Smart Charge Spezial mit Claudio Geyken, Pierre Rudolph und Stefan Poppe‑Lauterbach - E‑Flotten, Ladeinfrastruktur und Smart Charging aus der Praxis
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Bem-vindos ao Smart Charge by RiDERgy Podcast. Sou Claudio Geyken, fundador e CEO da RiDERgy. Este é o vosso programa para aprenderem tudo sobre gestão de energia e inovação em carregamento inteligente para veículos elétricos e frotas.
Este episódio é um pouco diferente. Não é um episódio clássico de entrevista, mas sim uma ronda especial Smart Charge com Stefan Poppe e Pierre Rudolf como co-anfitriões. Stefan traz a perspetiva da infraestrutura de carregamento – desde a ligação à rede, passando por questões de transformadores, até ao posto de carregamento e à implementação no terreno. Pierre traz a perspetiva da frota. Acompanhou várias frotas, impulsionou a digitalização e acompanhou a eletrificação da última milha na HelloFresh. E eu trago a perspetiva da gestão de energia e do carregamento inteligente. Conhecemo-nos no projeto comum da HelloFresh. Lá, veículos, infraestrutura de carregamento e otimização energética tiveram de convergir em
operação real. É precisamente disso que trata este episódio. O que acontece realmente quando se eletrificam depósitos? Como se evita infraestrutura sobredimensionada? Quando é que realmente se precisa de um transformador? Como podem as tarifas dinâmicas de eletricidade reduzir custos? E porque é que o smart charging só funciona quando frota, hardware e software trabalham em sintonia? Este episódio é também o início de um formato que queremos continuar: conversas regulares a partir das nossas diferentes perspetivas, às vezes apenas nós os três, às vezes com convidados adicionais de frotas, infraestrutura de carregamento, energia, rede e software. Hoje, portanto, menos entrevista clássica, mais conversa prática honesta. O que
aprendemos? O que faríamos de forma diferente? E o que é que cada frota deve saber antes de iniciar um projeto de eletrificação? Vamos a isso.
Sim, olá a todos. Como estão hoje? Olá, Claudio. Obrigado. Como estás? Sim, ótimo. É bom terem vindo. Hoje queremos começar por nos apresentarmos novamente, já que é também o nosso primeiro episódio juntos. Stefan, se quiseres começar – estás mais perto de mim aqui no ecrã. Sim, então aceito o desafio com prazer. Sou o Stefan. Estou no tema da infraestrutura de carregamento há três anos e meio, principalmente na área
de hardware, por assim dizer – desde a expansão da rede até ao próprio posto de carregamento. Sou eletrotécnico de formação, aprendi desde a base e portanto também sei lidar com eletricidade. Esse é o meu background neste tema. Queres continuar? Sim, sou o Pierre. Sou alguém que vem diretamente da frota. Passei os últimos anos como gestor de frotas e líder de frotas, acompanhei várias frotas, impulsionei a digitalização e
também comecei há cerca de dez anos a eletrificar frotas. Sou, por assim dizer, aquele que vos fala a partir da prática. Super. E então eu fecho a ronda. Sou o Claudio, aqui em Berlim, também cresci aqui. Como o nome já indica: meio alemão, meio italiano, um pouco multicultural, também nasci em França. Interessei-me cedo pela transição energética – desde 2004 – e estudei engenharia energética e trabalhei em vários papéis dentro da cadeia de valor, tanto na construção de máquinas e
instalações para células solares como na instalação de sistemas solares com armazenamento de baterias, e depois apoiei particularmente empresários a construírem o seu negócio. Agora estou com a RiDERgy com a minha própria empresa. Como nota para quem está a ouvir: como nos conhecemos – talvez, Pierre, como estavas no centro do projeto, queres comentar? Conhecemo-nos no contexto de um projeto que acompanhei por último na HelloFresh. Foi o meu antigo empregador. Tratava-se de eletrificar a Last Mile – a última milha. Aí
tratava-se de veículos que vão até ao cliente e entregam o produto da HelloFresh, juntamente com a infraestrutura de carregamento. Nesse contexto, avançámos de forma muito clássica: fizemos concursos e precisávamos de alguém para o hardware, para a infraestrutura de carregamento. E acabámos por chegar à empresa ChargeOne. Stefan foi lá o meu contacto. Foi assim que nos conhecemos. Analisámos o que
precisávamos para o projeto. Quando foi isso, Stefan? Há três anos – quase. Na verdade, já passou quase dois anos. Exatamente, quando foram os primeiros passos, quando tudo começou. Também fui contratado explicitamente para o projeto na altura. Foi assim que nos conhecemos, Stefan. Ainda me lembro bem disso. E como costuma acontecer – não se trata apenas de instalar uma wallbox, mas de ligar todo o
sistema energético ao depósito e, no melhor dos casos, carregar de forma inteligente. Foi aqui que entraste em cena, Claudio. Foi aqui que nos conhecemos. Pensámos: O que fazemos com a eletricidade? Como podemos controlar a eletricidade da forma mais inteligente através de load management? E aqui descobri a RiDERgy e entrei diretamente em contacto com o Claudio. Depois começámos a ver como podíamos otimizar melhor a eletricidade – como exatamente fizemos isso, certamente ainda vamos contar ao longo do
podcast, mas só para já é isto sobre como nos conhecemos aqui. Sim, fixe. Queres acrescentar algo, Stefan, talvez da tua perspetiva? Depois também posso. Com prazer. Então, da minha perspetiva: Já tinha conhecido o Pierre. Já estávamos envolvidos no projeto. Foi quando o Pierre se juntou. Tenho de dizer honestamente, o Pierre colocou tudo isso noutro nível. Ele impulsionou aquilo muito melhor do que antes. Talvez precisamente graças a isso,
porque também foi contratado especialmente para isso. Antes, todo o tema corria na empresa um pouco ao lado, mas com isso ganhou logo outro impulso. Vou ser honesto. Sim, tínhamos antes – talvez ainda para complementar brevemente – alguém no arranque que nunca tinha tido nada a ver com postos de carregamento elétrico. Esse era o ponto. E quando eu entrei, já vindo da prática, tratava-se
realmente primeiro de ver: O que é que já tinha sido feito até agora? O Stefan e eu tivemos de ajustar relativamente depressa algumas coisas, obter autorizações de novo ou adaptar também fases de obra que já tinham começado, e coisas desse género. Portanto, o nosso arranque consistiu primeiro em fazer um levantamento da situação, mas também em fazer ajustes diretos, antes de podermos sequer entrar no planeamento de como iríamos avançar. Isso foi muito interessante no início. Lembro-me bem, Stefan. Sim, há bastantes complexidades, sobre as quais provavelmente
ainda vamos entrar já a seguir. E talvez também da minha perspetiva: Para nós enquanto empresa é muito importante encontrarmos os casos de aplicação certos, também na gestão inteligente de carregamento de frotas elétricas. Há vários tipos de frotas, e a HelloFresh encaixou perfeitamente também para nós como tipo de frota, porque se tratava – para aqueles que não conhecem a HelloFresh – de entregar os pacotes com as belas e deliciosas refeições aos clientes em casa, e isso a partir de
depósitos. Isto significa que ainda é relativamente previsível que os processos, que depois também temos de compreender muito bem para a nossa otimização, em comparação com outros tipos de frotas. E também encaixou bem que encontrei no Pierre alguém que, como gestor de frota, realmente ardeu de imediato pelo tema e aproveitou a oportunidade. E depois funcionou. Embora não tenha sido tão fácil no início estabelecer as interfaces necessárias do depósito. Isso precisou de um pouco de preparação, mas
depois também conseguimos, ao fim de alguns meses, conectar a infraestrutura de carregamento e começar o controlo de carregamento. Exatamente – agora resumiste tudo muito rapidamente. Claro que houve muito planeamento antes. Também lançámos pilotos para primeiro ver como funcionava. Portanto, tínhamos então os primeiros pontos de carregamento em Munique – lembro-me – conectados. E depois tratava-se de ver como é que isso funcionava realmente na prática com a otimização. E aí foi
bom – a tua proposta, Claudio: Então vamos primeiro testar 12 posições de carregamento durante a noite para teste. E assim pudemos então ver como é que isso se apresentava no software e como é que isso se apresentava na prática, com os colegas no local, porque eles são igualmente importantes. Aqui foi sempre importante para nós: Os veículos têm de estar carregados, a operação não pode ser perturbada, o mínimo possível. De preferência fazer com que estas temáticas se interligassem – isso era o difícil,
porque os pacotes tinham de chegar ao cliente. E tínhamos veículos novos – sobre isso também podemos voltar já a seguir – veículos novos que ainda não tínhamos tido em operação antes. Tivemos de lidar com os prestadores de serviços. Por isso, em termos de planeamento, já foi um tema integrar esta nova configuração numa área operacional totalmente funcional. Portanto, tivemos pouco tempo para trabalhar em paralelo, mas implementámo-lo diretamente com veículos que eram novos.
Os prestadores de serviços tiveram de aprender a lidar com os veículos elétricos. A HelloFresh tinha veículos próprios novos que tinham de ser integrados na frota. E trazer tudo isto para a operação foi para mim o maior desafio inicialmente. Mas funcionou ainda melhor porque a nossa coordenação, que nós três conduzimos, na minha opinião correu impecavelmente. E isso é condição absoluta para um projeto destes, que se ensaiem as coisas já escaladas na teoria uma vez, mas depois também obrigatoriamente num piloto
idealmente primeiro, para não perturbar a área operacional. Sim, totalmente. Portanto, obviamente resumi. Houve muitos, muitos passos intermédios e também muitas, muitas pessoas que ainda estiveram envolvidas. Saudações e obrigado também ao meu Key-Misch, mas também ao Plath em Munique da HelloFresh e ao Simon naturalmente também da Charge One, mas também à Lichtblick. Tivemos aqui apoio também – são todos colegas que nos
apoiaram realmente super bem. Exatamente, como já dizes, não queria interromper. Portanto, este projeto definitivamente não foi trivial, com todos os testes e a preparação. Só para dar um exemplo: Tivemos parcialmente de enviar comandos de carregamento com uma certa frequência, para testar exaustivamente certas fiabilidades e diferentes tipos de veículos, diferentes postos de carregamento, para justamente garantir também essa fiabilidade de que os veículos no dia seguinte tenham também autonomia suficiente, porque as autonomias
nestas carrinhas são parcialmente limitadas, especialmente no inverno, e como as rotas são parcialmente também muito longas, é muito importante que se gira isso bem. Exatamente assim. E um ponto talvez também ainda: Quer dizer, ainda não sabíamos se os pontos de carregamento da Charge One funcionavam com o vosso sistema. Estamos agora, se fôssemos colaborar no próximo projeto, já se saberia então mais cedo a que prestar atenção. Mas digamos,
na altura ainda não sabíamos que sistemas funcionavam uns com os outros. Isso também foi um grande tema. Stefan, podes também dizer alguma coisa sobre como foi nos primórdios, e depois ainda combinar isso com a telemática dos veículos? Foi mesmo interessante. Especialmente os nossos colegas no local eram, naturalmente, imediatamente importantes para envolver nisto. Não podíamos estar em todo o lado ao mesmo tempo. Ou seja, estávamos nos nossos locais e também resolvemos muito à distância.
Os teus colegas, Claudio, mantiveram uma troca próxima com os nossos especialistas em gestão de carga, que estavam no local. E tudo isso foi o desafio que tivemos de superar. Stefan, ainda me lembro de quando estávamos mesmo no início, quando se tratava primeiro de instalar a potência da rede e as ligações de carregamento, antes que sequer alguma coisa funcionasse, e nós já tínhamos parcialmente os veículos elétricos prontos. Portanto, é muito, muito interessante, porque os carros já lá estavam.
Depois havia cinco pontos de carregamento para 20 carros, depois havia algo como 100 amperes com os quais todos os 20 carros deviam e tinham de ser carregados. Mas também tinha de ser garantido que de manhã às seis todos estivessem novamente totalmente carregados. Naquela altura ainda nem estavas no projeto, Claudio. E isso mostrou ao longo do projeto que precisávamos de alguém como tu neste projeto, que pusesse tudo isso devidamente nos eixos – do lado do software. Pode fazer-se muito, ou seja, construir as caixas
é um trabalho artesanal padrão, digamos assim, fazer a ligação à rede é trabalho de eletricista. São todas coisas que já se fizeram em abundância, mesmo que no tema da infraestrutura de carregamento ainda pareça sempre algo novo. Mas em última análise trata-se de eletrificar uma operação industrial, o que basicamente já sempre se soube fazer. O interessante é então utilizar a potência que existe de modo a que não leve a que a câmara frigorífica falhe ou que a luz pisque no escritório, mas sim que também seja travada no sítio certo
e depois bombeada para o carro no momento certo. São temas como estes que aprendemos neste projeto. Mencionaste, Pierre, como começámos: era eletricidade para o carro, e basicamente não se tratava de mais nada. Mas apercebemo-nos relativamente depressa de que assim sem mais não funcionava. Também existem sistemas de gestão de carga dinâmica que conseguem fazê-lo – não é nada trivial. Mas aqui tratava-se de muito mais, nomeadamente também de alcançar eventualmente um efeito,
o que também significa utilizar a eletricidade de forma inteligente em todo o local. E essa constelação a três conseguiu realmente muito. Nós os dois, Claudio, beneficiámos naturalmente imenso disso. Pelo menos é a minha visão de que do lado da HelloFresh, com o Pierre, estava alguém que também queria fazer avançar todo o tema. É preciso alguém assim num projeto destes – não alguém que diga, aqui não funciona e eu não quero, mas sim alguém que participe ativamente no projeto. Isso é muito, muito importante. Totalmente.
Isso vale ouro, e na verdade é também ainda muito raro na minha experiência como gestor de frota. E depois mais uma vez, porque é também um tema interessante que muitos gestores de frota, que talvez estejam a ouvir, não têm assim tão presente – mais uma vez, para os situar: um grande desafio é precisamente ter capacidade suficiente sequer para carregar os veículos, por causa dos cabos e da potência de ligação à rede com o operador de rede. Isso é uma coisa. E
a segunda é também que com o tempo se pode poupar dinheiro com preços dinâmicos da eletricidade, por exemplo, ou nas tarifas de rede, se controlarmos os processos de carregamento de forma mais inteligente. São esses os dois grandes blocos temáticos. E talvez possamos mais uma vez, porque o tema operador de rede talvez nos gestores de frota em particular, ou também noutros atores do mercado que talvez não tenham tido tanto a ver com operadores de rede – como vocês os dois em particular – partilhar as vossas experiências, como é isso e que dicas teriam.
Também com base nesta experiência para pessoas que querem eletrificar a sua frota ou ajudar frotas a eletrificar. Eu diria, como decorreu. Portanto, Stefan, nós tínhamos – a certa altura estávamos tão metidos nisso. Temos de imaginar mesmo a partir da prática. Temos 6, 7 locais que queremos eletrificar. Temos lá por local 15 a 20 veículos. Previamente foi esclarecido: Quanta autonomia precisamos? Quantos pontos de carregamento precisamos para quantos
veículos? Isso é naturalmente tudo sob a forma de um processo de escalamento que ocorreu previamente. E depois trata-se de: Precisamos agora aqui de 20 pontos de carregamento. Temos 20 veículos. Queremos carregar um veículo por ponto de carregamento. Temos tempos de paragem fixos. Podemos portanto estimar aproximadamente quantos veículos podem carregar exatamente quando e como. E depois trata-se de descobrir: Quanta potência de ligação à rede temos afinal no local? E depois foi realmente assim, que me encontrei com o Stefan no local, nos
nossos depósitos, onde a HelloFresh é inquilina, para depois com os respetivos responsáveis pelos objetos de arrendamento – com os senhorios, desculpa, com os senhorios – ver: Como é que está? Quanta eletricidade têm? Conseguem sequer imaginar ir connosco neste projeto? Queremos eletrificar a nossa frota. Vamos eletrificar a nossa frota. Mas gostaríamos de fazê-lo também aqui
trabalhar em conjunto. E aqui também é igualmente importante envolver o senhorio desde logo. Era muito importante para mim dizer desde o início: Isto não é o nosso próprio imóvel. Somos inquilinos, mas já somos inquilinos há muito tempo. Queremos continuar a ser inquilinos durante muito tempo. Vamos olhar juntos, como equipa, para as possibilidades que temos. E isso foi primeiro um levantamento da situação. Depois analisámos quanta electricidade está disponível. Precisamos aqui de um transformador? No
pior dos casos ainda precisamos de outro. Quanta potência de ligação à rede temos disponível? E depois percorremos de forma muito clássica as instalações dele com o senhorio e analisámos – o Stefan atrás de nós com todo o seu conhecimento técnico, o que também foi super importante, porque obviamente ele também percebia de tecnologia e eu não tinha apenas um teórico, um vendedor, mas sim alguém que conseguia fazer ambas as coisas. Ideal, portanto
estivemos nas salas de ligação à rede, em todas as salas, caves – Stefan, ainda te lembras de todos os sítios onde estivemos? 6, 7 localizações, tudo tinha um aspeto diferente. Começámos primeiro com o levantamento. O Stefan tirou fotografias. Medimos, perguntámos. Percorremos realmente de forma muito clássica com papel e caneta e recolhemos todo o tipo de informações possíveis. E depois veio a avaliação. Estamos a falar dos senhorios, sobretudo
dos senhorios, não dos operadores de rede, num primeiro passo. Não, não, ainda estamos a falar – eu diria, escalando desde o início – ainda dos senhorios. O que é necessário para isso: Temos de, antes de irmos ao operador de rede, analisar primeiro que electricidade está disponível para tal projeto. É isso que deve sempre ser feito primeiro, para sabermos quanta potência precisamos realmente para o projeto. E foi isso que fizemos. E
depois começou, depois passou para o planeamento. Depois obtivemos o acordo do senhorio. Não adianta nada querer forçar isso de forma independente como empresa. É definitivamente necessária a autorização – algo que deve sempre ser obtido por escrito. O contrato de arrendamento dura tantos anos, para trabalharmos juntos no projeto. Na grande maioria dos casos podemos dizer que os senhorios foram muito positivos em relação ao projeto e disseram mesmo: Fantástico,
o que estão aqui a fazer. Já era tempo de se fazer isto. Vocês são muito bons inquilinos. Vamos até participar parcialmente nos custos. E assim passou para o planeamento. O Stefan estava então totalmente no seu elemento, por assim dizer, como o coordenador-chefe. Stefan, conta-nos o que aconteceu a seguir. Bem, avaliação dos dados. Ou seja, primeiro analisar: Quanto tenho? Quanto posso? Quanto é que realmente dá para fazer? Ele
já o disse há pouco: Sistemas de gestão de carga dinâmicos podem fazer muito, mas também não podem garantir tudo. No início também tivemos falhas, falhas de rede. Ainda me lembro de um caso em que a meio da noite o fusível principal saltou. Tivemos de fazer tudo – porque nós os dois também não estamos diretamente em Munique, tivemos de encontrar alguém que fosse lá substituir esse fusível,
para não restringir demasiado a operação, como disse no início. Porque nada é pior do que criar frustração nos utilizadores da mobilidade elétrica e causar exatamente o efeito contrário, do género: Isto não funciona mesmo. Já tínhamos tido isso antes – já se dizia antes que isto tudo não ia dar. Nós já tínhamos de fazer um investimento prévio. Sim, exatamente. Tens de garantir que todos se sentem bem.
