Ep. 32: Nanno Janssen von Nanno Janssen Logistics - Elektrifizierung des Fernverkehrs und Skalierung von E‑Lkw in Deutschland
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Bem-vindo ao Podcast Smart Charge by RiDERgy. Sou Claudio Geyken, Fundador e CEO da RiDERgy. Este é o vosso programa para aprender tudo sobre gestão de energia e inovação em carregamento inteligente para veículos elétricos e frotas.
Hoje como convidado: Nano Jansen, director-geral da empresa homónima, que existe há quase 130 anos como negócio familiar. A empresa opera cerca de 70 veículos e aproveitou conscientemente a expansão da mobilidade elétrica. Até janeiro de 2026, foram planeados 58 camiões elétricos. Isso corresponde a 70 a 80 por cento da frota. As entregas são feitas em todo o território nacional, frequentemente até aos centros das cidades, com foco em bens sensíveis e de elevado valor. A empresa é um fornecedor de nicho com cobertura abrangente de sectores – desde plantas até ao sector automóvel, passando por mercadorias perigosas e eletrotécnica. Diversificação como âncora de estabilidade. Estrategicamente, investiram cedo em mobilidade elétrica: veículos de sete fabricantes, uma potência de ligação visada de
4 megawatts, 800 kW de pico de energia solar fotovoltaica e 1,3 megawatts-hora de armazenamento. Com gestão de carga e tarifas dinâmicas, os custos diminuem. Até 90% da sua própria energia solar é utilizada, frequentemente mais barata do que diesel e bem abaixo das colunas públicas. Os contratos-marco CPO e o chip E-Tracker asseguram preços e evitam erros de facturação. Roaming deverá ser eliminado. Falamos sobre controlo de custos no depósito e em trânsito, obstáculos processuais como tempos de espera no carregador, segurança de planeamento através da política – pontos-chave como portagens e lógica de subsídios – e sobre decisões tecnológicas desde carregamento a 300 kW até bidirecionalidade, bem como perspectivas sobre IA e condução autónoma. Vi muitos
vídeos de Electrotrucker, já tive o co-fundador da aplicação E-Trucker e deste chip, Michael Clark, no podcast. E esta conversa é um complemento perfeito para esta história impressionante. Auscultadores ligados, vamos lá. Olá, Nano. Fico feliz por estares aqui. Como estás hoje? Olá, Claudio. Obrigado pela convite. Estou bem. Tivemos um pequeno atraso com a Bahn alemã. Não decepcionou. De onde é que vieste de comboio? Sim, exactamente. Vim de Fulda. Em vez de cerca de três
horas, demorou cinco horas e meia. Mas tudo bem. Por outro lado, já me aconteceu chegar muito mais cedo do que o planeado com o comboio. Portanto, também funciona de forma diferente. E quando viaja – claro que para o trabalho, quando ocasionalmente apanha um camião e viaja por toda a Alemanha ou internacionalmente – prefere mais o comboio ou o avião do que o carro? O comboio é definitivamente mais agradável porque consigo trabalhar dentro dele
Exactamente. Mas claro que também vou ocasionalmente de carro ou camião. Sim, para quem não te conhece: apresenta-te brevemente, por favor. Sim, sou Nano Jansen, entretanto a quinta geração na nossa empresa familiar, e também dirijo outra empresa em Fulda, a Sievers Logistics, que assumi há três anos. No total, entrei na empresa familiar há quatro anos, durante o meu mestrado. E foi então que nos perguntámos: Como vamos preparar a nossa empresa para o futuro?
E então apostámos muito forte na mobilidade elétrica, razão pela qual também estamos aqui hoje, penso. E antes de entrarmos no tema da mobilidade elétrica, novamente para compreender: Nano é basicamente a empresa que existe há cinco – ou agora cinco – gerações, e a Sievers, que assumiste, como é que isso aconteceu? Exactamente, a Sievers Logistics foi neste caso basicamente uma sucessão externa. Muitas pequenas e médias empresas estão à procura de sucessão, digamos, porque não encontram uma na família ou na empresa. E foi o mesmo caso, o meu antecessor lá procurava um sucessor. E depois chegámos a acordo, e sim, exactamente, é uma empresa com 20 colaboradores, que penso ser bastante boa para uma entrada inicial, para também ganhar experiência de liderança própria. Essa foi um pouco a razão por trás disto. E Fulda não prejudica, claro, porque Fulda está mesmo no meio da Alemanha, por isso também podemos abastecer os nossos clientes de lá em toda a Alemanha.
Exacto. Lá apostamos muito em logística de armazenagem e este serviço completo, ou seja, desde a entrada de mercadorias, passando por embalagem, armazenamento, picking – portanto, menos transporte – até ao cliente final, depois muito também na área da restauração. Portanto, realmente entramos nos centros das cidades, nas zonas pedonais, com veículos mais pequenos a partir de Fulda. Sim, especializámo-nos mais em bens sensíveis e de elevado valor, que são carregados apenas uma vez no veículo e chegam ao cliente final sem transbordo. Interessante. E como foi
para ti? Foi sempre claro para ti que ias assumir a empresa, também como esta quinta geração? Ou tinhas – também estudaste – outras ideias alguma vez? Sim, basicamente era sempre um plano. Tornou-se realmente concreto durante os estudos. Fiz um curso de dupla formação com a Krone, que é um fabricante de veículos para reboques. E foi um bom mix: Ok, quero ter uma perspectiva da indústria. E ao mesmo tempo, os clientes eram da logística – basicamente o melhor dos dois mundos, uma perspectiva em ambas as áreas – o que achei muito interessante. Portanto, basicamente o meu plano era sempre bem direcionado para eventualmente assumir a empresa familiar. E o que achas interessante na logística, se o teu coração bate pela logística, para aqueles que talvez estejam um pouco afastados da logística?
Bem, basicamente era sempre um plano. Tornou-se realmente concreto durante o curso. Na verdade, fiz um curso de dupla formação com a Krone, que é um fabricante de veículos para reboques. E foi um bom mix: por um lado, queria ter uma perspectiva da indústria. E ao mesmo tempo, os clientes eram da logística – basicamente o melhor dos dois mundos, ou seja, perspectiva em ambas as áreas – o que achei muito interessante. Portanto, basicamente o meu plano era sempre bem direcionado para eventualmente assumir a empresa familiar. E o que achas interessante na logística, se o teu coração bate pela logística, para aqueles que talvez estejam um pouco afastados da logística?
para ti? Foi sempre claro para ti que ias assumir a empresa, também como esta quinta geração? Ou tinhas – também estudaste – outras ideias alguma vez? Sim, basicamente era sempre um plano. Tornou-se realmente concreto durante os estudos. Fiz um curso de dupla formação com a Krone, que é um fabricante de veículos para reboques. E foi um bom mix: Ok, quero ter uma perspectiva da indústria. E ao mesmo tempo, os clientes eram da logística – basicamente o melhor dos dois mundos, ou seja, perspectiva em ambas as áreas – o que achei muito interessante. Portanto, basicamente o meu plano era sempre bem direcionado para eventualmente assumir a empresa familiar. E o que achas interessante na logística, se o teu coração bate pela logística, para aqueles que talvez estejam um pouco afastados da logística?
Sim, o interessante é realmente que a logística une de alguma forma todos os processos e todos os sectores. Ficamos a saber de todos os sectores possíveis o que se passa tecnicamente. Torna a logística super interessante, porque se é o elo de ligação entre todos os sectores. Ao mesmo tempo, somos também os resolvedores de problemas, o que acho que é uma das minhas forças – que tenho conceitos de solução relativamente rápidos. Se são sempre bons, outros é que julgam.
Sim, fixe. E o que é que ainda levaste contigo? Vi também que tiveste experiência na Amazon e GLS além da Kuehne. O que é que aprendeste com essas experiências? Sim, foi sempre interessante olhar para outros sectores ou para outras empresas, como é que o fazem. Quer dizer, também na Amazon foi uma empresa interessante – como estruturaram os seus processos. Eu próprio teria feito muitas coisas de forma diferente do que o fizeram.
Cai-te algum exemplo que se consiga imaginar melhor? Bem, eu não teria tido 20 armazéns ou centros de armazenagem na Alemanha, mas teria-me focado em alguns poucos, porque de cada localização na Alemanha consigo chegar a qualquer lado dentro de uma noite. Por isso na verdade não preciso de espalhar tantas mercadorias e depois ter de fazer transportes entre os armazéns, porque no fim a mercadoria que o cliente precisa não está mesmo aí perto, mas talvez em Munique ou em Berlim. Mas bem, isso é no fim uma estratégia empresarial que não se consegue influenciar como estagiário.
Ainda não. Sim, mas é tanto mais bonito conseguir influenciar e poder influenciar a nossa própria empresa. Qual é na verdade a história por trás da Nano Jansen como empresa? Como foi? Como é que o teu tetravô – se é que avaliei bem – a fundou na altura? Sabes por acaso? Exacto, portanto começou tudo assim, há quase 130 anos, o meu tetravó comprou uma licença de carreteiro, basicamente uma licença, para que pudesse transportar mercadorias dentro da cidade ou da região – em Emden na altura. E naturalmente tudo era transportado com carroças e carros. Isso continuou durante muito tempo também.
Na altura havia estas concessões que realmente limitavam todas as empresas de transporte de mercadorias à região. E o transporte de longa distância era feito pela ferrovia. Isso manteve-se muito forte até aos anos noventa, diria eu, na Alemanha. Depois com o fim das concessões foi quando todas as empresas de logística começaram a crescer muito, porque conseguiram expandir-se bastante em largura. Do ponto de vista regulatório não havia mais limites. Por isso a maioria das empresas de logística cresceu muito nos últimos 30, 40 anos.
E como é que se imagina isso no vosso caso pessoalmente? Como estava a empresa estruturada antes desse momento, e como estão agora – se é que dás alguns números sobre o tamanho da empresa? Exacto, 100% não consigo dizer agora, mas na altura devem ter sido uns 23 camiões, quando o meu pai tomou conta do negócio. E depois cresceu relativamente depressa para 40, 50 camiões.
Manteve-se nesse nível – naturalmente com um pequeno crescimento cada ano, mas manteve-se estável. E agora nos últimos dois, três anos estamos a expandir-nos muito mais depressa para conseguir impulsionar esta nova tecnologia. Entretanto temos cerca de 70 veículos, e até janeiro chegam 58 camiões eléctricos no total. Depois temos 58 camiões eléctricos no total, e alguns diesel continuarão seguramente na frota.
Mas diria que 70 a 80% estão electrificados em alguns meses. Já é interessante. Sim, também estou ansioso para fazer um deep dive. No entanto voltando à pergunta: quer dizer, expandiram também por causa da e-mobilidade – ou é que a e-mobilidade agora leva a um crescimento que expande ainda mais depressa depois desta fase estável? Exacto, portanto tivemos o vantagem de ter especulado que a mudança de propulsão estava iminente. Por isso nos últimos anos mal comprámos novos camiões diesel – de forma que os camiões agora estão todos bastante velhos outra vez, para que os possamos trocar rapidamente. E isso é naturalmente uma enorme vantagem se conseguimos renovar completamente a frota.
podemos eliminar de qualquer forma alguns camiões. Se estivéssemos constantemente a comprar novos veículos diesel, então não os daríamos por já aos 12 anos. E essa foi a vantagem de especularmos um bocadinho dessa forma. E queríamos também abordar o tema de forma um pouco maior, porque ou fazemos um tipo de objecto de teste ou fazemos bem. Então decidimos fazê-lo de forma consequente.
Bem, fixe. Qual é na verdade a vida útil típica de um camião em diesel, e acham que será a mesma em eléctrico? Bem, diria que dependendo da utilização, da finalidade e da duração, pelo menos seis a oito anos. A maioria das empresas de transportes, acho eu, mantêm os camiões durante esse tempo. E depois entram no segundo mercado, normalmente também fora da Europa. Exacto, esses eram os tempos até agora. Com o camião eléctrico – bem, há suposições teóricas, mas exatamente não se sabe ainda.
De qualquer forma alguns camiões podem ser eliminados. Se tivéssemos comprado constantemente novos veículos diesel, então não os daríamos aos 12 anos. E essa foi justamente a vantagem de termos especulado um bocadinho assim. E queríamos também levar o tema um pouco mais longe, porque ou se faz um tipo de objecto de teste ou se faz bem. Então decidimos fazê-lo de forma consequente.
Bem, fixe. Qual é na verdade a vida útil típica de um camião em diesel, e acham que será a mesma em eléctrico? Bem, diria que dependendo da utilização, da finalidade e da duração, pelo menos seis a oito anos. A maioria das empresas de transportes, acho eu, mantêm os camiões durante esse tempo. E depois entram no segundo mercado, normalmente também fora da Europa. Exacto, esses eram os tempos até agora. Com o camião eléctrico – bem, há suposições teóricas, mas exatamente não se sabe ainda.
acredito que ninguém acredita nisso. Os fabricantes certamente dão grandes garantias nas baterias. Qual é, 8 anos ou coisa assim? Sim, acho que a MAN vai ainda mais longe, oferecendo 13 anos, e correspondentemente também uma quantidade de quilómetros muito alta, acho que cerca de um milhão. Exatamente. E esses são naturalmente já valores que não ficam nada a dever ao diesel. Sim. Quantos quilómetros é que um veículo assim faz por ano na vossa empresa? Por volta de 100 a 120.000, eu diria,
mas também depende sempre da aplicação. Portanto, temos clientes muito variados. Sim, exatamente. Essa era a minha pergunta de seguimento. Ótimo. Que tipo de clientes é que servem, ou que casos de uso é que têm? Exatamente. Portanto, instalámos-nos de forma relativamente ampla, mas ao mesmo tempo servimos também muitos nichos. Frequentemente fazemos as coisas onde os outros param. Exatamente, e muitas coisas que também são produzidas na nossa região, ou bem no norte, na Frísia Oriental. Exatamente. Portanto, nós transportamos, por exemplo,
muito para a logística de plantas, o que provavelmente também vêem muitas vezes com o Tobias Wagner. Depois transportamos casas de jardim completas com empilhadores de elevação, fazemos muito na área automóvel, também pela proximidade com a fábrica da VW em Emden. Eles precisam então correspondentemente mais dos reboques de volume. Depois fazemos ainda muito na área de transporte de mercadorias perigosas, exatamente, também no segmento de Classe 1. Classe 1, essas são coisas explosivas como fogos de artifício e coisas similares. Exatamente, e depois naturalmente também coisas clássicas e muitas coisas que também têm a ver com
a eletricidade, como por exemplo peças de aerogeradores. Sim, isso é ótimo. Também vi isso. Transformadores, postos de carregamento – quase como uma mão do céu – ou painéis solares e tal. Portanto, temos realmente muito a ver com a mobilidade elétrica e energias renováveis, especialmente porque a nossa região é muito marcada por isso, por exemplo através da Enerkon, que também – é verdade – tem a sua sede na Frísia Oriental. Exatamente. E nós estamos muito bem posicionados nisso, o que geralmente é sempre bom, porque quando
um setor está basicamente em crise, outro setor está em ascensão, e assim no geral as coisas acabam sempre bem. E exatamente, no final apostamos muita coisa em qualidade e confiabilidade. Esse é o nosso foco principal, entregar a melhor qualidade possível para o cliente no final. E quando dizes, mais temas nicho, onde muitos outros dizem não – em que medida é que dizem não nesses temas, ou porquê na verdade? Sim, às vezes é preciso também de equipamento especial para isso.
Exatamente, portanto a arte é sempre também encontrar novos nichos em que se possa destacar um pouco na área de transportes. Porque tecnicamente o mercado é já muito semelhante. O simples transporte de A para B geralmente não é tão complexo, muitos conseguem oferecer isso. E nós estamos então sempre novamente à procura de certos nichos onde os outros realmente
chegam aos seus limites, seja empurrar transportes de servidores para o terceiro andar pela janela ou coisa similar. Exatamente. Portanto, essas são muitas aplicações especiais, com as quais naturalmente se consegue pagar um preço mais justo. E funciona também muito internacionalmente. Portanto, vocês não ficam só na vossa região e na Alemanha, mas, pelo menos do que vi, até à Turquia e a Portugal. Isso é bastante bom. Sim, exatamente. Portanto, dentro da UE naturalmente não há fronteiras,
pelo menos dentro do espaço económico europeu.
