische Stromtarife
im Zusammenspiel auch mit bidirektionalem Laden? Ja, also es ist ein wichtiges Thema und es muss kommen, aber es ist noch nicht da. Also in der Schweiz fehlen einfach die Rahmenbedingungen dafür. Letztes Jahr hatte, glaube ich, Mitte des Jahres ein Projekt geendet, wo man mit der Mobility-Flotte – dem Carsharing-Anbieter hier in der Schweiz, einem der großen Carsharing-Anbieter in der Schweiz – mit deren elektrischen Fahrzeugen solche Cases durchgespielt und auch getestet hat. Und ich glaube, da waren
die Größenordnungen 600 bis 800 Franken im Jahr, die man dann irgendwie einsparen kann. Und bei einer größeren Flotte rechnet sich das halt dann natürlich irgendwann. Aber dafür müssen die Rahmenbedingungen gegeben sein, und der Gesetzgeber hat da nicht das Tempo, was sich einige andere hier vielleicht wünschen. Sagen wir es mal so. Und deswegen ist es für uns natürlich noch kein Thema. Wir sehen das als Zukunftsthema auf jeden Fall. Und für die Post wie auch für unseren Drittkundenmarkt denke ich,
wird das super relevant werden. Dafür braucht es aber eben erstmal diese Rahmenbedingungen, und das braucht dann die Player, die eben das dann auch umsetzen. Es gibt dynamische Tarife. Groupe E ist einer, ich glaube CKW ist der andere. Es gibt ein paar Energieversorgungsunternehmen in der Schweiz, die sowas schon anbieten, aber ja, kann man an einer Hand abzählen. Also ist jetzt noch nicht so viel. Aber bei dem einen da machen wir eben dann auch unser Projekt mit den drei Rädern, die
dann dort eben auch mal dynamisch geladen werden. Ja, in Deutschland ist ja ab 1. Januar diesen Jahres tatsächlich jeder Energieversorger verpflichtet, diese dynamischen Stromtarife anzubieten. Die EU hat das ja im Clean Energy Package 2019 eigentlich auch verpflichtend gemacht für alle Mitgliedstaaten, was die Schweiz natürlich wieder außen vor lässt. Aber weißt du, ist es verpflichtend, auch in der Schweiz das anbieten zu müssen, wie für die EU-Staaten, oder ist da nichts in die Richtung vorgeschrieben? Nein,
also die Schweiz wird ihre Lösungen finden, sagen wir es mal so. Sie ist nicht direkt gebunden, jedenfalls nicht direkt. Aber ich weiß auch, dass es immer wieder Abstimmungen gibt zwischen EU und Schweiz, sodass man sich hier und da auch auf gewisse Sachen verpflichtet. Mir ist jetzt nicht bekannt, dass es eine Roadmap gibt für das bidirektionale Laden für die Schweiz, dass es bis dann und dann umgesetzt sein soll. Nichtsdestotrotz zeigen die Projekte wie unseres jetzt oder eben auch
das, was letztes Jahr geendet hatte mit der Mobility-Flotte, dass das Potenzial dafür da ist und gehoben werden muss. Der Bund ist da auch informiert darüber und wird das dementsprechend auch berücksichtigen bei der weiteren Ausgestaltung. Ja, nur zur Klarstellung: ich meinte eher, die dynamischen Stromtarife sind verpflichtend. Bei der Bidirektionalität gibt es meines Wissens auch noch nichts Verpflichtend. Leider, muss ich sagen. Da gab es zumindest in Deutschland Bestrebungen, dass Habeck zumindest die Steuerkomponente abgeschafft hat, allerdings die Netzentgelte noch
nicht. Was es zum Verständnis, vielleicht insbesondere für die Zuhörer: beim bidirektionalen Laden verdient man Geld, indem man – es gibt verschiedene Arten und Weisen – wenn man Lastspitzenkappung betreibt, dann würde man die Energie der Fahrzeuge einfach nur lokal abgeben und sich damit die Lastspitze im Jahr sparen. Wenn man aber die Energie verkaufen möchte, dann muss man die Differenz des Energieeinkaufs und -verkaufs wieder reinbekommen. Und wenn es da natürlich bei jeder Transaktion noch Netzentgelte gibt,