De alguma forma. E depois o tema também ganha aceitação. E depois todos acham bem. Só que assim que surgem logo no início problemas deste género, isso foi difícil. Portanto, especialmente com os operadores de rede: assim que o tema dos operadores de rede entrou em jogo, naturalmente assumimos essa responsabilidade. Entretanto, na empresa WL, tornei-me também num fornecedor 360 graus. Ou seja, faz-se de tudo. Cuida-se de que seja construído e operado do início ao fim, ou seja, início: operadores de rede
primeiro envolver. Os pedidos de ligação à rede, que se inicia primeiro na forma de um requerimento – isso pode facilmente demorar 12 a 18 meses até se chegar minimamente a uma decisão. E por isso foi também a razão pela qual no início, em cada localização, tivemos primeiro de nos contentar com a potência disponível no local. Tudo o resto fizemos depois num segundo passo e dissemos: Está bem, temos esta e aquela potência, conseguimos
regular isso assim e assado primeiro. E paralelamente a isso operamos agora a expansão da rede, que também gera custos. Também não se pode ignorar completamente isso – estas questões de contribuição para custos de construção. Lembro-me do caso em Munique: aí foi imenso, porque a próxima estação transformadora estava simplesmente longe. Também não se pode dizer que custa sempre a quantia x, mas depende realmente da localização. E são esses os primeiros pequenos problemas com que nos deparamos, quando simplesmente se faz o levantamento dos dados
e está pendente a primeira análise. É aí que começa, é assim mesmo.
E talvez ainda um pequeno passo atrás. Também calculámos isto previamente. Stefan, lembras-te. Tive de fazer um planeamento orçamental, muito normalmente para o ano de 2024 ou para o ano de 2025. Exatamente. E tentámos da melhor forma possível prever também as coisas antecipadamente. E lembro-me de que já disseste: pode ser que tenhamos uma estação transformadora a 5 metros, mas também a 150 metros. E já tentámos, da melhor forma possível, tais
incluir estes temas no orçamento global, o que, de facto, conseguimos bastante bem, é preciso dizê-lo. Havia um orçamento que também apresentei de forma relativamente transparente, mas depois era preciso verificar – claro, isto é igualmente importante – manter a viabilidade económica nestes projetos da melhor forma possível e não estar sempre a fazer ajustes. Por isso, esse foi também um ponto importante que se deve ter sempre presente durante a fase de construção – ou seja, não só antes, no planeamento, mas também durante.
Viabilidade económica e custos, antes de realmente arrancar para a fase de construção. E qual é a vossa abordagem e a vossa recomendação habitual, Stefan? Um gestor de frota provavelmente não sabe porque é que uma subestação é assim tão relevante. Talvez possas explicar isso melhor, até que ponto é que isso é importante. E como dimensionaram isso? Em cada depósito tomaram basicamente a potência máxima de cada ponto de carregamento e depois a soma das estações de carregamento e a partir daí dimensionaram a potência de ligação à rede, ou como é que
lidaram com isso? Qual foi a vossa lógica e a recomendação que darias então a outros gestores de frota? Bem, faz-se sempre uma espécie de média, eu diria. Se agora temos 20 pontos de carregamento com 11 kW, não se pode dizer que essa é a potência de que precisamos. Calcula-se logo com fatores de simultaneidade. Isso depende de quanto tempo de paragem esses equipamentos têm. Na HelloFresh era, obviamente, uma frota agradecida, porque se sabia exatamente que tempo os carros tinham
para voltar a carregar completamente. Isto significa que se pode ir para o local com uma potência relativamente baixa que efetivamente se precisa. Isso depende naturalmente do seguinte: planeia-se apenas pontos de carregamento AC ou estamos já a falar de estações de 100 a 150 kW? Isso é, naturalmente, algo completamente diferente. Mas foi assim, em princípio, que abordámos. Olhámos para o seguinte: são 20 veículos, com um certo fator de simultaneidade chega-se a uma potência relativamente baixa de que se precisa. No início incluímos muita, muita margem, confesso. Portanto, nos primeiros locais
dimensionámos muito, muito alto, porque também queríamos evitar uma falha. Ao longo do projeto percebe-se então relativamente depressa que se consegue fazer o mesmo no mesmo tempo com muito menos potência. E precisamente no momento, Claudio, em que começaram a regular e a gerir o conjunto, deu-se mais um passo em frente e constatou-se que até funcionava com muito menos potência. Na maioria dos casos ainda se consegue evitar subestações próprias. Houve um projeto antes de começarmos
– que foi realizado em Hamburgo. Lá havia uma subestação, implementaram-se logo estações DC. Para nós ficou relativamente claro que nem precisávamos delas necessariamente, não para o caso de uso em que os veículos de depósito devem estar todos carregados de manhã novamente. Consegue-se com muito menos potência do que realmente se pensa, precisamente devido a estes fatores de simultaneidade. Isso não se pode ignorar, não se deve deixar intimidar por isso: 20 vezes 11 kW não é a potência de que se precisa no local. A maioria dos gestores de frota – isto é
também o que dizemos sempre: é preciso trabalhar com sistemas de gestão, que de qualquer forma já são exigidos pelo operador de rede, na ordem de grandeza de que depois se precisa. E então chega-se relativamente depressa – ligação em baixa tensão ou talvez uma ligação em média tensão – isso fica também relativamente claro depressa. Aí precisa-se de pouca expansão da rede, mas também não se consegue sem ela. Isso também tem de se dizer claramente. E como estamos aqui também para partilhar a nossa experiência e o nosso conhecimento com outros, e tenho a certeza de que
agora o gestor de frota médio provavelmente não sabe muito bem qual é a diferença entre baixa tensão e média tensão. Talvez possamos – e também transformador, como são exatamente as relações – ouve-se sempre, é preciso. Mas talvez seja também um bom momento para explicar isso brevemente. Aí temos contigo, Stefan, também como eletrotécnico,
alguém que conhece tão bem o assunto e que pode explicar isso. Então vou explicar a parte da baixa tensão-média tensão. Depois podes tu explicar a outra parte. Portanto: a rede elétrica é, por assim dizer, em comparação com uma autoestrada – nas estradas também há a autoestrada para velocidades muito rápidas. Essa é a sobretensão ou altíssima tensão. Depois há a alta tensão, depois há a média tensão e depois há a baixa tensão. A baixa tensão é aquela
que está nas habitações ou nos estabelecimentos comerciais com pouca potência. Onde está então o problema? Quando se passa para a média tensão, geralmente precisa-se de um transformador. Essa seria a minha explicação simplificada para esta parte. Talvez possas dizer ainda, agora diretamente para a frota – como na HelloFresh – a partir de quando é que se precisa de um transformador? E como abordas isso? Ou qual seria a tua recomendação? Sim, bem, depende naturalmente em primeiro lugar do que
se precisa no local. Na maioria dos locais conseguimos com baixa tensão. A diferença entre média tensão e baixa tensão é simplesmente a potência que retiro da rede. Até um certo limite posso simplesmente retirar apenas da rede de baixa tensão, e depois disso preciso do nível de tensão seguinte. Por isso é que a rede na Alemanha está construída de forma a ter diferentes níveis de tensão. E num nível de tensão mais alto posso solicitar mais potência. Na maioria dos projetos consegue-se de facto com uma ligação em baixa tensão.
Raramente se precisa de média tensão, mas quando se precisa de média tensão, é necessária uma subestação transformadora, que converte a média tensão em baixa tensão. Na baixa tensão falamos de 400 V; na média tensão é outro nível de tensão, como o nome já indica. Por isso tenho de transformar. Pensando na infância: comboio miniatura. Também não funcionava tudo com 230 V, era preciso ter um transformador de 12 V. E por causa do regulador – quanto mais se rodava, mais tensão fluía para o comboio, mais rápido
ele andava. Portanto, talvez se possa imaginar assim, se não se tem muito a ver com eletricidade. Fixe. No meu caso descarrilava sempre, especialmente nas
agulhas – aí não se podia rodar tanto o regulador. Ah, as memórias a vir ao de cima. Mas diz-me, em Hamburgo estávamos na gama de média tensão. Exatamente, porque tinha de ser colocado um transformador. Isso também torna um projeto extremamente caro, porque com um transformador destes chega-se rapidamente a um valor de seis dígitos. Mas também aí não se pode fazer uma afirmação clara, porque cada operador de rede é diferente. Um diz que o transformador pertence à
sua rede. O operador de rede seguinte diz que o transformador deve ser instalado do lado do cliente. E é aí que começam as primeiras discussões: Quem tem de suportar estes custos? E até que ponto é que consegues fazê-lo? Exatamente. E esse é precisamente o ponto, como já mencionaste, Stefan: Que configuração se adequa a que empresa? E Hamburgo – devia absolutamente ser instalado um carregador DC, porque se queria carregar rapidamente, mas
depois verificou-se que não era necessariamente preciso tê-lo ali. E também perceber os custos: depois tivemos – deixa-me pensar – os custos para DC mais expansão, com isso poderíamos ter, acho eu, expandido três localizações na gama AC. Para colocar em perspetiva: por ponto de carregamento fica-se algures entre 4.000 e 5.000 € na gama AC com tudo incluído, e na gama de carregamento DC és pelo menos três vezes mais caro.
Por isso é importante descobrir que configuração realmente preciso na empresa. Toda a gente quer carregar rapidamente. Mas se tenho tempo e não trabalho em regime de turnos, então uma ligação AC de 11 ou 22 kW é absolutamente suficiente. É escalada para cima e com isso consigo safar-me e posso naturalmente também poupar enormes custos – primeiro na instalação e implementação e, Claudio, mais tarde também com a otimização. Sim, ainda me consigo lembrar de uma pequena anedota, como foi
o planeamento do orçamento convosco. Vieste ter comigo e disseste: "Como é que isto é tão barato?" Tivemos de ter essas discussões internamente convosco também. Sim. Porque é que agora é tão barato, em comparação com a localização de Hamburgo, que se construiu primeiro. Correto, correto. E aí ainda tive do meu superior: "Não pode ser. Fizeste mal as contas." Sim. E calculámos tão alto. E temos – isto também tem de se dizer –
temos um acordo-quadro com percentagens. Isso também faz parte do processo económico, fechar um acordo-quadro apropriado. Mas estávamos muito abaixo do que tínhamos calculado anteriormente como custos numa localização. E foi interessante ver isso. E onde ainda me disseste: "Sim, não posso – devo agora aumentar-te os custos artificialmente?" Ao que eu disse: "Não, não fazemos isso."
Guardamos uma margem. Mas fazemos assim. E também tive de me impor internamente na minha empresa e dizer: "Confiem em nós aqui. Estamos no caminho certo. Temos contratos aqui, estão escritos." E um contrato desses – cumpre-se. Estão assinados. E vamos simplesmente começar. Com uma certa margem talvez também consigamos
chegar lá. Claro que acontecem sempre coisas que não podes prever 100%. Mas no geral pode-se dizer retrospetivamente que estávamos totalmente dentro do orçamento. Sim. E quais eram os temas com os operadores de rede? Talvez possam contar algumas anedotas também na mesma direção – onde aprenderam algo, o que foi engraçado, ou onde diriam: "Nunca mais, por favor" – ou como fariam de forma diferente.
Operadores de rede – muito rapidamente: Isso também é um tema. Há que imaginar: existem procurações. Isto é, há a empresa executante, que implementa o projeto para a empresa contratante – HelloFresh neste caso. E então são dadas procurações. E então a empresa pode começar e começar a pedir orçamentos em nome do cliente, coordenar-se com as empresas de construção, e começa então a fase de construção. E aí já começou. Isto é,
apesar da procuração foi de tal forma que logo no início já fracassou porque não havia quaisquer respostas. Isto é, o nosso prestador de serviços contratado não recebeu nem uma proposta nem sequer respostas. Não em todas as localizações. Tínhamos cerca de seis, sete localizações – sete operadores de rede diferentes. Um trabalhava assim, o outro assado. Foi muito, muito diferente. Mas posso dizer que com a maioria já fracassou em sequer receber uma resposta
obter. Ou seja, também aqui aconteceu que, no final, o cliente final – portanto eu, neste caso, como aquele que encomendou – também tive de intervir, tive de ligar ao operador de rede e perguntar diretamente porque é que não havia resposta à empresa contratada e quando podíamos começar. Tínhamos cronogramas internos. E eu não sou a pessoa mais paciente. E quando já se esperou cerca de um mês, primeiro por
uma proposta, e ainda não se recebe resposta – e depois se fica eternamente em filas de espera à moda das repartições públicas e depois de novo em filas de espera – então a certa altura também se me esgota a paciência. E depois finalmente consegues atendimento e tens uma senhora simpática ao telefone. E então começas a contar. E aí, muitas vezes, a vantagem era: a marca HelloFresh tem uma imagem muito positiva, de modo que se diz logo: "Ah,
HelloFresh! Que produtos têm? Como – o que se pode fazer aí?" "Sim, eu também sou cliente HelloFresh." E então, por essa via, conseguia-se entrar no assunto e dizia-se: "Sim, temos este e aquele produto. Ótimo que seja cliente." E assim começava, começava-se por ter uma boa conversa a nível pessoal. E depois dizia-se: "Mas nós – nós estamos aqui no estado federal
XY. Criamos aqui postos de trabalho. Temos um grande projeto pela frente. Queremos eletrificar. Simplesmente não pode ser que agora esperemos aqui mês e meio, dois meses, apenas para receber uma proposta sobre a potência de carregamento exigida, que calculámos previamente. A que se deve isto?" "Sim, também estamos em reestruturação. Temos uma enorme lista de tarefas à nossa frente. Não conseguimos fazer tudo. Por favor, compreenda-nos." Eu digo: "Bom, mas
uma resposta já seria agradável." E assim repetiu-se algumas vezes que o cliente final teve de intervir até que as coisas avançassem. E depois, Stefan – como é que as coisas prosseguiram convosco? Sim, nós como empresa contratada – a procuração às vezes também não nos ajuda muito. Comunicamos com a maioria, mas não podemos reunir todos numa batalha. Também é assim. Há operadores de rede de todos os tipos. É assim mesmo. Mas também há
inúmeros na Alemanha. E por isso – com todos não é igual. Mas às vezes é até engraçado, porque nós temos uma procuração. Fomos contratados pela empresa. E depois somos sempre remetidos para portais onde se comunica através deles. Mas nesses portais não conseguimos ver nada. Tudo de alguma forma em processamento, e não conseguimos acompanhar devidamente. Mas também é preciso quebrar uma lança a favor dos operadores de rede, creio eu. Eles têm muitíssimo
na lista, tudo o que tem de acontecer de repente ao mesmo tempo. Também não é muito fácil de gerir. A rede, a infraestrutura não está propriamente bem. E é preciso de alguma forma conciliar tudo. Mas mesmo assim tem de ser possível dar uma resposta mais rápida. Duas observações sobre isto: acompanhei projetos em que se levou, creio, 13 meses para descobrir que o cliente tinha apresentado o pedido errado. Mas também tive casos em que numa quinta-feira à tarde preparámos todos os documentos
digitalmente e carregámos no sistema. E na sexta-feira ao meio-dia tínhamos a aprovação para a expansão da rede. Portanto, há realmente de tudo no mercado. A minha experiência quanto a isso: apenas preparar os dados da melhor forma possível digitalmente. Um esboço à mão é imediatamente colocado no fundo da pilha. Portanto, é preciso pensar um pouco no que realmente ajuda e incluir tudo o que se sabe e se pode. E muito importante: envolver os operadores de rede desde o início, diretamente, quando se começa um projeto, ligar primeiro aos operadores de rede,
porque esse é precisamente o processo que demora mais tempo. Efetivamente. Sim, e sobretudo – era exatamente isso que também queria dizer. Quando se conseguia falar com o operador de rede, então era sempre uma conversa construtiva. É óbvio. Eles são como já disseste, e com razão, Stefan. Também não é pessoal da parte dos respetivos operadores de rede. Tenho bem consciência de que as carteiras de encomendas estão cheias. A rede é antiga. Eles têm de trabalhar com o que têm neste momento. Isso
já se vê nos processos de faturação, em parte como são. E claro, mesmo assim deseja-se num processo operativo simplesmente ter uma resposta. É isso que se quer ter – não receber resposta nenhuma de vez em quando, isso é difícil. Porque também é assim, Stefan, nós já construímos parcialmente em paralelo. Ou seja, não é que não façamos nada. A infraestrutura, aquilo
que já se pode fazer sem – o que já se pode fazer sem aprovação – já é introduzido no processo. Há cronogramas. Quando se – não se deixa o martelo parado durante dois meses, mas aquilo que se pode fazer, já se faz em paralelo. E depois, por vezes, já se tem infraestrutura instalada ou construída algures. E depois fica a apanhar pó, porque simplesmente não se obtêm as mais pequenas autorizações. Essa foi, digamos, a maior dificuldade, tenho de dizer, no nosso tempo de projeto, obter as respetivas
respostas. Mas está a melhorar. Também estou em contacto com colegas, todos trabalham nisso. E sei que não é fácil para os operadores de rede lidarem com isto. Todo o setor está a crescer muito, muito rapidamente. Surgem sempre novos temas. A seguir vem o tema do carregamento bidirecional, também está a ser cada vez mais desenvolvido. Creio que eles fazem o seu melhor. Mas quando se está na operacional e se tem um cronograma bem
avançar, deveria planear um pouco mais de tempo. Claudio, qual é a tua experiência com operadores de rede? Tens também alguns dados e assim? Isso também me interessa.