Exatamente, embora isso realmente dependa sempre do nosso cliente, onde querem que transportemos as suas coisas. Portanto, a maioria dos nossos clientes está naturalmente muito focada no mercado alemão, eu diria que 80 % dos transportes se movem dentro da Alemanha. Mas naturalmente também temos muitos negócios de projetos fora da Europa. Sim. Esses encargos – como é que surgem realmente? Existe algum mercado spot onde possam aceitar encargos muito curtos? E
depois provavelmente existem acordos-quadro que ele já tem há anos. É assim, pode-se imaginar assim. Sim, exatamente. Portanto, muitos pedidos chegam realmente de forma clássica por email. E exatamente, normalmente transportamos sempre diretamente para empresas industriais ou para o cliente final, porque estamos já há muitos anos no mercado e por isso naturalmente também conseguimos ganhar muitas relações com clientes. Onde é que atuam então
papéis como uma plataforma como Sennder ou coisa assim, onde se faz matchmaking – será que isso tem papel algum? Exatamente. Portanto, nós concentramo-nos realmente no negócio direto com o cliente final. Porque acho que alguém como Sennder no final não é nada mais do que um intermediário que também cobra as suas comissões. E por isso é que para nós é assim, que fazemos negócios de clientes diretos, ou seja, fechamos contratos diretos com, digamos, o contratante. E
com o carregador ou com o destinatário, dependendo de quem no final paga a carga. E normalmente os clientes vêm então diretamente até nós. Esses são também às vezes grandes grupos, mas também pequenos e médios empresários da região. E exatamente, portanto a maioria funciona através de contratos a longo prazo, para que também tenhamos realmente esses negócios de linhas, e às vezes é de forma ad-hoc, que simplesmente um pedido chega por email ou por telefone. Sim, exatamente. E depois fazemos uma proposta. E
Exatamente, é assim que surge a encomenda. E agora – eu não sou logístico, peço desculpa se for uma pergunta fundamental, mas acho que talvez não seja o único um pouco confuso às vezes. Em toda a indústria logística há os transitários e há os transportadores. Vocês classificar-se-iam como ambos. E há também transitários que, digamos, aceitam encomendas dos remetentes e dos destinatários e depois as vos passam? Porque, pelo que sei, há
transitários que não são transportadores de todo. E depois há este papel híbrido. E depois há os transportadores que são apenas transportadores. Exatamente. Portanto, somos transitário em conta própria, é assim que se chama. Ou seja, aceitamos praticamente as cargas dos clientes finais e também executamos nós próprios os transportes. Exatamente, e é isso o que eu disse: normalmente aceitamos, exceto através de algumas plataformas de frete, para minimizar então as viagens em vazio, sempre diretamente para os
clientes finais. E de outros transitários aceitamos transportes na verdade apenas quando se adequa bem ao plano, mas é claro que aí a pressão de preços é ainda maior do que com os outros transitários. Há então subcontratos, digamos assim. E vocês fazem vocês próprios todo este planeamento de rotas? E utilizam vocês uma software específica para planear uma rota? Sim, exatamente. Nós utilizamos neste caso o Solo Plan. É um software de logística com o qual
depois determinamos correspondientemente a sequência e os pontos de descarga. E além disso, o motorista é depois responsável pelo planeamento detalhado da rota. Ou seja, não lhe dizemos agora qual autoestrada tem de utilizar – e aliás, o mesmo acontece também com os processos de carregamento. Ou seja, damos aos motoristas recomendações sobre onde podem carregar, mas ele próprio é que deve encontrar isso no final. Pois se houver um desvio ou um congestionamento, então ele deve
também saber resolver isso sozinho. Senão, com atualmente, acho que 35 camiões, já estaríamos bastante ocupados se tivéssemos de dizer a cada motorista de camião quando é que deve iniciar a pausa ou o processo de carregamento. E falando em motoristas: há na indústria uma grande escassez de motoristas. Como é para vocês? É também um obstáculo enorme encontrar motoristas suficientes? Ou é que, pelo facto de vocês também terem agora uma certa notoriedade, não têm muito problema? Sim, exatamente. É sempre
um pouco flutuante. Claro que com as nossas expansões também temos uma procura significativamente maior de motoristas. Portanto, basicamente temos muitas candidaturas que nos querem chegar, mas ao mesmo tempo também sempre fases em que os motoristas ficam escassos. Especialmente quando muitas encomendas começam simultaneamente, especialmente as maiores, então é claro que precisamos de repente encontrar ad hoc seis a dez motoristas. Sim, exatamente, e isso é então um pouco, digamos assim, mais trabalhoso. Mas em geral,
acho que se se criar condições justas, os motoristas em si ainda se encontram. E sim, voltando ao tema da mobilidade elétrica, agora um mergulho profundo na mobilidade elétrica. Vocês têm – você disse que já tinham especulado sobre isso, ou seja, já tinham um plano ou realmente um grande interesse na mobilidade elétrica. Como é que isso surgiu afinal para vocês? Exatamente. Bem, por um lado um pouco também pela infância, porque basicamente cresci perto de
moinhos de vento. E exatamente. Sempre me interessei muito fortemente por energia eólica e temas semelhantes. E depois o meu pai chegou também com isso e disse que existe este programa KSNE e também que a cidade de Leer, na qual participámos num concurso, gostaria que o transporte fosse feito de forma mais sustentável. E depois examinámos detalhadamente o programa KSNE e decidimos então, nessa altura, encomendar realmente 20
veículos incluindo infraestrutura. Exatamente, onde provavelmente a maioria foi um pouco mais reticente, neste caso. Portanto, dissemos: okay, se tenho realmente 20 veículos, então também posso contratar um colaborador que se ocupe deste tema da mobilidade elétrica. Se como uma empresa média tivesse apenas 12 veículos, isso seria naturalmente em termos de esforço muito maior, muito mais dispendioso, do que se nos focássemos totalmente nisso. E vocês,
para ter essa coragem, fizeram também uma análise TCO fundamentada que vos tivesse convencido tão fortemente que vale a pena esse risco – essa novidade, a mobilidade elétrica, que não se conhece bem e que muda os processos – também correr? Geralmente era já claro que a mobilidade elétrica com certeza desempenharia um papel importante no futuro. E portanto as condições envolventes eram naturalmente já muito boas. Claro que é assim que os veículos ficam eventualmente muito mais baratos do que eram nessa altura, e também a infraestrutura talvez fique um pouco mais barata. Mas o financiamento era naturalmente nessa altura – acho que 80% dos custos adicionais e 80% dos custos de investimento na infraestrutura – já muito atrativo. E portanto nós – claro que se pode estar eternamente a contar com isso e a tirar a última casa decimal, mas a conta claro que a fizemos em algum lugar – no final
decidimos de todas as formas avançar com isso. Era simplesmente um bom momento, e os riscos também eram – e ainda são – gerenciáveis, porque sabíamos que a mobilidade elétrica é o caminho do futuro.
são também apenas valores teóricos, porque também não sabíamos se isso funcionaria bem assim. Como já disse, nós viajamos principalmente com longa distância com os veículos. E a mobilidade elétrica tornou-se de repente um tema – quando apresentámos o pedido de subsídio, também assumimos que de alguma forma teríamos que encomendar 20 Volvo FH Electric. E esses tinham apenas um alcance de cerca de 300 quilómetros com uma potência de carregamento correspondentemnte mais lenta. E portanto, na verdade, assumimos que teríamos que
viajar apenas em distâncias curtas e operar principalmente com a nossa própria infraestrutura. Exatamente, nos meses em que o pedido foi aprovado, contactámos outros fabricantes de veículos, porque também precisávamos de ofertas comparativas no âmbito deste subsídio, e descobrimos que tinham na verdade veículos muito mais interessantes. Exatamente por isso é que então – no que diz respeito ao alcance – dos 20 veículos encomendámos também 8 DAF e 10 Scania. E esses foram então
significativamente mais adequados para o transporte de longa distância. E depois também contactámos a Iveco, quando saiu com 550 kWh de capacidade líquida, e então através da sua sociedade de locação apresentaram esses pedidos de subsídio naquela altura, de modo a que também fosse possível encomendar com custos justificáveis. E depois simplesmente testámos, testando gradualmente também em transportes de longa distância. E claro que também o Tobias Wagner, quando
veio para junto de nós, foi um fator importante. Demos-lhe rotas para fazer que depois iam muito mais longe. E pelo facto de termos descoberto que funcionava tão bem, impulsionámos ainda mais a expansão. E entretanto, como já disse, em breve cerca de 80% dos veículos circulam eletricamente. É fantástico. E para os céticos na logística – há já muitas vozes que são ainda um pouco mais conservadoras
em relação à mobilidade elétrica, que têm digamos o diesel no sangue. O que vos convenceu então? Tu acabaste de dizer: a mobilidade elétrica vem, era claro para nós. Não preciso convencer-te a ti, mas porque é que é tão claro para vocês que a mobilidade elétrica vem? Isso tem claro a ver com o balanço climático geral, porque é preciso considerar: a UE, por exemplo, estabeleceu limites claros, até 2030 e até 2050 reduzir significativamente as emissões de CO2 ou até alcançar a neutralidade climática.
E estes objetivos são na verdade apenas alcançáveis com mobilidade elétrica – pelo menos, no que diz respeito às tecnologias atualmente no mercado. Nenhuma se aproxima da poupança que o camião elétrico oferece. E é também a única tecnologia que, no final – porque a produção de energia é convertida para energias renováveis – pode ser praticamente totalmente neutra em carbono. E simultaneamente, se olharmos para tecnologias como o hidrogénio: estas não estão realmente, ou em termos de viabilidade económica, muito
distantes, e também precisamente pela eficiência energética do modelo de propulsão, não vejo aí muitas possibilidades de chegar muito perto. À mobilidade elétrica – estamos de acordo nesse ponto. Tobias Wagner, que também é chamado de Electro Trucker ou se chama a si próprio assim – eu também sou fã, não vi todos os vídeos, mas já uma grande parte. Qual foi a tua primeira impressão quando ele se dirigiu a vós? Foi logo um sim, está contratado ou havia alguma ceticismo. Oh, quem vem aqui da Baviera? Porque o do sul da Alemanha, que quer o norte todo, ele vem mesmo assim?
Na verdade, o meu pai telefonou-me à noite e disse: Sim, alguém candidatou-se, ou ligou-me. Ele quer acompanhar tudo isso, digamos, também medialmente e gostaria de começar como motorista de camião. E então eu disse assim: Sim, claro, fazemos isso. Quer dizer, não temos nada a perder aí, se há alguém que está disposto a testar coisas novas connosco. Se isso depois tem impacto mediático ou não, era secundário para nós naquela altura. O que nos interessava principalmente era verificar se estas rotas de longa distância, para as quais estamos principalmente orientados pelo nosso cliente, também funcionam eletricamente. E isso achámos super interessante. E ter um motorista disposto e vontade
de simplesmente partir e aceitar também as dificuldades e desafios, isso foi claro, digamos, um prémio da lotaria. E que isso depois tenha também um impacto mediático, é ainda mais valioso. Sim, e isso significa que entendi bem, que vocês não faziam transportes de longa distância antes dele. Ele foi digamos aquele que começou com isso. A coisa é, os veículos chegaram na verdade só quando ele perguntou. Ele viu aparentemente uma imagem do nosso parque de carregamento,
que foi aberto em janeiro. E então ele me deu também, acho eu, um pequeno artigo de imprensa meu. E ele viu isso aparentemente. Mas era apenas um veículo de 7,5 toneladas. Ainda assim, simplesmente ligou e perguntou se calha tinham interesse no projeto. E exatamente então nós – isso foi então sim, exatamente, agora há cerca de um ano e meio, acho que foi em abril –
exatamente, e então convidámos o Tobias para a Iveco. Porque lá recebemos uma formação de condutores ou instrução de condução no novo eWay. Exatamente, então dissemos: Como ele fica perto, ou seja, não muito longe de Mühldorf am Inn, então o convidámos para lá. E exatamente, então ele pôde também fazer o primeiro teste com o camião. Exatamente. E então começou para ele em 1 de julho de 2024. Ele então começou
exatamente assim. E então começou para ele a 1 de julho de 2024. Ele começou
começámos primeiro no transporte local, para aprender a lidar com os veículos e com a segurança da carga. E depois enviámos o Tobi para o transporte de longa distância após 2 a 3 semanas. E o transporte de longa distância também era viável para vocês, porque é possível carregar rapidamente em postos de carregamento MCS/HPC existentes, exatamente. Portanto, isso foi – exatamente – nós dedicámos-nos intensamente a toda esta temática e depois o meu pai foi algumas vezes
a alguns parques de carregamento, viu isso lá, se era de alguma forma possível carregar com o camião. Também já no início. Do ponto de vista teórico era assim – eram pensamentos em que dissémos: OK, isso também deveria ser de alguma forma possível. Mas se realmente funcionava, aí havia ainda pontos de interrogação. Pelo menos as rotas de transporte local mais distantes queríamos conduzi-las electricamente. Por isso é que tínhamos
comprado o eWay, por exemplo. E exatamente, quando vimos que funcionava, encomendámos depois mais veículos. Sim, e no transporte local planeavam então basicamente de forma a poder recarregar sempre quando regressavam, de modo a que a rota funcionasse sem a necessidade de carregar no cliente ou no caminho. Sim, exatamente. Ou então teríamos de facto também tido de procurar novos clientes na nossa área, porque nós, como disse, somos mais orientados para o transporte de longa distância. Como digo,
já tínhamos contacto com alguns operadores de parques de carregamento de camiões que ficavam 100 km afastados. Mesmo lá sabíamos: OK, podemos depois alargar o nosso raio em mais 100 km. Portanto isso era claro. E que isso eventualmente continua a progredir, isso também estava, digamos, perspectivado. Mas se isso funciona cada vez assim, isso verificámos realmente neste processo. E é que os outros condutores se deixaram então basicamente treinar pelo Tobi
Eram então também muito rapidamente autónomos no caminho? Exatamente, assim enviámos bastante rapidamente outros condutores também para o transporte de longa distância. Eu próprio também andei nessa altura. Exatamente, fomos juntos para Espanha, para Madrid nessa altura. Sim, exatamente. E muitos outros condutores também fizeram a transição muito rapidamente para o camião eléctrico e depois fizeram-no em conformidade. Exatamente. E no planeamento de rotas:
Há agora diferenças em comparação com o diesel em coisas que têm de ser tidas em conta, se demora mais tempo por causa do carregamento? Qual é a conclusão depois de terem feito já tantas rotas? Basicamente não. Claro que se tem de garantir que os tempos de trabalho no fim também não ficam muito grandes. A questão é que as pausas de carregamento são de facto pausas de repouso reais para o condutor, porque ele só precisa de enficar a ficha e depois tem
tempo para si. Se claro há clientes onde há longos tempos de espera, que os condutores depois utilizam parcialmente – tecnicamente seria tempo de disponibilidade, mas na prática é às vezes ainda utilizado como tempo de pausa. E então claro que nesse caso estas paragens de carregamento seriam de facto um plus, digamos assim. E por isso sempre nos preocupou que mantivéssemos os tempos de espera no cliente o mais baixos possível, ou seja, que otimizássemos os processos em conjunto com o cliente, de modo a que o condutor pudesse depois começar directamente com
o carregamento e descarregamento do veículo. O problema é que basicamente não há espaço suficiente nas rampas, ou em que é que depende então que se tenha de esperar tanto tempo na prática? Isso é uma filosofia empresarial. Do meu ponto de vista, os operadores de carga deveriam ser muito mais activos e adaptar um pouco o seu carregamento aos camiões, porque no final tenho naturalmente custos mais elevados com o condutor do camião e o veículo, do que se eu
organizar a entrega de forma mais flexível com os colaboradores. O problema é apenas que o operador de carga não paga estes tempos de espera directamente, mas apenas indirectamente através do preço do frete. Claro que há certos sectores onde tempos de espera muito longos são comuns, e aí normalmente também se cobram taxas de frete mais elevadas, porque os operadores logísticos ou transportadores sabem que há longos tempos de espera. Portanto pagam indirectamente, mas não directamente. E então tentam através de reserva de janelas horárias distribuir equitativamente os operadores de carga ao longo do dia. O problema é apenas que o tráfego não é tão homogéneo. Sempre pode haver engarrafamentos e atrasos.
Isso significa que no fim planeio aí uma vez um puffer, para conseguir alcançar essa janela horária. E com isso chego no fim claro a ainda mais tempos de espera, do que se o operador de carga simplesmente dissesse: coloco o meu pessoal de forma flexível, de modo a ter sempre rampas ou pessoal suficiente disponível quando chega o condutor do camião. Claro que se pode limitar um pouco – quero dizer, se tenho no total uma limitação de espaço, posso claro limitar um pouco isso.
Mas em geral os operadores de carga deveriam ser muito mais flexíveis. Quero dizer, já temos de alguma forma um problema em encontrar bons condutores novos. E deixar estes condutores à espera eternidades nos locais antes disso, acho que não é a abordagem certa. Sim, completamente. Faz todo o sentido. E presumo que alguns destes problemas têm consciência disso, e talvez se tenha de desenhar um pouco os incentivos de forma diferente. E vocês
já começámos primeiro no transporte local, para aprender a lidar com os veículos e com a segurança da carga. E depois enviámos o Tobi para o transporte de longa distância após 2 a 3 semanas. E o transporte de longa distância também era viável para vocês, porque é possível carregar rapidamente em postos de carregamento MCS/HPC existentes, exatamente. Portanto, isso foi – exatamente – nós dedicámos-nos intensamente a toda esta temática e depois o meu pai foi algumas vezes
vários camiões elétricos, já disseste. Acho que li em algum lado sete marcas de fabricantes. Isso está ainda atual? Exato. Como é que decidem, com tantos fabricantes ou apenas um – como funciona isso na prática? Exato. Então normalmente é assim: teríamos tido, por exemplo, bem no início um parque de frotas puramente Mercedes-Benz, e depois mudámos para MAN e DAF, tínhamos então principalmente os dois modelos. E agora na mobilidade elétrica é realmente assim,
que os.
que os diferentes fabricantes ainda se especializaram em campos muito diferentes. Então um focou-se em grandes potências de carga e
alcances. O outro desceu com as alturas de construção. Depois há aqueles que são significativamente melhores no serviço e manutenção, mas por isso não tão bons no alcance, de modo que podem ser usados no transporte local. E depois há aqueles que estão no meio, que fazem um pouco de tudo. E por isso decidimos realmente usar seis ou sete fabricantes, simplesmente para que os nossos clientes muito diferentes tenham sempre o melhor veículo para cada aplicação
e, ao mesmo tempo, claro que também é uma motivação minha que todos os fabricantes sobrevivam este passo para a mobilidade elétrica. Porque acho que como indústria logística não ganhamos nada se no final sobrarem apenas dois ou três fabricantes. No final isso vai levar a um oligopólio. E por isso é realmente uma preocupação minha que todos continuem focados no tema e que os passos de desenvolvimento necessários continuem. E daí
ajudamos-los com prazer. E seria realmente importante que não fosse apenas a Nano Jansen, por assim dizer, que assumisse a liderança em mobilidade elétrica, mas também outros que estão posicionados de forma semelhante. Segundo o teu conhecimento, há muitas empresas que seguem o vosso caminho, empresas similares à vossa? Sim, exato. Basicamente há algumas empresas logísticas que já estão muito avançadas. Normalmente é assim: as que decidiram seguir este caminho, vão como nós mais para a escalabilidade e conseguem cada vez mais.