dann rechnet sich das nicht. Allerdings, wenn man die nicht hätte, dann könnte man, wie man das so hört, dass bestimmte Stunden sehr viel teurer sind als andere Stunden, damit Geld verdienen. Und genau das ist in Deutschland zumindest noch nicht möglich. Das war der Hintergrund, und in der Schweiz gilt das jetzt auch noch nicht. Nur zur Klarstellung. Ja. Fällt dir noch etwas ein zu den Herausforderungen, die dich im Alltag noch umtreiben, die wir noch nicht angesprochen haben, die
dich persönlich beschäftigen, wo du sagst, das lässt mich nicht ruhig schlafen, oder das ist zumindest Top of Mind, wenn ich jeden Tag ins Büro gehe? Ja. Also ich meine, all die Themen, die wir jetzt gerade besprochen haben, sind an sich nichts Neues. Darüber sprechen wir ja schon seit Jahren. Und auch all die Themen, mit denen ich mich gerade beschäftige, sind noch einen Schritt vorher – sozusagen Sachen, über die wir schon seit Jahren in Deutschland sprechen, auch in der Schweiz
sprechen. Und das Spannende für mich ist natürlich einfach jetzt hier zu sehen, dass es für die Umsetzung natürlich noch mehr braucht, nicht nur diese tollen Ideen und vielleicht irgendwelche Ersparnisse in der Energiewirtschaft. Am Ende geht es auch um Prozesse, es geht um Automatisierung, es geht um Datenmanagement. Und da sehe ich natürlich auch, dass jeder Akteur für sich – ob Post Company Cars, ob es der gesamte Postkonzern
ist, ob es für uns irgendwie auch andere Mitbewerber am Markt sind – wir alle müssen da noch ganz viel Ressourcen reinpacken, um überhaupt das Datenmanagement allein schon so umsetzen zu können, dass wir es für solche Use Cases auch gebrauchen können. Das sind eigentlich gerade auch die Themen, die mich beschäftigen. Also wie können wir da auch – wie soll man sagen – einfach den Prozess von der Lieferung der Ladeinfrastruktur bis zum Betrieb und der Abrechnung
– was dann auch nicht als geldwerter Vorteil gewertet werden darf, weil es eben Effektivkosten sind, aber trotzdem irgendwie rückerstattet werden muss – wie kann man sowas umsetzen, aber dann auch so umsetzen, dass es skalierbar ist, nicht nur für zehn Leute funktioniert, sondern am Ende für 1000 Leute funktioniert, und am besten per Mausklick. Also das sind so Sachen, an die man manchmal vielleicht gar nicht denkt. Aber das sind manchmal auch so ein bisschen die nicht die Showstopper, aber die, die so ein
bisschen auch nochmal so ein bisschen auf den Boden der Tatsachen sozusagen auch nochmal die Realität so mit färben sozusagen. Und das finde ich auch nochmal spannend zu sehen. Neben dem, dass ich natürlich super gerne rumspielen möchte, auch mit diesen ganzen Anwendungen, die wir gerade besprochen haben. Also Solaranlagen hier, stationäre Speicher dort, bidirektionales Laden dann noch mal woanders. Klar. Das Potenzial ist riesig. Und das Backbone ist aber halt die Systeme, die jetzt gut laufen müssen. Schon eine solide Plattform, die Daten gut
managen kann. Das ist, glaube ich, ein Pain Point, der viele umtreibt. Und das wird unterschätzt, meines Erachtens, dieses Datenmanagement in der Praxis. Insbesondere, wie du sagst, eine Idee oder ein Konzept ist einfach in der Theorie. Und dann, wenn man das skalierbar in Echtzeit machen muss – insbesondere wir reden ja auch von IoT, von Ladepunkten, von Fahrzeugen, die sich bewegen – das ist in der Softwarewelt gar nicht mal so einfach zu managen. Und wir reden auch nicht nur
von einem System. Das ist ja dann das Ladebackend. Dann ist es irgendwie noch ein ERP-System. Dann ist es noch ein Buchhaltungssystem, was irgendwo auch noch funktionieren soll. Und dann dazwischen noch ein paar andere. Und da müssen die Schnittstellen einfach gut funktionieren. Und das muss halt einfach sich einschwingen. Im Sinne der Zeit wollte ich nur noch ein paar letzte Fragen stellen und einen ganz radikalen Themenwandel machen. Wir sind jetzt tief eingestiegen in die Welt der E-Mobilität. Aber