Sim, tenho alguns pontos de experiência. Fico também contente por, em breve, talvez destacar um. Não é tão fácil, porque nós no podcast também queremos entrar em contacto com operadores de rede. Eles também estão ocupados com tantos temas – até que todos os regulamentos da Agência Federal de Redes sejam implementados. Ainda não falámos sobre o tema dos contadores inteligentes – todos esses temas ocupam-nos muito. E tivemos muitos pontos de contacto, também porque isso
é naturalmente muito relevante para o nosso modelo de negócio. Aí desejaríamos também uma abordagem diferente da agora escolhida. Sei que há também muitos operadores de rede que concordariam connosco. E de resto – sim, há também operadores de rede realmente bons. Mas estão, como ele já disse, um pouco sobrecarregados. São simplesmente demasiado pequenos. São 850, creio, na Alemanha. E há simplesmente muitos que
agora com a digitalização e todas estas mudanças que a transição energética causa, estão um pouco sobrecarregados. Há cada vez mais exigências para que se inicie uma espécie de onda de consolidação, para conseguir lidar com isto. Mas creio que ainda não está claro como isto se vai desenvolver. Só um exemplo: somos, creio, juntamente com a Suíça, aqueles no mundo com mais operadores de rede em densidade. Em França existe um operador de rede de distribuição. Isso mostra simplesmente a – em França
Sim, e depois em gelo. E depois é um país que é claramente maior em área do que a Alemanha, e conseguem-no com um. E quando este está totalmente digitalizado e o processo funciona, então é também tratado de forma muito profissional. Torna tudo mais fácil, há que reconhecer. Mas bom, agora somos mais federais do que a França, e vejamos como isto se desenvolve. Mas no interesse do tempo, queria ainda falar de outros temas. Ou seja, em particular
agora foram anunciados pelo Governo Federal também novos programas de financiamento. Creio, Stephan, que também te ocupaste um pouco disso. Talvez queiras adoçar isso. Sim, digamos agora para aqueles que talvez foram dissuadidos e agora pelo menos já recolheram algumas conclusões: Porque é agora um bom momento para a mobilidade elétrica? Dos programas de financiamento podemos talvez falar. Sim, muito atual é o programa de financiamento WEG. Ou seja, os edifícios multipropriedade devem agora ser mais focados
vou descrevê-lo grosseiramente. Mas também aí há limites muito claros que todo o sistema tem. Tenho de equipar pelo menos 20% das áreas de estacionamento. Para ser elegível para candidatura, tenho também de construir pelo menos seis pontos de carregamento. Portanto, também aí há novamente – não se pode simplesmente dizer: Sim, quero agora obter um financiamento. Mas honestamente, afasta-se um pouco do prémio puro de wallbox, que também não nos levou apenas para a frente, mas realmente. Aqui vai
agora realmente começando desde a expansão da rede até ao fim – obtém-se uma parte na expansão, participa-se agora. Do meu ponto de vista, desenvolver-se-ão também modelos de negócio à volta disto, porque também isso pode ser algo. A minha experiência com o setor imobiliário é: eles são muito, muito cautelosos, porque eles próprios não o utilizam. Tem também de se enquadrar de alguma forma no objeto. Também aí não há solução com a redoma de queijo que se possa colocar sobre todos os objetos.
Tem-se simplesmente de se ocupar disso caso a caso. Os processos em tais comunidades de proprietários são também muito, muito longos. Mas tem também de se saber que este programa de financiamento também será fechado em novembro. Ou seja, até lá tem de se estar pronto. O que também se pode apresentar posteriormente – isso está, felizmente, regulamentado – é tomar uma decisão com a comunidade de proprietários. Normalmente têm apenas uma assembleia por ano, e depois têm também de ser unânimes de alguma forma. Isso torna o todo
incrivelmente complicado. O tema do princípio "primeiro a chegar" desempenha novamente um papel. Ou seja: First come, first serve. Quem tiver primeiro o pedido pronto, recebe frequentemente também a adjudicação. Portanto, aí ajuda frequentemente estar um pouco à frente do tempo e preparar-se e refletir: Como pode então parecer uma estrutura nos meus objetos? Mas do meu ponto de vista é um passo importante, o financiamento WEG, ou seja, promover conscientemente estas garagens subterrâneas, porque aí há imenso potencial do meu ponto de vista, quando primeiro se chegar a um acordo
E frequentemente os proprietários são também fundos e comunidades. Tem-se primeiro de pôr todos sob o mesmo chapéu, para que todos sigam realmente o mesmo objetivo. Mas do meu ponto de vista é um passo importante nesta direção. Próximo tema: Truck Charging é o próximo tema que será financiado. Também aí tem de se estar à frente do tempo, para no princípio "primeiro a chegar" já poder tirar um conceito da gaveta e, no melhor caso, até já uma proposta, porque em todos os programas de financiamento isso é normalmente
portanto: É preciso pedir orçamentos, mas só se pode contratar após a confirmação do subsídio. E depois ainda têm de encontrar empresas que realmente mantenham os preços dos orçamentos válidos durante três quartos de ano até um ano. Isso é o que vem a seguir. Simplesmente não posso contratar. Portanto, são tudo coisas em que o tempo desempenha um papel absolutamente decisivo. Mas um passo importante, na minha perspetiva. O que acho bom é que o sistema como um todo seja agora mais subsidiado. Ou seja, não como tu dizes. O setor privado está agora
atualmente a ser muito fortemente subsidiado. Portanto, aqui está-se a impulsionar a mobilidade elétrica com novos temas, com novas possibilidades de financiamento, com ofertas de desconto para veículos elétricos – muito fortemente, agora atualmente de novo nas frotas. É claro que o sistema como um todo está a ser apoiado. Acho que o caminho está correto. Aqui existe um fundo de subsídios. Claro, se agora este se esgotar – mas estou firmemente convencido de que haverá também novamente novos fundos de subsídios. Ou seja, se começássemos agora novamente com o nosso projeto, iríamos naturalmente verificar primeiro a elegibilidade de financiamento nos respetivos
estados federados, para ver: Como podemos integrá-los? São temas que no nosso tempo não tínhamos. Os fundos de subsídios existiam apenas de forma mínima. Mas subsidiar o sistema como um todo e não apenas por ponto de carregamento ou por veículo é, na minha opinião, o caminho correto. Sim. Há talvez ainda a mencionar neste ponto: estes fundos de subsídios federais. E depois há também a nível dos estados mais fundos de subsídios. Pode-se sempre informar sobre isso.
Existem talvez no próprio estado federal, onde se pretende eletrificar, também possibilidades? E de facto, como já dizes, para as compras de automóveis privados há também um bom subsídio que está agora a decorrer. No entanto, gostaria de mencionar novamente sobre o tema dos subsídios que está a tornar-se lentamente também muito económico, da perspetiva do Total Cost of Ownership, também sem subsídios apostar na mobilidade elétrica, dependendo do caso de aplicação, especialmente agora tendo em conta a guerra do Irão, onde os custos dos veículos a combustão, os
custos operacionais aumentam tanto com o gasóleo e a gasolina. Que o preço do petróleo agora vá baixar a longo prazo e que os preços do gasóleo e da gasolina sejam muito baixos – aí eu seria cético. Enquanto na mobilidade elétrica há cada vez mais possibilidades de reduzir os TCOs na operação. Talvez possamos agora focar-nos um pouco mais nisso, quais são as possibilidades. Podes falar novamente sobre as tarifas dinâmicas de eletricidade,
Pierre, como trataram isso, para aproveitar as vantagens por exemplo das tarifas dinâmicas de eletricidade – e o que isso é exatamente, explicando da tua perspetiva de gestor de frota? Talvez primeiro, ainda, antes de chegar a esse tema E: É assim que entretanto também com as autonomias já estás nesse ponto. Verificas os custos, analisas o TCO. Portanto, o – digamos – puro gasolina, se falarmos agora de automóveis, esse já não incluí nos últimos cinco
anos na minha Car Policy, porque o puro gasolina é naturalmente cada vez mais substituído pelo veículo elétrico. Tens a tração a gasóleo para quem agora faz 50.000 a 60.000 quilómetros por ano – aí talvez o gasóleo ainda seja de alguma relevância. Mas vemo-lo pela situação atual: Chegará o ponto em que devemos tornar-nos cada vez mais resilientes face à dependência de combustíveis fósseis, e todas as outras possibilidades que temos aí, que as utilizemos
para nós – com vento e eletricidade e sol e tudo o que está à nossa disposição. Agora neste projeto foi assim, que através do carregamento em depósito tínhamos horários fixos e tínhamos autonomias escaladas fixas. Portanto, diferente de uma frota que geri nos anos anteriores, onde veículos de pool estavam em uso, mas também veículos devido à regra dos 0,25%. Aí houve todos os financiamentos. E aí sabia-se igualmente com base num perfil de condução,
quanto o colaborador conduz, e podia-se então escalar em conformidade: Qual é o veículo certo para ele? Qual é a tração certa no veículo? E então torna-se muito rapidamente claro que não precisamos mais do veículo a gasolina na frota. E assim continua sempre com as autonomias. Assim, na minha opinião, também poderemos cada vez mais substituir o gasóleo num futuro próximo, e correspondentemente também no TCO isso far-se-á notar, como já disseste,
Claudio. Agora neste último projeto tratava-se de tempos de paragem fixos – precisávamos de uma tarifa de eletricidade. Aqui foi assim, que verificámos: Estamos sequer ligados? Por estado federal estamos no fornecimento de emergência. É frequentemente assim, quando se constrói nos respetivos estados federados. A que estamos ligados afinal? De que eletricidade precisamos afinal? E aqui foi assim, que em estreita colaboração, Claudio, também com a empresa RiDERgy, discutimos: Escolhemos, decidimo-nos
pela tarifa dinâmica de eletricidade. Pois esta tarifa dinâmica de eletricidade permite-nos utilizar a otimização com a empresa RiDERgy da melhor forma possível. Ou seja, escolhemos uma tarifa que – em termos de custos, sem todas as taxas adicionais – está algures nos 0,26 € por kWh, que depois pudemos reduzir correspondentemente através da otimização: de quinze em quinze minutos na bolsa de eletricidade com a otimização de eletricidade da RiDERgy, para chegar idealmente a cerca de 0,155 € ou assim
sem todas as taxas de tarifas de rede, que também entram no cálculo. Por isso, decidimo-nos, por local, por estado federal, por uma tarifa de eletricidade dinâmica – agora neste último projeto – com base no facto de podermos realizar a otimização da melhor forma possível, para depois sermos ainda mais eficientes. A localização, o futuro, a fonte de energia, a energia que se extrai dela, como se conduz a energia, como se gere o load management – isso representa uma grande parte de como, no final, também se acompanha o TCO
Exatamente. Complementando: os preços da eletricidade mudam a cada 15 minutos. Há alguns dias, ao fim de semana, tivemos quase um recorde de preço negativo – foi o segundo preço mais baixo, creio, na história da eletricidade na Alemanha, a -48 €. Ou seja, é uma loucura – temos de imaginar isto primeiro, olhar duas vezes para o telemóvel. Inacreditável. Os mecanismos por detrás destes preços negativos – não vamos entrar nisso agora, por uma questão de tempo. Mas para aqueles que estão interessados, com prazer posteriormente – podem escrever-me
E podemos aproveitar isso. E a longo prazo, haverá certamente muitas, muitas flutuações de preços. E quando há muito sol e vento, será muito barato. E então devemos carregar o máximo possível, porque caso contrário também serão reduzidos. E se apoiarmos as redes, quando estão um pouco sobrecarregadas, também recebemos tarifas de rede reduzidas. Portanto, são todos mecanismos onde alguns participantes do mercado dizem que poderíamos conduzir de graça
o que certamente não se pode fazer com gasóleo e gasolina. E essa é a grande vantagem da mobilidade elétrica. Por isso, não devemos ter apenas uma mentalidade de subsídios, mas sim dizer que compensa economicamente. E compensará se apostarmos cedo na tecnologia, na minha opinião. E depois vem o tema da bidirecionalidade, que ainda está no início, onde se pode até ganhar dinheiro, ao
utilizar a bateria do veículo e depois aproveitar essas flutuações de preços – carrega quando é barato e fornece a energia quando é caro. Portanto, são todos temas que ainda virão nos próximos anos. Não sei se têm mais reflexões sobre isto. Sim, bem, quando se ouve tudo isto, a tendência vai mais para o segundo carro elétrico, para poder abastecer o segundo carro nesses momentos, quando se trata de ganhar dinheiro. Sim,
é assim. Ainda vai acontecer muito no futuro. Mas agora, no projeto, foi importante posicionarmo-nos já com o software mais atual. Isso também é sempre importante para mim, que nos posicionemos e organizemos de forma a poder construir sobre o sistema existente. Também só posso recomendar isto a todos. Não construímos para hoje, mas devemos construir de forma a que o nosso sistema possa ainda, daqui a cinco a dez anos, ser ampliado através de módulos, de modo a não termos de começar sempre do zero
Isso era importante. E por isso precisas das plataformas mais recentes, em primeiro lugar. Quando decides então eletrificar a frota, há o tema da sustentabilidade, que naturalmente também é um grande ponto. Ainda não falámos muito sobre isso. Se te moves em espaços urbanos, com paragens e arrancadas constantes e tudo isso, então naturalmente a mobilidade elétrica – aí não precisamos de discutir, creio – é o mais saudável e também o mais prático que se pode ter
especialmente nas grandes cidades. Mas trata-se naturalmente também de não começar do zero daqui a cinco a dez anos, mas sim de colocar já os pontos de carregamento com as certificações ISO adequadas, para depois poder continuar a construir no sistema a qualquer momento e modernizar-se ou atualizar-se continuamente. Uma anedota que me marcou pessoalmente: estive particularmente em Espanha, mas não só lá, também em ruas de vários países onde cheirava realmente muito mal, até
ao limite. Depois li estatísticas também sobre cancro do pulmão causado por estas partículas que saem dos escapes dos motores de combustão. E não se conseguia respirar bem. Era ruidoso. Recentemente também estive na China, onde há veículos elétricos por todo o lado – em Xangai, por exemplo, tudo é tão silencioso, sem escapes. E quanto mais tivermos isto também na Europa e na Alemanha, será certamente um
mundo mais bonito – ou seja, independentemente agora dos TCOs e da crise climática, que são naturalmente muito relevantes, mas também da qualidade de vida. Acredito que esses são também valores acrescentados que não devem ser subestimados. Também se pode atribuir um valor em euros a isso. Sim, exemplo fixe. Mas é exatamente isso, Claudio. Não se trata apenas disso. É precisamente a interação de tudo. Claro que – uns diriam agora: Sim, quanto custa isso? E no final, da produção, não é assim tão sustentável.
E vocês só estão a embelezar um lado. Mas é precisamente assim: quando se deixa todos os pontos interagirem, então encontra-se o TCO adequado, a viabilidade económica, a sustentabilidade, a otimização. É exatamente isso que queremos no final nas frotas, que todos fiquem satisfeitos no final. Portanto, no início eu próprio ia visitar cada cliente com um carro elétrico, porque queria ver por mim mesmo: Como funciona isto? Queria entender o sistema eu próprio. Estive em Munique eu próprio
até ao cliente. Fomos num veículo com a marca. Chegámos lá com o nosso novo carro elétrico. A cliente da HelloFresh já estava junto à vedação. Foi mesmo assim: Uau, veículos novos – incrível e fantástico. E claro, os veículos elétricos já circulam há muito tempo. Já não era novidade, nem há dois, três anos. Mas também tem a ver com a forma como se lida com o tema, com a postura que se tem. E isso é igualmente um
tema importante, para o qual se deve estar mentalmente aberto quando se quer fazer avançar o assunto. Porque, tal como está definido pelo governo: estamos cada vez mais eletrificados, já não há volta a dar. Só falamos de carros elétricos. Estivemos agora na Flotte Stefan em Düsseldorf – lá só há veículos elétricos. Ou seja, estiveste na nossa feira em Düsseldorf. A Flotte – vamos lá todos os anos. Não estava lá
um único veículo a combustão. E é assim: esta vai ser a tecnologia dos próximos anos. E por isso é sempre muito importante para mim envolver também os motoristas dentro da empresa, todos os colegas. Antigamente já dizia sempre aos meus colaboradores: Leva um carro elétrico para casa durante o fim de semana. Experimenta-o e só depois forma a tua opinião. E raríssimas vezes me devolveram um carro dizendo: Aqui tens a chave. Fica com esta lata.