Porque cada camião adicional que compro acaba também por baixar os custos. E para compreender melhor: quantas empresas deste tipo existem na Alemanha? Há centenas, milhares – que ordem de grandeza? Sim, mas vocês também são naturalmente – talvez devêssemos fazer a pergunta de forma diferente, no sentido: vocês são transportistas de uma certa dimensão –
talvez não exatamente, mas há à volta de dez agências de transportes, penso, dessa
dimensão de empresa, digamos, que fazem esse tipo de coisas. Achas que a maioria agora também está a transitar para a mobilidade elétrica? Até agora são ainda poucos. Noto que muitos se ocupam com o tema, mas em termos de implementação concreta – penso que são ainda números de um dígito em percentagem, que sequer compraram um camião elétrico. Sim, interessante. E em relação à proteção contra o ruído, há a vantagem na mobilidade elétrica de ter muito pouco ruído
isso mudaria algo aos teus olhos? Ou poderíamos também regulamentariamente abordar isso de forma nova, de modo que isso alteraria o vosso modelo de negócio – que pudessem fazer entregas também à noite? Vês desenvolvimentos e inovações nessa direção? Sim, isso já fizeram, por exemplo, nos Países Baixos e em Londres. Em Londres, penso que agora só se entra na cidade com um veículo de zero emissões. Por isso as empresas inglesas também estão muito envolvidas na mobilidade elétrica. Embora
os preços de carregamento sejam aí mais caros do que aqui. Voltamos aos preços. E nos Países Baixos realmente têm esta entrega noturna com veículos particularmente baixos em emissões, ou seja, também com baixo ruído. Há este L verde, por exemplo. É então para entregas noturnas nos Países Baixos. Coisas similares posso imaginar que também faria sentido para a Alemanha, especialmente para as cidades e municípios que depois também querem fazer algo pelos seus moradores
e pelo ambiente no final. Seria seguramente uma boa abordagem dizer: OK, as entregas noturnas nos supermercados ou similares vêm então apenas com – sim, exato – com veículos que nesse caso provavelmente seriam elétricos. Mencionaste preços de carregamento. Essa era uma pergunta que tinha. Há muitas diferenças nos preços de carregamento nas estações públicas. Como lidam com isso para não serem apanhados de surpresa e otimizarem custos? Exato, então
realmente concluímos contratos com operadores individuais de carregamento, onde negociámos preços individuais que também se baseiam um pouco no volume de compra. Por isso, pelo facto de termos um parque de frotas tão grande, podemos obviamente absorver outros volumes. E significa isso que vão apenas a esses operadores? Exato, então no início vimos que podíamos carregar em qualquer lado, para que pudéssemos conduzir os percursos
eletricamente. E entretanto o foco é antes em dizer aos motoristas: carreguem por favor principalmente nos operadores de carregamento, para conseguirmos manter os custos baixos no final. E têm então um cartão de carregamento de um fornecedor de mobilidade, com o qual vão apenas a esses operadores? Sim, isso é ainda uma discussão. Eu na verdade não quero ter itinerância nisso. Mas nem todos os operadores de carregamento e fornecedores de mobilidade conseguem
desligar este roaming também de facto. Sim, na verdade isto é o dever de casa que dou a todos – que criem uma solução para que estes cartões possam ser usados realmente apenas com o operador respectivo. Porque no final não nos interessa nada se de repente tivermos de pagar 0,80 € líquido em qualquer lado, porque o condutor apresentou o cartão errado. Portanto isto é de facto ainda um tema. E quero dizer, se os operadores não o desligarem –
estão a ser construídos tantos novos parques de carregamento para camiões agora. No final, já não dependemos de um único operador. No final, nem sequer precisaríamos.
Portanto exatamente, no final poderíamos conseguir sem qualquer MSP. A partir do próximo ano, penso que também exigiremos como condição que eles eliminem o roaming nos seus cartões. E de resto, para os parques de carregamento mais pequenos, introduzimos recentemente este chip E-Tracker, que o Tobias já apresentou algumas vezes nos seus vídeos. Neste caso, enviamos os nossos números EVID ao operador e ele integra-os
depois, e então o condutor pode iniciar o processo de carregamento no local com o chip. Isto resulta em que os condutores já não precisam de andar com oito cartões de carregamento diferentes consigo, mas apenas com os cartões principais do MSP e o chip E-Tracker. Interessante. E o chip E-Tracker – de facto ainda não me aprofundei muito nisso – é então uma espécie de MSP, ou? Sim, exatamente. Na verdade, é apenas um código de identificação EVID, que está registado no operador do parque de carregamento.
Ele sabe então: está bem, somos nós, e desbloqueia o processo de carregamento. Entendo. E depois o operador do parque de carregamento também faz a faturação connosco diretamente. Interessante. E a diferença de preço – para ter uma ideia: se se fizer isto mal e se se fizer isto bem, o que significa isto para vós na prática? Sim, exatamente. Portanto, se às vezes forem realmente cobrados 0,80, 0,90 € líquidos, isto é já – bem, isto é já no
limite superior, digamos. Isto pode ser então o dobro. Sim, isto é obviamente muito diferente – não estamos a falar de um por cento, mas sim. E se depois ainda carregarem 200, 300 kWh lá, evidentemente que dói. Sim. E os preços que ele está a pagar agora também pelos camiões elétricos. Talvez eu devesse ter mencionado isto novamente: para os ouvintes – KsNI foi um programa de incentivos que existia, que acho que já não existe.
para a aquisição de camiões elétricos. Ou seja, hoje em dia têm simplesmente de se colocar no mercado – não há mais programas de incentivos. Sim. Quanto mais custa agora um camião elétrico em comparação com um diesel?
Bem, grosso modo ainda o dobro a duas vezes e meia. E isto significa que podem recuperar isso através dos custos operacionais mais baixos no TCO. Exatamente – um tempo de retorno de quanto, uns dois anos ou assim? Não, já ao longo de toda a vida útil no final. A principal diferença nos custos seria, eu diria, no final o pedágio. Na Alemanha, no camião diesel normal, é de 0,50 € por quilómetro. E até agora está ainda
completamente isento para camiões. A Comissão Europeia deu permissão para prosseguir com esta isenção até 2031. Porém, a implementação é voluntária dos Estados-Membros – a Alemanha, o ministério dos transportes alemão pode agora implementar isto, se quiser. Exatamente, está neste momento pendente no ministério dos transportes alemão, se a isenção de pedágio continua. No acordo de coligação está escrito que a isenção de pedágio se prolonga para além de 2026. E seria realmente de saudar que o ministério dos transportes criasse realmente uma solução de longo prazo, para que haja alguma previsibilidade para todas as empresas. Porque isto
de esperar e hesitar – esta decisão espontânea de decisores políticos é de facto mais prejudicial no final para a mobilidade elétrica e também para as empresas que querem investir. E vejo isto de facto também como um grande problema da nossa economia, que temos neste momento, que a segurança de planificação simplesmente não é assim tão dada. E aí a política deveria fornecer muito mais condições-quadro estáveis. E não começar a dizer: bem, talvez façamos isto de forma diferente amanhã. Isto deixa ao final todas as empresas inseguras
e não conduz ao final também a uma decisão. Se sei exatamente: bem, não há programas de incentivos, mas estas e estas condições-quadro estão presentes, então está tudo bem. Então posso tomar uma decisão com base nisso. Se eu como político anuncio: bem, talvez o próximo ano façamos novamente um programa de incentivos, de alguma forma um subsídio de compra ou assim, então todos esperam até ao próximo ano, se talvez o subsídio de compra venha. E depois vê-se no orçamento que afinal não vem, ou não têm
dinheiro para isso. Depois desaparece novamente. Mas mesmo assim, todos esperaram. E por isso, este anúncio de incentivos é de facto veneno no final para a mobilidade elétrica. Muito melhor seria de facto dizer: bem, não fazemos mais programas de incentivos, mas em vez disso promovemos através da isenção de pedágio, por exemplo, nos camiões, e também, por exemplo, com uma redução do imposto sobre a eletricidade para postos de carregamento público ou também operadores de parques de carregamento ou transportadoras. Isto obviamente também vai ajudar a reduzir os custos operacionais globais também para automovelistas privados. Exatamente, assim também é
com os encargos de rede. Aí também certamente haveria algures uma economia possível, para que os preços de carregamento público também baixem um bocado, especialmente para os condutores de automóveis. E agora quanto é mais barato da operação o ponto de vista – os custos de energia, digamos – em comparação com o diesel? Mais ou menos igual? Bem, mas o preço do diesel flutua naturalmente muito. Recebemos de facto diariamente um novo preço de diesel. O mesmo acontece também com o preço real da eletricidade. Portanto, na nossa própria
A nível de infraestrutura, também trabalhamos com preços de eletricidade dinâmicos. Isto significa que pagamos preços diferentes a cada quinze minutos. Mas nas estações de carregamento públicas, normalmente existem valores fixos, pelo menos até agora. E sim, dependendo se o diesel fica mais barato e a eletricidade um pouco mais cara – há uma diferença, mas no geral diria que estão mais ou menos ao mesmo nível. O preço do diesel não flutua muito, suponho, ou
– como 10% para cima e para baixo ou quanto, grosso modo? Bem, é mais contando num mês. Aí há às vezes flutuações de, digamos, cinco a dez cêntimos ou ainda mais. Mas num único dia, são variações de cêntimos que fazem a diferença. E o preço da eletricidade é sobretudo em público – dirias que é semelhante ao diesel? Mas suponho que no vosso depósito conseguem alcançar preços ainda melhores,
se também têm tarifas de eletricidade dinâmicas. Também têm uma instalação solar – então suponho que é significativamente mais barato, não? Claro que através da nossa produção própria conseguimos produzir a eletricidade muito mais barato no final. Exatamente. Portanto, naturalmente a utilização do parque de carregamento é muito decisiva. Tenho custos fixos como taxas de rede e também os custos de investimento da instalação. E quanto mais camiões carrego no final do dia ou ao longo do ano, mais barato fica.
depois calcula-se o preço final por quilowatt-hora. Se conseguir uma boa utilização, também são possíveis preços bastante mais baratos do que nas estações de carregamento públicas. Sabes, à partida, quanto carregam em público e quanto no vosso local? Penso que poderia ser até 50:50. Interessante. E quanto é grosso modo – não sei se sabes –
é uma questão muito detalhada, mas por camião ou no total em megawatts-hora. Portanto, cada camião precisa de aproximadamente 100 000 quilowatts-hora por ano. Interessante. Calculo grosso modo com 1 quilowatt-hora por quilómetro. Dependendo do modelo, isso pode ainda variar. Se depois rodarmos 100 a 120 000 quilómetros, podemos contar com cerca de 100 000 quilowatts-hora por camião. Portanto, com os atuais 35, chegamos a 3,5 milhões de quilowatts-hora e com os 58 depois chegamos a
5,8 ou 6 milhões de quilowatts-hora. E a instalação solar, qual é o tamanho? E quanto conseguem aproveitar dela? Conseguem isso de todo, porque os camiões talvez estejam na estrada durante o dia? Têm uma bateria talvez? Sim, exatamente. Temos uma instalação solar de 800 kW pico e um armazenamento de 1,3 megawatts-hora. Mas já fica vazio após três camiões. Conseguimos aproveitar a energia solar na sua maior parte, especialmente agora na
primavera e outono aproveitamos a energia completamente da nossa própria produção. No verão, naturalmente há fases em que pode haver um excedente, quando não há nenhum camião ao meio-dia, embora devido à nossa quantidade consigamos agora aproveitar pelo menos 80, 90% da eletricidade no final. Um tema que aparece sempre em grande destaque nesta temática dos e-camiões é o tema das potências de ligação à rede. Os operadores de redes de distribuição estão um pouco sobrecarregados,
quanto a isso. Como foi isso para vós, a experiência de assegurar potência suficiente para o vosso local? Conseguimos de facto tudo o que queríamos. Isso é bom de ouvir. Estamos também diretamente junto à linha de energia offshore – do AchsoNord ou algo assim. Portanto, todos estes aerogeradores offshore têm a sua linha de eletricidade colocada diretamente perto de nós, por isso. E também a cidade ou o município preocupou-se muito cedo com grandes potências de ligação
na zona industrial, de modo que não apenas a potência de alta tensão, mas também a de média tensão era adequada. Por isso, decidimos por fim por uma ligação de 14 megawatts, que de momento ainda não explorámos completamente. De momento usamos apenas cerca de 700 quilowatts, também porque naturalmente não queremos ter picos de potência tão altos. Mesmo quando temos mais camiões, reduzimos simplesmente a potência de carregamento no final, para não
aumentar demasiado os picos de carga. Faz sentido. E vós já vos encarregaram disso muito cedo também – porque um erro que muitas empresas de transporte ou outras organizações cometem é: alguém encomenda os veículos e depois percebe-se, ah, a potência de ligação à rede não chega – planearam isso de forma holística desde o início? Ou seja: agora precisamos de solar, agora precisamos de armazenamento em bateria, depois precisamos naturalmente de ligação à rede com transformador e software de gestão de energia. Ou como foi o processo para vós? Pensámos nisso
tudo em conjunto, sempre tendo em vista que conseguíssemos expandir ainda mais. Por isso também escolhemos uma ligação de 4 MW. Era claro que não precisaríamos dela no início com 20 camiões, mas se em algum momento eletrizarmos 80, 90 veículos ou carregarmos no depósito, precisamos naturalmente de potencial de expansão. Por isso vale a pena planear logo uma potência de ligação maior. Qual foi aí
a base de cálculo, se te lembras? Quando se tem tantos pontos de carregamento – um ponto de carregamento por veículo – então devemos pensar grosso modo: com 100 veículos, quanto é que carregam na verdade? Na potência mais baixa com 20 kW ou – qual é a potência mais baixa? Creio que conseguem carregar assim 20 a 40 kW, consoante o modelo. E então tem-se basicamente, mesmo que se carregue na potência mais baixa, isso multiplicado por 100
– então seria grosso modo, consegues imaginar assim: 40 kW vezes 100 são exatamente 4 MW. Sim, exatamente. Basicamente era também na altura a potência máxima que planeámos para os nossos primeiros 10 postos de carregamento. Mas no final descemos para postos de 300 kW, porque nos postos de 400 kW ainda não sabíamos se já seriam série quando os instalássemos. Por isso decidimos no final pelos 300-
colunas kW. Na altura, era realmente a ideia que teoricamente poderíamos deixar todo o parque de carregamento a funcionar a carga máxima, no que diz respeito à eletricidade. Como eu disse, no momento não mantemos os picos de carga tão altos. E também fazem otimização com base nas tarifas dinâmicas de eletricidade, quando têm essa tarifa? Sim, exatamente. Já reduzimos a potência de carregamento quando entramos em fases com preços mais altos. E isso acontece geralmente mais ao final do dia –
do que carregar mais durante a noite ou prolongar mais o processo de carregamento. E depois durante a noite aumentamos novamente a potência de carregamento. Sim, fixe. E têm planos de fazer carregamento bidirecional? É um tema para vocês? Bem, basicamente é um tema. Acho que vamos também fazer um projeto sobre isso. Mas exatamente, até que ponto isso vai ser benéfico para os veículos no final, isso também ainda se verá. Ou seja, eu penso que
queremos usar a bateria ao longo de toda a vida útil do camião. Se é claro que a vida útil da bateria se reduzir porque a uso para carregamento bidirecional, temos que considerar se faz sentido economicamente. E quanto ao tema de infraestrutura de carregamento partilhada também no depot – é algo que... é também um tema muito quente, até que ponto as transportadoras ou outros tipos de empresas partilham mutuamente a infraestrutura. É um tema relevante para vocês? No momento, é assim que
usamos a infraestrutura apenas para nós. Mas isso também tem a ver um pouco com o programa CSD, já que o programa CSD previa que a infraestrutura de carregamento não fosse pública. Mas depois de quatro anos podemos também oferecê-la publicamente. Dessa forma queriam evitar que os operadores de carregamento públicos agarrassem os subsídios, mas que fosse realmente destinado às transportadoras no final. Exatamente. E vês também que tarifas dinâmicas de eletricidade em pontos de carregamento públicos – que poderiam também otimizar custos
também em pontos de carregamento públicos, que conforme a rota e também estes preços, isso também se pudesse refletir? É também pelo menos entre CPOs sempre de vez em quando um tema, tarifas dinâmicas de eletricidade. Como é que vês? Bem, eu faria realmente uma distinção entre, digamos, os condutores que viajam de forma dispersa connosco e aqueles que apenas fazem rotas regulares. Ou seja, se claro que fazem rotas regulares, então eu sei
bastante bem quando e onde o condutor está. E então claro que posso também otimizar dessa forma, que combinamos com o CPO: ok, ele carrega então sempre ao meio-dia, quando brilha o sol. Isso pode-se então também integrar na rotina diária, acho eu. Com negócios de projetos fica claro que fica um pouco mais difícil, porque isso acontece sempre ad hoc. Basicamente consigo imaginar que no futuro haja novos modelos de negócio que também variem os preços
e especialmente – as maiores flutuações são mesmo nestas horas da noite e de manhã. Claro que também, se adquirisse, digamos, carregadores de 50 kW durante a noite, conseguiria carregar muito mais nestes períodos nos camiões, o que claro também torna novamente mais barato. E se agora gostavas de ouvir anedotas da prática – coisas que não correram como planeado ou como esperado com a mobilidade elétrica, e coisas que gostarias que fossem melhor –
se agora dirigisses uma mensagem aos CPOs ou também à política, o que gostavas... o que te vem à cabeça? Exatamente, uma coisa é claro as condições regulamentares quanto aos tempos de condução e repouso que continuam a ser um tema. Porque se liberto a coluna de carregamento para que outros carreguem, isso é considerado uma interrupção do período de repouso diário. E claro que teria que haver alguma regulação que, digamos assim,
não penalizasse no final este comportamento positivo dos condutores. Exatamente. Especialmente também porque os condutores – ou seja, se à noite, digamos, fazem a sua pausa, então não dormem imediatamente, mas tomam banho ou ainda comem à noite. E se o processo de carregamento terminou – isso também leva algum tempo, em que provavelmente o processo de carregamento já terá terminado antes de ele adormecer – então ele poderia também reestacionar brevemente.