noch mal mit einem interessanten, vielleicht erweiterten Blick. Du hattest – ich habe es auf LinkedIn gesehen – von dem Workshop gesprochen: Mastering Complexity. Und vor allem auch, dass Meditation für dich wichtig ist im Leben. Vielleicht kannst du noch ein paar Wörter verlieren zu den zwei Themen. Das klingt so spannend. Diese Mastering Complexity, eben auch im Sinne von dem, was wir gerade besprochen haben – Datenkomplexität. Was nimmst du da mit? Was kannst du
vielleicht den Hörern noch empfehlen? Und insbesondere: ich meditiere auch ab und zu. Wie spielt Meditation eine Rolle in deinem Alltag, und wie hilft es dir im beruflichen Kontext? Ja. Also bei Mastering Complexity würde ich zurechtrücken wollen, weil es da tatsächlich um die Komplexität im Unternehmen geht. Es war eine Schulung, die ich gemacht habe – nicht nur ein Workshop, sondern über ein Jahr hinweg ein
Lehrgang, wo es um die systemische Organisationsentwicklung geht. Und das hat mich natürlich sehr stark sensibilisiert für die unterschiedlichen Rationalitäten im Unternehmen – ob es jetzt Sales and Operations ist, ob es irgendwie Produktentwicklung und Finanzen sind oder oder oder – man hat immer irgendwelche Dynamiken. Man hat gewisse Konflikte, die gelöst werden müssen, die ausbremsen können, die aber auch Potenzial aufzeigen für Steigerung, Verbesserung und Optimierung. Und es hat mir eigentlich die Augen dafür geöffnet, das wirklich als Opportunities,
als Gelegenheiten zu sehen und dann mit einem anderen Mindset in die Kommunikation zu gehen, auch in die Gestaltung von Prozessen, in die Gestaltung von: Wie arbeite ich mit anderen zusammen? Das ist so der eine Aspekt. Die Meditation ist, glaube ich, das Grundrauschen, was mir im Endeffekt ermöglicht, all diese Sachen gut zu handhaben. Sie hilft dir, wie du vielleicht weißt, einfach gegenwärtig zu sein, und einfach mit den – wie soll man sagen – mit den Herausforderungen
des Alltags davon nicht überspült zu werden, sondern auch: Wie bewerte ich eine Situation? Wie bewerte ich, wenn ein Kollege mir entgegentritt und vielleicht gerade emotional irgendwas darlegt? Steige ich darauf ein, oder schaffe ich es, diesen Schritt zurückzugehen und da mit einem gewissen Abstand darauf einzugehen? Und genau, das ist es eigentlich, was die Meditation mir da auf jeden Fall mitgibt. Ja, cool. Zum ersteren: ich glaube, das wird auch unterschätzt, wie man die Leute
abholt – sei es die Fahrer, sei es die Kollegen in diesen ganzen Komplexitäten. Es ergibt total Sinn, dass es nicht nur IT-Probleme sind, sondern auch menschliche Probleme. Und zum zweiten: ich habe dich auch immer als sehr ruhige Person wahrgenommen. Ich wusste nicht, dass du meditierst, aber das ergibt auf jeden Fall Sinn. Und da würde ich auf jeden Fall unterschreiben, dass es sinnvoll ist, dass jeder sich mal mit dem Thema Meditation auseinandersetzt. Da haben die Buddhisten und die Stoiker
insbesondere viel vorweggenommen. Und mit dieser Note wollte ich mich bei dir auch bedanken für deine Zeit, Norman. Ich glaube, es war ein spannendes Interview, und ich hoffe, die Hörer mögen es auch. Falls es Kommentare und Rückfragen gibt, oder vielleicht willst du noch die Hörer auf etwas hinweisen, wie sie mit dir in Kontakt kommen können oder auf bestimmte Inhalte hinweisen – jetzt zu guter Letzt. Ja, ich bin erreichbar über LinkedIn. Wenn es Fragen gibt zu unseren Aktivitäten, gerade hier in der Schweiz,
können Sie gerne auf mich zukommen. Das ist gar kein Problem. Mir hat's auch Spaß gemacht. Danke dir. War eine schöne Gelegenheit, sich mal wieder zu sehen – ist jetzt auch schon ein Weilchen her. Und viel Erfolg, auf jeden Fall bei dem Podcast, aber auch bei allem anderen. Danke dir. Also gut, oder? Wie sagt man – aus der Schweiz, in der Schweiz ist so üblich,
Oder? Ja, man könnte auch "au revoir" sagen. Französisch ist hier in Bern relativ gut verbreitet, oder? Französisch.