Sim, horrível. Portanto, foram sempre feedbacks muito positivos que recebi. Sempre adequados ao perfil de condução, evidentemente. Mas isso é tão importante, na minha opinião, que se experimentem realmente os temas primeiro. Usar os veículos, ver quanto é que realmente se conduz. E sempre estes argumentos: O que faço quando vou de férias? Duas vezes por ano. Ao que eu digo: Mas 80, 90 % do tempo moves-te num perfil de condução completamente diferente. E por isso, vê
como é realmente. E isso também é importante, influenciar positivamente os colegas dentro da empresa – não embelezar tudo, não é isso que quero dizer, nem tudo é bonito. Falamos de diferenças de temperatura duras. Ou seja, no inverno tivemos realmente por vezes 30–40 % menos autonomia, o que também não fez bem ao nosso projeto. Isso tem de se dizer claramente. Os veículos por vezes ainda não estão lá. Quer dizer, aí consegues obviamente muito melhor resultado
com a propulsão diesel. O teu planeamento é completamente diferente. E esses são temas que naturalmente ainda não são ótimos. Mas estão cada vez melhores, e o processo não é estático, mas cresce continuamente. No sentido também da perspetiva, à medida que chegamos à reta final, há alguns pensamentos que ainda surgiram e que queria partilhar. O que me convence pessoalmente neste tema: interessei-me pela mobilidade elétrica já lá por 2011. E nessa altura só havia uns poucos
veículos. Nissan Leaf – para quem conhece – era o líder de mercado com 200.000 unidades por ano. Depois veio o Tesla Model S e assim por diante, sem entrar muito em detalhes. Havia realmente um punhado de carros elétricos no mercado nos anos 2010. E depois mencionou-se em 2017, 2018, que em 2025 haveria cerca de 500 modelos no mercado. Isso funcionou mesmo. Há quantidades enormes de veículos elétricos. Agora mesmo, porque no salão automóvel de Pequim há quantidades inimagináveis – ou seja, se
compararmos: em dez anos, e também durante a minha vida, só desde os anos 90 os custos das baterias desceram 99 %. Quer dizer, a tendência mantém-se: ainda vai descer. Problemas de autonomia que havia há dez anos já não existem nos veículos mais recentes. A BYD anunciou mais de 1.000 kW de potência de carregamento em cinco minutos. Em todo o mundo estão agora a ser instalados imensos postos de carregamento. Também na Alemanha vai haver, creio, 30 locais nos próximos
meses. Ou seja, há uma quantidade enorme de dinâmica em toda esta história. E sobre o tema da sustentabilidade: as baterias – é sempre um tema. Sim, o material tem de ser extraído, isso é sem dúvida verdade. No entanto, as baterias podem ser recicladas – mais de 90 % dos materiais podem ser reciclados. Também valem imenso. Quer dizer, a visão é também que se vá e se reciclem todas. E depois não será preciso extrair tanto, também os impactos ambientais serão menores
então. Ou seja: o petróleo não se pode reciclar – isso é fisicamente impossível. Mas as baterias podem ser recicladas, e vão ser recicladas. Quer dizer, também ao nível da sustentabilidade não há realmente nada contra. Só isto. Estou definitivamente muito otimista quanto à mobilidade elétrica, como se percebe. No entanto, há que dizer que existem desafios, que também aqui abordámos de forma muito prática e que não se devem ocultar.
No entanto, também há fornecedores de soluções e pessoas que conhecem o assunto e que nos podem dar a mão. Mas todas as formas de propulsão começaram um dia. E acho que, se pensarmos em quanto tempo faz que a mobilidade elétrica se tornou acessível às massas e quão rápido é o crescimento e o desenvolvimento aqui – acho isso bastante interessante.
Pronto, Stefan. Sim, portanto temos de nos especializar um pouco mais da próxima vez. Ou seja, é incrível. Só agora se percebe quantos temas há afinal. E não se pode fazer um podcast de três horas. Mas talvez possamos especializar isto um pouco mais noutra forma. Também vamos em breve a Munique sobre este tema, à Power to Drive, onde vamos também mais uma vez a partir da
da prática, onde oradores relatam a sua experiência prática. E fico contente por ter aceite participar nesta conversa a três sobre o tema que já discutimos aqui. Para todos aqueles que nos quiserem ver ao vivo: creio que podemos informar novamente – sigam-nos e certamente comunicaremos quando e como exatamente. Exatamente, certo, certo. Sim, e estou ansioso por isso também.
Igualmente. Sim, eu também. E talvez no sentido de perspetivas futuras – acho que o Pierre e eu já dissemos quase as nossas palavras finais. Talvez tu, Stefan, tenhas ainda algo que queiras partilhar, no sentido de: sim, onde estamos na e-mobilidade, ou perspetivas, ou assuntos que te preocupam atualmente. Ah, sim, de forma muito geral preocupa-me naturalmente a continuação da expansão e a operação da infraestrutura de carregamento. Mas penso que: se olharmos a médio e longo prazo, a
expansão irá diminuir cada vez mais – é a minha opinião. E depois trata-se da operação dos pontos de carregamento existentes. Há sempre situações em que é preciso acrescentar pontos de carregamento, algures, mas a grande expansão irá – a médio e longo prazo, na minha perspetiva pessoal – diminuir lentamente. E depois trata-se mais de: vai limitar-se cada vez mais ao software. Operação, questões de faturação, tarifas dinâmicas de eletricidade, Plug and Charge, Vehicle-to-Grid, Vehicle-to-Vehicle – estes são todos os temas fascinantes que nos
acompanharão nos próximos anos. É a minha opinião. A pura expansão de hardware diminuirá cada vez mais. Depois passa-se para Car-Data, de modo a que já não seja necessária uma box para obter os dados dos processos de carregamento. Isso é, por exemplo, algo com que nós na WL já nos ocupamos agora – que chegará o momento em que os dados não virão da box, mas diretamente do carro, de modo a que já não precise de uma wallbox. Não obstante, preciso da eletricidade –
sem dúvida. A potência tem de vir de algum lado. Simplesmente ainda não se pode transmitir por ondas. Na escola profissional tentámos uma vez calcular qual seria o tamanho de uma antena para transmitir eletricidade a dez metros. É inacreditável. Simplesmente não funciona – fisicamente não é possível. Há simplesmente limites. Mas como disse, vai limitar-se muito, muito ao software. É a minha opinião para a perspetiva de médio a longo prazo.
Ótimo, sim. Só posso concordar – convosco ambos, naturalmente – e aguardo ansiosamente os próximos episódios e que tenham partilhado o vosso conhecimento tão abertamente. Espero que os ouvintes também tenham gostado de nos ouvir, e para aqueles que não se cansam: sigam-nos por favor. E também – creio que no LinkedIn somos todos muito ativos e abertos – e também na Power to Drive, como disse, em Munique estaremos então também ao vivo.
Portanto, sintam-se à vontade para entrar em contacto posteriormente. Sim, estamos abertos a sugestões, ou se até tiverem interesse em partilhar o vosso conhecimento, entrem em contacto connosco e depois veremos. Então a todos um bom dia. Igualmente obrigado. Tchau.
Esta foi a nossa primeira ronda especial Smart Charge by RiDERgy com o Stefan e o Pierre. As principais conclusões: a eletrificação de frotas não é um projeto de wallbox, mas um projeto de sistema que engloba operação, ligação à rede, infraestrutura de carregamento e otimização energética. Alguns números ficam: questões de ligação à rede podem demorar 12 a 18 meses. Num projeto foram necessários até 13 meses apenas para descobrir que tinha sido submetido o pedido errado. Por isso: envolver o operador de rede e o senhorio o mais cedo possível. Segundo ponto: um transformador não deve ser automaticamente a primeira solução. Muitos projetos de depósito funcionam com baixa tensão, se o load management for bem planeado. Um transformador
pode facilmente atingir a casa das seis cifras em custos. Terceiro ponto: primeiro testar, depois escalar. No projeto HelloFresh foi conscientemente praticado com uma a duas posições de carregamento durante a noite, para verificar software, comandos de carregamento, veículos e processos operacionais, sem perturbar os processos do depósito. E a maior alavanca está na eletricidade. Com tarifas dinâmicas, o preço muda a cada 15 minutos. O Pierre deu como exemplo que antes da otimização o preço era significativamente mais alto e pode situar-se na faixa alvo de 0,55 €. Isso torna o smart charging numa verdadeira alavanca de TCO. A fórmula prática:
verificar a ligação standard, envolver cedo o senhorio e o operador de rede, testar em pequena escala, utilizar load management e só depois escalar. Queremos continuar este formato com o Stefan e o Pierre e futuramente convidar mais convidados. Se tiverem temas ou sugestões de convidados, escrevam-nos por favor. Até à próxima.
Welcome to the Smart Charge by RiDERgy Podcast. This is Claudio Geyken, Founder and CEO of RiDERgy. This is your show to learn about all things energy management and smart charging innovation for electric vehicles and fleets.
Diese Folge ist etwas anders. Es ist keine klassische Interviewfolge, sondern eine Smart Charge Sonderrunde mit Stefan Poppe und Pierre Rudolf als Co-Hosts. Stefan bringt die Perspektive der Ladeinfrastruktur mit – vom Netzanschluss über Trafofragen bis zur Ladesäule und zur Umsetzung vor Ort. Pierre bringt die Flottenperspektive mit. Er hat mehrere Fuhrparks betreut, Digitalisierung vorangetrieben und die Elektrifizierung der letzten Meile bei HelloFresh begleitet. Und ich bringe die Perspektive von Energiemanagement und intelligentem Laden ein. Kennengelernt haben wir uns im gemeinsamen HelloFresh-Projekt. Dort mussten Fahrzeuge, Ladeinfrastruktur und Energieoptimierung im
echten Betrieb zusammenkommen. Genau darum geht es in dieser Folge. Was passiert wirklich, wenn man Depots elektrifiziert? Wie vermeidet man überdimensionierte Infrastruktur? Wann braucht man tatsächlich einen Trafo? Wie können dynamische Stromtarife Kosten senken? Und warum funktioniert Smart Charging nur dann, wenn Flotte, Hardware und Software sauber zusammenspielen? Diese Folge ist auch der Start eines Formats, das wir fortsetzen wollen: regelmäßige Gespräche aus unseren unterschiedlichen Blickwinkeln, manchmal nur zu dritt, manchmal mit zusätzlichen Gästen aus Flotte, Ladeinfrastruktur, Energie, Netz und Software. Heute also weniger klassisches Interview, mehr ehrliche Praxisrunde. Was
haben wir gelernt? Was würden wir anders machen? Und was sollte jede Flotte wissen, bevor sie ein Elektrifizierungsprojekt startet? Los geht's.
Ja, hallo zusammen. Wie geht's euch heute? Hallo, Claudio. Danke. Wie geht's dir? Ja, prima. Schön, dass ihr dabei seid. Heute wollen wir damit anfangen, dass wir uns nochmal vorstellen, da es ja auch unsere erste gemeinsame Folge ist. Stefan, wenn du gerne anfangen willst – du bist mir hier im Bildschirm am nächsten. Ja, dann nehme ich den Ball gerne auf. Ich bin Stefan. Ich bin seit dreieinhalb Jahren im Thema Ladeinfrastruktur unterwegs, in erster Linie aus
dem Hardwarebereich, wenn man so sagen will – vom Netzausbau bis zur Ladesäule selbst. Ich bin von Haus aus Elektrotechniker, habe das von der Pike auf gelernt und kann also auch mit Strom umgehen. Das ist mein Background zu diesem Thema. Willst du weitermachen? Ja, ich bin der Pierre. Ich bin jemand, der direkt aus der Flotte kommt. Ich habe die letzten Jahre als Fuhrparkmanager und Flottenleiter mehrere Flotten betreut, habe Digitalisierung vorangebracht und
auch vor etwa zehn Jahren angefangen, Flotten zu elektrifizieren. Ich bin sozusagen derjenige, der aus der Praxis zu euch spricht. Super. Und dann schließe ich die Runde. Ich bin Claudio, hier in Berlin, bin auch hier aufgewachsen. Wie der Name schon sagt: halb Deutscher, halb Italiener, ein bisschen multikulturell, auch in Frankreich geboren. Ich habe mich früh für die Energiewende begeistert – seit 2004 – und habe Energieingenieurwesen studiert und in verschiedenen Rollen innerhalb der Wertschöpfungskette gearbeitet, sowohl im Maschinen- und
Anlagenbau für Solarzellen als auch bei der Installation von Solarsystemen mit Batteriespeichern, und habe dann insbesondere Unternehmer dabei unterstützt, ihr Unternehmen aufzubauen. Jetzt bin ich mit RiDERgy mit meinem eigenen Unternehmen unterwegs. Als Hinweis für die Zuhörenden: wie wir uns kennengelernt haben – vielleicht, Pierre, weil du im Mittelpunkt des Projekts standst, willst du darauf eingehen? Wir haben uns im Zuge eines Projekts kennengelernt, welches ich zuletzt bei HelloFresh betreut habe. Das war mein ehemaliger Arbeitgeber. Da ging es darum, die Last Mile – die letzte Meile – zu elektrifizieren. Da
ging es darum, Fahrzeuge, die zum Kunden fahren und das Produkt von HelloFresh liefern, gemeinsam mit der Ladeinfrastruktur zu elektrifizieren. In diesem Zuge ging es ganz klassisch voran: wir haben Ausschreibungen betrieben und brauchten jemanden für die Hardware, für die Ladeinfrastruktur. Und da sind wir letztendlich bei der Firma ChargeOne gelandet. Stefan war dort mein Ansprechpartner. So haben wir uns kennengelernt. Wir haben geschaut, was wir
für das Projekt brauchen. Wann war das, Stefan? Vor drei Jahren – fast. Es sind mittlerweile fast zwei Jahre her, tatsächlich. Genau, wo die ersten Anfänge waren, wo das alles anfing. Ich wurde auch explizit für das Projekt damals eingestellt. So haben wir uns kennengelernt, Stefan. Daran kann ich mich noch gut erinnern. Und wie es dann so läuft – es geht eben nicht nur um die Installation einer Wallbox, sondern darum, das ganze
Energiesystem ans Depot anzubinden und im besten Fall intelligent zu laden. Hier kamst du ins Spiel, Claudio. Hier haben wir uns dann kennengelernt. Wir haben überlegt: Was machen wir mit dem Strom? Wie können wir den Strom per Lastmanagement am cleversten steuern? Und hier habe ich RiDERgy entdeckt und habe direkt Kontakt mit Claudio aufgenommen. Wir haben dann angefangen zu schauen, wie wir den Strom bestmöglich optimieren können – wie genau wir das gemacht haben, das werden wir sicherlich noch im Laufe des
Podcasts erzählen, aber nur erst mal so viel dazu, wie wir uns hier kennengelernt haben. Ja, cool. Willst du noch ergänzen, Stefan, aus deiner Perspektive vielleicht? Dann kann ich auch nochmal. Gerne. Also aus meiner Perspektive: Ich hatte Pierre ja kennengelernt. Da waren wir in dem Projekt schon involviert. Da ist Pierre dann dazugestoßen. Ich muss ganz ehrlich sagen, Pierre hat es irgendwie nochmal auf ganz andere Füße gestellt. Der hat das viel besser nach vorne getrieben, als es vorher so war. Vielleicht auch genau dessen geschuldet,
weil er dafür auch speziell eingestellt worden ist. Vorher lief das ganze Thema im Haus so ein bisschen mit, aber damit hat es erstmal einen ganz anderen Drive bekommen. Da bin ich ehrlich. Ja, wir hatten halt vorher – vielleicht noch kurz ergänzend – jemanden da am Start, der halt noch nie was mit E-Ladesäulen zu tun gehabt hatte. Das war der Punkt. Und wo ich dann dazustieß, aus der Praxis schon heraus, ging es
wirklich erst mal darum zu gucken: Was ist denn bisher überhaupt entstanden? Stefan und ich mussten relativ schnell erst mal Dinge anpassen, Genehmigungen erneut einholen oder auch Bauphasen noch mal anpassen, die schon angefangen hatten, und solche Geschichten. Also unser Start bestand erst mal darin, eine Bestandsaufnahme durchzuführen, aber auch direkte Anpassungen vorzunehmen, bevor wir überhaupt erst mal in die Planung kommen konnten, wie es weitergeht. Das war ganz spannend am Anfang. Ich erinnere mich gut, Stefan. Ja, da gibt es ganz schön viele Komplexitäten, auf die wir wahrscheinlich
noch mal gleich eingehen werden. Und vielleicht aus meiner Brille noch mal auch: Also für uns als Firma ist es sehr wichtig, dass wir die richtigen Anwendungsfälle finden, auch bei der intelligenten Ladesteuerung von Elektroflotten. Da gibt es ja verschiedene Arten von Flotten, und HelloFresh hat perfekt eigentlich auch für uns gepasst als Art von Flotte, weil es darum ging – also für diejenigen, die HelloFresh ja nicht kennen – die Pakete mit den schönen, leckeren Mahlzeiten an die Kunden zu liefern nach Hause, und das aus
Depots. Das heißt, es ist noch relativ planbar, dass die Abläufe, die wir dann für unsere Optimierung auch sehr gut verstehen müssen, im Vergleich zu anderen Arten von Flotten. Und da hat's auch gut gepasst, dass ich mit Pierre jemanden gefunden habe, der als Flottenmanager wirklich für das Thema auch sofort gebrannt hat und die Chance wahrgenommen hat. Und dann lief das. Zwar war das nicht so einfach am Anfang, da die nötigen Depot-Schnittstellen herzustellen. Das hat ein bisschen Vorlauf gebraucht, aber
dann haben wir es auch geschafft, nach einigen Monaten die Ladeinfrastruktur anzubinden und dann die Ladesteuerung anzufangen. Genau – das hast du jetzt sehr schnell alles zusammengefasst. Da ging natürlich viel Planung vorweg. Wir haben Piloten auch gestartet, um erst mal zu schauen, wie es funktioniert. Also, wir hatten dann die ersten Ladepunkte in München – ich erinnere mich – verbunden. Und dann ging es darum zu schauen, wie das denn auch in der Praxis wirklich funktioniert mit der Optimierung. Und da war das
auch gut – dein Vorschlag, Claudio: Dann lass uns erst mal 12 Ladepositionen zum Testen über Nacht testen. Und so konnten wir dann mal schauen, wie sich das in der Software und wie sich das in der Praxis überhaupt darstellt, mit den Kollegen vor Ort, weil die genauso wichtig sind. Hier war immer für uns wichtig: Die Fahrzeuge müssen geladen sein, der operative Betrieb darf nicht gestört werden, so wenig wie möglich. Bestenfalls diese Thematiken ineinandergreifen zu lassen – das war halt das Schwierige,
denn die Pakete mussten zum Kunden. Und wir hatten neue Fahrzeuge – da können wir gleich auch nochmal darauf eingehen – neue Fahrzeuge, die wir so noch nicht im Einsatz vorher hatten. Wir haben mit den Dienstleistern zu tun gehabt. Von daher ist es von der Planung her schon ein Thema gewesen, dieses neue Setup in einen voll funktionierenden operativen Bereich einzugliedern. Also wir hatten wenig Zeit, parallel zu arbeiten, sondern wir haben es direkt umgesetzt mit Fahrzeugen, die neu waren.