Não é como se o condutor nesse tempo não tivesse descansado ou não pudesse aproveitar o tempo de pausa como queria. Eu acho que deveria haver alguma adaptação, porque no final esta regulação toda é também pensada para os condutores. Ou seja, é para apoiar os condutores, para que não sejam explorados, digamos assim, exatamente, para que também tenham tempo de repouso suficiente na sua rotina diária. E
se claro as regulações levam a que dificultem mais a rotina de trabalho, então claro que não é no interesse dos condutores ou não traz benefício no final. Por isso deveria haver algo diferente, especialmente nesta área de mobilidade elétrica, de forma a conseguir ajustar um pouco para que faça sentido para todas as partes. Ou seja, eu penso que tempos de repouso e períodos de pausa são importantes para os condutores, também para promover a segurança no trânsito e claro também para
manter a saúde dos condutores. Mas aqui e ali é preciso um pouco de flexibilidade, acho eu, no interesse de todos os envolvidos. Depois há a função de reserva. É um tema que está muito em voga no momento. Como é que vês o assunto? Eu sou sempre muito... É semelhante a esta reserva com intervalo de tempo. Eu sou na verdade um opositor a estes modelos. Ou seja, eu acho sempre que é muito melhor através da transparência, que eu tenho através das apps e assim
já consigo ver. Okay, quantos motoristas é que há ou quantos postos de carregamento é que ainda estão livres? Isso também é sempre uma boa indicação se é que vou encontrar um posto de carregamento imediatamente ou não. E eu próprio só uma única vez experienciei até agora que tive de esperar até um carregador ficar livre.
Senão, consegui sempre logo. Também não é necessário em primeiro lugar, porque ainda há muito espaço disponível. E em segundo lugar, como já disse, o tráfego é tão imprevisível. Portanto, se acontecer um acidente à minha frente, uma obstrução qualquer, então a minha reserva fica completamente anulada. Por isso, eu também simplesmente não vejo isso como necessário. Sim, supostamente isso deve oferecer segurança em algum lado, mas no final – sim, não sou fã de reservas. Entendido. Faz sentido. E o tema do carregamento em megawatts. Isso também foi
um tema muito quente com o camião elétrico. Vós demonstrastes que também funciona com CCS e 350 kW. Vês tu isso também como necessário? Bem, há certamente alguns casos de uso onde faz sentido, com essas equipas de dois motoristas. Sim, se realmente for possível colocar o tempo de carregamento principal na pausa do almoço, digamos, em vez de apenas carregar, então talvez fosse um tema. Mas basicamente, é claro que é sempre uma questão de custo. Portanto, será que construo agora
de novo uma nova infraestrutura que é claro que é ainda mais cara e mais propensa a falhas, porque é claro que correntes enormes circulam por aí. Ou prefiro manter-me com, digamos, 300–400 kW. Portanto, se eu tiver uma infraestrutura de 400 kW generalizada, bem funcional e também estável, acho que já ganhei muito no final. E até que ponto é necessário um outro conector ou algo semelhante, para além do CCS – isso têm de decidir no final outros. Mas sim, exatamente, então a mobilidade elétrica funciona
também sem MCS. Apesar disso, é claro que pode ser, ou acho que é, sensato acompanhar definitivamente este tema. E será que a mobilidade elétrica dos camiões elétricos vai ser separada da dos automóveis elétricos? Agora está basicamente ainda – vós fazeis isso então com Milence e outros carregadores dedicados para camiões elétricos? Como vês tu isso? Bem, acho que essas soluções modulares fazem sentido para melhor utilizar a infraestrutura.
Exatamente, e através de todos esses picos de carga e custos fixos há definitivamente razão em partilhar a ligação à rede entre o parque de carregamento de camiões e o parque de carregamento de automóveis. Porque os automóveis estão principalmente em circulação quando os camiões não estão. Especialmente aos domingos – acho que é um dos dias principais para os CPOs. E nos camiões há então uma proibição de condução, portanto há significativamente menos camiões em circulação. Isto significa que posso naturalmente criar uma utilização mais homogénea no final.
O que claro também contribui novamente para a viabilidade económica. Por isso, não vejo agora uma separação consequente como sendo particularmente sensata, mas talvez antes – sim, claro que se pode dizer, okay, abre-se o parque de carregamento de camiões ao domingo para automóveis, por exemplo. Ou tem-se uma ligação de corrente comum que é fisicamente separada, mas a própria ligação de carregamento não é. Sim. E para vós como empresa – agora outra vez, chegamos à reta final. Onde estais em três ou cinco anos? Se agora te colocares nessa situação
– para onde queres ir? Qual é a tua visão? Okay. Portanto queremos crescer ainda mais e também dar a possibilidade a outras empresas de contribuírem positivamente para a sustentabilidade. Exatamente, como disse, já estamos agora bastante avançados no que diz respeito ao tema da mobilidade elétrica, já convertemos uma grande parte da frota, e continuamos a aumentar a escala. Exatamente, e o que se vai desenvolver ainda nos próximos anos – o mundo é tão dinâmico. Já pode acontecer
muito. Exatamente. E depois a questão: quais são as inovações que te preocupam? No dia a dia – o tema IA, OpenAI, condução autónoma. Como vês tu isso? Virá o camionismo autónomo? Na indústria dos camiões – é completamente irrealista, ou? Que temas é que te preocupam? Especialmente no que diz respeito à condução autónoma, há ainda muitos obstáculos regulatórios. Portanto, a questão é sempre: até que ponto é que o veículo vai ser realmente completamente
sem motorista? Ou tem de haver sempre alguém, como no piloto automático no avião, que possa intervir em caso de emergência? Exatamente, claro que para, digamos, especialmente com a nossa sociedade que está a envelhecer – muitos motoristas de camiões que estão agora mesmo à beira da reforma. Eles desaparecem naturalmente de certa forma nos próximos cinco a dez anos. Isto significa que esta falta de novos motoristas pode eventualmente realmente afectar-se mais amplamente.
Mas como disse, ainda há questões técnicas e regulatórias em aberto. No que diz respeito à IA, a IA na logística vai certamente ter um papel certo – também globalmente importante.
Ao mesmo tempo, é claro que nestes temas hype, entre aspas, frequentemente também acontece que a tecnologia é por vezes um pouco sobrestimada e tudo é metido neste tema de IA, o que no final por vezes nem é IA, mas apenas otimização linear ou algo semelhante. Exatamente. Portanto, claro, a IA tem de certa forma influência no dia a dia e vai ter as suas influências na logística, especialmente na área administrativa. Mas exatamente, eu estou bastante relaxado no que diz respeito a este tema.
Exatamente, ver que potencial de otimização há através de IA e aplicações semelhantes, e depois vamos avaliar o seu uso em conformidade, digamos assim. Bem, então por fim: tens ainda uma mensagem para os ouvintes que queiras transmitir? Como vos podem contactar? Exatamente. Portanto, estou ativo, entre outras coisas, no LinkedIn. Exatamente, caso contrário, se tivessem dúvidas, se quisessem transportar algo também de forma elétrica – vejam na nossa
website e contactem-nos com gosto. Estamos sempre abertos a novos projetos. E agradeço por ouvirem. Então muito obrigado, Nano, também pelo teu empenho. Acho que é mega valioso o que estão a fazer pelos camiões elétricos na Alemanha e no mundo. Portanto sim, bem-vindo e continuação de muito sucesso. Sim, obrigado pelo convite. E no fim, também não conseguimos fazer isto sozinhos. Por isso é que dependemos sempre de muitos fatores e
muitas pessoas. Mas muito obrigado pelo convite. Com muito gosto. Até à próxima. Até à próxima. Era Nano Jansen. O que nos convence aqui é menos um número do que uma atitude. A eletrificação é rotina, não um projeto especial. Na operação, significa linhas de orientação claras, processo simples, despacho tranquilo. Os motoristas ganham margem de manobra para rota e paragem de carregamento. As pausas de carregamento contam como descanso. Isto aumenta também a aceitação e reduz o stress. O maior desafio fica fora do armazém: tempos de espera no carregador. Aqui, a interface com o cliente decide a produtividade. Melhores janelas de cais, planeamento flexível de slots,
e verdadeira responsabilidade pelos tempos de permanência mostrariam efeito imediato – em custos e satisfação dos motoristas. Para que os investimentos funcionem, é necessária segurança de planeamento. Regras estáveis são mais importantes do que fundos de apoio mutáveis, e os tempos de carregamento não devem ser prejudicados nas horas de condução e repouso. O olhar para o futuro é claro: simplificar processos com clientes, aperfeiçoar ainda mais o gestão de carga, analisar projetos piloto como carregamento bidirecional e utilizar IA onde alivie a administração e a despacho. Fico impressionado com o papel de liderança de Nano Jansen. E não sou o único. Obrigado por ouvirem Smart Charge by RiDERgy. Se gostaram do
episódio: subscrevam, classifiquem, partilhem. Até à próxima.
Welcome to the Smart Charge by RiDERgy Podcast. This is Claudio Geyken, Founder and CEO of RiDERgy. This is your show to learn about all things energy management and smart charging innovation for electric vehicles and fleets.
Heute zu Gast: Nano Jansen, Geschäftsführer des gleichnamigen, seit fast 130 Jahren bestehenden Familienunternehmens. Das Haus betreibt rund 70 Fahrzeuge und hat den Hochlauf der E-Mobilität bewusst genutzt. Bis Januar 2026 wurden 58 E-LKW geplant. Das entspricht 70 bis 80 Prozent der Flotte. Geliefert wird bundesweit, oft bis in die Innenstädte, mit Fokus auf sensible und hochwertige Güter. Das Unternehmen ist ein Nischenanbieter mit breiter Branchenabdeckung – von Pflanzen über Automotive bis Gefahrgut und Elektrotechnik. Diversifikation als Stabilitätsanker. Strategisch wurde früh in E-Mobilität investiert: Fahrzeuge von sieben Herstellern, eine anvisierte
4-Megawatt-Anschlussleistung, 800 kW Peak-PV und 1,3 Megawattstunden Speicher. Mit Lastmanagement und dynamischen Tarifen sinken die Kosten. Bis zu 90 % des eigenen Solarstroms werden genutzt, oft günstiger als Diesel und deutlich unter öffentlichen Säulen. CPO-Rahmenverträge und der E-Tracker-Chip sichern Preise und vermeiden Fehlbuchungen. Roaming soll entfallen. Wir sprechen über Kostensteuerung im Depot und unterwegs, Prozessbremsen wie Wartezeiten beim Verlader, Planungssicherheit durch Politik – Stichpunkte Maut, Förderlogik – und über Technikentscheidungen von 300 kW Laden bis Bidirektionalität sowie den Blick auf KI und autonomes Fahren. Ich habe mir viele
Electrotrucker-Videos angesehen, den Co-Gründer der E-Trucker-App und dieses Chips, Michael Clark, schon im Podcast gehabt. Und dieses Gespräch ist eine perfekte Ergänzung zu dieser beeindruckenden Geschichte. Kopfhörer auf, los geht's. Hallo, Nano. Schön, dass du hier bist. Wie geht's dir heute? Moin, Claudio. Vielen Dank für die Einladung. Mir geht's gut. Wir hatten ja ein bisschen Verzögerung mit der Deutschen Bahn. Sie hat nicht enttäuscht. Wie bist du aus Fulda angereist? Ja, genau. Ich bin aus Fulda gekommen. Statt circa drei
Stunden waren es dann jetzt fünfeinhalb. Aber gut. Dafür habe ich es auch schon erlebt, dass ich deutlich früher angekommen bin als ursprünglich geplant mit der Bahn. Also, es geht auch anders rum. Und wenn du unterwegs bist – also natürlich für die Arbeit, wenn du mal ab und zu einen LKW nimmst und durch Deutschland fährst oder international –, dann eher nicht mit dem Auto, sondern mit dem Zug oder Flieger? Der Zug ist natürlich insofern angenehm, weil ich dann auch darin arbeiten
Genau. Aber natürlich bin ich auch hin und wieder mit dem Auto oder Lkw mal unterwegs. Ja, für die, die dich nicht kennen: Stell dich doch gerne bitte kurz vor. Ja, ich bin Nano Jansen, mittlerweile die fünfte Generation bei unserem Familienunternehmen, leite zusätzlich noch ein Unternehmen in Fulda, die Sievers Logistics, die ich vor drei Jahren übernommen habe. Insgesamt bin ich ins Familienunternehmen vor vier Jahren, während meines Masterstudiums, eingestiegen. Und genau da haben wir uns dann gefragt: Wie stellen wir unser Unternehmen zukünftig
auf? Und haben dann eben sehr stark auf die E-Mobilität gesetzt, weshalb wir auch heute, denke ich, hier sind. Und bevor wir einsteigen im Thema E-Mobilität, nochmal zum Verständnis: Nano ist sozusagen die Firma, die es schon seit fünf – oder jetzt dann fünf – Generationen gibt, und die Sievers, die du übernommen hast, wie kam das dann zustande? Genau, die Sievers Logistik ist in dem Fall quasi eine externe Nachfolge gewesen. Also viele Mittelständler suchen ja gerade, sage ich mal, nach Nachfolge, weil
sie selber in der Familie oder im Unternehmen keinen finden. Und die war dann ähnlich, dass mein Vorgänger dort eben einen Nachfolger gesucht hat. Und dann sind wir uns einig geworden, und ja, genau, das ist ein Unternehmen mit 20 Mitarbeitern, was, denke ich, für einen Einstieg ganz gut ist, um dann auch eigene Führungserfahrung sammeln zu können. Das war so ein bisschen der Beweggrund dahinter. Und Fulda schadet natürlich auch nicht, weil Fulda natürlich mitten in Deutschland liegt, sodass wir auch da unsere Kunden deutschlandweit von dort
aus beliefern können. Genau. Dort setzen wir auch sehr viel auf Lagerlogistik und diesen Komplettservice, also von Wareneingang über Verpackung, Einlagerung, Kommissionierung – also weniger Transport – bis hin zum Endkunden, dann auch viel im Gastronomiebereich. Also da fahren wir wirklich in die Innenstädte, in die Fußgängerzonen rein, mit kleineren Fahrzeugen von Fulda aus. Ja, wir haben uns da eher auf sensiblere und hochwertigere Güter spezialisiert, die dann eben nur einmal ins Fahrzeug geladen werden und ohne Umladen zum Endkunden kommen. Spannend. Und wie war's
für dich? War es für dich immer so klar, dass du die Firma übernehmen würdest, auch als diese fünfte Generation? Oder hattest du – du hast auch studiert – andere Ideen mal gehabt? Ja, grundsätzlich war das schon immer ein Plan. So richtig konkret wurde es dann natürlich während des Studiums. Ich habe damals ein duales Studium tatsächlich bei Krone gemacht, die ein Fahrzeughersteller für die Auflieger sind. Und das war so einerseits ein guter Mix: Okay, ich
möchte mal einen Einblick in die Industrie bekommen. Und gleichzeitig waren die Kunden eben aus der Logistik – eigentlich so best of both worlds, also Einblick in beide Bereiche –, was ich dann sehr spannend fand. Also grundsätzlich war mein Plan schon sehr zielgerichtet darauf, das Familienunternehmen dann irgendwann zu übernehmen. Und was findest du an der Logistik spannend, wenn dein Herz für die Logistik aufgeht, für diejenigen, die von der Logistik vielleicht ein bisschen ferner sind?
Ja, das Spannende ist tatsächlich, dass die Logistik irgendwie alle Prozesse und alle Branchen miteinander verbindet. Wir erfahren von allen möglichen Branchen, was da technisch abgeht. Das macht die Logistik super spannend, weil man das Bindeglied zwischen allen Branchen ist. Gleichzeitig sind wir natürlich auch irgendwo die Problemlöser, was ich denke, eine meiner Stärken ist – dass ich relativ schnell Lösungskonzepte habe. Ob die immer gut sind, das beurteilen andere.