Genau. Mein Französisch muss ich noch aufhübschen.
Alles klar. Dann gut. Ich wollte hier noch mal eine Zusammenfassung machen meines Gesprächs mit Norman. Er kommt vom Fraunhofer Institut, einem der führenden Forschungsinstitute im Thema Erneuerbare und Mobilitätswende. Da hat er spannende Projekte miterlebt, wie zum Beispiel die BVG – die öffentlichen Busse – wie sie elektrifiziert worden sind, eine der größten Busflotten Europas. Und auch, wie er dann in die Schweiz gezogen ist und jetzt eine der größten Schweizer Flotten begleitet in diesem Thema: Elektromobilität, Elektrifizierung, insbesondere verschiedenste Arten von Fahrzeugen, und wie das in einem Land mit
vielen Höhenunterschieden – Stadt und Land – gemanagt wird, unter anderem. Und wie er auf Innovation schaut, zum Beispiel das Thema bidirektionales Laden. Und dann auch – er ist ein sehr sympathischer und, wie ich ihn kenne, sehr ruhiger Mensch – wie er sich selbst führt und andere im Team, auch mit Themen wie Meditation, woran ich auch fest glaube, dass das hilft. Ja, dann freue ich mich, dass die Zusammenfassung hoffentlich noch mal etwas gebracht hat. Bis zum nächsten Mal.
Notas do episĂłdio
🚀 Elektromobilität im Wandel: Einblicke von Norman Pieniak ⚡ In dieser Folge tauchen wir tief in die Welt der Elektromobilität ein! Norman Pieniak, Flottenmanager bei der Post Company AG in der Schweiz, gibt spannende Einblicke in seine Karriere und die Herausforderungen der elektrischen Transformation großer Fahrzeugflotten. Nach seinem Maschinenbaustudium mit Schwerpunkt Windenergie an der TU Berlin sammelte er über ein Jahrzehnt Erfahrung am Reiner Lemoine Institut, bevor er zur Schweizerischen Post wechselte. Dort arbeitet er heute an der Elektrifizierung der Flotte – ein ambitioniertes Vorhaben mit enormer Tragweite. Norman spricht über zentrale Projekte wie die Entwicklung einer Elektrifizierungsstrategie für die BVG, darunter das E-Metrobus-Projekt, das darauf abzielt, bis 2030 eine vollständig elektrische Busflotte zu realisieren. Wir diskutieren die größten Hürden bei der Ladeinfrastruktur, innovative Lösungen im Energiemanagement, und die Chancen, die bidirektionales Laden für die Energiewende bietet. Zudem gibt Norman wertvolle Impulse zur Bedeutung von Prozessoptimierung, Kommunikation und persönlicher Entwicklung, um Veränderungen in Unternehmen erfolgreich zu gestalten. 🎧 Jetzt reinhören und einen Blick hinter die Kulissen der Elektromobilitätsstrategie eines führenden Logistikunternehmens werfen! Falls Du noch bestimmte Details hervorheben möchtest, sag einfach Bescheid! 🚀