Dienstleister mussten den Umgang mit den E-Fahrzeugen lernen. HelloFresh hatte neue eigene Fahrzeuge, die in die Flotte integriert werden mussten. Und all das in die Operative zu bringen war für mich anfangs die größte Herausforderung. Was aber umso besser funktioniert hat, da unsere Abstimmung, die wir drei geführt haben, in meinen Augen einwandfrei lief. Und das ist absolute Voraussetzung für so ein Projekt, dass man die Dinge schon skaliert in der Theorie einmal durchspielt, aber unbedingt dann auch in einem Piloten
idealerweise erst einmal durchspielt, um den operativen Bereich nicht zu stören. Ja, total. Also ich habe es natürlich zusammengefasst. Es gab sehr, sehr viele Zwischenschritte und sehr, sehr viele auch Personen, die noch involviert waren. Grüße und Dank geht raus auch an mein Key-Misch, aber auch an Plath da in München von HelloFresh und Simon natürlich auch von Charge One, aber auch Lichtblick. Wir hatten hier Unterstützung auch – das sind ja alles Kollegen gewesen, die uns hier
wirklich super unterstützt haben. Genau, wie du schon sagst, wollte ich nicht unterbrechen. Also dieses Projekt war auf jeden Fall nicht trivial, da die ganzen Tests und der Vorlauf. Nur so ein Beispiel zu nennen: Wir mussten teilweise Ladebefehle schicken mit einer gewissen Frequenz, um gewisse Zuverlässigkeiten und verschiedene Fahrzeugarten, verschiedene Ladesäulen ausgiebig zu testen, um eben diese Zuverlässigkeit auch zu garantieren, dass die Fahrzeuge am nächsten Tag auch genügend Reichweite haben, weil die Reichweiten
bei diesen Vans teilweise beschränkt sind, insbesondere im Winter, und da die Touren teilweise auch sehr lang sind, es sehr wichtig ist, dass man das gut managt. Genau so ist es. Und ein Punkt vielleicht auch noch: Ich meine, wir wussten ja da noch nicht, ob die Charge One Ladepunkte mit deinem System funktionieren. Wir sind ja jetzt, wenn wir zusammenarbeiten würden im nächsten Projekt, da wüsste man dann schon früh eher, worauf man achtet. Aber ich sage mal,
wir wussten zu der Zeit noch nicht, welche Systeme miteinander funktionieren. Das war ja auch ein großes Thema. Stefan, kannst du gleich auch mal was dazu sagen, wie das so lief in den Anfängen, und das dann auch noch mal zu kombinieren mit der Telematik der Fahrzeuge? Das war schon spannend. Gerade unsere Kollegen vor Ort waren natürlich unmittelbar wichtig, dort mit einzubinden. Wir konnten ja nicht überall gleichzeitig sein. Das heißt, wir waren an unseren Standorten und haben auch viel aus der Ferne
geregelt. Deine Kollegen, Claudio, haben da einen engen Austausch geführt mit unseren Lastmanagement-Spezialisten, die halt vor Ort waren. Und das alles war die Herausforderung, die wir da zu absolvieren hatten. Stefan, ich weiß noch, wo wir gerade in den Anfängen waren, wo es überhaupt erst mal darum ging, Netzleistung und Ladeanschluss überhaupt erst mal zu installieren, bevor überhaupt irgendwas funktioniert hat, und wir teilweise auch schon die E-Fahrzeuge am Start hatten. Also das ist sehr, sehr spannend, weil die Autos schon da
waren. Dann gab es fünf Ladepunkte für 20 Autos, dann gab es irgendwie 100 Ampere, mit denen alle 20 Autos geladen werden sollten und mussten. Es musste aber auch sichergestellt werden, dass morgens um sechs alle wieder vollgeladen sind. Da gab es dich, Claudio, noch gar nicht in dem Projekt. Und das hat eben im Laufe des Projekts gezeigt, dass wir so jemanden wie dich brauchen in diesem Projekt, der das Ganze entsprechend auf die richtigen Füße stellt – softwareseitig. Man kann viel tun, also die Boxen
zu bauen, ist eine Standardhandwerkerleistung, sage ich jetzt mal, den Netzanschluss herstellen ist eine Elektrikerarbeit. Das sind alles Dinge, die man schon zu Hauf gemacht hat, auch wenn es beim Thema Ladeinfrastruktur immer noch irgendwie etwas neu wirkt. Aber letztendlich geht es darum, einen Industriebetrieb unter Strom zu setzen, was man eigentlich schon immer kann. Spannend ist es dann, die Leistung, die da ist, entsprechend so zu nutzen, dass es nicht dazu führt, dass das Kühlhaus ausfällt oder im Büro das Licht flackert, sondern eben an der richtigen Stelle auch
runtergebremst wird und dann zur richtigen Zeit auch noch ins Auto gepumpt wird. Das sind so Themen, die wir in diesem Projekt gelernt haben. Du hattest angesprochen, Pierre, wie wir angefangen haben: Es war Strom ins Auto, und um mehr ging es eigentlich nicht. Aber wir haben relativ schnell gemerkt, dass das so ohne Weiteres nicht geht. Dynamische Lastmanagementsysteme gibt es auch, die können das – das ist nichts Triviales. Aber hier ging es ja um wesentlich mehr, um eben auch irgendwann einen Effekt zu erzielen,
was es eben auch bedeutet, den Strom intelligent zu nutzen am ganzen Standort. Und da hat diese Dreierkonstellation halt unheimlich viel bewirkt. Wir beide, Claudio, haben natürlich auch unheimlich davon profitiert. Das ist zumindest meine Sicht davon, dass auf der Seite von HelloFresh mit Pierre jemand da war, der das ganze Thema auch voranbringen wollte. So jemanden braucht es in so einem Projekt – nicht jemanden, der sagt, hier läuft nicht und ich will es nicht, sondern jemanden, der sich aktiv am Projekt beteiligt. Das ist ganz, ganz wichtig. Total.
Das ist Gold wert, und tatsächlich auch sehr rar noch in meiner Fuhrparkleitererfahrung. Und dann nochmal, weil das ja auch ein spannendes Thema ist, was vielleicht viele Fuhrparkleiter, die vielleicht dann auch zuhören, nicht so ganz auf dem Schirm haben – nochmal, um sie abzuholen: Eine große Herausforderung ist eben, genügend Kapazität überhaupt zu haben, um die Fahrzeuge zu laden, wegen der Kabel und der Netzanschlussleistung mit dem Netzbetreiber. Das ist das eine. Und
das Zweite ist auch, dass man mit der Zeit mit dynamischen Strompreisen beispielsweise oder bei den Netzgebühren Geld sparen kann, wenn man die Ladevorgänge intelligenter steuert. Das sind die zwei großen Themenblöcke. Und vielleicht können wir nochmal, weil das Thema Netzbetreiber vielleicht bei den Fuhrparkleitern insbesondere, oder aber auch bei anderen Marktakteuren, die vielleicht nicht so viel mit Netzbetreibern zu tun hatten – wie insbesondere ihr zwei – eure Erfahrungen da teilen, wie das so ist und was ihr so an Tipps hättet.
Auch auf Basis dieser Erfahrung für Leute, die ihren Fuhrpark elektrifizieren wollen oder Fuhrparks helfen zu elektrifizieren. Ich würde mal sagen, wie das so ablief. Also, Stefan, wir hatten – irgendwann waren wir so drin. Man muss es sich jetzt mal wirklich aus der Praxis heraus vorstellen. Wir haben 6, 7 Standorte, die wollen wir elektrifizieren. Wir haben dort pro Standort 15 bis 20 Fahrzeuge. Im Vorfeld wurde geklärt: Wie viel Reichweite brauchen wir? Wie viele Ladepunkte brauchen wir für wie viele
Fahrzeuge? Das ist natürlich alles in Form eines Skalierungsprozesses, der im Vorfeld stattgefunden hat. Und dann geht es darum: Wir brauchen jetzt hier 20 Ladepunkte. Wir haben 20 Fahrzeuge. Wir möchten pro Ladepunkt ein Fahrzeug laden. Wir haben feste Standzeiten. Wir können also in etwa einschätzen, wie viele Fahrzeuge wann genau wie laden können. Und dann geht es darum herauszufinden: Wie viel Netzanschlussleistung haben wir denn überhaupt an dem Standort? Und dann war es halt tatsächlich so, dass ich mich mit Stefan vor Ort getroffen habe, an
unseren Depots, wo HelloFresh Mieter ist, um dann mit den jeweiligen Mietobjektleitern – mit den Vermietern, Entschuldigung, mit den Vermietern – da zu gucken: Wie sieht es aus? Wie viel Strom habt ihr? Könnt ihr euch das überhaupt vorstellen, mit uns dieses Projekt zu gehen? Wir wollen unsere Flotte elektrifizieren. Wir werden unsere Flotte elektrifizieren. Wir würden es aber gern sozusagen hier auch im
Zusammenspiel durchführen. Und hier ist es auch genauso wichtig, gleich den Vermieter mit ins Boot zu nehmen. Das war mir sehr wichtig, von Anfang an zu sagen: Das ist nicht unsere eigene Immobilie. Wir sind Mieter, aber wir sind schon lange Mieter. Wir möchten auch noch lange Mieter bleiben. Lasst uns hier als Team zusammen schauen, welche Möglichkeiten wir haben. Und das war erst mal eine Bestandsaufnahme. Wir haben dann geschaut, so und so viel Strom liegt an. Brauchen wir hier noch einen Trafo? Im
Worst Case brauchen wir noch einen weiteren. Wie viel Netzanschlussleistung haben wir vorliegen? Und dann sind wir ganz klassisch erst mal mit dem Vermieter durch seine Anlage gelaufen und haben geschaut – Stefan im Schlepptau mit seinem ganzen technischen Know-how, was halt auch super wichtig war, dass er natürlich auch von der Technik Ahnung hatte und ich eben nicht nur einen Theoretiker, einen Salesman, am Start hatte, sondern jemanden, der beides konnte. Ideal, also
wir in den Netzanschlussräumen, sämtliche Räume, Kellerräume – Stefan, weißt du noch, wo wir überall drin waren? 6, 7 Standorte, alles sah irgendwo anders aus. Wir haben erst mal mit der Aufnahme begonnen. Stefan hat Fotos gemacht. Wir haben gemessen, wir haben gefragt. Wir sind da wirklich ganz klassisch mit dem Stift durchgelaufen und haben alles Mögliche an Informationen eingeholt. Und dann ging es hinterher in die Auswertung. Wir reden von den Vermietern, vor allem
von Vermietern, nicht von den Netzbetreibern, im ersten Schritt. Nein, nein, wir reden immer noch – ich würde es gerade mal von Beginn an skalieren – immer noch von den Vermietern. Was dazu erst mal nötig ist: Wir müssen, bevor wir an den Netzbetreiber gehen, erst mal schauen, was überhaupt an Strom für so ein Projekt anliegt. Das ist das, was immer zuerst getan werden sollte, damit man weiß, wie viel Leistung man überhaupt erst mal für das Projekt braucht. Und das haben wir damit gemacht. Und
dann ging es los, dann ging es in die Planung. Dann haben wir uns das Okay des Vermieters eingeholt. Es bringt nichts, wenn man das als Firma eigenständig durchdrücken will. Man braucht definitiv die Genehmigung – sowas sollte sich auch immer schriftlich eingeholt werden. Der Mietvertrag läuft so und so viele Jahre, um da gemeinsam an dem Projekt zu arbeiten. In den allermeisten Fällen kann man sagen, sind die Vermieter sehr positiv gewesen auf das Projekt und haben auch durchaus gesagt: Mensch,
toll, was ihr hier macht. Es ist an der Zeit, dass man das tut. Ihr seid sehr gute Mieter. Wir beteiligen uns teilweise auch an den Kosten. Und so ging es dann in die Planung. Stefan ist dann voll in seinem Element gewesen, sozusagen als der Chef-Koordinator. Stefan, erzähl mal, was dann als Nächstes passiert ist. Na ja, Auswertung der Daten. Also erst mal schauen: Wie viel habe ich? Wie viel kann ich? Wie viel geht eigentlich mit? Er
hat es ja eben schon mal gesagt: Dynamische Lastmanagementsysteme können da schon vieles bewirken, aber eben auch nicht alles sicherstellen. Wir hatten am Anfang auch Ausfälle, Netzausfälle. Ich kann mich noch an einen Fall erinnern, da ist dann nachts irgendwann die Hauptsicherung geflogen. Da mussten wir alle Hebel in Bewegung setzen – weil wir ja nun auch beide nicht direkt in München sitzen, mussten wir jemanden finden, der da rausfährt und diese Sicherung tauscht,
damit man den Betrieb, wie eingangs gesagt, eben nicht zu sehr einschränkt. Denn nichts ist schlimmer, als bei den Nutzern der Elektromobilität eine Frustration zu erzeugen und genau den Gegeneffekt zu bewirken, nach dem Motto: Funktioniert eh alles nicht. Das hatten wir ja vorher schon – man hatte ja sowieso vorher schon immer gesagt, das geht alles nicht. Wir mussten da ja schon in Vorleistung gehen. Ja, genau. Du musst eben dafür sorgen, dass sich alle wohlfühlen.
Irgendwie. Und dann findet das Thema auch Anklang. Und dann findet man das auch alles gut. Nur sobald dann am Anfang gleich solche Probleme auftauchen, das war schwierig. Also gerade bei Netzbetreibern: sobald das Thema Netzbetreiber ins Spiel kam, den Ball haben wir dann natürlich angenommen. Ich bin mittlerweile bei der Firma WL auch so ein 360-Grad-Anbieter. Das heißt, man macht dann irgendwie alles. Man kümmert sich darum, dass es von Anfang bis zum Ende aufgebaut wird und betrieben wird, also Anfang: Netzbetreiber
erst mal ins Boot holen. Die Netzanschlussbegehren, die man da erstmal in Form eines Antrags lostritt – das kann schnell mal 12 bis 18 Monate dauern, bis man da irgendwie annähernd zu einer Entscheidung kommt. Und deswegen war das auch der Grund, weswegen wir am Anfang an jedem Standort erst mal mit der Leistung, die vor Ort war, klarkommen mussten. Alles andere haben wir im zweiten Schritt dann gemacht und gesagt: Alles klar, wir haben die und die Leistung, das kriegen wir
so und so erst mal geregelt. Und parallel dazu betreiben wir jetzt den Netzausbau, der auch wieder Kosten verursacht. Auch das darf man nicht ganz außer Acht lassen – diese Baukostenzuschuss-Geschichten. Ich kann mich an den Fall in München erinnern: da war das immens, weil die nächste Trafostation einfach weit weg war. Da kann man auch nicht sagen, das kostet immer Summe x, sondern das ist wirklich standortabhängig. Und das sind so die ersten kleinen Problemchen, auf die man sofort stößt, wenn man einfach nur die Aufnahme der Daten
macht und die erste Analyse ansteht. Da geht es los, so ist es.