Ja, cool. Und was hast du noch mitgenommen? Ich habe auch gesehen, du hast bei Amazon und GLS neben Kühne auch Erfahrungen gehabt. Was hast du aus diesen Erfahrungen für dich mitgenommen oder gelernt? Ja, es war auf jeden Fall immer spannend, in andere Branchen reinzuschauen oder in andere Unternehmen, wie die das gestalten. Ich meine, auch bei Amazon war es ein spannendes Unternehmen – wie die ihre Prozesse strukturiert haben. Ich selber hätte sicherlich viele Dinge anders
gemacht, als die es getan haben. Fällt da ein Beispiel ein, dass man sich das besser vorstellen kann? Also, ich hätte keine 20 Lagerhäuser oder Lagerzentren in Deutschland gehabt, sondern mich auf einige wenige fokussiert, da ich von jedem Standort in Deutschland eigentlich innerhalb einer Nacht überall bin. Deshalb brauche ich eigentlich nicht so viele Güter in der Streuung und muss dann wieder Verkehre zwischen den Lagerhäusern ziehen, weil am Ende das Gut, das der Kunde braucht, dann doch nicht
direkt bei ihm liegt, sondern eher vielleicht in München oder in Berlin. Aber gut, das ist natürlich am Ende eine Unternehmensstrategie, die man als Praktikant nicht beeinflussen kann. Noch nicht. Ja, aber umso schöner ist es, das eigene Unternehmen beeinflussen zu können und zu dürfen. Was ist eigentlich die Geschichte hinter Nano Jansen als Unternehmen? Wie kam das? Wie hat das dein Ur-Urgroßvater – wenn ich das richtig eingeschätzt habe – damals gegründet? Weißt du das zufällig? Genau, also damals ging das tatsächlich los,
also vor fast 130 Jahren, dass mein Ur-Uropa eine Fuhrmannschaft, quasi eine Lizenz, gekauft hat, sodass er Waren innerhalb der Stadt oder innerhalb der Region transportieren durfte – also in Emden damals. Und das wurde natürlich alles mit Kutsch und Wagen transportiert. Das ging auch noch sehr lange so weiter. Damals gab es diese Konzessionen, die alle Güterverkehrsunternehmen wirklich immer auf die Region beschränkt haben.
Und über die Bahn wurde dann am Ende der Fernverkehr gestaltet. Das war bis in die neunziger Jahre, würde ich sagen, noch sehr stark geprägt in Deutschland. Dann durch den Wegfall der Konzessionen sind erst alle Logistikunternehmen so groß geworden, weil sie dann sehr stark in die Breite gehen und expandieren konnten. Aus regulatorischer Sicht waren dann keine Grenzen mehr gesetzt. Deshalb sind die meisten Logistikunternehmen in
den letzten 30, 40 Jahren sehr groß geworden. Und wie kann man sich das bei euch persönlich vorstellen? Wie war das Unternehmen aufgestellt, bevor dieser Moment kam, und wie seid ihr jetzt – wenn du ein paar Eckdaten zur Unternehmensgröße nennst? Genau, 100 % kann ich das jetzt gerade auch nicht sagen, aber damals müssten es so um die 23 LKWs gewesen sein, als mein Vater das Geschäft übernommen hat. Und dann ist das relativ schnell auf 40, 50
LKWs gewachsen. Auf diesem Niveau ist das dann ja geblieben – natürlich immer leicht gewachsen, jedes Jahr, aber schon stabil geblieben. Und jetzt in den letzten zwei, drei Jahren expandieren wir noch mal deutlich stärker, um diese neue Technologie voranbringen zu können. Mittlerweile haben wir circa 70 Fahrzeuge, und bis Januar kommen insgesamt 58 E-LKW. Dann haben wir insgesamt 58 E-LKW, und ein paar Diesel
werden auf jeden Fall auch noch in der Flotte bleiben. Aber ich sage mal, 70 bis 80 % sind dann in ein paar Monaten schon elektrifiziert. Das ist schon spannend. Ja, ich bin auch gespannt, gleich einen Deep Dive zu machen. Allerdings noch mal zurück zu der Frage: Das heißt, ihr habt dann expandiert auch wegen der E-Mobilität – oder führt die E-Mobilität jetzt zu Wachstum, das noch mal schneller expandiert nach dieser stabilen Phase? Genau, also wir
haben tatsächlich auch den Vorteil gehabt, dass wir darauf spekuliert haben, dass die Antriebswende kurz bevorsteht. Deshalb haben wir in den letzten Jahren kaum noch neue Diesel-LKW angeschafft – so dass die LKWs jetzt alle schon relativ alt wieder sind, sodass wir die jetzt auch schnell austauschen können. Und das ist natürlich ein enormer Vorteil, wenn wir die Flotte komplett umrüsten können.
die sowieso einige Lkws aussortieren können. Wenn wir jetzt durchgängig immer wieder neue Dieselfahrzeuge angeschafft hätten, dann würden wir die ja nicht nach 12 Jahren dann schon wieder abgeben. Und das war eben der Vorteil, dass wir so ein bisschen darauf spekuliert haben. Und wir wollten das ganze Thema dann eben auch ein bisschen größer angehen, denn ja, entweder macht man so eine Art Testobjekt oder man macht es eben richtig. Dann haben wir uns dafür entschieden,
das konsequent durchzuziehen. Na ja, cool. Was ist eigentlich die Lebensdauer eines Lkws typischerweise im Diesel gewesen, und nehmt ihr an, dass es das Gleiche wird in Elektro? Also ich würde sagen, je nach Einsatz, Zweck und Dauer, so mindestens sechs bis acht Jahre. So lange halten die meisten Speditionen, glaube ich, die Lkws. Und danach gehen die dann in den zweiten Lebensmarkt, meistens auch außerhalb von Europa. Genau, das waren die bisherigen Zeiten. Beim Elektro-Lkw – gut, da gibt's theoretische Annahmen, aber genau weiß es
glaube ich keiner. Die Hersteller geben auf jeden Fall große Garantien auf die Batterien. Was sind das, 8 Jahre oder so? Ja, ich glaube, MAN geht sogar noch weiter auf 13 Jahre, und entsprechend auch auf eine hohe Kilometeranzahl, also ich glaube um die eine Million. Genau. Und das sind natürlich schon Werte, die dem Diesel dann nichts nachstehen. Ja. Wie viele Kilometer macht so ein Fahrzeug im Jahr bei euch? So um die 100 bis 120.000, würde ich sagen,
kommt aber auch immer auf den Einsatzzweck drauf an. Also wir haben sehr vielschichtige Kunden. Ja, genau. Das war meine Folgefrage. Super. Was sind das für Kunden, die ihr so bedient, oder so Anwendungsfälle? Genau. Also wir haben uns relativ breit aufgestellt, bedienen aber gleichzeitig auch sehr viele Nischen. Wir machen sehr oft die Dinge, wo andere aufhören. Genau, und eben sehr viele Dinge, die auch in unserer Region produziert werden, oder ganz im Norden in Ostfriesland. Genau. Also wir fahren zum Beispiel
viel für Pflanzenlogistik, was man wahrscheinlich auch von Tobias Wagner oft gesehen hat. Dann transportieren wir komplette Gartenhäuser mit Mitnahmestaplern, machen im Automotivbereich viel, auch durch die Nähe zum VW-Werk in Emden. Die brauchen dann entsprechend eher die Volumenauflieger. Dann machen wir im Gefahrguttransportbereich noch sehr viel, genau, auch ein Klasse-1-Segment. Klasse 1, das sind explosive Sachen wie Feuerwerkskörper und ähnliche Dinge. Genau, und dann natürlich aber auch klassische Dinge und auch viele Dinge, die auch mit der
Elektrizität zu tun haben, wie zum Beispiel Windmühlenteile. Ja, das ist super. Das habe ich auch gesehen. Trafos, Ladesäulen – fast wie eine Faust aufs Auge – oder Solarmodule und so. Also da haben wir schon auch mit der Elektromobilität und erneuerbaren Energien sehr viel zu tun, gerade auch, weil unsere Region da sehr stark geprägt ist, zum Beispiel durch Enerkon, die ja auch – stimmt – ihren Hauptsitz in Ostfriesland haben. Genau. Und da sind wir sehr breit aufgestellt, was dann auch immer eigentlich ganz gut ist, weil die
ja, wenn eine Branche quasi in der Krise steckt, geht's bei einer anderen Branche dann wieder bergauf, und so sieht das insgesamt immer ganz gut aus. Und genau, setzen am Ende natürlich sehr viel auf Qualität und Zuverlässigkeit. Das ist so unser Hauptaugenmerk, dass wir die bestmögliche Qualität für den Kunden am Ende abliefern. Und wenn du sagst, eher so nischige Themen, wo viele andere Nein sagen – inwiefern sagen die anderen Nein bei diesen Themen, oder warum eigentlich? Ja, teilweise braucht man ja schon auch spezielles
Equipment dafür. Genau, also die Kunst ist da eigentlich immer auch, wieder neue Nischen zu finden, in denen man im Transportbereich sich ein bisschen abheben kann. Denn rein technisch ist der Markt ja schon sehr ähnlich. Der reine Transport von A nach B ist ja meistens gar nicht so komplex, den können sehr viele anbieten. Und wir sind dann eben auch immer wieder auf der Suche nach gewissen Nischen, wo andere dann eben wirklich
an die Grenzen stoßen, sei es irgendwelche Servertransporte in den dritten Stock durchs Fenster reinzuschieben oder ähnliches. Genau. Also das sind dann schon auch viele Spezialanwendungen, womit dann natürlich aber auch ein fairerer Preis bezahlt werden kann. Und es geht auch sehr international. Also ihr bleibt nicht nur in eurer Region und Deutschland, sondern, zumindest was ich so gesehen hatte, bis in die Türkei und nach Portugal. Das geht ja ganz schön. Ja, genau. Also durch die EU sind natürlich keine Grenzen gesetzt,
zumindest innerhalb des europäischen Wirtschaftsraums.
Genau, wobei das eigentlich immer von unserem Kunden abhängt, wo die ihre Dinge hintransportiert haben möchten. Also die meisten Kunden von uns sind natürlich irgendwo auf den deutschen Markt sehr fokussiert, würde ich sagen, dass 80 % der Transporte irgendwo innerhalb von Deutschland sich bewegen. Aber natürlich haben wir auch viele Projektgeschäfte außerhalb von Europa. Ja. Diese Aufträge – wie kommen die eigentlich zustande? Gibt's da so einen Spotmarkt, wo man dann ganz kurzfristige Aufträge annehmen kann? Und
dann gibt's wahrscheinlich so Rahmenverträge, die er schon seit Jahren hat. Das ist so, kann man sich das so vorstellen. Ja, genau. Also, viele Anfragen kommen tatsächlich klassisch per E-Mail rein. Und genau, wir fahren normalerweise immer direkt für die Industrieunternehmen oder für den Endkunden, weil wir da eben schon jahrelang am Markt sind und dadurch dann natürlich auch viele Kundenbeziehungen gewinnen konnten. Wo spielen dann
so Rollen wie eine Plattform wie Sennder oder sowas, wo man Matchmaking betreibt – spielt das keine Rolle? Genau. Also, wir konzentrieren uns tatsächlich direkt auf das Endkundengeschäft. Denn ich glaube, so einer wie Sennder ist am Ende nichts anderes als ein Makler, der dann am Ende auch seine Provisionen übernimmt. Und deshalb ist das bei uns eigentlich so, dass wir direkte Kundengeschäfte machen, also direkte Verträge mit dem, sage ich mal, Auftraggeber schließen. Und
mit dem Versender oder mit dem Empfänger, je nachdem, wer dann am Ende die Fracht bezahlt. Und normalerweise kommen die Kunden dann direkt zu uns. Das sind auch teilweise große Konzerne, aber auch eben kleine Mittelständler aus der Region. Und genau, also das meiste läuft teilweise über langfristige Verträge, sodass wir auch wirklich diese Liniengeschäfte haben, und teilweise ist das dann eben ad-hoc-mäßig, dass einfach eine Anfrage per E-Mail oder per Telefon reinkommt. Ja, genau. Und dann geben wir ein Angebot ab. Und
genau, dadurch kommt dann der Auftrag zustande. Und jetzt – ich bin ja kein Logistiker, verzeih mir, falls es eine grundlegende Frage ist, aber ich glaube, da bin ich vielleicht nicht der Einzige, der manchmal ein bisschen verwirrt ist. In der ganzen Logistikbranche gibt's ja dann auch die Spediteure und es gibt die Frachtführer. Ihr würdet euch als beides einstufen. Und gibt's dann auch Spediteure, die quasi von den Versendern und den Empfängern Aufträge übernehmen und dann an euch weitergeben? Weil es gibt ja meines Wissens so die
Spediteure, die gar keine Frachtführer sind. Und dann gibt's halt diese hybride Rolle. Und dann gibt's die Frachtführer, die nur Frachtführer sind. Genau. Also, wir sind Spediteur im Selbsteintritt, so heißt das dann. Also, wir nehmen quasi die Frachten von den Endkunden an und führen die Transporte auch selber durch. Genau, und das ist eben das, was ich sagte: wir nehmen normalerweise, außer über irgendwelche Frachtbörsen, um dann eben die Leerfahrten zu minimieren, eigentlich immer direkt für die
Endkunden. Und von anderen Spediteuren nehmen wir eigentlich nur Transporte an, wenn das eben gut in den Plan reinpasst, aber gerade da ist natürlich der Preisdruck noch größer als bei den anderen Spediteuren. Da gibt's dann Unteraufträge sozusagen. Und diese Routenplanung macht ihr selbst quasi alles? Und habt ihr dann eine spezifische Software, die ihr nutzt, um so eine Route zu planen? Ja, genau. Wir nutzen in dem Fall Solo Plan. Das ist eine Logistiksoftware, mit der
wir dann entsprechend die Reihenfolgen und die Abladestationen bestimmen. Und darüber hinaus ist der Fahrer dann für die detaillierte Routenplanung selber verantwortlich. Also, wir geben ihm jetzt nicht vor, welche Autobahn er zu fahren hat – und genauso verhält sich das übrigens auch mit den Ladevorgängen. Also, wir geben den Fahrern Empfehlungen, wo sie laden können, aber heraussuchen sollte er sich das am Ende selber. Denn wenn da mal eine Umleitung oder ein Stau ist, dann sollte er sich
auch selber zu helfen wissen. Sonst wären wir bei momentan, ich glaube, 35 Lkws schon ziemlich beschäftigt, wenn wir jedem Lkw-Fahrer sagen müssten, wann er die Pause oder den Ladevorgang zu starten hat. Und das Stichwort Fahrer: Es gibt ja in der Branche viel Fahrermangel. Wie ist es für euch? Ist es auch eine riesige Hürde, da genügend Fahrer zu finden? Oder habt ihr da dadurch, dass ihr auch jetzt eine gewisse Bekanntheit habt, eher kein Problem? Ja, genau. Es ist immer
so ein bisschen schwankend. Natürlich haben wir durch unsere Expansionen auch einen deutlich höheren Bedarf an Fahrern. Also grundsätzlich haben wir auch viele Bewerbungen, die dann zu uns kommen wollen, aber gleichzeitig natürlich auch immer mal Phasen, wo dann die Fahrer knapp werden. Gerade wenn viele Aufträge gleichzeitig neu losgehen, gerade die größeren, dann müssen wir natürlich ad hoc auf einmal sechs bis zehn Fahrer finden. Ja, genau, und das ist dann noch ein bisschen, sage ich mal, aufwendiger. Aber allgemein,
denke ich, wenn man faire Rahmenbedingungen schafft, dann sind Fahrer an sich auch noch zu finden. Und ja, Stichwort E-Mobilität nochmal, jetzt mal Deep Dive in die E-Mobilität. Ihr habt – du hast gesagt, ihr habt da schon spekuliert, das heißt, ihr habt da schon so einen Plan gehabt oder schon eine richtige Lust auf E-Mobilität. Wie kam das eigentlich zustande bei euch? Genau. Also, einerseits so ein bisschen auch durch die Kindheit schon dadurch, dass ich quasi auch neben den Windmühlen aufgewachsen
bin. Und genau. Also, ich habe mich schon immer sehr stark für Windenergie und ähnliche Themen interessiert. Und dann kam eben mein Vater auch damit und hat gesagt, dass es eben dieses KSNE-Programm gibt und auch, dass die Stadt Leer, bei der wir eine Ausschreibung mitgemacht haben, gerne will, dass das Ganze nachhaltiger transportiert wird. Und dann haben wir uns das KSNE-Programm genau angeschaut und dann entschieden, damals dann tatsächlich 20
Fahrzeuge inklusive Infrastruktur zu bestellen. Genau, wo dann eben auch die meisten wahrscheinlich eher ein bisschen zurückhaltender waren, als wir in dem Fall. Also wir haben dann eben gesagt: okay, wenn ich dann wirklich 20 Fahrzeuge habe, dann kann ich auch einen Mitarbeiter einstellen, der sich um dieses E-Mobilitätsthema kümmert. Wenn ich als Mittelständner da irgendwie nur 12 Fahrzeuge hätte, dann wäre das natürlich vom Aufwand her deutlich höher, deutlich kostenintensiver, als wenn wir da dann voll drauf fokussieren. Und hattet
ihr, um diesen Mut dann auch zu haben, auch eine grundlegende TCO-Analyse gemacht, die euch dann auch so stark überzeugt hatte, dass es sich irgendwie lohnt, dieses Risiko – dieses neue, die E-Mobilität, die man nicht so kennt und die die Prozesse ja ändert – auch zu wagen? Allgemein war irgendwie schon klar, dass die E-Mobilität auf jeden Fall eine wichtige Rolle in der Zukunft spielen wird. Und deshalb waren die Rahmenbedingungen natürlich schon sehr gut. Na
klar ist das so, dass die Fahrzeuge irgendwann deutlich günstiger werden, als sie damals waren, und auch die Infrastruktur wird vielleicht ein bisschen günstiger. Aber die Förderung war natürlich damals – ich glaube 80 % der Mehrkosten und 80 % der Investitionskosten bei der Infrastruktur – schon sehr attraktiv. Und deshalb haben wir – natürlich kann man da ewig daran rechnen und die letzte Nachkommastelle irgendwie herausrechnen, aber die Rechnung haben wir natürlich irgendwo gemacht – am Ende
sind das auch nur theoretische Werte, denn wir wussten ja auch nicht, ob das jetzt so gut funktioniert. Wie gesagt, wir fahren ja hauptsächlich auch im Fernverkehr mit den Fahrzeugen. Und die E-Mobilität war auf einmal ein Thema – als wir den Förderantrag gestellt hatten, sind wir damals auch davon ausgegangen, dass wir irgendwie 20 Volvo FH Electric bestellen müssen. Und die hatten ja nur eine Reichweite von circa 300 Kilometern mit entsprechend auch langsamer Ladeleistung. Und deshalb sind wir eigentlich davon ausgegangen, dass wir
nur im Nahverkehr fahren und hauptsächlich mit unserer eigenen Infrastruktur irgendwie operieren müssen. Genau, in den Monaten, als der Antrag dann bewilligt worden ist, haben wir dann andere Fahrzeughersteller angefragt, weil wir auch im Rahmen dieser Förderung Vergleichsangebote gebraucht haben, und haben dann festgestellt, dass die eigentlich noch viel interessantere Fahrzeuge hatten. Genau deshalb haben wir dann – was die Reichweite angeht – von den 20 Fahrzeugen auch 8 DAF und 10 Scania bestellt. Und die waren dann
schon deutlich fernverkehrstauglicher. Und wir haben dann auch den Iveco, als der damals rauskam mit 550 kWh Nettokapazität, angefragt, und die haben dann über ihre Leasinggesellschaft damals diese Förderanträge gestellt, sodass das auch noch zu vertretbaren Kosten bestellbar war. Und dann haben wir es einfach ausprobiert, das nach und nach auch im Fernverkehr auszutesten. Und da war natürlich auch der Tobias Wagner, als
er zu uns kam, ein wichtiger Faktor. Dem haben wir dann einfach mal Touren mitgegeben, die dann deutlich weiter weg gingen. Und dadurch, dass wir dann eben festgestellt haben, dass es so gut funktioniert, haben wir die Expansion dann auch noch weiter vorangetrieben. Und mittlerweile fahren, wie gesagt, auch bald 80 % der Fahrzeuge elektrisch. Das ist mega. Und für die Skeptiker in der Logistik – es gibt ja schon viele Stimmen, die eher noch ein bisschen konservativer
sind gegenüber der E-Mobilität, die sozusagen Diesel im Blut noch haben. Was hat euch denn so überzeugt? Du hast gerade gesagt: die E-Mobilität kommt, das war für uns klar. Mich brauchst du nicht überzeugen, aber wieso ist es für euch so klar, dass die E-Mobilität kommt? Das hängt natürlich einmal mit der gesamten Klimabilanz zusammen, denn man muss ja überlegen: die EU hat zum Beispiel klare Grenzwerte festgelegt, bis 2030 und bis 2050 CO2 deutlich einzusparen oder sogar Klimaneutralität zu erreichen.
Und diese Ziele sind eigentlich nur mit der E-Mobilität erreichbar – zumindest, was jetzt an Technologien am Markt ist. Keine kommt an die Einsparung des E-Lkw heran. Und sie ist auch die einzige Technologie, die am Ende – dadurch, dass die Energieerzeugung auf erneuerbare Energien umgestellt wird – nahezu komplett CO2-neutral sein kann. Und gleichzeitig, wenn wir uns Technologien wie Wasserstoff anschauen: die sind ja gar nicht, oder von der Wirtschaftlichkeit sehr
weit entfernt, und eben auch aufgrund der Energieeffizienz des Antriebsmodells sehe ich da auch nicht so die Möglichkeiten, da sehr dicht dranzukommen. An die E-Mobilität – da sind wir uns einig. Tobias Wagner, der auch Electro Trucker genannt wird oder sich selbst so genannt hat – ich bin auch ein Fan, habe auch die Videos nicht alle geguckt, aber schon einen Großteil. Wie war dein erster Eindruck, als er auf euch zukam? War das sofort für dich so ein ja, bist
du eingestellt oder so eine Skepsis. Oh, wer kommt da hier aus Bayern? Weil der Süddeutsche, der den ganzen Norden will, wird der überhaupt kommen? Also mein Vater hatte mich tatsächlich abends angerufen und meinte: Ja, da hat sich jemand beworben, oder er hat bei mir angerufen. Der will das Ganze, sage ich mal, auch medial begleiten und würde gerne dann als Lkw-Fahrer anfangen. Und dann meinte ich so: Ja, klar, machen wir. Ich meine, da haben wir ja nichts zu
verlieren, wenn da jemand da ist, der bereit ist, neue Dinge mit uns auszutesten. Ob das jetzt medial dann durchschlägt oder nicht, das war erst mal zweitrangig für uns. Uns ging es hauptsächlich darum, diese Fernverkehrstouren, auf die wir momentan hauptsächlich ausgerichtet sind von unserem Kundenstamm, einfach zu schauen, ob das auch elektrisch geht. Und das fanden wir eben super spannend. Und dann da einen Fahrer zu haben, der bereit dafür ist und willens ist,
da einfach mal loszufahren und auch die Widrigkeiten und Schwierigkeiten in Kauf zu nehmen, das war natürlich, sage ich mal, ein Lottogewinn. Und dass das dann natürlich medial auch noch so durchschlägt, ist umso mehr wert. Ja, und das heißt, ich habe das schon richtig verstanden, dass ihr vor ihm keinen Fernverkehr gemacht hattet. Er war sozusagen derjenige, der damit angefangen hat. Also das Ding ist, die Fahrzeuge kamen eigentlich erst dann, als er angefragt hat. Er hat wohl ein Bild von unserem Ladepark gesehen,
der dann schon im Januar irgendwie aufgemacht worden ist. Und da hat er mir dann auch, glaube ich, meinen kleinen Presseartikel rausgegeben. Und das hat er wohl gesehen. Da war aber auch nur ein 7,5-Tonner drauf. Dann hat er trotzdem einfach angerufen und hat gefragt, ob die vielleicht Interesse an dem Projekt hätten. Und genau dann haben wir – das war dann ja, genau, jetzt vor eineinhalb Jahren, ich glaube das war im April –
genau, und dann hatten wir Tobias zu Iveco eingeladen. Da hatten wir nämlich eine Fahrerschulung bzw. Fahrereinweisung in den neuen eWay bekommen. Genau, da haben wir dann gesagt: Da er ja in der Nähe von, also nicht so weit weg von Mühldorf am Inn ist, haben wir ihn dann dahin eingeladen. Und genau, dann konnte er da auch die erste Testfahrt mit dem Lkw machen. Genau. Und dann ging es zum 1. Juli 2024 dann bei ihm los. Er ist dann
erst mal im Nahverkehr angefangen, um den Umgang mit den Fahrzeugen und mit der Ladungssicherung zu lernen. Und dann haben wir ihn nach 2–3 Wochen schon in den Fernverkehr geschickt. Und Fernverkehr war für euch auch schon denkbar, weil es möglich ist, an bestehenden MCS/HPC-Ladesäulen schnell zu laden, genau. Also das war – genau – wir haben uns da natürlich sehr intensiv mit der ganzen Thematik beschäftigt und dann auch hier und da immer mal, also mein Vater ist dann teilweise auch zu
paar Ladeparks hingefahren, hat sich das da angeschaut, ob es da irgendwie möglich ist, mit dem Lkw laden zu können. Also auch schon im Vorfeld. Von der Theorie her war das so – das waren Gedanken, wo wir sagten: OK, das müsste ja auch irgendwie möglich sein. Aber ob es dann tatsächlich funktioniert, da waren noch Fragezeichen. Zumindest die entfernteren Nahverkehrsrouten wollten wir dann schon elektrisch fahren. Deshalb hatten wir dann ja auch den
eWay zum Beispiel angeschafft. Und genau, als wir dann gesehen haben, dass es funktioniert, haben wir dann noch weitere Fahrzeuge bestellt. Ja, und im Nahverkehr habt ihr dann quasi immer so geplant, dass ihr bei euch immer wieder nachladen könnt, sodass die Tour ohne die Notwendigkeit, beim Kunden oder unterwegs laden zu müssen, funktioniert. Ja, genau. Beziehungsweise wir hätten uns dann tatsächlich auch neue Kunden suchen müssen in unserem Bereich, weil wir, wie gesagt, eigentlich eher Fernverkehrs-lastig sind. Wie gesagt,
wir hatten schon Kontakt zu ein paar Lkw-Ladeparkbetreibern, die so 100 km von uns weg waren. Selbst da wussten wir: OK, wir können dann unseren Radius um weitere 100 km verlängern. Also das war dann schon klar. Und dass das irgendwann auch noch weitergeht, das war auch, sag ich mal, in der Aussicht. Aber ob das dann jeweils immer funktioniert, das haben wir in dem Zuge so richtig festgestellt. Und haben die anderen Fahrer sich dann quasi von Tobi
schulen lassen? Waren die dann auch schon sehr schnell eigenständig unterwegs? Genau, also wir haben schon relativ schnell andere Fahrer auch in den Fernverkehr geschickt. Ich bin selber damals auch mitgefahren. Genau, wir sind damals zusammen nach Spanien, nach Madrid gefahren. Ja, genau. Und viele andere Fahrer sind auch schon sehr schnell auf den Elektro-Lkw umgestiegen und haben es dann dementsprechend so nachgemacht. Genau. Und in der Tourenplanung:
Gibt es da jetzt Unterschiede im Vergleich zum Diesel in Sachen, die man berücksichtigen muss, ob es jetzt länger dauert wegen des Ladens? Wie lautet das Fazit, nachdem ihr so viele Touren schon gemacht habt? An sich nicht. Man muss natürlich gucken, dass die Schichtzeiten am Ende auch nicht zu groß werden. Das Ding ist ja, die Ladepausen sind an sich ja wirklich Ruhepausen für den Fahrer, weil er den Stecker einfach nur reinstecken muss und dann die
Zeit für sich hat. Wenn natürlich Kunden da sind, wo lange Wartezeiten sind, die die Fahrer dann teilweise auch nutzen – eigentlich wäre es Bereitschaftszeit, aber in der Praxis wird es dann teilweise trotzdem als Pausenzeit genutzt. Und dann wären natürlich in dem Fall tatsächlich diese Ladestopps dann ein Add-on, sage ich mal. Und deshalb ist uns immer daran gelegen, dass wir die Wartezeiten beim Kunden eben möglichst gering halten, also dass wir da mit dem Kunden gemeinsam dann die Prozesse so optimieren, dass der Fahrer dann direkt mit
dem Be- und Entladen des Fahrzeugs beginnen kann. Das Problem ist da, dass es quasi nicht genug Platz bei den Rampen gibt, oder woran hängt das dann, dass man so lange warten muss in der Praxis? Das ist so eine Unternehmensphilosophie. Also aus meiner Sicht müssten eigentlich die Verlader da deutlich aktiver werden und ihre Verladung ein bisschen mehr an die LKWs anpassen, denn am Ende habe ich natürlich beim LKW-Fahrer und dem Fahrzeug höhere Kosten, als wenn ich die
Anlieferung flexibler gestalte mit den Mitarbeitern da. Problem ist nur, der Verlader bezahlt diese Wartezeiten nicht direkt, sondern nur indirekt über den Frachtpreis. Also natürlich gibt's gewisse Branchen, wo sehr lange Wartezeiten üblich sind, und dort werden dann normalerweise auch höhere Frachtraten verlangt, weil eben die Logistiker oder Spediteure wissen, dass es da zu langen Wartezeiten kommt. Also indirekt bezahlen sie das, aber nicht direkt. Und dann versuchen die durch Zeitfensterbuchung die Verlader über den Tag gleichmäßig auszulasten. Das Problem ist nur, dass
natürlich der Verkehr gar nicht so homogen ist. Es kann immer mal zu Staus und Verzögerungen kommen.
Das heißt, am Ende plane ich da einmal einen Puffer mit ein, um dieses Zeitfenster dann zu schaffen. Und dadurch komme ich dann am Ende natürlich trotzdem auf mehr Wartezeiten, als wenn die Verladung einfach sagen würde: Ich setze mein Personal so flexibel ein, dass ich immer genug Rampen oder Personal dann auch zur Verfügung habe, wenn der LKW-Fahrer kommt. Natürlich kann man das ein bisschen einschränken – ich meine, wenn ich insgesamt eine Platzlimitierung habe, kann ich das natürlich ein bisschen einschränken.
Aber generell sollten die Verlader da deutlich flexibler werden. Ich meine, wir haben ja schon irgendwo teilweise ein Problem, gute neue Fahrer zu finden. Und diese Fahrer dann alle noch immer Ewigkeiten auf den Plätzen davor warten zu lassen, das denke ich, ist nicht der richtige Ansatz. Ja, total. Das macht total Sinn. Und ich nehme an, da sind sich einige dieser Probleme bewusst, und da muss man vielleicht die Incentivierung ein bisschen anders gestalten. Und ihr habt
verschiedenste E-LKWs, hast du schon gesagt. Ich glaube, sieben an der Zahl Herstellermarken habe ich irgendwie gelesen. Ist das aktuell? Genau. Wie entscheidet ihr, so viele Hersteller oder nur einen Hersteller – wie ist das in der Praxis? Genau. Also normalerweise ist das so: Wir hätten jetzt zum Beispiel ganz früher einen reinen Mercedes-Benz-Fuhrpark, und dann sind wir zu MAN und DAF gewechselt, hatten also die beiden Modelle hauptsächlich. Und jetzt in der E-Mobilität ist es tatsächlich so,
dass die.