Und vielleicht noch mal einen kleinen Schritt vorweg. Wir haben das ja auch vorher durchkalkuliert. Stefan, du erinnerst dich. Ich musste eine Budgetplanung machen, ganz normal für das Jahr 2024 oder für das Jahr 2025. Genau. Und wir haben bestmöglich probiert, Dinge auch schon vorweg zu sehen. Und ich kann mich erinnern, dass du schon gesagt hast: es kann sein, dass wir eine Trafostation in 5 Metern haben, aber auch in 150 Metern. Und wir haben schon probiert, bestmöglich solche
Themen sozusagen ins Gesamtbudget mit zu inkludieren, was uns eigentlich auch ganz gut gelungen ist, muss man sagen. Es gab ein Budget, das relativ transparent von mir auch dargestellt wurde, wo man dann aber gucken musste – klar, das ist ja genauso wichtig – die Wirtschaftlichkeit in solchen Projekten bestmöglich einzuhalten und nicht immer wieder irgendwo nachzuschärfen. Von daher war das auch ein wichtiger Punkt, den man auch während der Bauphase – also nicht nur vorher in der Planung, sondern auch währenddessen – immer im Auge behalten sollte.
Wirtschaftlichkeit und Kosten, bevor es dann wirklich losgeht in die Bauphase. Und was ist euer Ansatz und eure Empfehlung meistens, Stefan? Ein Fuhrparkleiter weiß wahrscheinlich nicht, warum jetzt ein Trafohäuschen so relevant ist. Vielleicht kannst du das noch mal abholen, inwiefern das jetzt wichtig ist. Und wie habt ihr das dimensioniert? Bei jedem Depot habt ihr quasi die Maximalleistung eines jeden Ladepunkts und dann die Summe der Ladesäulen genommen und daraus die Netzanschlussleistung dimensioniert, oder wie habt ihr
das dann gehandhabt? Was war eure Logik und die Empfehlung, die du dann für andere Fuhrparkleiter hättest? Also man bildet ja immer so einen Mittelwert, würde ich mal sagen. Wenn man jetzt 20 Ladepunkte mit 11 kW hat, kann man nicht sagen, dass das die Leistung ist, die man braucht. Man rechnet sofort mit Gleichzeitigkeitsfaktoren. Da hängt es davon ab, wie viel Standzeit diese Geräte haben. Bei HelloFresh war das natürlich ein dankbarer Fuhrpark, weil man genau wusste, welche Zeit die Autos haben,
um wieder vollzuladen. Das heißt, man kann mit relativ geringer Leistung, die man letztendlich wirklich braucht, an den Standort gehen. Das hängt natürlich davon ab: plant man nur AC-Ladepunkte oder redet man sofort über 100- bis 150-kW-Stationen? Das ist natürlich etwas völlig anderes. Aber so sind wir im Prinzip rangegangen. Wir haben uns angeguckt: es sind 20 Fahrzeuge, mit einem gewissen Gleichzeitigkeitsfaktor kommt man auf eine relativ geringe Leistung, die man braucht. Wir haben am Anfang sehr, sehr viel Puffer eingerechnet, bin ich ehrlich. Also in den ersten Standorten
haben wir sehr, sehr hochdimensioniert, weil wir einen Ausfall auch vermeiden wollten. Im Laufe des Projektes kommt man dann relativ schnell darauf, dass man mit wesentlich weniger Leistung das in der gleichen Zeit hinbekommt. Und gerade in dem Moment, Claudio, wie ihr angefangen habt, das Ganze zu regeln und zu managen, ist man nochmal einen Schritt weitergekommen und hat festgestellt, dass es mit wesentlich weniger Leistung sogar noch klappt. In den meisten Fällen kann man eigene Trafostationen noch vermeiden. Es gab ein Projekt, bevor wir gestartet
sind – das ist in Hamburg durchgeführt worden. Da gab es eine Trafostation, man hat DC-Stationen sofort implementiert. Uns war relativ schnell klar, dass wir die gar nicht zwingend brauchen, nicht für den Anwendungsfall, dass die Depotfahrzeuge morgens alle wieder geladen werden sollen. Man kommt mit wesentlich weniger Leistung klar, als man eigentlich annimmt, eben aufgrund dieser Gleichzeitigkeitsfaktoren. Das darf man nicht außer Acht lassen, man darf sich nicht davon abschrecken lassen: 20 mal 11 kW ist nicht die Leistung, die man am Standort braucht. Die meisten Fuhrparkleiter – das ist
Auch immer das, was wir immer wieder sagen: Man muss mit Managementsystemen arbeiten, die vom Netzbetreiber sowieso schon vorgegeben sind, bei der Größenordnung, die man dann braucht. Und dann kommt man relativ schnell dahin – Niederspannungsanschluss oder vielleicht einen Mittelspannungsanschluss – das wird dann auch relativ schnell klar. Da braucht man wenig Netzausbau, aber ohne kommt man auch nicht klar. Das muss man auch ganz klar dazu sagen. Und da wir ja hier auch dafür da sind, unsere Erfahrung und unser Wissen mit anderen zu teilen, und ich mir relativ sicher bin, dass
jetzt der Durchschnittsfuhrparkleiter wahrscheinlich nicht so richtig weiß, was der Unterschied ist zwischen Niederspannung und Mittelspannung. Vielleicht können wir das – und auch Trafo, wie genau die Beziehungen so sind – das hört man immer, man braucht es. Aber vielleicht ist es auch ein guter Moment, das mal kurz zu erklären. Da haben wir mit dir ja auch Stefan als Elektrotechniker,
jemand da, der sich so gut auskennt und der das erklären kann. Also ich erkläre mal den Niederspannungs-Mittelspannungsteil. Dann kannst du den anderen Teil nochmal erklären. Also: Das Stromnetz ist ja, wenn man so will, im Vergleich mit einer Autobahn – in den Straßen gibt's auch die Autobahn für ganz schnelle Geschwindigkeiten. Das ist die Überspannung oder Höchstspannung. Dann gibt's die Hochspannung, dann gibt's die Mittelspannung und dann gibt's die Niederspannung. Die Niederspannung ist die,
die an den Haushalten oder an den Gewerben mit wenig Leistung da ist. Wo ist dann die Crux? Wenn man dann in die Mittelspannung geht, braucht man meistens einen Trafo. Das wäre meine vereinfachte Erklärung für diesen Teil. Vielleicht kannst du noch mal sagen, für den Fuhrpark jetzt direkt – wie bei HelloFresh – ab wann braucht man denn einen Trafo? Und wie geht dir das an? Oder was wäre deine Empfehlung? Ja, also es kommt natürlich erstmal darauf an, was
man am Standort braucht. Wir sind an den meisten Standorten mit Niederspannung klargekommen. Der Unterschied zwischen Mittelspannung und Niederspannung ist einfach die Leistung, die ich aus dem Netz abrufe. Bis zu einer gewissen Grenze kann ich einfach nur aus dem Niederspannungsnetz ziehen, und danach brauche ich die nächste Spannungsebene. Deswegen ist das Netz in Deutschland so aufgebaut, dass es verschiedene Spannungsebenen gibt. Und ich kann in einer höheren Spannungsebene mehr Leistung abfordern. Bei den meisten Projekten kommt man mit einem Niederspannungsanschluss tatsächlich klar.
Man braucht in den seltensten Fällen Mittelspannung, aber wenn man Mittelspannung braucht, braucht es eine Trafostation, die nämlich aus der Mittelspannung eine Niederspannung macht. Bei Niederspannung redet man von 400 V; in der Mittelspannung ist das eine andere Spannungsebene, was der Name schon sagt. Deswegen muss ich es transformieren. Zurück in die Kindheit gedacht: Modelleisenbahn. Da ging auch alles nicht mit 230 V, sondern man musste einen 12-V-Trafo haben. Und aufgrund des Reglers – je weiter man ihn aufgedreht hat, umso mehr Spannung ist in die Bahn geflossen, umso schneller
ist sie halt gefahren. Also so kann man sich das vielleicht ein bisschen bildlich vorstellen, wenn man mit Strom nicht viel zu tun hat. Cool. Bei mir ist sie immer aus den Gleisen gefallen, besonders bei den
Weichen – da durfte man den Regler nicht so weit aufdrehen. Ach, hier kommen die Erinnerungen hoch. Aber sag mal, in Hamburg waren wir im Mittelspannungsbereich unterwegs. Genau, weil da ein Trafo gesetzt werden musste. Das macht so ein Projekt auch unheimlich teuer, weil man bei so einem Trafo ganz schnell in einem sechsstelligen Bereich ist. Aber auch da kann man keine eindeutige Aussage treffen, weil jeder Netzbetreiber da noch mal wieder anders ist. Der eine sagt, der Trafo gehört zu
meinem Netz. Der nächste Netzbetreiber sagt, der Trafo ist bitte auf Kundenseite zu stellen. Und da geht es dann schon los mit den ersten Diskussionen: Wer muss diese Kosten eigentlich tragen? Und bis zu welchem Grad kannst du das eigentlich? Genau. Und das ist halt auch genau der Punkt, wie du ja schon angerissen hast, Stefan: Welches Setup passt zu welchem Betrieb? Und Hamburg – da sollte unbedingt ein DC-Lader installiert werden, weil man schnell laden wollte, aber
hinterher hat sich rausgestellt, dass man den nicht unbedingt hätte da haben müssen. Und auch mal die Kosten zu verstehen: Wir haben hinterher – lass mich kurz überlegen – die Kosten für DC plus Ausbau, da hätten wir, glaube ich, drei Standorte im AC-Bereich ausbauen können. Um das gleichzustellen: Pro Ladepunkt liegt man im AC-Bereich irgendwo zwischen 4.000 und 5.000 € mit allem Drum und Dran, und im DC-Ladebereich bist du halt mindestens dreimal so teuer.
Deswegen ist es wichtig herauszufinden, welches Setup ich im Unternehmen überhaupt brauche. Schnell laden wollen irgendwo alle. Aber wenn ich Zeiten habe und nicht im Schichtsystem arbeite, dann reicht absolut ein AC 11 oder 22 kW Anschluss. Der wird hochskaliert, und damit komme ich aus und kann natürlich auch enorme Kosten sparen – erstmal bei der Installation und Implementierung und, Claudio, hinten raus natürlich dann auch noch mit der Optimierung. Ja, ich kann mich an eine kleine Anekdote noch ganz kurz erinnern, wie es
die Budgetplanung irgendwie bei euch ging. Da kamst du auf mich zu und hast gesagt: "Wie ist das so günstig?" Solche Diskussionen haben wir dann intern bei euch auch führen müssen. Ja. Warum das jetzt so günstig ist, im Gegensatz zu dem Standort Hamburg, den man als erstes gebaut hat. Richtig, richtig. Und da hatte ich ja von meinem Vorgesetzten auch noch: "Das kann nicht sein. Du hast dich verrechnet." Ja. Und da haben wir das so hoch kalkuliert. Und wir haben – das muss man ja auch sagen –
wir haben ein Rahmenabkommen mit Prozenten. Das gehört ja auch alles zum wirtschaftlichen Prozess dazu, dass man entsprechend ein Rahmenabkommen abschließt. Aber wir waren da weit unter dem, was wir vorher an einem Standort an Kosten kalkuliert hatten. Und das war dann schon spannend, das mal so zu sehen. Und wo du mir noch gesagt hast: "Ja, ich kann ja nicht – soll ich dir jetzt die Kosten künstlich nach oben pushen?" Wo ich dann sage: "Nein, das machen wir nicht."
Wir halten uns einen Puffer. Aber wir machen das so. Und ich habe mich ja auch intern bei mir im Unternehmen mehr oder weniger durchsetzen müssen und sagen: "Vertraut uns hier. Wir sind hier auf einem richtigen Weg. Wir haben hier Verträge, die sind niedergeschrieben." Und so ein Vertrag – daran hält man sich. Die sind unterzeichnet. Und wir legen jetzt einfach mal los. Mit einem gewissen Puffer kommen wir vielleicht auch noch
hin. Es passieren natürlich immer Dinge, die du nicht 100 % vorhersehen kannst. Aber im Großen und Ganzen kann man jetzt rückwirkend sagen, waren wir voll im Budget. Ja. Und was waren da so Themen bei den Netzbetreibern? Vielleicht könnt ihr da nochmal ein paar Anekdoten auch in die gleiche Richtung erzählen – wo ihr was gelernt habt, was lustig war, oder wo ihr sagen würdet: "Nicht nochmal, bitte" – oder wie ihr es anders machen
würdet. Netzbetreiber – ganz kurz: Das ist ja auch so ein Thema. Man muss sich das vorstellen: Es gibt ja Vollmachten. Das heißt, es gibt das ausführende Unternehmen, welches das Projekt umsetzt für das beauftragende Unternehmen – HelloFresh in dem Fall. Und dann werden Vollmachten erteilt. Und dann kann die Firma loslegen und quasi im Auftrag anfangen, Angebote einzuholen, sich mit den Baufirmen abstimmen, und beginnt dann die Bauphase. Und da fing es ja schon an. Das heißt,
trotz Bevollmächtigung war es halt so, dass gleich in den Anfängen es schon daran scheiterte, dass es gar keine Rückmeldungen gab. Das heißt, unser von uns beauftragter Dienstleister hat erst mal weder ein Angebot erhalten noch überhaupt Rückmeldungen bekommen. Nicht an allen Standorten. Wir haben irgendwie sechs, sieben Standorte gehabt – sieben unterschiedliche Netzbetreiber. Der eine arbeitete so, der andere so. Es war sehr, sehr unterschiedlich. Aber ich kann schon sagen, dass es bei den meisten schon daran scheiterte, überhaupt erst mal eine Rückmeldung
zu erhalten. Das heißt, auch hier war es dann so, dass am Ende der Endkunde – also ich in dem Fall, als derjenige, der beauftragt hat – mich ebenfalls einschalten musste, beim Netzbetreiber anrufen musste und direkt nachfragen musste, warum keine Rückmeldung an das beauftragte Unternehmen erfolgt und wann wir loslegen können. Wir hatten Zeitpläne intern. Und ich bin nicht der geduldigste Mensch. Und wenn man schon irgendwie einen Monat gewartet hat, erst mal für
ein Angebot, und immer noch keine Rückmeldung bekommt – und dann so behördenartig erst mal ewig in Warteschleifen hängt und dann wieder in Warteschleifen hängt – dann ist mir irgendwann auch der Geduldsfaden gerissen. Und dann kommst du irgendwann mal ran an den Hörer und hast eine freundliche Dame am Telefon. Und dann fängst du zu erzählen. Und da war dann oft der Vorteil: Die Marke HelloFresh ist sehr positiv belegt, sodass man dann erst mal sagt: "Ach,
HelloFresh! Was gibt's denn für Produkte? Wie – was kann man denn da so machen? Ja, ich bin auch HelloFresh-Kundin." Und dann ist man über diesen Weg erst mal da reingekommen und hat gesagt: "Ja, wir haben das und das Produkt. Toll, dass Sie Kundin sind." Und so ging es dann los, dass man sich auf der persönlichen Ebene schon gut unterhalten hat. Und dann hat man gesagt: "Aber wir – wir sind hier im Bundesland
XY. Wir stellen hier Arbeitsplätze. Wir haben ein großes Projekt vor. Wir wollen elektrifizieren. Es kann schlichtweg nicht sein, dass wir jetzt hier anderthalb, zwei Monate warten, um überhaupt erst mal ein Angebot über die geforderte Ladeleistung, die wir vorher errechnet haben, zu erhalten. Woran liegt das?" "Ja, wir sind auch im Umbau. Wir haben ein riesiges Hausaufgabenheft vor uns liegen. Wir schaffen nicht alles. Bitte sehen Sie uns das nach." Ich sage: "Na ja, aber
eine Rückmeldung wäre ja schon mal schön." Und so hat sich das halt ein paar Mal durchgezogen, dass sich der Endkunde dazuschalten musste, bis es überhaupt weiterging. Und dann, Stefan – wie ging es da mit euch weiter? Ja, wir haben ja als beauftragtes Unternehmen – da hilft einem die Vollmacht manchmal dann auch nicht weiter. Man kommuniziert mit den meisten, aber man kann ja nicht alle in einen Kampf scharen. Das ist auch so. Es gibt solche und solche Netzbetreiber. Das ist einfach so. Aber es gibt auch
Unzählig viele in Deutschland. Und deswegen – mit allen ist das nicht gleich. Aber es ist dann schon irgendwie manchmal witzig, weil wir haben eine Vollmacht. Wir sind beauftragt von dem Unternehmen. Und es wird dann immer auf Portale verwiesen, wo dann darüber kommuniziert wird. Aber in diesen Portalen steht für uns einsehbar dann nichts drin. Alles irgendwie in Bearbeitung, und wir können das nicht richtig nachvollziehen. Man muss aber auch so ein bisschen eine Lanze für die Netzbetreiber, glaube ich, brechen. Die haben ganz, ganz viel auf
dem Zettel, was alles irgendwie auf einmal passieren soll. Das ist auch nicht ganz einfach zu handhaben. Das Netz, die Infrastruktur ist nun mal nicht ganz gut. Und man muss irgendwie alles unter einen Hut bekommen. Aber trotzdem muss es möglich sein, schneller eine Rückmeldung zu geben. Zwei Anmerkungen dazu: Ich habe Projekte betreut, da hat man, ich glaube, 13 Monate gebraucht, um festzustellen, dass der falsche Antrag gestellt wurde vom Kunden. Dann habe ich aber auch Fälle gehabt, da haben wir an einem Donnerstagnachmittag die ganzen Dokumente
digital aufbereitet und hochgeladen in das System. Und am Freitagmittag hatten wir die Zusage für den Netzausbau. Also, es gibt wirklich alles Mögliche auf dem Markt. Meine Erfahrung dazu: nur die Daten möglichst gut digital aufarbeiten. Eine Handskizze wird sofort erstmal nach ganz unten gelegt. Also, man muss sich da schon ein bisschen Gedanken machen, was jetzt wirklich weiterhilft, und alles reinbauen, was man irgendwie weiß und kann. Und ganz wichtig: die Netzbetreiber von Anfang an mit ins Boot holen, direkt, wenn man mit einem Projekt anfängt, als Erstes die Netzbetreiber anrufen,
weil das eben die längste Prozesszeit auch ist. Tatsächlich. Ja, und vor allen Dingen – genau das wollte ich auch noch mal sagen. Wenn man denn den Netzbetreiber am Ohr hatte, dann war das immer ein konstruktives Gespräch. Es ist auch ganz klar. Die sind so, wie du schon zu Recht gesagt hast, Stefan. Es liegt jetzt auch nicht persönlich an den jeweiligen Netzbetreibern. Mir ist schon klar, dass die Auftragsbücher voll sind. Das Netz ist alt. Die müssen mit dem arbeiten, was sie gerade haben. Das
sieht man ja schon in Abrechnungsprozessen, teilweise wie die aussehen. Und klar, man wünscht sich trotzdem in so einem operativen Prozess einfach die Rückmeldung. Das ist das, was man einfach haben möchte – gar keine Rückmeldung hin und wieder zu erhalten, das ist halt schwierig. Weil es ist ja auch so, Stefan, wir bauen ja parallel schon teilweise. Also, es ist jetzt nicht so, dass wir gar nichts tun. Die Infrastruktur, das
was man schon ohne – was man genehmigungsfrei schon tun kann – wird ja in den Ablauf auch schon mit eingeführt. Es gibt Zeitpläne. Wenn man jetzt – man lässt ja den Hammer nicht zwei Monate liegen, sondern das, was man tun kann, macht man ja schon parallel. Und dann hat man teilweise schon Infrastruktur installiert oder aufgebaut irgendwo. Und die staubt dann ein, weil man einfach die kleinsten Freigaben nicht erhält. Das war sozusagen die größte Herausforderung, muss ich sagen, in unserer Projektzeit, entsprechende
Rückmeldungen zu erhalten. Aber es wird besser. Ich bin ja auch in Kontakt mit Kollegen, die arbeiten dort alle daran. Und ich weiß, dass es nicht leicht ist, für die Netzbetreiber damit umzugehen. Die ganze Branche wächst sehr, sehr schnell. Es kommen immer wieder neue Themen dazu. Als Nächstes kommt das Thema bidirektionales Laden, wird auch immer weiter ausgebaut. Ich glaube schon, dass die ihr Bestes geben. Aber wenn man jetzt in der Operativen ist und mit einem Zeitplan gut
vorankommen will, sollte man doch etwas mehr Zeit einplanen. Claudio, wie ist denn deine Erfahrung mit Netzbetreibern? Hast du da auch irgendwie Daten und so? Das interessiert mich dann auch mal.