dass die einzelnen Hersteller sich auf sehr unterschiedliche Felder noch spezialisiert haben. Also der eine hat sich auf große Ladeleistungen und
Reichweiten fokussiert. Der andere ist dann mit den Aufbau-Höhen niedriger gegangen. Dann gibt's welche, die vom Service und von den Wartungen deutlich besser sind, aber dafür in der Reichweite nicht so gut, sodass sie dann im Nahverkehr einsetzbar sind. Und dann gibt's welche, die dazwischen sind, die alles so ein bisschen machen. Und deshalb haben wir uns tatsächlich dazu entschieden, dann eben die sechs beziehungsweise sieben Hersteller einzusetzen, einfach um dann für unsere unterschiedlichsten Kunden immer jeweils das beste Fahrzeug für den Einsatz
zu nehmen, und gleichzeitig ist das natürlich auch schon eine Motivation von mir, dass auch alle Hersteller diesen Schritt in die E-Mobilität überstehen. Denn ich glaube, uns als Logistikbranche bringt das jetzt auch nichts, wenn am Ende nur zwei oder drei Hersteller übrig bleiben würden. Das wird am Ende dann ja auch eher zum Oligopol führen. Und deshalb ist das schon auch ein Anliegen von mir, dass alle in dem Thema weiter fokussiert bleiben und dann auch die nötigen Entwicklungsschritte weitergehen. Und da
unterstützen wir die dann eben auch gerne dabei. Und dabei wäre es ja auch eigentlich wichtig, dass nicht nur Nano Jansen sozusagen diese Führung übernimmt in Sachen E-Mobilität, sondern auch andere, die so ähnlich aufgestellt sind. Gibt es deines Wissens viele Firmen, die jetzt auch euren Weg gehen, so ähnliche Firmen wie ihr? Ja, genau. Grundsätzlich gibt's einige Logistikunternehmen, die da auch schon sehr weit sind. Meistens ist es tatsächlich so: die, die sich entschieden haben, diesen Weg zu gehen, die gehen so wie wir dann auch eher
in die Skalierung rein und schaffen dann auch immer mehr an. Denn jeder weitere LKW, den ich mehr anschaffe, senkt am Ende auch die Kosten. Und zum Verständnis auch: Wie viele Firmen gibt's eigentlich so in Deutschland in der Art, wie ihr es seid? Gibt's dann so Hunderte, Tausende – so eine Größenordnung? Ja, aber ihr seid natürlich auch – vielleicht sollte man die Frage noch mal anders stellen, im Sinne von: ihr seid so Frachtführer in einer bestimmten Größe –
vielleicht nicht direkt, da gibt's schon so um die zehn Speditionen, denke ich schon in dem
in der Unternehmensgröße, sag ich mal, die so etwas machen. Denkst du, dass die meisten jetzt auch auf die E-Mobilität umsteigen? Bisher sind das noch wenige. Also ich merke schon, dass sich sehr viele mit dem Thema beschäftigen, aber in die konkrete Umsetzung – das sind, glaube ich, immer noch einstellige Prozentzahlen, die sich überhaupt mal, sage ich mal, mindestens einen E-Lkw angeschafft haben. Ja, spannend. Und in Sachen Lärmschutz, da gibt's ja in der E-Mobilität den Vorteil, dass man sehr geringen Lärm
hat. Würde sich da auch was ändern in deinen Augen? Oder könnte man da auch regulatorisch neu ansetzen, dass das euer Geschäftsmodell auch ändern wird – dass man auch nachts Lieferungen macht? Siehst du da Entwicklungen und Innovationen in die Richtung? Ja, das haben die zum Beispiel schon in den Niederlanden und in London gemacht. Also in London kommt man, glaube ich, nur noch mit einem Zero-Emission-Fahrzeug rein in die Stadt. Deshalb sind die englischen Unternehmen da auch sehr stark hinterher bei der E-Mobilität. Wobei
es da auch noch mit den Ladepreisen teurer ist als hier. Da kommen wir noch zu den Preisen. Und in den Niederlanden haben sie tatsächlich diese Nachtanlieferung mit besonders emissionsarmen Fahrzeugen, also auch mit lärmarmen Fahrzeugen. Da gibt's dieses grüne L zum Beispiel. Das ist dann eben für die Nachtanlieferung in den Niederlanden. Ähnliche Dinge könnte ich mir auch vorstellen, dass die für Deutschland sinnvoll wären, gerade für die Städte und Gemeinden, die dann eben auch etwas für ihre Anwohner
und die Umwelt am Ende tun wollen. Das wäre sicherlich ein guter Ansatz zu sagen: OK, die Nachtanlieferungen in die Supermärkte oder Ähnliches kommen dann eben nur noch mit – ja, genau – mit Fahrzeugen, die dann in dem Fall wahrscheinlich elektrisch sind. Ladepreise hast du schon erwähnt. Das war eine Frage, die ich hatte. Es gibt ja viele Unterschiede an den öffentlichen Ladesäulen bei den Ladepreisen. Wie geht ihr damit um, dass ihr da nicht überrascht werdet beziehungsweise Kosten optimiert? Genau, also wir
haben tatsächlich in dem Fall Verträge mit einzelnen CPOs geschlossen, wo wir dann individuelle Preise verhandelt haben, die sich auch ein bisschen an der Abnahmemenge richten. Also dadurch, dass wir einen so großen Fuhrpark haben, können wir natürlich auch andere Volumen abnehmen. Und das heißt, ihr geht dann nur zu diesen CPOs? Genau, also am Anfang haben wir gesehen, dass wir überall irgendwie laden können, damit wir die Touren
überhaupt elektrisch fahren können. Und mittlerweile ist der Fokus eher darauf, dass wir den Fahrern sagen: Ladet bitte hauptsächlich bei den Ladesäulenbetreibern, um die Kosten am Ende niedrig halten zu können. Und habt ihr dann eine Ladekarte vom MSP, mit dem ihr dann nur zu diesen CPOs geht? Ja, das ist immer noch eine Diskussion. Also ich möchte da eigentlich kein Roaming drin haben. Aber nicht alle CPOs und MSPs können
dieses Roaming auch tatsächlich abstellen. Ja, das gebe ich eigentlich jedem als Hausaufgabe mit, dass die eine Lösung schaffen dafür, dass diese Karten auch wirklich nur beim jeweiligen Betreiber verwendet werden können. Denn es bringt uns am Ende nichts, wenn wir auf einmal 0,80 € netto irgendwo bezahlen müssen, weil der Fahrer die falsche Karte davor gehalten hat. Also das ist tatsächlich noch ein Thema. Und ich meine, wenn die Anbieter das dann nicht abstellen –
es werden gerade so viele neue Lkw-Ladeparks gebaut. Am Ende sind wir auch nicht mehr von einem einzelnen Anbieter abhängig. Wir müssten am Ende gar nicht.
Also genau, wir könnten ohne jeden MSP am Ende auch auskommen. Spätestens nächstes Jahr werden wir das, denke ich, auch zur Bedingung stellen, dass die dieses Roaming entsprechend abschaffen bei ihren Karten. Und ansonsten haben wir gerade für die kleineren Ladeparks neuerdings diesen E-Tracker-Chip, den Tobias in seinen Videos schon ein paar Mal vorgestellt hat, eingeführt. Dabei senden wir dem Betreiber unsere EVID-Nummern zu und der pflegt die
dann ein, und dann kann der Fahrer mit dem Chip vor Ort den Ladevorgang starten. Das führt dazu, dass die Fahrer nicht mehr acht verschiedene Ladekarten mit sich herumschleppen müssen, sondern nur noch die Haupt-MSP-Karten und den E-Tracker-Chip. Interessant. Und ist der E-Tracker-Chip – ich habe mich tatsächlich noch nicht so vertieft damit – ist das dann eine Art MSP, oder? Ja, genau. Also das ist eigentlich nur eine EVID-Kennung, die beim Ladeparkbetreiber hinterlegt ist.
Der weiß dann: OK, das sind wir, und schaltet den Ladevorgang frei. Verstehe. Und dann rechnet der Ladeparkbetreiber auch direkt mit uns ab. Interessant. Und der Unterschied beim Preis – damit man sich das mal vor Augen führen kann: wenn man das falsch macht und wenn man das gut macht, was bedeutet das für euch so in der Praxis? Ja, genau. Also wenn da teilweise wirklich 0,80, 0,90 € netto aufgerufen werden, ist das schon – also das sind schon am
oberen Ende sozusagen. Das kann dann doppelt so viel sein. Ja, das ist natürlich ganz anders – wir reden nicht nur von einem Prozent, sondern. Und wenn die dann natürlich noch irgendwie 200, 300 kWh da laden, tut das natürlich weh. Ja. Und die Preise, die er dann auch für die E-Lkw jetzt bezahlt. Vielleicht hätte ich das nochmal erwähnen müssen: Für die Zuhörer – KsNI ist ein Förderprogramm gewesen, was es gab, was es, glaube ich, nicht mehr gibt.
für die Beschaffung von E-Lkws. Das heißt, heute müsst ihr euch am Markt einfach – es gibt kein Förderprogramm mehr. Ja. Wie viel mehr kostet jetzt so ein E-Lkw im Vergleich zu einem Diesel?
Ja, grob geschätzt immer noch das Zwei- bis Zweieinhalbfache. Und das heißt, von den TCOs könnt ihr das dann über die geringeren Betriebskosten wieder einholen. Genau – eine Payback-Time von wie viel, so zwei Jahren oder so? Nee, schon über die gesamte Lebensdauer am Ende. Der Hauptunterschied in den Kosten ist, würde ich sagen, am Ende die Maut. In Deutschland ist die ja beim normalen Diesel-Lkw 0,50 € pro Kilometer. Und die ist bisher für Lkws noch
komplett befreit. Die EU-Kommission hat die Erlaubnis gegeben, diese Befreiung bis 2031 fortzuführen. Die Umsetzung ist allerdings freiwillig von den Mitgliedstaaten – Deutschland, das deutsche Verkehrsministerium kann das jetzt umsetzen, wenn sie wollen. Genau, das hängt da gerade noch im deutschen Verkehrsministerium, ob die Mautbefreiung weitergeht. Im Koalitionsvertrag steht, dass die Mautbefreiung über 2026 hinausgeht. Und es wäre tatsächlich zu begrüßen, wenn das Verkehrsministerium auch wirklich eine langfristige Lösung schafft, sodass eine gewisse Planbarkeit dann auch für alle Unternehmen da ist. Denn dieses
Abwarten und Zögern – dieses spontane Entscheiden von politischen Entscheidern ist dann tatsächlich eher hinderlich am Ende für die E-Mobilität und auch für die Unternehmen, die eben investieren wollen. Und das sehe ich tatsächlich auch als ein großes Problem unserer Wirtschaft, was wir gerade haben, dass die Planungssicherheit da einfach nicht so gegeben ist. Und da müsste die Politik viel mehr stabile Rahmenbedingungen vorgeben. Und nicht anfangen zu sagen: okay, vielleicht machen wir es morgen auch wieder anders. Das verunsichert am Ende alle Unternehmen
und führt dann am Ende auch nicht zu einer Entscheidung. Wenn ich genau weiß, okay, es gibt keine Förderprogramme, aber die und die Rahmenbedingungen sind da, dann ist ja alles gut. Dann kann ich daraufhin eine Entscheidung treffen. Wenn ich als Politiker ankündige: ja, vielleicht machen wir nächstes Jahr nochmal ein Förderprogramm, irgendwie eine Kaufprämie oder so, dann warten alle bis nächstes Jahr, ob es dann vielleicht die Kaufprämie gibt. Und dann stellt sich im Haushalt raus, die gibt's doch gar nicht, oder die haben
kein Geld dafür. Dann fällt die wieder weg. Aber alle haben dann trotzdem gewartet. Und deshalb ist diese Ankündigung von Förderung eigentlich Gift am Ende für die E-Mobilität. Viel besser wäre eigentlich zu sagen: okay, wir machen keine Förderprogramme mehr, sondern fördern eher durch die Mautbefreiung, zum Beispiel bei den Lkws, und auch zum Beispiel mit einer Stromsteuersenkung für öffentliche Ladesäulen oder auch Ladeparkbetreiber oder Speditionen. Das wird natürlich auch helfen, insgesamt die operativen Kosten auch für die privaten Pkw zu reduzieren. Genau, so sieht es
auch aus mit den Netzentgelten. Auch da wäre sicherlich irgendwo eine Einsparung möglich, sodass dann auch die öffentlichen Ladepreise irgendwo ein bisschen sinken, gerade für die Pkw-Fahrer. Und wie viel günstiger ist jetzt vom Betrieb her der Strom – die Energiekosten sozusagen – im Vergleich zum Diesel? Ungefähr gleich? Ja, aber der Dieselpreis schwankt natürlich sehr stark. Wir kriegen eigentlich täglich einen neuen Dieselpreis. Genauso sieht's auch mit dem tatsächlichen Strompreis aus. Also an unserer eigenen
Infrastruktur handeln wir auch mit dynamischen Strompreisen. Das heißt, wir bezahlen sogar viertelstündlich andere Preise. Aber an den öffentlichen Ladesäulen sind dann meistens eher Fixbeträge vorhanden, bisher zumindest noch. Und genau, je nachdem, ob jetzt gerade der Diesel günstiger wird und der Strom ein bisschen teurer – es ist ein Unterschied da, aber insgesamt würde ich sagen, es ist relativ auf einer Ebene. Der Dieselpreis schwankt, nehme ich an, nicht so viel, oder
– wie 10 % vielleicht hin und her oder wie viel, so grob? Also das ist eher über einen Monat gerechnet. Da gibt's dann teilweise schon Schwankungen von, sagen wir, fünf bis zehn Cent oder noch stärker. Aber auf einen einzelnen Tag gerechnet sind das dann Cent-Bereiche, die da einen Unterschied machen. Und der Strompreis ist ja vor allem in der Öffentlichkeit – würdest du sagen, ähnlich wie Diesel? Aber ich nehme an, bei euch im Depot könnt ihr noch mal bessere Preise erzielen,
wenn ihr auch dynamische Stromtarife habt. Ihr habt ja auch eine Solaranlage – dann nehme ich an, ist es noch mal deutlich günstiger, oder? Da können wir natürlich durch unsere Eigenerzeugung dann am Ende deutlich günstiger den Strom produzieren. Genau. Also da ist natürlich die Auslastung des Ladeparks sehr entscheidend. Ich habe ja gewisse Fixkosten wie Netzentgelte und auch die Investitionskosten der Anlage. Und umso mehr Lkws ich am Ende am Tag dort lade oder über das Jahr hinaus, desto günstiger wird es.
dann wird am Ende die einzelne Kilowattstunde berechnet. Wenn ich eine gute Auslastung hinkriege, sind da auch deutlich günstigere Preise als an öffentlichen Ladesäulen möglich. Weißt du aus dem Stand, wie viel ihr so öffentlich ladet und wie viel bei euch am Standort? Ich denke, es könnte sogar 50:50 sein. Interessant. Und wie viel ist das so grob – ich weiß nicht, ob du das weißt –
es ist eine sehr detaillierte Frage, aber so pro LKW oder insgesamt in Megawattstunden. Also jeder LKW braucht ungefähr 100.000 Kilowattstunden im Jahr. Interessant. Ich rechne jetzt mal grob mit 1 Kilowattstunde pro Kilometer. Je nach Modell kann das noch variieren. Wenn wir dann 100 bis 120.000 Kilometer fahren, können wir da schon von circa 100.000 Kilowattstunden pro LKW ausgehen. Dementsprechend kommen wir bei den jetzigen 35 auf 3,5 Millionen Kilowattstunden und bei den 58 dann eben bei
5,8 oder 6 Millionen Kilowattstunden. Und die Solaranlage, wie groß ist sie? Und wie viel könnt ihr davon verwerten? Schafft ihr das überhaupt, weil die LKWs vielleicht tagsüber unterwegs sind? Habt ihr da eine Batterie vielleicht? Ja, genau. Wir haben eine 800 kW Peak Solaranlage und einen 1,3 Megawattstunden-Speicher. Der ist nach drei LKWs aber auch schon wieder leer. Wir können die Solarenergie schon zum Großteil nutzen, gerade jetzt im
Frühling und Herbst nutzen wir die Energie dann komplett von der eigenen Produktion. Im Sommer gibt's natürlich Phasen, wo dann auch mal ein Überhang da sein kann, wenn mittags gerade kein LKW da ist, wobei wir aufgrund unserer Menge mittlerweile schon mindestens 80, 90 % des Stromes am Ende auch verwerten. Ein Thema, das in dieser Thematik E-LKW immer ganz groß vorkommt, ist das Thema Netzanschlussleistungen. Die Verteilnetzbetreiber sind etwas überlastet,
was das angeht. Wie war das für euch, die Erfahrung, da genügend Leistung zu sichern für euren Standort? Wir konnten bei uns tatsächlich alles kriegen, was wir haben wollten. Das ist ja mal schön. Wir sind auch direkt neben der Offshore-Trasse – von AchsoNord oder so. Also diese ganzen Offshore-Windanlagen haben ihre Stromtrasse dann auch direkt bei uns stehen, deshalb. Und auch die Stadt oder die Gemeinde hat sich sehr früh um große Anschlussleistungen
im Gewerbegebiet gekümmert, so dass nicht nur die Hochspannungsleistung, sondern auch die Mittelspannung entsprechend gut war. Deshalb haben wir uns am Ende für einen 14-Megawatt-Anschluss entschieden, den wir momentan aber noch gar nicht ausnutzen. Momentan nutzen wir davon so 700 Kilowatt, auch weil wir natürlich keine so hohen Spitzenleistungen haben wollen. Selbst wenn wir mehr LKWs dran haben, reduzieren wir am Ende einfach die Ladeleistung, um die Lastspitzen nicht
zu hoch zu treiben. Das ergibt Sinn. Und ihr habt euch ja ganz früh auch – weil ein Fehler, den viele Speditionen oder andere Unternehmen machen, ist: man holt sich die Fahrzeuge und dann merkt man, oh, die Netzanschlussleistung schafft es nicht – habt ihr das von Anfang an ganzheitlich geplant? Also: jetzt brauchen wir Solar, jetzt brauchen wir Batteriespeicher, dann brauchen wir Netzanschluss natürlich mit Trafo und Energiemanagement-Software. Oder wie war der Prozess für euch? Wir haben das schon
alles zusammen gedacht, auch immer im Hinblick darauf, dass wir es noch weiter expandieren können. Deshalb haben wir auch einen 4-MW-Anschluss gewählt. Es war klar, dass wir den am Anfang bei 20 LKWs nicht brauchen werden, aber wenn wir irgendwann 80, 90 Fahrzeuge elektrifizieren oder im Depot laden, brauchen wir natürlich Expansionspotenzial. Deshalb lohnt es sich, gleich eine größere Anschlussleistung mitzuplanen. Was war da
die Berechnungsgrundlage, wenn du dich erinnerst? Wenn man so viele Ladepunkte hat – einen Ladepunkt pro Fahrzeug – dann muss man grob so denken: bei 100 Fahrzeugen, was laden die überhaupt? In der niedrigsten Leistung mit 20 kW oder – was ist so die niedrigste Leistung? Die können, glaube ich, so 20 bis 40 kW laden, je nach Modell. Und dann hat man quasi, selbst wenn man am niedrigsten lädt, das mal 100
genommen – dann wäre das grob, kann man sich das so vorstellen: 40 kW mal 100 ist genau 4 MW. Ja, genau. Grundsätzlich war das damals auch die maximale Leistung, die wir für unsere ersten 10 Ladesäulen geplant hatten. Letztendlich sind wir dann aber doch auf 300-kW-Säulen runtergegangen, weil wir bei den 400-kW-Säulen noch nicht wussten, ob die schon serienreif sind, wenn wir sie aufbauen. Deshalb haben wir uns am Ende für die 300-
kW-Säulen entschieden. Es war damals tatsächlich so gedacht, dass wir theoretisch den kompletten Ladepark unter Volllast laufen lassen könnten, was den Strom angeht. Wie gesagt, wir halten momentan die Lastspitzen nicht so hoch. Und macht ihr auch Optimierung auf Basis der dynamischen Stromtarife, wenn ihr so einen Tarif habt? Ja, genau. Wir regeln die Ladeleistung schon runter, wenn wir in höherpreisige Phasen reinkommen. Und das ist meistens eher abends –
der Fall, um dann in der Nacht einfach noch mehr zu laden oder den Ladevorgang dann mehr zu strecken. Und dann in der Nacht erhöhen wir dann wieder die Ladeleistung. Ja, cool. Und habt ihr vor, bidirektionales Laden zu machen? Ist das ein Thema für euch? Also grundsätzlich ist das schon ein Thema. Ich glaube, da werden wir auch noch mal ein Projekt machen. Aber genau, inwieweit das dann am Ende zuträglich ist für die Fahrzeuge, das wird sich dann auch noch zeigen. Also ich meine,
wir wollen die Batterie ja auch über die gesamte Lebensdauer des LKWs nutzen. Wenn natürlich die Batterielebensdauer dadurch verringert wird, dass ich es für bidirektionales Laden nutze, müssten wir uns natürlich dann überlegen, ob sich das dann rechnet. Und beim Thema geteilte Ladeinfrastruktur auch am Depot – ist das etwas, wo... das ist ja auch ein heißes Thema, inwiefern Speditionen oder auch andere Arten von Unternehmen sich gegenseitig Infrastruktur teilen. Ist das ein Thema, was relevant wäre für euch? Momentan ist es tatsächlich so,
dass wir die Infrastruktur nur für uns nutzen. Das hängt aber auch ein bisschen mit dem CSD-Programm zusammen, da das CSD-Programm vorgesehen hat, dass die Ladeinfrastruktur nicht öffentlich ist. Aber nach vier Jahren dürften wir das auch öffentlich anbieten. Dadurch wollte man eben verhindern, dass die öffentlichen Ladebetreiber sich die Fördermittel abgreifen, sondern dass das auch wirklich für die Speditionen am Ende ist. Genau. Und siehst du das auch, dass dynamische Stromtarife an öffentlichen Ladepunkten – dass ihr da auch in die Richtung Kosten optimieren
könntet, auch an öffentlichen Ladepunkten, dass man anhand der Route und auch dieser Preise, dass sich das auch widerspiegeln könnte? Das ist ja auch zumindest bei CPOs immer mal wieder ein Thema, dynamische Stromtarife. Wie blickst du drauf? Also, da würde ich tatsächlich unterscheiden zwischen den, sage ich mal, Fahrern, die jetzt kreuz und quer fahren bei uns, und denen, die nur die Linienverkehre fahren. Also, wenn die natürlich einen Linienverkehr machen, dann weiß ich
eigentlich ziemlich genau, wann der Fahrer wo ist. Und dann kann ich natürlich dahingehend auch optimieren, dass wir mit dem CPO dann vereinbaren: okay, der lädt dann immer in der Mittagszeit, wenn die Sonne scheint. Das kann man dann auch im Tagesablauf, glaube ich, so integrieren. Bei so Projektgeschäften wird das natürlich dann ein bisschen schwieriger, weil die dann eben immer ad hoc passieren. Grundsätzlich kann ich mir da aber schon vorstellen, dass es da irgendwann neue Geschäftsmodelle gibt, die dann auch die Preise variieren
und gerade – also die größten Schwankungen sind ja auch sogar in diesen Abendzeiten und morgens. Da kann man natürlich auch, indem man über Nacht einfach, sage ich mal, 50-kW-Lader anschaffen würde, viel mehr in diesen Zeiträumen bei den LKW laden, was das natürlich auch wieder günstiger macht. Und wenn man so jetzt zur Praxis noch mal Anekdoten von dir hören möchte – Sachen, die mal nicht so gelaufen sind wie geplant oder wie erhofft mit der E-Mobilität, und Sachen, die du da
auch besser haben wollen würdest – wenn du jetzt mal so eine Nachricht an CPOs richtest oder auch an die Politik, was würdest du dir... was kommt dir in den Sinn? Genau, einmal sind natürlich die gesetzlichen Rahmenbedingungen bei den Lenk- und Ruhezeiten immer noch ein Thema. Denn wenn ich die Ladesäule freimache, um andere dann laden zu lassen, wird das als Unterbrechung der Tagesruhezeit gelten. Und da müsste es natürlich schon irgendwie eine Regelung geben, die jetzt, sage ich mal,
dieses positive Verhalten von den Fahrern dann nicht noch bestraft am Ende. Genau. Gerade auch, weil die Fahrer – also, wenn die abends, sage ich mal, ihre Pause machen, dann schlafen die ja noch nicht sofort, sondern dann duschen die oder essen die noch zu Abend. Und wenn der Ladevorgang beendet ist – das nimmt ja auch so eine Zeit in Anspruch, wo wahrscheinlich sogar der Ladevorgang schon beendet ist, bevor er dann schlafen geht – dann könnte er auch noch mal kurz umparken.
Das ist ja nicht so, dass der Fahrer dann in der Zeit nicht erholt war oder diese Pausenzeit am Ende nicht genießen konnte, so wie er es haben wollte. Ich denke, da sollte es schon irgendwie mal eine Anpassung geben, denn am Ende ist diese ganze Regelung ja auch für die Fahrer gedacht. Also, die soll ja die Fahrer unterstützen, dass sie quasi nicht ausgebeutet werden, sage ich mal, genau, dass sie auch genügend Ruhezeiten haben in ihrem Alltag. Und
wenn natürlich die Regelungen dazu führen, dass es eher den Arbeitsalltag erschwert, ist es natürlich nicht im Sinne der Fahrer oder bringt am Ende auch keinen was. Deshalb sollte man da schon in der Hinsicht ja sich etwas anderes überlegen, wie man gerade in diesem E-Mobilitätsbereich das irgendwie ein bisschen anpassen kann, das für alle Seiten sinnvoll ist. Also, ich meine, Ruhezeiten und Pausenzeiten sind wichtig für die Fahrer, auch um die Sicherheit im Straßenverkehr zu fördern und natürlich auch um
die Gesundheit der Fahrer beizubehalten. Aber hier und da ist dann schon ein bisschen Flexibilität, glaube ich, im Sinne aller Beteiligten. Dann gibt es die Reservierungsfunktion. Das ist so ein Thema, was gerade auch sehr heiß ist. Wie schaust du auf das Thema? Da bin ich immer sehr... Das ist ähnlich wie diese Zeitfensterbuchung. Da bin ich eigentlich ein Gegner von solchen Modellen. Also, ich denke immer, dass es viel besser ist durch diese Transparenz, dass ich durch die Apps und so
schon sehen kann. Okay, wie viele Fahrer sind oder wie viele Ladeplätze sind noch frei? Das ist auch immer ein guter Hinweis, ob ich da jetzt sofort einen Ladeplatz finde oder nicht. Und ich habe das selber bisher nur ein einziges Mal erlebt, dass ich warten musste, bis eine Ladesäule frei geworden ist.
Sonst kam ich immer sofort dran. Es ist auch erstens gar nicht notwendig, weil es noch sehr viele Plätze gibt. Und zweitens ist eben, wie gesagt, der Verkehr so unvorhersehbar. Also wenn dann vor mir irgendwie ein Unfall passiert, eine Vorsperrung ist, dann kann ich die Reservierung dann auch vergessen. Deshalb sehe ich das auch einfach nicht als notwendig. Ja, das soll immer irgendwo eine Sicherheit suggerieren, aber am Ende – ja, ich bin kein Fan von Reservierung. Verstanden. Das gibt's Sinn. Und das Thema Megawatt-Charging. Das war ja auch
ein ganz heißes Thema beim E-LKW. Ihr habt ja gezeigt, dass es auch mit CCS und 350 kW funktioniert. Siehst du das auch als notwendig? Gut, es gibt sicherlich ein paar Anwendungsfälle, wo das sinnvoll ist, bei solchen Zweifahrerbesatzungen. Ja, wenn man jetzt wirklich die Hauptladezeit irgendwie in die Mittagspause reinschiebt, sage ich mal, statt nachzuladen, dann wäre das vielleicht auch noch mal ein Thema. Aber grundsätzlich ist natürlich auch immer eine Kostenfrage. Also baue ich da jetzt
nochmal eine neue Infrastruktur auf, die natürlich auch irgendwo noch teurer ist und anfälliger, weil da eben natürlich Riesenströme durchgehen. Oder belasse ich das lieber bei, ja, sage ich mal, 300–400 kW. Also wenn ich eine flächendeckende, gut funktionierende und auch stabil laufende 400-kW-Infrastruktur habe, habe ich, glaube ich, schon sehr viel gewonnen am Ende. Und inwieweit dann ein anderer Stecker oder ähnliches notwendig ist, neben dem CCS – das müssen dann am Ende andere entscheiden. Aber genau, also die E-Mobilität funktioniert
auch ohne MCS. Nichtsdestotrotz kann es natürlich sein, oder ist es, denke ich, sinnvoll, das Thema auf jeden Fall weiter zu beobachten. Und wird die E-Mobilität von E-LKW getrennt werden von E-PKW? Jetzt wird das ja quasi noch – macht ihr das dann mit Milence und anderen E-LKW-dedizierten Ladesäulen? Wie siehst du das? Also, ich glaube, diese modularen Lösungen sind schon sinnvoll, um einfach die Infrastruktur auch besser auszulasten.
Genau und durch diese ganzen Lastspitzen und Fixkosten da gibt es auf jeden Fall Sinn, irgendwie den Netzanschluss zwischen LKW-Ladepark und PKW-Ladepark zu teilen. Denn die PKW sind meistens dann eher unterwegs, wenn die LKW nicht unterwegs sind. Gerade sonntags – das ist, glaube ich, einer der Haupttage bei den CPOs. Und bei den LKWs herrscht dann eben ein Fahrverbot, also dann sind deutlich weniger LKWs unterwegs. Das heißt, da kann ich natürlich eine homogenere Auslastung am Ende schaffen.
Was natürlich am Ende auch wieder zur Wirtschaftlichkeit beiträgt. Deshalb sehe ich jetzt nicht unbedingt eine konsequente Trennung als sinnvoll, sondern vielleicht eher – ja, also man kann natürlich auch sagen, okay, man öffnet den LKW-Ladepark irgendwie am Sonntag für PKW zum Beispiel. Oder hat eben einen gemeinsamen Stromanschluss, der zwar physisch getrennt ist, aber der Ladeanschluss selber nicht. Ja. Und für euch als Unternehmen – jetzt noch mal, kommen wir in die Zielgerade. Wo steht ihr in drei Jahren oder fünf Jahren? Wenn du dich jetzt
mal da hineinversetzt – wo willst du hin? Was ist so deine Vision? Okay. Also wir wollen schon weiter wachsen und auch ja weiteren Unternehmen die Möglichkeit geben, einen positiven Beitrag zur Nachhaltigkeit zu liefern. Genau, also wir sind, wie gesagt, jetzt schon relativ weit, was das E-Mobilitätsthema angeht, haben, wie gesagt, schon einen Großteil der Flotte umgestellt, gehen da weiter in die Skalierung rein. Genau und was sich dann in den nächsten Jahren noch alles entwickelt – die Welt ist so dynamisch. Da kann schon
sehr viel passieren. Genau. Und dann Stichwort: was sind so Innovationen, die dich umtreiben? So im Alltag – das Stichwort KI, OpenAI, autonomes Fahren. Wie siehst du das? Wird das autonome Trucking kommen? In der LKW-Branche – ist das komplett unrealistisch, oder? Was sind da so Themen, die dich umtreiben? Gerade was autonomes Fahren angeht, sind natürlich noch sehr viele regulatorische Hürden da. Das heißt, da ist immer die Frage: wie weit wird denn das Fahrzeug wirklich komplett
fahrerlos sein? Oder muss da immer noch jemand sein, wie beim Autopiloten im Flugzeug, der dann irgendwie im Notfall einschreiten kann? Genau, also es ist natürlich für, sage ich mal, gerade bei unserer alternden Gesellschaft – viele LKW-Fahrer, die da irgendwie jetzt gerade vor dem Ruhestand stehen. Die fallen natürlich dann irgendwie tendenziell in den nächsten fünf bis zehn Jahren irgendwann mal weg. Das heißt, dieser Mangel an neuen Fahrern könnte sich dann natürlich tatsächlich irgendwann auch breiter durchschlagen.
Aber wie gesagt, da sind noch sowohl technische als auch regulatorische Fragen offen. Was KI angeht, wird natürlich auch KI in der Logistik eine gewisse – auch insgesamt wichtige – Rolle einnehmen.
Gleichzeitig ist natürlich bei solchen Hype-Themen in Anführungszeichen auch oft so, dass die Technologie teilweise auch ein bisschen überbewertet wird und irgendwie alles in dieses KI-Thema reingeschmissen wird, was am Ende teilweise gar nicht KI ist, sondern einfach nur lineare Optimierung oder ähnliches. Genau. Also klar, KI hat irgendwie einen Einfluss auf den Alltag und wird auch seine Einflüsse in der Logistik haben, gerade im administrativen Bereich. Aber genau, also ich bin da an sich ganz entspannt, was das Thema angeht.
Genau, schauen, was es da für Optimierungspotenzial durch KI und ähnliche Anwendungen gibt, und danach werden wir dann entsprechend den Einsatz beurteilen, sage ich jetzt mal so. Ja, dann zu guter Letzt: Hast du für die Hörer noch eine Nachricht, die du gerne noch loswerden wollen würdest? Wie kann man dich erreichen? Genau. Also, ich bin unter anderem bei LinkedIn aktiv. Genau, sonst, wenn ihr Anfragen hättet, wenn ihr auch was elektrisch transportiert haben wollt – schaut gerne auf unsere
Website und dann kontaktiert uns gerne. Wir sind immer offen für neue Projekte. Und ich bedanke mich fürs Zuhören. Dann vielen Dank, Nano, auch für deinen Einsatz. Es ist, ich glaube, mega viel wert, was ihr da gerade für die E-LKW in Deutschland und in der Welt stiftet. Also ja, Hut ab und nach wie vor viel Erfolg. Ja, danke für die Einladung. Und alleine können wir es am Ende auch nicht machen. Deshalb sind wir da auch immer auf viele Faktoren und
viele Leute angewiesen. Aber vielen Dank für die Einladung. Sehr gerne. Bis zum nächsten Mal. Bis zum nächsten Mal. Das war Nano Jansen. Was hier überzeugt, ist weniger eine Zahl als die Haltung. Elektrifizierung ist Alltag, kein Sonderprojekt. Im Betrieb heißt das klare Leitplanken, einfacher Ablauf, ruhige Dispo. Die Fahrer bekommen Gestaltungsspielraum für Route und Ladestopp. Ladepausen zählen als Erholung. Das erhöht auch die Akzeptanz und senkt Stress. Die größte Baustelle liegt außerhalb des Depots: Wartezeiten beim Verlader. Hier entscheidet die Kundenschnittstelle über Produktivität. Bessere Rampenfenster, flexible Slotplanung,
und echte Verantwortung für Standzeiten würden sofort Wirkung zeigen – bei Kosten und Fahrerzufriedenheit. Damit Investitionen wirken, braucht es Planungssicherheit. Stabile Regeln sind wichtiger als wechselnde Fördertöpfe, und Ladezeiten sollten in den Lenk- und Ruhezeiten nicht zum Nachteil werden. Der Blick nach vorn ist klar: Prozesse mit Kunden verschlanken, Lastmanagement weiter schärfen, Pilotprojekte wie bidirektionales Laden prüfen und KI dort einsetzen, wo sie Administration und Disposition entlastet. Ich bin beeindruckt von der Führungsrolle von Nano Jansen. Und ich bin nicht der einzige. Danke fürs Zuhören bei Smart Charge by RiDERgy. Wenn euch die
Folge gefallen hat: abonnieren, bewerten, teilen. Bis zum nächsten Mal.
Notas do episódio
In dieser Folge von Smart Charge by RiDERgy spricht Claudio mit Nanno Janssen, dem Geschäftsführer in fünfter Generation von Nanno Janssen Logistics – einem der fortschrittlichsten Transportunternehmen Deutschlands, das den Umstieg auf elektrische Schwerlastlogistik vorantreibt. Vom Familienbetrieb, der vor fast 130 Jahren gegründet wurde, hin zu einer Flotte, die auf dem Weg ist, 80 % Elektrifizierung zu erreichen: Nanno berichtet, was es in der Praxis wirklich braucht, um den Fernverkehr zu elektrifizieren. Wir sprechen über die mutige Entscheidung seines Unternehmens, keine Diesel mehr zu kaufen und früh in E-Lkw zu investieren: 58 elektrische Nutzfahrzeuge im Rahmen des deutschen KSNI-Programms – mit Solarstrom, einem 1,3-MW-Batteriespeicher und einem 4-MW-Depot-Netzanschluss. Nanno erklärt, wie sein Team reale Hürden wie Netzanschluss, Fahrerakzeptanz und Lade-Logistik überwunden hat – und warum er überzeugt ist, dass elektrische Lkw bis 2030 die Straßen dominieren werden. Zentrale Themen: - Die Transformation eines Logistikunternehmens in fünfter Generation zum E-Trucking-Pionier - Learnings vom Hochskalieren von 35 → 70 Fahrzeugen und der Planung von 58 E-Lkw mit KSNI-Förderung - Kostenstrukturen, TCO-Insights und warum verlässliche Politik wichtiger ist als Subventionen - Verträge mit großen CPOs und Kostenoptimierung durch dynamische Tarife und eigene PV-Anlagen - Zusammenarbeit mit „Electro Trucker“ Tobias Wagner und Einblicke aus echten E-Langstreckenrouten - Wie E-Mobilität Fahrerroutinen, Wartungszyklen und die Planung der Depot-Infrastruktur verändert Nanno teilt außerdem seine Sicht auf die Zukunft der Logistik – von Shared Depots und Nachtzustellungen bis zur Rolle von autonomen Lkw und KI im Flottenmanagement – und macht deutlich, warum die Dekarbonisierung des europäischen Transports nur gelingen wird, wenn mittelständische Betreiber den Weg weisen.