Ja, also einige Erfahrungspunkte habe ich auch. Ich freue mich auch, bald vielleicht einen hervorzuheben. Das ist nicht so einfach, weil wir ja im Podcast auch mit Netzbetreibern in Kontakt kommen möchten. Die sind auch mit so vielen Themen beschäftigt – bis jetzt die ganzen Regelungen der Bundesnetzagentur implementiert werden. Sie haben gar nicht über das Thema Smart Meter gesprochen – diese ganzen Themen beschäftigen sie viel. Und da haben wir viele Berührungspunkte gehabt, auch weil das
natürlich auch für unser Geschäftsmodell sehr relevant ist. Da wünschten wir uns auch einen anderen Ansatz als den jetzt gewählten. Da weiß ich, dass es auch viele Netzbetreiber gibt, die uns zustimmen würden. Und sonst – ja, es gibt auch richtig gute Netzbetreiber. Aber die sind, wie er schon sagte, ein bisschen überlastet. Die sind einfach zu klein. Das sind 850 an der Zahl, glaube ich, in Deutschland. Und da gibt's halt sehr viele, die
jetzt mit der Digitalisierung und diesen ganzen Änderungen, die die Energiewende verursacht, ein bisschen überlastet sind. Da gibt's ja auch immer mehr Forderungen, dass man eine Art Konsolidierungswelle starten sollte, um das überhaupt zu stemmen. Aber ich glaube, da ist noch nicht klar, wie sich das entwickeln wird. Nur so ein Beispiel: Wir sind, glaube ich, zusammen mit der Schweiz diejenigen in der Welt mit den meisten Netzbetreibern in der Dichte. In Frankreich gibt es einen Verteilnetzbetreiber. Das zeigt einfach mal die – in Frankreich
Ja, und dann in Eis. Und dann ist es ein Land, was halt doch deutlich größer ist von der Fläche als Deutschland, und die schaffen es halt mit einem. Und wenn der durchdigitalisiert ist und der Prozess läuft, dann ist es auch sehr professionell gehandhabt. Macht es halt alles einfacher, muss man schon sagen. Aber gut, jetzt sind wir föderaler als Frankreich, und mal schauen, wie sich das jetzt entwickelt. Aber im Sinne der Zeit wollte ich noch mal auf andere Themen zu sprechen kommen. Also insbesondere
jetzt wurden von der Bundesregierung auch neue Förderprogramme angekündigt. Ich glaube, Stephan, du hattest dich ein bisschen auch damit beschäftigt. Vielleicht willst du das auch versüßen. Ja, sagen wir mal jetzt für diejenigen, die vielleicht abgeschreckt wurden und jetzt aber zumindest einiges an Erkenntnissen schon mal gesammelt haben: Warum ist jetzt trotzdem ein guter Moment für E-Mobilität? Wegen der Förderprogramme können wir ja vielleicht mal zu sprechen kommen. Ja, ganz aktuell ist ja das WEG-Förderprogramm. Also, Mehrparteienhäuser sollen jetzt mehr in den Fokus
gerückt werden, so will ich es mal irgendwie grob beschreiben. Aber auch da gibt es ganz klare Grenzen, die das ganze System dann irgendwo hat. Ich muss mindestens 20 % der Parkflächen ausstatten. Um antragsfähig zu sein, muss ich aber auch mindestens sechs Ladepunkte bauen. Also auch da gibt es wieder – man kann jetzt nicht einfach sagen: Ja, ich will jetzt eine Förderung bekommen. Aber ehrlich gesagt, man geht so ein bisschen weg von der reinen Wallbox-Prämie, die einen auch nicht nur nach vorne gebracht hat, sondern wirklich. Hier geht
es jetzt wirklich angefangen vom Netzausbau bis zum Ende – kriegt man einen Anteil am Ausbau, wird man jetzt beteiligt. Aus meiner Sicht werden sich darum herum auch Geschäftsmodelle entwickeln, weil auch das kann etwas sein. Meine Erfahrung mit der Immobilienbranche ist halt: Die sind sehr, sehr verhalten, weil sie selber es nicht nutzen. Es muss auch irgendwie zum Objekt irgendwie wieder passen. Auch da gibt es keine Lösung mit der Käseglocke, die man über alle Objekte stülpen kann.
Da muss man sich einfach im Einzelfall damit beschäftigen. Die Prozesse in solchen Wohnungseigentümergemeinschaften sind halt aber auch sehr, sehr lang. Dazu muss man dann aber auch wissen, dass dieses Förderprogramm auch im November wieder gedeckelt wird. Das heißt, bis dahin muss man dann auch fertig sein. Was man auch nachschieben kann – das ist Gott sei Dank geregelt – ist, einen Beschluss fassen mit der Wohnungseigentümergemeinschaft. In der Regel haben die nur einmal im Jahr eine Versammlung, und dann müssen sie auch noch einstimmig irgendwie sein. Das macht das Ganze
unheimlich kompliziert. Das Thema Windhundprinzip spielt wieder eine Rolle. Das heißt: First come, first serve. Wer als Erstes den Antrag fertig hat, bekommt häufig auch dann den Zuschlag. Also, da hilft es dann häufig, so ein bisschen vor der Zeit zu sein und sich vorzubereiten und zu überlegen: Wie kann denn eine Struktur aussehen in meinen Objekten? Aber aus meiner Sicht ist es ein wichtiger Schritt, die WEG-Förderung, also diese Tiefgaragen ganz bewusst zu fördern, weil da ist unheimlich viel Potenzial aus meiner Sicht, wenn erst mal eine Einigung getroffen
ist. Und häufig sind die Eigentümer ja auch Fonds und Gemeinschaften. Die muss man erst mal alle unter einen Hut bekommen, dass alle auch wirklich das gleiche Ziel verfolgen. Aber aus meiner Sicht ist es ein wichtiger Schritt in diese Richtung. Nächstes Thema: Truck Charging ist das nächste Thema, was gefördert wird. Auch da muss man vor der Zeit sein, um im Windhundprinzip schon mal ein Konzept aus der Schublade ziehen zu können und im günstigsten Fall sogar schon mal ein Angebot, weil bei allen Förderprogrammen ist das ja meistens
so: Man muss zwar Angebote einholen, darf aber erst nach der Förderzusage beauftragen. Und dann müsst ihr erst mal Unternehmen finden, die wirklich über ein Dreivierteljahr bis zu einem Jahr die Angebotspreise gültig halten. Das kommt ja als Nächstes dazu. Ich darf es einfach nicht beauftragen. Also, das sind alles Dinge, bei denen die Zeit eine ganz, ganz entscheidende Rolle spielt. Aber ein wichtiger Schritt aus meiner Sicht. Was ich gut finde, ist, dass das System als Ganzes jetzt mehr gefördert wird. Also eben nicht, wie du sagst. Der Privatsektor wird ja
jetzt aktuell wieder sehr stark gefördert. Also hier pusht man die E-Mobilität mit neuen Themen, mit neuen Fördermöglichkeiten, mit Rabattangeboten für E-Fahrzeuge – sehr stark, jetzt aktuell wieder in den Flotten. Klar wird das System als Ganzes befördert. Ich finde, der Weg ist hier richtig. Hier gibt es einen Fördertopf. Klar, wenn der jetzt aufgebraucht ist – ich bin aber fest davon überzeugt, dass es auch wieder neue Fördertöpfe geben wird. Das heißt, wenn wir jetzt anfangen würden, noch mal mit unserem Projekt, würden wir natürlich die Förderfähigkeit in den jeweiligen
Bundesländern auch erst mal prüfen, um da zu gucken: Wie können wir die mit einbinden? Das sind ja Themen, die wir zu unserer Zeit nicht hatten. Die Fördertöpfe waren da nur minimal vorhanden. Aber das System als Ganzes zu fördern und eben nicht nur pro Ladepunkt oder pro Fahrzeug ist in meinen Augen erst mal der richtige Weg. Ja. Es gibt da an der Stelle vielleicht auch noch zu erwähnen: diese Bundesfördertöpfe. Und dann gibt es auch auf Länderebene nochmal Fördertöpfe. Da kann man sich auch immer informieren.
Gibt es vielleicht im eigenen Bundesland, wo man vorhat zu elektrifizieren, auch Möglichkeiten? Und in der Tat, wie du schon sagst, für die privaten PKW-Käufe gibt es ja auch eine gute Förderung, die jetzt läuft. Allerdings würde ich nochmal zum Thema Förderung auch erwähnen, dass es langsam auch sehr wirtschaftlich ist, von der Total Cost of Ownership Perspektive auch ohne Förderung auf Elektromobilität zu setzen, je nach Anwendungsfall, insbesondere jetzt im Hinblick auf den Iran-Krieg, wo die Verbrennerkosten, die
Betriebskosten so stark in die Höhe mit Diesel und Benzin kommen. Dass der Ölpreis jetzt langfristig sich senken wird und dass die Diesel- und Benzinpreise sehr niedrig sein werden – da wäre ich mal skeptisch. Wohingegen bei der Elektromobilität gibt es immer mehr Möglichkeiten, die TCOs im Betrieb zu reduzieren. Vielleicht können wir jetzt darauf ein bisschen mehr den Fokus legen, was da die Möglichkeiten sind. Kannst du noch mal auf die dynamischen Stromtarife eingehen,
Pierre, wie ihr das gehandhabt habt, um die Vorzüge beispielsweise von den dynamischen Stromtarifen zu nutzen – und was das genau ist, aus deiner Fuhrparkleiter-Brille erklärend? Vielleicht mal vorweg, noch mal, bevor ich dazu komme zu dem Thema E: Es ist so, dass du mittlerweile auch mit den Reichweiten so weit bist. Du prüfst die Kosten, du gehst die TCO durch. Also den – ich sage mal – reinen Benziner, wenn wir jetzt von PKW reden, den habe ich schon die letzten fünf
Jahre gar nicht mehr mit aufgenommen in meiner Car Policy, weil der reine Benziner natürlich immer mehr ersetzt wird durch das E-Fahrzeug. Du hast den Dieselantrieb für den, der jetzt 50.000 bis 60.000 Kilometer im Jahr fährt – da ist vielleicht der Diesel irgendwo noch von Relevanz. Aber wir sehen es an der aktuellen Situation: Es wird der Punkt kommen, wo wir immer resilienter werden sollten gegenüber der Abhängigkeit von fossilen Brennstoffen, und alle anderen Möglichkeiten, die wir dort haben, dass wir die nutzen
für uns – mit Wind und Strom und Sonne und allem, was uns zur Verfügung steht. Jetzt in dem Projekt war es so, dass wir durchs Depotladen feste Zeiten hatten und feste Reichweiten skaliert hatten. Also anders als in einem Fuhrpark, den ich die Jahre vorher betreut habe, wo Poolfahrzeuge im Einsatz waren, aber auch Fahrzeuge aufgrund der 0,25 %-Regelung. Da gab es ja die ganzen Förderungen. Und dort wusste man ebenfalls anhand eines Fahrprofils,
wie viel der Mitarbeiter fährt, und konnte dann entsprechend hochskalieren: Welches Fahrzeug ist das richtige für ihn? Welcher Antrieb ist das richtige Fahrzeug? Und dann stellt es sich sehr schnell heraus, dass wir den Benziner in der Flotte nicht mehr benötigen. Und so geht es immer weiter mit den Reichweiten. So werden wir meines Erachtens auch immer mehr den Diesel ersetzen können in näherer Zukunft, und entsprechend auch an der TCO wird sich das bemerkbar machen, wie du ja schon gesagt hast,
Claudio. Jetzt in dem letzten Projekt ging es um feste Standzeiten – wir brauchen einen Stromtarif. Hier war es so, dass wir geschaut haben: Sind wir überhaupt angebunden? Pro Bundesland sind wir in der Notversorgung. Das ist ja oft so, wenn du in den jeweiligen Bundesländern baust. Wo hängen wir überhaupt dran? Was benötigen wir überhaupt für Strom? Und hier ist es so gewesen, dass wir in enger Zusammenarbeit, Claudio, auch mit der Firma RiDERgy, besprochen haben: Wir wählen, wir entscheiden uns
für den dynamischen Stromtarif. Denn dieser dynamische Stromtarif ermöglicht es uns, die Optimierung mit der Firma RiDERgy bestmöglich zu nutzen. Das heißt, wir haben einen Tarif gewählt, der – kostentechnisch, ohne die ganzen Zusatzgebühren – irgendwo bei 0,26 € pro kWh liegt, den wir dann aber entsprechend durch die Optimierung reduzieren konnten: viertelstündlich an der Strombörse mit der Stromoptimierung von RiDERgy, um bestenfalls irgendwie so auf 0,155 € oder so
zu kommen, ohne die ganzen Netzentgeltgebühren, die ja da noch mit reinfließen. Von daher haben wir uns pro Standort, pro Bundesland, jeweils für einen dynamischen Stromtarif entschieden – jetzt bei dem letzten Projekt – auf Grundlage dessen, dass wir die Optimierung bestmöglich vornehmen konnten, um dann noch effizienter zu werden. Der Standort, die Zukunft, die Energiequelle, die Energie, die man daraus zieht, wie man die Energie leitet, wie man das Lastmanagement führt – das ist ein großer Anteil daran, wie du schlussendlich auch die TCO
begleitest. Genau. Ergänzend dazu: Die Strompreise ändern sich alle 15 Minuten. Wir hatten vor einigen Tagen am Wochenende fast einen Rekord-Negativpreis – das war der zweitniedrigste Preis, ich glaube, in der Geschichte des Stroms in Deutschland, bei -48 €. Also Wahnsinn – man muss sich das erstmal vorstellen, zweimal aufs Handy gucken. Unglaublich. Die Mechanismen hinter diesen Negativpreisen – darauf gehen wir im Sinne der Zeit jetzt nicht ein. Aber für die, die es interessiert, gerne im Nachgang – man kann mich
anschreiben. Und das kann man sich halt zunutze machen. Und langfristig wird es auf jeden Fall sehr, sehr viele Preisschwankungen geben. Und wenn es viel Sonne und Wind gibt, wird es halt sehr günstig sein. Und dann sollte man maximal viel laden, weil sonst werden sie auch abgeregelt. Und wenn man die Netze auch unterstützt, wenn die ein bisschen überlastet sind, dann kriegt man auch reduzierte Netzentgelte. Also das sind dann so alles Mechanismen, wo einige Marktteilnehmer sagen, da würden wir umsonst
fahren können, was man mit Diesel und Benzin sicherlich nicht machen kann. Und das ist der große Vorteil der E-Mobilität. Deshalb sollte man da nicht unbedingt nur auf Fördergeldmentalität sein, sondern man sagt, das lohnt sich einfach wirtschaftlich. Und da wird es sich lohnen, wenn man frühzeitig auf die Technologie setzt, in meinen Augen. Und dann kommt das Thema Bidirektionalität, was jetzt noch in den Anfängen ist, wo man halt noch mal Geld verdienen kann, sogar, indem man
dann die Batterie des Fahrzeugs nutzt und dann diese Preisschwankungen auch mal ausnutzt – lädt, wenn es günstig ist, und die Energie abgibt, wenn es teuer ist. Also, das sind alles Themen, die jetzt ja noch kommen werden in den kommenden Jahren. Ich weiß nicht, ob ihr da noch Gedanken zu habt. Ja, also, wenn man das alles so hört, geht der Trend ja eher zum Zweit-E-Auto, damit man in diesen Momenten das zweite Auto mal eben volltanken kann, wenn es ums Geldverdienen geht. Ja,
so ist das. Da wird noch viel passieren in Zukunft. Aber jetzt im Projekt war es wichtig, uns schon mal so zu positionieren mit der aktuellsten Software. Das ist mir auch immer wichtig, dass wir uns so positionieren und so aufstellen, dass man halt aufbauen kann auf das bestehende System. Das kann ich auch nur jedem empfehlen. Wir bauen nicht für heute, sondern wir sollten so bauen, dass unser System auch in fünf bis zehn Jahren irgendwo noch entweder durch Module aufgebaut werden kann, so dass man halt nicht jedes Mal
wieder von vorne anfängt. Das war wichtig. Und deswegen brauchst du die neuesten Plattformen erstmal. Wenn du dich dann entschließt, sozusagen die Flotte zu elektrifizieren, dann ist da das Thema Nachhaltigkeit, was natürlich auch ein großer Punkt ist. Den haben wir jetzt auch noch nicht so besprochen. Wenn du dich in urbanen Räumen bewegst, Stop-and-go und alles, dann ist natürlich die E-Mobilität – da brauchen wir, glaube ich, nicht darüber reden – das Gesündeste und auch das Praktikabelste, was man haben
kann, gerade in großen Städten. Aber es geht natürlich trotzdem auch darum, nicht in fünf bis zehn Jahren wieder von vorne anzufangen, sondern schon die Ladepunkte mit den passenden ISO-Zertifizierungen dort zu platzieren, um dann im System jederzeit weiter anbauen und dich immer wieder modernisieren oder aktualisieren zu können. Eine Anekdote, die mich persönlich sehr geprägt hat: Insbesondere bin ich in Spanien, aber nicht nur da, in verschiedenen Ländern auch in Straßen gewesen, wo es wirklich gestunken hat bis
zum Geht-nicht-mehr. Dann habe ich Statistiken gelesen auch zu Lungenkrebs durch diese Partikel, die dann auch von den Verbrennern aus dem Auspuff rauskommen. Und man konnte nicht richtig atmen. Es war laut. Neulich war ich auch in China, wo es lauter Elektrofahrzeuge gibt – in Shanghai beispielsweise ist alles so leise, kein Auspuff. Und je mehr wir sowas auch haben in Europa und in Deutschland, ist es auf jeden Fall eine
schönere Welt – also unabhängig jetzt von den TCOs und der Klimakrise, die natürlich sehr relevant sind, aber auch von der Lebensqualität. Ich glaube, das sind auch Mehrwerte, die nicht zu unterschätzen sind. Da kann man auch einen Euro-Wert hinterlegen. Ja, cooles Beispiel. Aber das ist ja genau das, Claudio. Es geht ja nicht nur darum. Das ist ja gerade das Zusammenspiel aus allem. Klar ist das – der eine würde jetzt sagen: Ja, was kostet das? Und es ist halt am Ende von der Produktion doch nicht so nachhaltig.
Und ihr verschönt nur die eine Seite. Aber es ist ja eben so: wenn du alle Punkte zusammenspielen lässt, dann findet man die passende TCO, die Wirtschaftlichkeit, die Nachhaltigkeit, die Optimierung. Das ist ja genau das, was wir am Ende ja auch wollen in den Flotten, dass eben alle am Ende zufrieden sind. Also, ich bin am Anfang mit jedem E-Auto selbst auch noch zum Kunden rausgefahren, weil ich wollte selber gucken: Wie funktioniert das? Ich wollte das System selber einmal verstehen. Ich bin in München selbst
zum Kunden gefahren. Wir waren mit einem gebrandeten Fahrzeug. Wir sind da mit unserem neuen E-Auto angekommen. Die HelloFresh-Kundin stand da schon am Zaun. Das war wirklich so wie: Wow, neue Fahrzeuge – Wahnsinn und toll. Und klar, E-Fahrzeuge fahren schon sehr lange auch durch die Gegend. Das ist jetzt nichts Neues mehr gewesen, auch nicht vor zwei, drei Jahren. Aber es ist auch, wie man mit dem Thema umgeht, wie man dazu steht. Und das ist genauso ein
wichtiges Thema, dass man da im Kopf auch offen für sein sollte, wenn man das Thema weiter voranbringt. Denn so wie es ja im Prinzip ja auch vorgegeben ist von der Regierung: Wir werden immer elektrifizierter, wir kommen gar nicht mehr dran vorbei. Wir reden nur noch über E-Autos. Wir waren jetzt bei der Flotte Stefan in Düsseldorf – da stehen ausschließlich E-Fahrzeuge. Das heißt also, du bist bei unserer Messe in Düsseldorf. Die Flotte – da sind wir jedes Jahr. Da stand
nicht ein Verbrenner. Und es ist halt so: Das wird die Technologie der nächsten Jahre werden. Und von daher ist es mir immer auch ganz wichtig, innerhalb des Betriebes auch die Fahrer mit einzubeziehen, sämtliche Kollegen. Ich habe früher schon immer meinen Mitarbeitern gesagt: Nimm mal ein E-Auto mit übers Wochenende. Fahr den mal und bild dir dann erst deine Meinung. Und in den seltensten Fällen habe ich ein Auto zurückbekommen, wo es hieß: Hier hast du den Schlüssel. Behalt die Karre.
Ja, schrecklich. Also, es sind immer sehr positive Rückmeldungen gewesen, die ich erhalten habe. Immer passend zum Fahrprofil, ganz klar. Aber das ist so wichtig in meinen Augen, dass man wirklich die Themen erstmal selber ausprobiert. Fahrzeuge nutzt, guckt, wie viel fährt man wirklich. Und immer wieder diese Argumente: Was mache ich, wenn ich in Urlaub fahre? Die zweimal im Jahr. Wo ich dann sage: Aber 80, 90 % bewegst du dich auf einem ganz anderen Fahrprofil. Und von daher, schau mal
wie es wirklich ist. Und das ist auch noch mal wichtig, innerhalb des Betriebes positiv einzuwirken auf die Kollegen – nicht alles schönzureden, das meine ich nicht, damit ist nicht alles schön. Wir reden von harten Temperaturunterschieden. Also, wir hatten im Winter wirklich teilweise 30–40 % weniger Reichweite, was unserem Projekt auch nicht gut getan hat. Das muss man auch klar sagen. Die Fahrzeuge sind teilweise noch nicht so weit. Das heißt, da kommst du natürlich mit dem Dieselantrieb deutlich besser
voran. Deine Planung ist eine ganz andere. Und das sind Themen, die sind natürlich noch nicht optimal. Die werden aber immer besser, und der Prozess ist nicht statisch, sondern wächst immer weiter. Im Sinne auch des Ausblicks, wo wir auf die Zielgerade kommen, gibt es einige Gedanken, die noch aufgekommen sind, die ich loswerden wollte. Was mich persönlich auch so überzeugt von diesem Thema: Ich habe mich für die E-Mobilität interessiert, schon so um 2011. Und da gab es nur ein paar wenige
Fahrzeuge. Nissan Leaf – für diejenigen, die sich auskennen – war der Marktführer mit 200.000 Einheiten im Jahr. Dann kam erst der Tesla Model S und so weiter, ohne da stark in Details reinzugehen. Es gab wirklich eine Handvoll Elektroautos am Markt in den 2010er Jahren. Und dann hat man da 2017, 2018 erwähnt, 2025 würden an die 500 Modelle am Markt sein. Das hat tatsächlich funktioniert. Es sind Unmengen an Elektrofahrzeugen. Gerade jetzt, weil auf der Autoshow in Peking unvorstellbare Mengen an – das heißt, wenn man
das mal vergleicht: innerhalb von zehn Jahren, und auch innerhalb meines Lebens, allein seit den 90ern sind die Batteriekosten um 99 % runtergegangen. Das heißt, der Trend ist nach wie vor: Es wird noch runtergehen. Reichweitenprobleme, die es vor zehn Jahren gab, gibt es in den neuesten Fahrzeugen mittlerweile gar nicht mehr. BYD hat über 1.000 kW Ladeleistung innerhalb von fünf Minuten angekündigt. Weltweit werden jetzt lauter Ladesäulen errichtet. Auch in Deutschland wird es, glaube ich, 30 Standorte geben innerhalb der nächsten
Monate. Also, es gibt so Unmengen an Dynamik in der ganzen Geschichte. Und zum Thema Nachhaltigkeit: Die Batterien – das ist immer so ein Thema. Ja, das Material muss man fördern, da ist auf jeden Fall was dran. Allerdings kann man Batterien recyceln – über 90 % der Materialien kann man recyceln. Die sind auch noch mal extrem was wert. Das heißt, die Vision ist ja auch, dass man hingeht und die alle recyceln wird. Und dann muss man nicht mehr so viel fördern, auch die Umwelteinflüsse werden dann auch weniger
sein. Das heißt: Öl kann man nicht recyceln – das ist physikalisch nicht möglich. Aber die Batterien kann man recyceln, und das wird man recyceln. Das heißt, auch auf der Nachhaltigkeitsebene spricht eigentlich nichts mehr dagegen. Das nur dazu. Ich bin auf jeden Fall sehr optimistisch, was die E-Mobilität angeht, wie man heraushört. Allerdings muss man schon sagen, dass es Herausforderungen gibt, die wir auch hier sehr praktisch angegangen sind und die man nicht verschweigen sollte.
Allerdings gibt es auch Lösungsanbieter und Leute, die sich auskennen und die einen da an der Hand nehmen können. Aber alle Antriebsformen haben mal angefangen. Und ich finde, wenn man mal überlegt, wie kurz die E-Mobilität sozusagen erst massentauglich ist und wie schnell das Wachstum und die Entwicklung hier ist – das finde ich schon ganz spannend.
So, Stefan. Ja, also wir müssen nächstes Mal uns noch mal ein bisschen spezialisierter aufstellen. Also, das ist ja Wahnsinn. Man merkt jetzt erst mal, wie viele Themen es doch gibt. Und man kann ja keinen dreistündigen Podcast machen. Aber vielleicht können wir in anderer Form das nochmal ein bisschen spezialisieren. Wir sind ja auch zu dem Thema demnächst in München, bei der Power to Drive, wo wir auch nochmal aus der
Praxis berichten, wo Vortragende aus der Praxis berichten. Und ich bin froh, dass ich zugesagt habe, dass wir uns da zu dritt zu dem Thema austauschen, was wir jetzt hier auch schon besprochen hatten. All diejenigen, die uns live sehen wollen: Ich glaube, wir können da noch mal informieren – uns folgen, und dann werden wir sicherlich mitteilen, wann und wie genau. Genau, richtig, richtig. Ja, und darauf freue ich mich auch.
ebenfalls schon. Ja, ich auch. Und vielleicht im Sinne des Ausblicks – ich glaube, Pierre und ich haben da auch schon unsere quasi fast schon Schlussworte gesagt. Vielleicht hast du, Stefan, nochmal etwas, was du loswerden willst, im Sinne von: ja, wo wir stehen in der E-Mobilität, oder Ausblick, oder Sachen, die dich gerade umtreiben. Och, ja, ganz grundsätzlich umtreibt mich natürlich der weitere Ausbau und der Betrieb der Ladeinfrastruktur. Aber ich bin dann schon der Meinung: wenn man mal mittel- bis langfristig schaut, wird
der Ausbau immer weiter zurückgehen – das ist meine Meinung. Und dann geht es um den Betrieb der vorhandenen Ladepunkte. Es gibt immer Situationen, in denen man Ladepunkte ergänzen muss, irgendwo, aber der große Ausbau wird irgendwann – mittel- bis langfristig, aus meiner persönlichen Sicht – langsam zurückgehen. Und dann geht es eher darum: es wird sich mehr und mehr auf Software beschränken. Betrieb, Abrechnungsthematiken, dynamische Stromtarife, Plug and Charge, Vehicle-to-Grid, Vehicle-to-Vehicle – das sind alles die spannenden Themen, die uns die nächsten Jahre
begleiten werden. Das ist meine Ansicht. Der reine Hardware-Ausbau wird mehr und mehr zurückgehen. Da geht es dann irgendwann in Richtung Car-Data, sodass man gar keine Box mehr braucht, um die Daten der Ladevorgänge zu holen. Das ist zum Beispiel etwas, womit wir uns bei WL auch schon jetzt beschäftigen – dass es dann irgendwann so sein wird, dass die Daten eben nicht mehr aus der Box, sondern direkt aus dem Auto kommen, sodass ich dann gar keine Wallbox mehr brauche. Nichtsdestotrotz brauche ich den Strom überhaupt –
keine Frage. Die Leistung muss irgendwo herkommen. Man kann halt noch nicht per Funk übertragen. In der Berufsschule haben wir das mal irgendwie versucht auszurechnen, wie groß so eine Antenne sein müsste, um über zehn Meter Strom zu übertragen. Es ist unfassbar. Das geht einfach nicht – physikalisch nicht. Da gibt es einfach Grenzen. Aber wie gesagt, es wird sich sehr, sehr viel auf Software beschränken. Das ist meine Meinung für den nächsten mittel- bis langfristigen Blick.
Super, ja. Kann ich nur zustimmen – euch beiden natürlich – und freue mich dann auf die nächsten Episoden und dass ihr euer Wissen so offen geteilt habt. Ich hoffe, es hat den Zuhörenden auch Spaß gemacht, uns zuzuhören, und für diejenigen, die nicht genug kriegen: gerne uns folgen. Und auch – ich glaube, auf LinkedIn sind wir alle sehr aktiv und offen – und auch auf der Power to Drive, wie gesagt, in München werden wir dann auch live zu sehen sein.
Also gerne dann nochmal im Nachgang melden. Ja, wir sind offen für Vorschläge, oder wenn ihr sogar selbst Interesse habt, mal euer Wissen zu teilen, gerne bei uns melden und dann schauen wir mal. Dann euch allen noch einen schönen Tag. Danke gleichfalls. Tschau.
Das war unsere erste Smart Charge by RiDERgy Sonderrunde mit Stefan und Pierre. Die wichtigsten Erkenntnisse: Flottenelektrifizierung ist kein Wallbox-Projekt, sondern ein Systemprojekt aus Betrieb, Netzanschluss, Ladeinfrastruktur und Energieoptimierung. Ein paar Zahlen bleiben hängen: Netzanschlussfragen können 12 bis 18 Monate dauern. In einem Projekt brauchte es sogar 13 Monate, nur um festzustellen, dass der falsche Antrag gestellt wurde. Deshalb: Netzbetreiber und Vermieter so früh wie möglich einbinden. Zweiter Punkt: Ein Trafo sollte nicht automatisch die erste Lösung sein. Viele Depotprojekte kommen mit Niederspannung aus, wenn Lastmanagement sauber geplant ist. Ein Trafo
kann schnell in den sechsstelligen Kostenbereich gehen. Dritter Punkt: erst testen, dann skalieren. Im HelloFresh-Projekt wurde bewusst mit ein bis zwei Ladepositionen über Nacht geübt, um Software, Ladebefehle, Fahrzeuge und Abläufe im Betrieb zu prüfen, ohne die Depotprozesse zu stören. Und der größte Hebel liegt im Strom. Mit dynamischen Tarifen verändert sich der Preis alle 15 Minuten. Pierre nannte als Beispiel, dass vor der Optimierung der Preis deutlich höher war und im Zielbereich von 0,55 € liegen kann. Das macht Smart Charging zu einem echten TCO-Hebel. Die praktische Formel:
Standardanschluss prüfen, Vermieter und Netzbetreiber früh einbinden, klein testen, Lastmanagement nutzen und erst dann skalieren. Wir wollen dieses Format mit Stefan und Pierre fortsetzen und künftig weitere Gäste dazuholen. Wenn ihr Themen oder Gästewünsche habt, schreibt uns gerne. Bis zum nächsten Mal.
Notas do episódio
Smart Charging funktioniert nur dann, wenn Flotte, Hardware und Software sauber zusammenspielen. In dieser besonderen Smart Charge Folge besprechen Claudio Geyken, Pierre Rudolph und Stefan Poppe-Lauterbach, was bei der Elektrifizierung von Flotten in der Praxis wirklich passiert, aus den Perspektiven von Energieoptimierung, Fuhrparkmanagement und Ladeinfrastruktur. Im Mittelpunkt steht das gemeinsame HelloFresh-Projekt: von der Elektrifizierung der Last Mile über Netzanschluss, Vermieter, Ladepunkte und dynamische Stromtarife bis hin zur Frage, wie intelligente Ladesteuerung im laufenden Betrieb wirklich funktioniert. Alle waren am spannenden Projekt beteiligt und erzählen aus Ihrer Erfahrung. Themen der Folge: - Warum E-Flotten mehr brauchen als nur Ladepunkte - Was Fuhrparkleiter bei Netzanschluss, Vermietern und Planung beachten sollten - Warum AC-Laden oft reicht und DC-Laden nicht immer nötig ist - Wie dynamische Stromtarife und Smart Charging Kosten senken können - Welche Rolle Software, Fahrzeugdaten und Plug & Charge künftig spielen - Warum Pilotprojekte, klare Kommunikation und operative Erfahrung entscheidend sind Eine praxisnahe Folge über Chancen, Hürden und Learnings der Flottenelektrifizierung.